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Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso
O estudante de educação física flagrado se masturbando enquanto observava uma vizinha, na academia de um condomínio de Feira de Santana, foi preso nesta sexta-feira (24), cinco dias após o crime. O caso aconteceu no último domingo (19), enquanto a vítima se exercitava na esteira. Após perceber que havia sido filmado pela vizinha durante o crime, o investigado fugiu do residencial, localizado no bairro SIM.

Segundo informou a Polícia Civil (PC), Pedro Henrique Sales, de 21 anos, foi localizado em uma casa em construção na cidade de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ele era alvo de um mandado de prisão preventiva, que foi cumprido. 📲
No momento da captura, o investigado estava acomodado em um cômodo equipado com um colchão no chão e uma mesa, entre outros objetos.

Homem filmando se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime
Divulgação/PC-BA
O caso, que foi registrado como importunação sexual, segue sob apuração da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), sob segredo de Justiça. Vizinhos votam para decidir expulsão
Homem é denunciado por importunação sexual em Feira de Santana
Reprodução/Redes Sociais
Conforme apurou a TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, os vizinhos do investigado iniciaram na quinta-feira (23), uma votação é remota, por meio de um aplicativo de celular, para definir se ele será ou não expulso do condomínio. O prazo para que os moradores se posicionem acaba às 23h59 desta sexta.

Além da expulsão, os vizinhos do suspeito vão decidir também sobre a abertura de um processo do condomínio contra o homem. Em nota, o condomínio informou que, assim que a votação for encerrada, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos moradores. (Leia posicionamento na íntegra abaixo)
Investigado deixou condomínio
Já a vítima já foi ouvida.

Em entrevista, a mulher relatou que, como costuma produzir conteúdo para as redes sociais, posicionou o celular com a câmera traseira voltada para a esteira antes de iniciar o treino. A moradora praticou o exercício por quatro minutos e a gravação durou cerca de dois minutos. Ao começar a editar as imagens, ainda dentro da academia, percebeu que o homem aparecia ao fundo se masturbando enquanto a observava.

“Quando vi a cena, prontamente desliguei a esteira, saí da academia e liguei imediatamente para a Polícia Militar. Fiquei aguardando a chegada da polícia para poder sair”, contou. Mulher só descobriu importunação sexual ao rever vídeo do treino
Desde o episódio, a mulher disse que tem vivido com medo e mudou a rotina por receio de reencontrar Pedro Henrique.

“Depois do ocorrido, ele ficou muito inquieto. Eu acho que ele percebeu, porque eu não fiquei muito tempo na academia. Ele saiu pela porta da frente do condomínio e não foi para casa.

Saiu fugindo.”
O que diz o condomínio
“Esclarecemos que essa questão está sendo deliberada em conjunto com os moradores, que são os principais interessados no assunto. Confirmamos que a votação está em andamento e ainda não foi finalizada. O prazo para encerramento é amanhã.

Entendemos que o tema ganhou grande repercussão e despertou o interesse de muitas pessoas. No entanto, neste momento, é importante que todos zelem pela privacidade dos moradores e respeitem o processo democrático que está em curso, permitindo que os condôminos manifestem livremente sua decisão. Assim que a votação for encerrada e o resultado oficialmente apurado, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos condôminos.

Ressaltamos ainda que as eventuais questões de natureza civil e criminal relacionadas ao caso já estão sendo acompanhadas pelos órgãos competentes, a quem cabe a devida apuração dos fatos”.

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Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

Fonte: G1 Nacional

Pai do engenheiro morto em queda de avião da Voepass lamenta a dificuldade de reviver o momento e exige resposta da ANAC

O engenheiro paulista Paulo Henrique Silva Alves, que integrava as 62 vítimas da queda do avião da Voepass, teve seu pai, Paulo Machado Alvez, comparecer à reunião onde o Cenipa apresentou o relatório sobre o acidente de 2024; ele disse ao g1 que reviver a tragédia foi complicado, afirmando: “Foi difícil reviver aqueles momentos de horror pelos quais nosso filho passou”.

Ele aguarda respostas da ANAC a partir do relatório, declarando: “A dor não se dissipa por causa de um relatório, porém esperamos uma resposta da ANAC”.

No relatório final do Cenipa foram traçadas recomendações para as entidades envolvidas, como a ATR, fabricante francesa da aeronave, e a ANAC, além de conclusões acerca do acidente. Paulo destacou pontos positivos e negativos na exposição, dizendo: “Achei que o relatório foi conclusivo e não omitiu a responsabilidade da ANAC”.

‘Também achei que as questões feitas pelo ex‑piloto da Voepass, Almeida, não foram respondidas de forma satisfatória’, completou. O voo 2283 da Voepass caiu na tarde de 9 de agosto de 2024 em um condomínio em Vinhedo, enquanto fazia o trajeto entre Cascavel (PR) e Guarulhos (SP); 62 ocupantes – 58 passageiros e quatro tripulantes – perderam a vida.

Paulo Henrique Silva Alves, nascido em Florianópolis, integrava as vítimas do avião que caiu em Vinhedo (SP); Mateus Pioner disponibilizou foto de arquivo pessoal. O engenheiro formou‑se no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA‑SC), que emitiu condolências pela perda. Casado há 15 anos, era entusiasta do surf e praticava jiu‑jitsu em academia situada na vizinha São José.

Segundo o Conselho, Paulo Henrique se destacou na área de saneamento, coordenando uma empresa de obras ao lado do pai. ‘Neste momento de dor, o CREA‑SC, seus diretores, conselheiros e servidores, se solidarizam com a família e amigos do engenheiro, bem como as famílias de todas as vítimas do acidente, manifestando sinceras condolências pelas perdas irreparáveis’, afirma o comunicado. Ele tinha 40 anos ao falecer no acidente.

Quem eram os moradores de Santa Catarina que estavam entre as vítimas da queda de avião? A conclusão do Cenipa sobre o acidente indica que erros da Voepass, dos pilotos e da fiscalização da Anac contribuíram para o ocorrido. O relatório final, divulgado nesta quinta‑feira (23), enumerou 39 itens como conclusões da investigação.

Veja, a seguir, o resumo das conclusões:

O fenômeno de gelo persistiu ao longo de toda a subida e continuou durante todo o trajeto;

Falha no sistema de degelo: a defeito técnico comprometeu o equipamento que elimina o gelo da asa direita;

Desconsideração de avisos críticos: o sistema de monitoramento da aeronave gerou ao menos oito alertas de velocidade reduzida e de performance degradada, porém os pilotos não seguiram os procedimentos de emergência previstos para tais situações;

Falta de atenção na cabine: diálogos entre os pilotos sobre assuntos pessoais, alheios ao voo, desviaram o foco do monitoramento do gelo e dos instrumentos;

Erros na tentativa de recuperação: ao perder a sustentação e iniciar o estol, o copiloto agiu de forma oposta ao manual, puxando o manche ao invés de empurrá‑lo, agravando a situação e impedindo a recuperação do controle;

Problemas de manutenção e registros: o ATR 72-500 foi liberado para voo com uma falha técnica no sistema de degelo não anotada no diário de bordo, impedindo a realização dos reparos necessários;

Falta de segurança: a Voepass cultivava a normalização de desvios, prática na qual pilotos e mecânicos não relataram as pane no diário de bordo, permitindo que as aeronaves continuassem operando no dia seguinte;

Fiscalização insuficiente: o relatório indica que o processo de gestão de risco da Anac não foi suficiente para impedir o acidente;

Detalhes da queda: a aeronave entrou em picada girando sobre seu eixo enquanto descendia verticalmente, completando cinco voltas antes de atingir o solo.

Velocidade da queda: após a perda de controle, a taxa de descida atingiu 14 mil pés por minuto, o que corresponde a uma queda de 4 km a cada minuto; o relatório final aponta falhas da empresa, dos pilotos e da Anac.

VÍDEOS: os mais assistidos do g1 SC nos últimos sete dias

Fonte: G1 Nacional

'Difícil reviver aquele momento': pai de engenheiro morto em queda do avião da Voepass cobra resposta da ANAC

Engenheiro de Florianópolis Paulo Henrique Silva Alves foi uma das 62 vítimas da queda do avião da Voepass
Reprodução/Redes sociais
O pai do engenheiro Paulo Henrique Silva Alves, uma das 62 pessoas que morreram na queda do avião da Voepass em 2024, estava presente pessoalmente na reunião em que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) divulgou o relatório sobre o acidente. Paulo Machado Alvez contou ao g1 que foi desafiador relembrar a tragédia. “Foi difícil reviver aqueles momentos de horror pelos quais nosso filho passou”.

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Com o relatório, ele anseia por respostas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). “A dor não vai passar por causa de um relatório. Mas esperamos uma resposta da ANAC”.

O relatório final do Cenipa definiu recomendações às instituições envolvidas na tragédia – entre elas a ATR, fabricante francesa da aeronave, e a ANAC – e apontou conclusões sobre o acidente aéreo. Sobre a apresentação, Paulo apontou pontos altos e baixos em relação a esclarecimentos sobre o acidente. “Achei que o relatório foi conclusivo e não omitiu a responsabilidade da ANAC”.

“Também achei que as perguntas do ex-piloto da Voepass Almeida não forma respondidas satisfatoriamente”, completou. O voo 2283 da Voepass caiu na tarde de 9 de agosto de 2024 em um condomínio de Vinhedo, durante o trajeto entre Cascavel (PR) e Guarulhos (SP). As 62 pessoas a bordo — 58 passageiros e quatro tripulantes — morreram.

Paulo Henrique Silva Alves, nascido em Florianópolis, está entre as vítimas do avião que caiu em Vinhedo (SP)
Mateus Pioner/Arquivo Pessoal
Quem era o engenheiro Paulo Henrique Silva Alves? Paulo nasceu em Florianópolis e trabalhava no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-SC), que emitiu nota de pesar pela perda (veja mais abaixo). Era casado há 15 anos, fã de surfe, e lutava jiu-jitsu em uma academia na cidade vizinha de São José.

De acordo com o Conselho, Paulo Henrique se destacou pela atuação na área de saneamento, administrando uma empresa de obras junto com o pai. “Neste momento de dor, o CREA-SC, seus diretores, conselheiros e servidores, se solidarizam com a família e amigos do engenheiro, bem como as famílias de todas as vítimas do acidente, expressando suas mais sinceras condolências pelas perdas irreparáveis”, diz o comunicado. Ele tinha 40 anos quando morreu na queda do avião.

Quem eram os moradores de SC vítimas de queda de avião
Qual a conclusão do Cenipa sobre o acidente? O resultado da investigação foi apresentado nesta quinta-feira (23) e concluiu que falhas da Voepass, dos pilotos e da fiscalização da Anac contribuíram para a queda. Ao todo, 39 itens foram listados como conclusões da investigação no documento final.

Veja, abaixo, um resumo deles:
Presença de gelo severo: o avião encontrou condições meteorológicas de formação de gelo severo durante o voo.

Isso ocorreu ainda durante a subida e persistiu por todo o trajeto;
Falha no sistema de degelo: a falha técnica afetou o sistema responsável por remover o gelo da asa direita;
Desconsideração de avisos críticos: o sistema de monitoramento da aeronave emitiu pelo menos oito avisos de velocidade baixa e alertas de performance degradada, mas os pilotos não executaram os procedimentos de emergência previstos para essas situações;
Falta de atenção na cabine: conversas entre os pilotos sobre assuntos pessoais, não relacionadas ao voo, tiraram o foco do monitoramento do gelo e dos instrumentos;
Erros na tentativa de recuperação: quando a aeronave perdeu a sustentação e começou a cair (estol), o copiloto agiu de forma contrária aos manuais, puxando o manche em vez de empurrá-lo, o que agravou a situação e impediu a recuperação do controle;
Problemas de manutenção e registros: o avião ATR 72-500 foi liberado para voar com uma falha técnica no sistema de degelo que não foi registrada em diário de bordo, o que impediu os reparos;
Falta de segurança: a Voepass tinha cultura de “normalização de desvios”, em que pilotos e mecânicos não relatavam as panes em diário de bordo para que os aviões pudessem voar no dia seguinte;
Fiscalização insuficiente: o relatório aponta que o processo de gerenciamento de risco da Anac não foi suficiente para evitar o acidente;
Detalhes da queda: o avião entrou em parafuso chato (girando sobre o próprio eixo enquanto caía verticalmente) e completou cinco voltas antes de colidir com o solo.

Velocidade da queda: Com a perda de controle, a velocidade de descida foi de 14 mil pés por minuto, o equivalente a uma queda de 4 quilômetros a cada minuto. Acidente Voepass: relatório final aponta que empresa, pilotos e Anac falharam
VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Nacional

Ex-prefeito Zé Vieira é detido após consolidação de penas por fraude à licitação e desvio de recursos

Na noite de sexta‑feira (24), o ex-prefeito de Marizópolis, José Vieira da Silva, conhecido como Zé Vieira, foi preso em Sousa, após a entrega de um mandado de prisão pela 3ª Vara Regional de Execuções Penais de Sousa.

Conforme o mandado, a decisão judicial tem base nas condenações com trânsito em julgado, após a unificação das penas que somam 9 anos e 1 mês de reclusão; assim, a Justiça determinou o cumprimento da pena em regime fechado.

A sentença foi lavrada nesta sexta‑feira (24) pelo juiz Alexandre José Gonçalves Trineto, que indeferiu o pedido da defesa de suspender a execução da pena enquanto há trâmite de revisão criminal; o magistrado ressaltou que a revisão criminal não tem efeito suspensivo automático, motivo pelo qual manteve a prisão e determinou o cumprimento imediato do mandado.

De acordo com os autos, Zé Vieira estava cumprindo pena em regime semiaberto, com monitoramento eletrônico, a partir de 30 de janeiro de 2026; contudo, após a unificação das condenações — 6 anos e 9 meses por fraude à licitação e 2 anos e 4 meses por infração ao Decreto‑Lei nº 201/1967, que trata da responsabilidade de prefeitos — a pena ultrapassou os oito anos, exigindo, portanto, o regime fechado.

Segundo o mandado, ainda restam 8 anos, 7 meses e 5 dias para o cumprimento da pena.

Depois da captura, o ex‑prefeito foi levado a uma delegacia em Sousa e permanecerá à disposição da Justiça para eventual encaminhamento ao sistema prisional.

Pedido da defesa para suspender a pena foi indeferido

Na noite de sexta‑feira (24), o ex-prefeito de Marizópolis, José Vieira da Silva, alias Zé Vieira, foi detido em Sousa, onde a prisão ocorreu após a entrega de um mandado de prisão pela 3ª Vara Regional de Execuções Penais de Sousa; a informação foi confirmada por documentos judiciais obtidos pela reportagem.

Conforme o mandado, a decisão judicial tem origem nas condenações com trânsito em julgado, após a consolidação das penas que somam 9 anos e 1 mês de reclusão; assim, a Justiça determinou o cumprimento da pena em regime fechado.

A sentença foi assinada nesta sexta‑feira (24) pelo juiz Alexandre José Gonçalves Trineto, que indeferiu o pedido da defesa de suspender a execução da pena enquanto há trâmite de revisão criminal; o magistrado ressaltou que a revisão criminal não tem efeito suspensivo automático, motivo pelo qual manteve a prisão e determinou o cumprimento imediato do mandado.

De acordo com os autos, Zé Vieira estava cumprindo pena em regime semiaberto, com monitoramento eletrônico, a partir de 30 de janeiro de 2026; contudo, após a unificação das condenações — 6 anos e 9 meses por fraude à licitação e 2 anos e 4 meses por infração ao Decreto‑Lei nº 201/1967, que trata da responsabilidade de prefeitos — a pena ultrapassou os oito anos, exigindo, portanto, o regime fechado.

Segundo o mandado, ainda restam 8 anos, 7 meses e 5 dias para o cumprimento da pena.

Depois da captura, o ex‑prefeito foi levado a uma delegacia em Sousa e permanecerá à disposição da Justiça para eventual encaminhamento ao sistema prisional.

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resumo-peca.pdf – ZE VIEIRA
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Fonte: PolemicaPB

Corpo de homem algemado é encontrado sem vida em quarto de hotel na orla de João Pessoa

Um homem foi encontrado morto, algemado, com um fio de secador enrolado no pescoço dentro de um quarto de hotel, situado no bairro de Manaíra, em João Pessoa, no final da tarde da sexta‑feira (24). As informações foram obtidas. Conforme indícios preliminares, o quarto encontra‑se no primeiro andar do edifício.

A vítima, ainda sem identidade revelada, não estava cadastrada no hotel. De acordo com o relato inicial, uma hóspede percebeu ruídos vindo do quarto adjacente e acionou as autoridades. Foi acionada a Polícia Civil e a Polícia Militar.

A PM isolou a área, e o Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC) foi acionado para a perícia. O caso será investigado pela Polícia Civil. Vídeos mais assistidos da Paraíba

Fonte: G1 PB

Ex-prefeito de cidade no Sertão da Paraíba tem condenação mantida por desvio de verbas da merenda escolar

Ex-prefeito de cidade no Sertão da Paraíba tem condenação mantida por desvio de verbas da merenda escolar
Francisco França/Arquivo
O ex-prefeito da cidade de Catingueira, no Sertão da Paraíba, José Edivan Félix, teve a condenação mantida, agora em última instância, pelo desvio de verbas da merenda escolar e de ações sociais do município. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (24). ✅
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) manteve a condenação do ex-gestor por seis crimes de desvio de rendas públicas, cometidos em continuidade delitiva entre os anos de 2006 e 2007.

A sentença inicial havia sido proferida pela Justiça Federal. Segundo a decisão judicial, José Edivan Félix utilizou notas fiscais falsas, recibos considerados inidôneos e cheques para desviar recursos de programas federais, como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), o Programa de Atenção Integral à Família (Paif) e a verba destinada à alimentação escolar. Com o julgamento, o processo transitou em julgado e não há mais possibilidade de recurso.

A pena estabelecida é de 6 anos e 9 meses de reclusão, em regime inicial semiaberto. Além da prisão, a decisão determina a perda de eventual cargo público que o ex-prefeito ocupe, a proibição de exercer funções públicas pelo prazo de cinco anos, o ressarcimento dos valores causados aos cofres públicos e o pagamento das custas processuais. Agora no g1
Os desvios
Conforme o processo, os desvios foram identificados após uma fiscalização da Controladoria-Geral da União (CGU).

Segundo a Justiça, o esquema funcionava por meio da emissão de cheques nominais à tesouraria municipal, que eram sacados em espécie. Na prestação de contas, eram apresentados documentos falsos com o objetivo de simular pagamentos a fornecedores. A decisão reconheceu seis episódios de desvio de recursos públicos, que totalizaram R$ 17,9 mil em valores da época, referentes ao ano de 2007.

Conforme o processo, José Edivan Félix participou diretamente do esquema ao assinar notas de empenho e cheques utilizados nos saques, autorizar a movimentação de recursos federais e apresentar documentos falsos para ocultar os desvios durante a prestação de contas. Com o trânsito em julgado da condenação, a Justiça também determinou que o ressarcimento integral dos valores aos cofres públicos será uma das condições para uma eventual progressão de regime prisional. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Fonte: G1 PB

Paraíba registra aumento de cerca de 40% nos casos de stalking contra mulheres em um ano, aponta Anuário de Segurança Pública

Casos de ‘stalking’ contra mulheres aumentaram 40% em um ano na Paraíba
Getty Images via BBC
Os casos de stalking, que é o crime de perseguição que pode ocorrer de forma presencial ou pela internet, aumentaram cerca de 40% na Paraíba entre 2024 e 2025. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, divulgado na quinta-feira (23). Segundo o levantamento, a Paraíba registrou 2.147 casos de stalking em 2025, contra 1.534 ocorrências em 2024, o que representa um aumento de aproximadamente 40%.

Em todo o país, foram contabilizados mais de 123 mil registros desse tipo de crime.

Stalking: saiba identificar e o que fazer quando se é vítima de perseguição
Santa Rita, na PB, está entre as 10 cidades mais violentas do Brasil

O crime de stalking foi incluído no Código Penal em 2021. Pela legislação, ele é caracterizado pela perseguição reiterada a uma pessoa, de forma presencial ou virtual, por meio de ações como mensagens, ligações, monitoramento e comentários constantes em redes sociais, capazes de ameaçar a integridade física ou psicológica da vítima, restringir sua liberdade ou invadir sua privacidade. O anuário também aponta crescimento nos casos de violência psicológica contra mulheres no contexto da violência doméstica.

Na Paraíba, foram registrados 715 casos em 2025, um aumento de 41% em relação ao ano anterior. Os dados apresentados no anuário têm como base informações das Secretarias Estaduais de Segurança Pública e/ou Defesa Social, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Stalking: entenda o que é esse crime, saiba identificar e veja como denunciar
Furto de celulares cresce 51% na PB em um ano
O furto de celulares na Paraíba aumentou 51% entre 2024 e 2025.

No período, o estado passou de 3.174 para 4.799 ocorrências. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026. O aumento representa 1.625 furtos de celulares a mais em um ano.

A taxa desse tipo de crime também cresceu na Paraíba, passando de 76 para 115 ocorrências por 100 mil habitantes, segundo o levantamento. Outro dado destacado pelo Anuário é que a Paraíba perdeu apenas para o Rio de Janeiro no ranking de estados que aumentaram o indicador que reúne roubos e furtos de celulares em 2025. O crescimento foi de 21%, enquanto que o Rio de Janeiro cresceu 22%.

Todos os outros estados apresentaram queda. Enquanto os furtos aumentaram, os roubos de celulares diminuíram no estado. Em 2025, a Paraíba registrou 1.598 roubos de celulares, contra 2.082 em 2024, uma redução de 23,3%.

A taxa também caiu, passando de 50,2 para 38,4 roubos por 100 mil habitantes. Ao todo, a Paraíba contabilizou 6.397 ocorrências de roubo e furto de celulares em 2025, segundo o Anuário. Anuário da Segurança: feminicídios batem recorde,taxa de assassinatos é a menor desde 2012
As conclusões do Anuário de Segurança Pública:
Os feminicídios bateram recorde em 2025, o que vai na contramão da redução das mortes violentas como um todo.

Quatro mulheres foram mortas por dia, em média;
O Brasil registrou o menor número de assassinatos desde 2012, quando começou o levantamento do Fórum. Foram 40.775 vítimas, queda de 8% em relação a 2024; (VEJA MAPA das cidades e estados mais violentos);
O país teve, pela primeira vez, taxa de mortes violentas abaixo de 20: ficou em 19,1. É o menor número registrado no histórico feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública;
Outros indicadores de violência contra a mulher registraram alta: mais casos de violências psicológicas (17%), stalking (30%), descumprimento de medida protetiva (17%) e ameaças (0,5%).

O Brasil teve três tentativas de feminicídio para cada crime consumado ao longo de 2025;
As dez cidades mais violentas no país ficam no Nordeste, metade na Bahia. Maranguape (CE) lidera ranking pelo 2º ano seguido e foi o único município a superar a taxa de 100 mortes violentas por 100 mil habitantes;
Santa Catarina registrou 7,6 mortes violentas por 100 mil habitantes e se tornou o estado com a menor taxa do país. São Paulo ocupava essa posição desde 2014;
As mortes cometidas por policiais aumentaram 5% no ano passado, enquanto o número de policiais mortos caiu 3%;
Os registros de produção, posse ou distribuição de conteúdos de abuso sexual infantil cresceram 25%;
Os casos de bullying e cyberbullying cresceram mais de 60% entre jovens.

Isso ocorre após a criação de tipo penal específico, em 2024;
A quantidade de adolescentes que cumprem medida socioeducativa no Brasil caiu 54% em 9 anos: são 12,2 mil jovens, a maioria meninos (93%), negros (74%) e entre 16 e 18 anos (76%). As ocorrências mais comuns são roubo (29%) e tráfico de drogas (28%);
O número de pessoas no sistema prisional cresceu 6% e chegou a 964 mil. O estudo prevê que, se for mantida a tendência, o Brasil pode bater 1 milhão de presos já em 2027;
Há 2,1 milhões de empresas e pessoas autorizadas a ter armas — desse total, 1 milhão têm licença de CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) — e 1,6 milhão de armas cadastradas.

Três em cada 10 armas estão com registro vencido. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Fonte: G1 PB

Motorista de 33 anos, condenado por matar Marcelo da Silva Lucena a tiros ao defender seu cachorro, é capturado em Boa Vista

Marcelo foi morto na frente da casa; o suspeito fugiu. Imagens de arquivo pessoal

O motorista de 33 anos, já condenado por homicídio doloso contra Marcelo da Silva Lucena, foi preso em Boa Vista, na zona Oeste, após investigação da Polícia Interestadual (Polinter) no bairro Cidade Satélite.

Ele permanecia foragido e vinha sendo monitorado há cerca de um ano. A prisão foi anunciada nesta sexta‑feira (24). O crime ocorreu na noite de 1º de março de 2022, no bairro Santa Luzia, zona Oeste.

Na ocasião, o acusado caminhava próximo à residência de Marcelo e foi cercado por três cães, segundo a Polícia Civil. Ao tentar afastá‑los, arremessou uma pedra em direção a um dos animais. Quando Marcelo percebeu o agressor machucando o cachorro, entrou em confronto com o suspeito, que então se retirou.

Contudo, o mesmo indivíduo retornou armado e disparou três tiros contra a vítima. Marcelo foi atingido no tórax, abdômen e perna; não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O réu recebeu sentença de 14 anos de reclusão, em regime fechado, por homicídio qualificado. O júri considerou que o crime foi motivado por torpeza e que o autor utilizou recurso que dificultou a defesa da vítima. Conforme o delegado da Polinter, Vinícius Souza, as autoridades realizaram diversas diligências ao longo de aproximadamente um ano para localizar o suspeito.

Após a captura, o condenado foi translado até a sede da Polinter. Em seguida, compareceu à audiência de custódia, na qual a prisão foi confirmada. Depois, foi encaminhado ao sistema prisional para iniciar o cumprimento da pena.

Qual a diferença entre homicídio culposo e homicídio doloso? Como se distinguem esses tipos de homicídio? Consulte mais notícias do estado no g1 Roraima.

Fonte: G1 Nacional

Empresa de fachada de empresária é acusada de movimentar mais de R$ 40 milhões para grupo criminoso

A Polícia Civil de Goiás declara que Claudienne Honório Ferreira, empresária acusada de movimentar recursos de uma facção criminosa, permanece foragida. Ela está sob investigação pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, e é apontada como responsável pela movimentação financeira de um grupo que movimentou cerca de R$ 45 milhões, dos quais faz parte como sócia de empresa de fachada utilizada para ocultar recursos do tráfico de drogas.

Segundo o delegado Francisco Costa, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), Claudienne desempenha papel relevante na estrutura criminosa, sendo sócia de uma empresa de fachada e tendo movimentado em suas contas pessoais e na conta da empresa aproximadamente R$ 45 milhões. As equipes de investigação têm realizado diligências desde o início da operação, mas, até o momento, ainda não a localizaram, afirmou o delegado.

A Polícia Civil mantém esforços para localizar Claudienne desde o início da Operação Cifra Oculta. Foi divulgado um cartaz contendo sua imagem e a corporação solicita que informações sobre seu paradeiro sejam enviadas de forma anônima pelos telefones 197 ou (62) 3201-1190. Na última atualização da reportagem, a defesa de Claudienne ainda não foi localizada.

O cartaz de procura da Polícia Civil sobre Claudienne Honório Ferreira, investigada por suposta participação no esquema de lavagem de dinheiro da Operação Cifra Oculta, foi divulgado, conforme indicado pela Divulgação/Polícia Civil de Goiás.

A Operação Cifra Oculta, deflagrada pela Denarc, visa desarticular o braço financeiro de uma organização criminosa com atuação em Goiás. Em conjunto com a investigação sobre o golpe de falso investimento, que apura fraudes eletrônicas que movimentaram mais de R$ 188 milhões, foram alvos os chefes da facção criminosa, resultando no bloqueio de cerca de R$ 59 milhões em Goiás e três estados adicionais. Além disso, suspeitos acusados de integrar a facção e movimentar mais de R$ 320 milhões por meio de empresas de fachada foram presos. No total, a ação compreendeu 15 mandados de prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão, e a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores dos investigados até o limite de R$ 160 milhões.

A ação faz parte da Operação Reincidentes, realizada em novembro do ano anterior, que desmantelou uma célula da organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas e armas de fogo na região sul de Goiânia. A Operação Cifra Oculta, como desdobramento, investiga esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico de drogas. As investigações apontam que a quadrilha utilizava ao menos sete empresas de fachada para receber, movimentar e ocultar recursos ilícitos, tendo movimentado aproximadamente R$ 320 milhões em pouco mais de um ano.

Conforme a investigação, uma fintech controlada pela liderança da organização teria sido utilizada para movimentar os recursos e dificultar a rastreabilidade da origem do dinheiro. No decorrer da execução dos mandados, as autoridades apreenderam veículos, drogas, computadores, celulares e documentos, os quais estão sob análise. A Polícia Civil solicita que qualquer informação sobre o paradeiro de Claudienne Honório Ferreira seja comunicada pelos canais 197 ou (62) 3201-1190.

A corporação assegura que o sigilo do denunciante é garantido. Entre os materiais apreendidos durante a Operação Cifra Oculta constam drogas, balanças de precisão e demais objetos. Divulgação/Polícia Civil de Goiás. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Fonte: G1 Nacional

Mãe e filha autista expostas à chuva evidenciam necessidade de projeto de Michel Henrique contra discriminação em apps de transporte

Um episódio que viralizou nas redes sociais a partir da quinta‑feira (23) em João Pessoa destacou a relevância de um projeto que segue em análise na Assembleia Legislativa da Paraíba. Trata‑se do Projeto de Lei nº 5.280/2025, proposto pelo deputado estadual Michel Henrique, que prevê proteção contra discriminação no transporte por aplicativo para pessoas com deficiência e neurodivergentes.

A polêmica se intensificou quando uma mãe contou que ela e a filha, criança autista nível 3 de suporte, foram obrigadas a descer do carro de aplicativo durante a chuva. Elas dirigiam‑se a uma clínica de terapia; segundo o relato, a menina elevou o volume da música. Apesar da explicação da mãe sobre a condição da filha, o condutor teria exigido que ambas saíssem do veículo.

Projeto de Lei busca garantir inclusão e respeito

Com a repercussão do caso, Michel Henrique afirmou que episódios semelhantes evidenciam a necessidade de transformar inclusão e respeito em garantias reais.

“Uma mãe não pode precisar implorar para que a condição da filha seja compreendida. Uma criança autista não pode ser submetida a constrangimento por um comportamento relacionado à sua condição. Inclusão não pode depender da boa vontade de ninguém.”

“É preciso haver respeito, responsabilidade e proteção”, afirmou Michel Henrique.

Proibição de recusa e penalidades para motoristas

A proposta de Michel Henrique proíbe a recusa ou o cancelamento de corridas por motivo da condição do passageiro, abrangendo pessoas com TEA, TDAH, Síndrome de Down, outras neurodivergências, bem como quem use cadeira de rodas, cão‑guia ou necessite de acompanhante essencial.

A iniciativa também obriga as plataformas a disponibilizar canais acessíveis para denúncias de discriminação e prevê penalidades graduais para motoristas reincidentes, como advertência, suspensão e desligamento.

Para Michel Henrique, o ocorrido demonstra que a questão já faz parte da realidade vivida pelas famílias paraibanas.

“Esse projeto nasceu para evitar que pessoas com deficiência e famílias atípicas sejam submetidas a situações como essa. O que aconteceu mostra que não estamos falando de uma situação hipotética. É uma realidade que exige resposta e proteção”, reforçou.

A mãe registrou ocorrência na Polícia Civil e comunicou a plataforma responsável pela corrida. O caso reaviva o debate que o PL 5.280/2025 já trouxe ao Parlamento da Paraíba, reforçando que acessibilidade não é favor, inclusão não é cortesia e o respeito é direito.

Via Assessoria

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Fonte: PolemicaPB