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Trabalhador perde emprego por atestado médico falsificado; assaltante rouba 34 relógios de loja em shopping e transplante renal cruzado é realizado entre unidades de Juiz de Fora e São Paulo

Confira os principais acontecimentos da semana na Zona da Mata, entre 18 e 24 de julho.

Um trabalhador de 37 anos foi demitido neste mês após entregar à empresa, cujo nome não foi revelado, um atestado médico digital apresentado em 1º de julho, o que gerou investigação da Polícia Civil em Juiz de Fora.

Após a constatação de indícios de falsificação e o registro de ocorrência em 15, a empresa demitiu o trabalhador.

Na noite de domingo (19), um indivíduo de 20 anos foi apprehendido por seguranças do Shopping Jardim Norte após furtar 34 relógios de uma loja, tendo usado uma chave clonada para acessar o estabelecimento vizinho, arrombado a parede e invadido a joalheria, que não teve o nome divulgado, desligando o fornecimento de energia para impedir os sistemas de segurança.

De acordo com a PM, o suspeito foi contido até a chegada das autoridades, e a assessoria do shopping informou que a movimentação incomum foi identificada logo após o fechamento das lojas, com o criminoso sendo controlado até a chegada da PM.

Em maio, duas famílias que nunca se conheceram realizaram o primeiro transplante renal cruzado entre o Santa Casa de Juiz de Fora e o Hospital das Clínicas da USP, em São Paulo, permitindo que Rafael Veloso, de 40 anos, e Dirlene Nunes Parente, de 73 anos, recebessem órgãos de doadores incompatíveis entre si.

A técnica, que envolve a troca de doadores quando o doador vivo não é compatível com o paciente, pode ampliar o número de transplantes realizados e reduzir o tempo de espera, conforme especialistas.

Em Muriaé, um idoso morreu após ser atropelado em faixa de pedestre enquanto supostamente ia comprar pó de café, conforme relatou o genro; em Bom Jardim de Minas, um assalto que envolveu refém de família terminou em perseguição e troca de tiros na BR-040, em Juiz de Fora; em Juiz de Fora, um trabalhador morreu após ser atingido por peça de maquinário em lavanderia; e vídeos que compilam informações sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes estão disponíveis para visualização.

Fonte: G1 Nacional

Idoso de 75 anos, condenado por estuprar a bisneta, é preso na costa de São Paulo

Um homem de 75 anos, já condenado a 17 anos e seis meses de prisão por estupro da própria bisneta, foi detido em Ilha Comprida, no litoral de São Paulo. Na madrugada de quarta‑feira (22), agentes do 14º Batalhão de Polícia Militar do Interior realizaram patrulhamento na Avenida Beira Mar e abordaram o suspeito no sábado (25).

Ao consultar os registros da corporação, os policiais identificaram um mandado de prisão em aberto. A identidade do suspeito permanece não divulgada para proteger a vítima. Conforme a PM, a ordem judicial está vinculada à condenação obtida em processo que teve início em 2013.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o caso foi registrado como captura de procurado na Delegacia de Ilha Comprida. Até a última atualização, não foram divulgados detalhes sobre o crime nem a idade da vítima. A presença de abuso e violência infantil foi constatada.

Confira os sinais de alerta e saiba como proteger as crianças:
Violência e abuso sexual infantil: observe os indícios e tome as medidas de proteção necessárias
VÍDEO: curta demonstração de 1 minuto sobre o tema

Fonte: G1 Nacional

Legislação permite comercialização de spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres em todo o país

Vigora a norma que permite a comercialização, a aquisição e a posse de aerossol contendo extratos vegetais (spray de pimenta) em todo o território nacional, destinada à defesa pessoal de mulheres acima de 18 anos. A Lei 15.474/26, sancionada com vetos pelo Poder Executivo, foi publicada no Diário Oficial da União na sexta‑feira (24) e tem por finalidade contribuir para a proteção e a integridade física, psicológica e sexual das brasileiras.

O spray tem como finalidade conter temporariamente o agressor, repelindo violência que esteja ocorrendo ou iminente e que coloque em risco a integridade física ou sexual da mulher.

A iniciativa nasceu do Projeto de Lei 727/26, apresentado pela ex‑deputada Gorete Pereira (MDB‑CE). O texto foi aprovado pela Câmara em março, com emendas da relatora, deputada Gisela Simona (União‑MT), e seguiu para o Senado Federal no final de junho.

Conforme o texto, o aerossol será de uso individual e não poderá ser transferido. Ele não poderá conter agentes letais ou de toxicidade permanente e deverá observar os padrões técnicos e de segurança estabelecidos em regulamento pelo Poder Executivo.

As especificações técnicas, os limites de capacidade, a concentração da substância ativa e os padrões de segurança serão fixados em regulamento, obedecendo às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e de outros órgãos competentes.

A norma determina que o spray de extratos vegetais seja portátil, de menor potencial ofensivo, contendo spray de pimenta à base de oleorresina de capsicum ou de outros extratos vegetais aprovados pelos órgãos competentes.

AQUISIÇÃO

A compra do aerossol, que antes era restrita ao Exército, ficará condicionada à comprovação de idade mínima de 18 anos, à apresentação de documento oficial com foto, ao comprovante de residência fixa e à inexistência de condenação criminal por crime doloso praticado com violência ou grave ameaça.

O estabelecimento que receberá a autorização para comercializar o produto deverá registrar as transações de modo a garantir a rastreabilidade do aerossol, oferecer orientações básicas sobre seu uso correto, seguro e responsável, e registrar os dados do adquirente e da pessoa que terá a posse.

A Lei 15.474 cria o Programa Nacional de Capacitação em Defesa Pessoal e Uso de Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo para Mulheres, que será implementado de forma gradual, com o objetivo de disciplinar a execução orçamentária, firmar convênios e envolver entidades parceiras.

VETOS

Na ocasião do veto, o Executivo eliminou a previsão de permitir a compra dos aerossóis por menores de 16 anos, mesmo com autorização dos responsáveis.

De acordo com o Ministério das Mulheres, conceder acesso a esses dispositivos a adolescentes, ainda em fase de desenvolvimento, “violaria o princípio da proteção integral, previsto na Constituição e no Estatuto da Criança e do Adolescente”.

Também foi vetada a previsão de porte irrestrito do aerossol, que retiraria do Poder Executivo a possibilidade de estabelecer limitações específicas por meio de regulamento.

Após ouvir o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Ministério das Mulheres, o governo vetou a previsão de penalidades por uso indevido, como advertência formal, multa ou proibição de nova aquisição, alegando que tais medidas “submetem a usuária a sanções administrativas sem critérios objetivos ou parâmetros de dosimetria”, contrariando o interesse público.

O Executivo sustenta que essa regra poderia gerar responsabilização desproporcional da mulher, que a própria lei pretende proteger, e afirma que a repressão a eventual excesso já está prevista na legislação penal e civil.

Outro trecho vetado previa punição para quem não registrasse, em até 72 horas, ocorrência policial sobre perda, furto, roubo ou outros extravios do aerossol, o que, segundo o governo, seria de difícil cumprimento em situações de violência, “desviando o foco da política pública de proteção e impondo punição desproporcional à mulher”.

Foram vetadas ainda as disposições que impediam a aplicação do Estatuto do Desarmamento ao uso do aerossol e a inclusão de oficinas de defesa pessoal e de instruções técnicas sobre manuseio e armazenamento do spray de extratos vegetais como diretriz do Programa Nacional de Capacitação em Defesa Pessoal e Uso de Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo para Mulheres, sob a alegação de ausência de estimativa de impacto orçamentário‑financeiro.

A decisão sobre a manutenção ou derrubada de cada veto ficará a cargo do Congresso Nacional.

Polêmica Paraíba com Agência de Notícias

A notícia foi divulgada primeiramente em Polêmica Paraíba.

Fonte: PolemicaPB

Alvo de tarifaço, Brasil é há décadas fonte de superávit recorde para os EUA

Governo brasileiro rechaça decisão dos EUA em impor tarifa de 12,5% e volta a falar em Reciprocidade
Novamente na mira de tarifas impostas pelo governo Donald Trump, o Brasil acumula um déficit de 144 bilhões de dólares (R$ 734 bilhões) em quatro décadas de comércio de bens com os Estados Unidos. Ou seja, a balança entre os dois parceiros favorece Washington, que registrou saldo positivo em 26 dos 41 anos da série histórica disponibilizada pelo Departamento do Censo dos EUA. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem?

Mande para o g1
Ao incluir bens e serviços, os EUA chegaram a lucrar 480 bilhões de dólares (R$ 2,4 trilhões) com o Brasil entre 2000 e 2025, mostram dados do Departamento de Análise Econômica (BEA) dos EUA, o que não impediu a imposição de uma nova tarifa de 25% contra as exportações brasileiras ou de uma taxa de 12,5% por suposta falha no combate ao trabalho escravo. Questionado durante sabatina no Senado americano sobre esse desequilíbrio que favorece os americanos, o indicado para a embaixada dos EUA em Brasília, Daniel Perez, reconheceu nesta semana que seu país mantém um superávit expressivo. Contudo, evitou justificar a nova sanção.

“Essa tarifa foi implementada quando eu estava dormindo. Vou me informar melhor nas próximas semanas”, afirmou. Jamieson Greer, chefe do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), também contornou o argumento de que o superávit americano deslegitimaria a medida tomada por seu órgão.

“Temos superávit nessa relação. Mas há muitas barreiras aos Estados Unidos, sejam tarifárias, regulatórias ou não tarifárias”, disse ao Atlantic Council em dezembro do ano passado. Conta acumulada há quatro décadas
Sem acordo com Brasil, EUA impuseram tarifas de 25% contra alguns produtos
Joao Oliveira/Zoonar/picture alliance
As declarações das autoridades são sintoma da evolução das trocas entre os dois países ao longo do último século, uma relação marcada por oscilações e que se tornou mais intensa nas últimas quatro décadas.

“Essas oscilações independem, do lado americano, de ser um governo democrata ou republicano. O que elas vão levar em conta é o nível de autonomia do Brasil”, diz a cientista política e professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Cristina Pecequilo. “Porque o Brasil, sendo autônomo e não se alinhando com os Estados Unidos, vai buscar muitas vezes objetivos de reforma da ordem mundial e também um reposicionamento regional.

E isso afeta o interesse americano”, continua. Entre 1985 e 1995, por exemplo, Brasília chegou a registrar saldos positivos nas trocas comerciais com os EUA. Trocas comerciais entre Estados Unidos e Brasil
Deutsche Welle
O cenário muda gradualmente durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), período marcado pela ampliação das compras de aeronaves, veículos, equipamentos eletrônicos e aparelhos de telecomunicações americanos.

A balança comercial passa então a alternar momentos de superávit e déficit nos anos seguintes. O Brasil retoma vantagem em 2002 e atinge um lucro recorde em 2005, impulsionado pelas vendas de minério de ferro, ouro, petróleo e café. A inflexão definitiva ocorre em 2008, ano da crise financeira americana.

Desde então, os Estados Unidos não voltaram a registrar déficit no comércio de bens com o Brasil. O saldo positivo alcançou recordes de 16,5 bilhões de dólares (R$ 81 bilhões) em 2014 e de 15,75 bilhões de dólares (R$ 80 bilhões) em 2021, considerados valores nominais. O padrão se repete nos últimos dois anos.

Em 2025, o déficit brasileiro chegou a 14,4 bilhões de dólares (R$ 73,4 bilhões), mais que o dobro do ano anterior. Já no setor de serviços, a balança favorece os americanos ao menos desde 1999. Em valores nominais, 2025 marcou o maior superávit dos EUA dos últimos 26 anos: foram 27,4 bilhões de dólares (R$139 bilhões) obtidos com o mercado brasileiro.

Os dados para 2026, considerados apenas cinco meses, indicam que este ano os valores devem ser ainda maiores. Se considerado o mês de maio, o país se tornou o sexto maior gerador de superávit para os Estados Unidos. Ainda assim, figura como o segundo parceiro comercial mais taxado pela Casa Branca, com tarifa média de 18,2%, atrás apenas da China.

Sanções extrapolam trocas comerciais
Superávits dos EUA no comércio bilateral
Deutsche Welle
“A balança comercial, assim como o comércio exterior, não se trata somente do produto em si. Não é sobre os bens, mas sobre os ganhos relativos dessa relação comercial”, afirma o economista Tomás Marques, pesquisador do German Institute for Global and Area Studies (GIGA), em Hamburgo. Para o pesquisador, o superávit dos EUA mostra que as tarifas não visam corrigir um déficit inexistente, mas reorientar os fluxos comerciais em meio à perda de competitividade de Washington em vários setores, como o de tecnologia.

“Os percentuais [tarifários] são arbitrários. O objetivo é mexer no jogo e renegociar a partir da posição dos Estados Unidos como grande importador. […] Tarifas e comércio exterior são instrumentos para tentar reorganizar a indústria e recuperar competitividade”, completa.

Isso se traduz na lista de exceções elaborada pelo USTR, por exemplo, que inclui cerca de 2.100 itens, como commodities agrícolas, minerais e metais. Trata-se de produtos cuja demanda interna os EUA não conseguem suprir e que não têm relação com as práticas sob investigação. Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, isso faz com que apenas 18% das exportações destinadas aos Estados Unidos sejam efetivamente atingidas pela nova medida.

“O comércio é o que está menos em jogo”, diz Pecequilo, da Unifesp. “Os Estados Unidos usam o ambiente comercial para pressionar o Brasil em outros setores. […] Conter o Brasil no campo dos organismos multilaterais, das alianças de geometria variável com os outros países emergentes.” Disputas políticas também alimentam as sanções.

Etanol e novos mercados na mira
A justificativa apresentada pelo USTR para taxar o Brasil também é representativa dessa equação. Na investigação contra práticas brasileiras, o escritório cita temas que extrapolam o comércio de mercadorias e a balança comercial. Entre eles, o sistema de pagamentos Pix, a regulação das plataformas digitais e questões ligadas à corrupção.

Já entre os produtos, parte das disputas alfandegárias recai sobre automóveis, autopeças e minerais. Na avaliação americana, acordos firmados pelo Brasil favorecem concorrentes como México e Índia, por exemplo. Mas é o etanol concentra maior esforço da investigação americana.

O USTR acusa o Brasil de interromper seu tratamento tarifário especial ao combustível importado dos EUA em 2017. As importações só voltaram a crescer em 2023. Nas contribuições enviadas durante a consulta pública, representantes da indústria americana defendem que a tarifa de 25% ajuda a recuperar participação de mercado perdida ao longo dos últimos anos.

Com outras tarifas genéricas acumuladas, o etanol brasileiro deve entrar nos EUA com taxas acima de 30%. Para o historiador e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing Leonardo Trevisan, o etanol é rotula de um problema mais amplo. “Eles gostariam de entrar aqui no Brasil, que é um consumidor forte de etanol, mas [o problema] não é o etanol.

O ‘xis’ da história é o brutal crescimento do agronegócio brasileiro”, diz. “A agricultura norte-americana está sentindo fortemente a concorrência da agricultura brasileira. Nos Estados Unidos, isso tem um peso político enorme”, conclui.

Em entrevista ao Atlantic Council, o chefe do USTR, Jamieson Greer, não escondeu esse interesse. “Eles [Brasil] são concorrentes dos Estados Unidos, especialmente na agricultura. Sempre que tentamos vender nossas commodities no exterior, competimos com os brasileiros”, disse.

Especialistas também contestam a crítica à abertura comercial brasileira para outros mercados. Com a ascensão da China e outros parceiros dos Brics nas cadeias globais de valor, alguns segmentos passaram a competir com áreas tradicionalmente dominadas por americanos e europeus. No caso brasileiro, porém, o aumento das exportações ocorreu para diferentes destinos.

“Não houve substituição dos Estados Unidos pela China. Houve crescimento dos dois lados”, afirma Tomás Marques. Dados do Banco Central mostram que quase um terço de todo o capital estrangeiro investido no Brasil tem origem americana.

Em 2007, produção de etanol era tratada sob ótica de parceria entre Brasil e EUA
Getty Images/AFP/A. Scorza via Deutsche Welle
Quem vai resistir mais? Para os especialistas, o nível de vulnerabilidade do Brasil nas negociações é maior, mas ambos saem prejudicados com as sanções.

Importação brasileira de etanol dos EUA
Deutsche Welle
“O Estado brasileiro não tem uma capacidade ampla de barganha com os Estados Unidos”, destaca Marques, considerando amplo controle da economia brasileira por empresas estadunidenses. Por outro lado, o país é atualmente o principal fornecedor de pelo menos 11 produtos para o mercado americano, destaca Trevisan. “Esse ponto é essencial para entender essa relação.

O Brasil compõe cadeias produtivas integradas. São produtos que começam a ser feitos aqui, porque têm uma série de vantagens, e terminam lá. São 6 mil empresas americanas que têm essa relação com o Brasil, algumas delas imensas”, conclui.

“Quem vai resistir mais? Os Estados Unidos, do ponto de vista interno, têm um custo alto ao perder um parceiro importante com o qual mantêm superávit e ao aumentar a autonomia política e econômica do Brasil”, questiona Pecequilo. Mas o impacto no mercado brasileiro também é evidente, diz.

Fonte: G1 Nacional

Mulher procurada há 12 anos por desaparecimento após sair da delegacia e acusada de assassinar a própria filha

A única mulher na lista de foragidos de Santa Catarina é suspeita de matar a própria filha em SC
A única mulher da lista de foragidos de Santa Catarina permanece desaparecida há mais de uma década. Silvana Seidler foi condenada por matar a própria filha de 7 anos em Tubarão em 2014 e por ocultar o corpo. Ela foi vista pela última vez ao sair da delegacia da cidade, caminhando enquanto dava esclarecimentos acerca do desaparecimento da criança.

O nome dela consta também na lista da Interpol. Natural de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, Silvana desapareceu quando tinha 48 anos. Na época do crime, a Polícia Civil concluiu que ela matou a filha por asfixia, estrangulando-a de forma brutal, e ocultou o corpo da menina em um quarto nos fundos da residência familiar.

O corpo de Carol Seidler Calegari foi encontrado na noite de 22 de dezembro de 2014, coberto por roupas e com brinquedos ao redor. ✅Clique e
Silvana Seidler é procurada pela morte da filha Carol Seidler Calegari
RBS TV/Reprodução

Como ocorreu o crime e o desaparecimento da mãe? Na tarde de 22 de dezembro, o pai de Carol, que havia se separado da mulher, registrou o desaparecimento da menina.

Durante as buscas pela criança, os policiais foram abordados por um familiar de Silvana, que relatou que ela afirmou ter cometido “uma coisa errada”. Os agentes, então, conduziram a mãe à delegacia. Em depoimento, ela disse estar dormindo em casa e, ao acordar no final da tarde, percebeu que a filha havia desaparecido.

Antes do término dos esclarecimentos, ela saiu andando da delegacia e nunca mais foi localizada. Um dia depois do sumiço da mãe e da localização do cadáver, a Polícia Civil informou que não havia histórico de violência na casa. Para a polícia, Silvana foi a única responsável pelo crime.

A conclusão do inquérito foi embasada em laudos de perícia do IGP, depoimentos, ‘medidas sigilosas de investigação’ e provas.

Confira a reportagem da época sobre o desaparecimento
A foragida integra a lista de 9 brasileiras procuradas pela Interpol
Além de ser a única mulher na lista de procurados da Polícia Civil de Santa Catarina, Silvana consta entre as 9 brasileiras cujo nome está na lista da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). 🌐🕵🏽 O comunicado, conhecido como aviso vermelho (Red Notice), conecta 196 países para combater crimes transfronteiriços e já contribuiu à localização de pessoas procuradas em diversas regiões. No Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), existe um mandado de prisão preventiva em aberto contra Silvana desde 9 de novembro de 2022.

O documento foi expedido pelo Juizado Especial Criminal e de Violência Doméstica e Familiar de Tubarão. O processo está sob sigilo de justiça e apura os crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Silvana Seidler, condenada por matar a filha de 7 anos, fugiu da delegacia e nunca mais foi encontrada

Divulgação da Interpol
VÍDEOS: os mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Nacional

Vídeo registra instantes em que banhista saca arma e aponta contra velejador em Arraial do Cabo

Indivíduo tenta disparar contra praticante de kitesurf em Arraial do Cabo

Um vídeo registra uma discussão entre um homem armado e praticantes de kitesurf na Praia da Arubinha, distrito de Figueira, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, que repercutiu nas redes sociais ao mostrar o instante em que o homem aponta uma arma para um dos esportistas. Testemunhas declaram que ninguém ficou ferido. O agente civil, identificado como policial civil, afirmou em depoimento que o objeto seria uma arma de brinquedo e que agiu porque considerou que a esposa e os filhos estavam em risco.

A investigação está sendo conduzida pela Polícia Civil.

Confira o minuto a minuto do vídeo que exibe o banhista sacando a arma e apontando contra o velejador após a discussão.

00:02 – Os participantes permanecem na Praia da Arubinha, situada em Arraial do Cabo.

Imagem reproduzindo banhista e velejador na Praia da Arubinha, Arraial do Cabo

00:06 – Os homens dão início a uma discussão na faixa de areia; as imagens não revelam o motivo da divergência.

Os envolvidos trocam provocações na praia de Arraial.

00:15 – Os participantes se confrontam e trocam provocações no meio da praia, encostando-se cara a cara.

00:17 – O banhista saca um objeto que parece uma arma da cintura.

00:20 – O homem manipula o objeto que carregava na cintura e o aponta em direção ao praticante de kitesurf.

Banhista carrega o objeto e se prepara para disparar contra o velejador.

00:22 – O som de um disparo é ouvido durante a discussão.

Homem efetua disparo contra o velejador.

O que diz o banhista

Segundo o depoimento, o banhista, identificado pela Polícia Civil como policial civil, afirmou que decidiu confrontar o praticante de kitesurf após entender que a esposa e os filhos estavam em risco. Ele declarou que o objeto seria uma arma de brinquedo e que o conflito iniciou-se quando um praticante de kitesurf realizou manobras próximas ao local onde a família dele estava na água.

De acordo com o relatório do policial aos investigadores, ele tentou dialogar com os praticantes e solicitou que se afastassem; ao perceber que as manobras continuavam, concluiu que havia risco para a esposa e os filhos.

As imagens capturadas antes da confusão mostram um grupo de banhistas no mar enquanto um praticante de kitesurf se aproxima da zona. Conforme o relato prestado pelo policial aos investigadores, ele tentou dialogar com os praticantes e pedir que se afastassem; ao ver que as manobras persistiam, entendeu que havia risco para a esposa e os filhos.

Depois, ele foi ao veículo, tomou o objeto e retornou ao local para confrontar o grupo. Até o momento desta publicação, a Polícia Civil ainda não informou se o objeto foi apreendido ou submetido a perícia.

O que diz a Prefeitura de Arraial do Cabo

Em comunicado, a prefeitura informou que a região conhecida como Ponta da Acaíra, onde se localiza a Praia da Arubinha, integra uma área de proteção ambiental estadual da Massambaba e é utilizada para atividades esportivas, turismo e lazer.

Segundo o município, a prática do kitesurf é permitida na região e deve obedecer às normas de segurança e navegação estabelecidas pelos órgãos competentes, como a Capitania dos Portos. A prefeitura afirmou que atua dentro de suas atribuições com fiscalização ambiental, orientação dos usuários e ações de ordenamento, em diálogo com os demais órgãos responsáveis pela proteção e organização da área. Além disso, o município destacou que mantém equipes de segurança nas praias, incluindo agentes do Proeis e da Guarda Municipal.

Sobre a ocorrência registrada na terça‑feira (21), a prefeitura informou que o caso será investigado pela 132ª DP (Arraial do Cabo) e que todos os envolvidos foram identificados.

A Polícia Militar informou que foi acionada para atender à ocorrência. Segundo o boletim do 25º BPM, ao chegar ao acesso da praia, os policiais foram informados por testemunhas de que o suspeito já havia deixado o local em um veículo.

A Polícia Civil declarou que todos os envolvidos foram identificados e estão sendo ouvidos, e que o caso segue sob investigação da 132ª DP (Arraial do Cabo).

Segundo testemunhas, a arma falhou nas duas tentativas de disparo.

Fonte: G1 Nacional

Ex‑técnico da Voepass afirma que falhas na manutenção poderiam ter evitado o acidente que matou 62 pessoas há um ano

EXCLUSIVO: ex‑técnico da Voepass descreve falhas na rotina de manutenções da empresa. O relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) relativo ao acidente do voo 2283 da Voepass, que ocorreu em Vinhedo (SP) e vitimou 62 pessoas em 9 de agosto de 2024, identificou falhas no sistema de degelo da aeronave nos três voos anteriores. O documento também destaca a inexistência de registros formais no diário técnico de bordo. Problemas semelhantes já haviam sido apontados no ano anterior por um ex‑funcionário da Voepass que atuava na manutenção.

Na entrevista concedida ao g1, o ex‑funcionário declarou que uma falha no sistema de degelo foi comunicada de forma verbal à equipe em Ribeirão Preto (SP) horas antes da decolagem rumo a Cascavel (PR), porém não constou no Technical Logbook (TLB), o diário técnico da aeronave. “Se o piloto reporta, essa aeronave tinha ficado aqui [em Ribeirão Preto] ou ela não teria ido para o destino final que ela foi. Então, assim, com certeza um acidente poderia ter sido evitado”, afirmou o ex‑funcionário.

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Em comunicado, a Voepass informou que sempre adotou procedimentos rigorosos de segurança, capacitação e orientação de tripulação, destacando que a equipe do voo 2283 era experiente e devidamente certificada, bem como que mantém transparência com o Cenipa e as autoridades (leia a nota completa). O relatório do Cenipa tem caráter preventivo e não tem por objetivo atribuir responsabilidade civil ou criminal. Ex‑funcionário da Voepass concedeu entrevista exclusiva ao g1, assinada por Marcelo Moraes/EPTV.

O que o Cenipa apontou Na exposição do relatório final, a análise foi organizada em quatro voos da aeronave PS-VPB: os três anteriores ao acidente, denominados “voo -3”, “voo -2” e “voo -1”, e o “voo 0”, correspondente ao voo 2283, que partiu de Cascavel com destino a Guarulhos e caiu en Vinhedo em 9 de agosto de 2024.

Conforme o relatório, os registros evidenciaram falha nos boots do sistema Airframe De‑Icing, responsável por remover o gelo das estruturas do avião, tanto no voo do acidente quanto nos três voos anteriores. No “voo -3”, realizado de Guarulhos para Ribeirão Preto na noite anterior ao acidente, o Cenipa constatou a detecção de gelo com o sistema de degelo desligado; após a tripulação acionar o Airframe De‑Icing, foram gerados alertas de falha no sistema.

A simulação de voo ATR da Voepass que caiu em Vinhedo foi exibida na apresentação final do relatório do Cenipa, conforme reprodução do Cenipa.

O relatório indica que membros da manutenção noturna tomaram conhecimento, por meio de comunicação verbal com os pilotos, de uma falha no sistema durante o voo, embora não haja registro formal no TLB. Entre esse voo e o subsequente, foi realizada uma inspeção de rotina em Ribeirão Preto, mas, segundo o Cenipa, o procedimento não contemplou teste funcional do sistema de degelo. No “voo -2”, que partiu de Ribeirão Preto para Guarulhos, o Cenipa identificou nova detecção de gelo, perda de desempenho, alerta de baixa velocidade de cruzeiro, falha no Airframe De‑Icing, reset do sistema e ausência de registro da ocorrência no diário técnico.

De acordo com o relatório, a ausência de registro impediu que a falha fosse identificada nos voos subsequentes. No “voo -1”, que partiu de Guarulhos para Cascavel e contou com a mesma tripulação que realizaria o voo do acidente, o Cenipa apontou novas falhas e alertas referentes ao gelo. O documento afirma que, apesar das diversas discrepâncias observadas, não foram localizados registros no TLB nem comunicação formal entre a tripulação e a manutenção.

Segundo o Cenipa, a falta de registro formal impediu que setores técnicos e operacionais da empresa adotassem medidas de mitigação de risco, como despacho da aeronave com restrições específicas, troca de aeronave, replanejamento de rota ou manutenção corretiva.

EXCLUSIVO – Avião da Voepass que caiu há um ano apresentava falha omitida no diário de bordo horas antes da decolagem, afirma testemunha.

‘Maquiagem’ na manutenção e omissão de panes: a ‘cultura de desvios’ apontada pelo Cenipa na Voepass.

Relatório do Cenipa indica ‘cultura de normalização de desvios’ na Voepass referente ao acidente de 2024.

Acidente da Voepass: relembre a queda que vitimou 62 pessoas em 2024.

Foto aérea publicada na quarta‑feira (14) demonstra o trabalho nos destroços do avião da Voepass que caiu em Vinhedo (SP) e matou as 62 pessoas a bordo na sexta‑feira (9), reprodução de EPTV.

O que o ex‑funcionário disse em 2025 Na reportagem de 2025, o ex‑funcionário afirmou que o piloto que conduziu a aeronave de Guarulhos a Ribeirão Preto na madrugada anterior ao acidente comunicou verbalmente à manutenção a falha no sistema de degelo.

Ele relatou que a aeronave chegou a Ribeirão Preto por volta das 1h e decolou novamente às 5h32; durante esse intervalo, segundo seu relato, a falha não foi investigada por falta de registro formal no TLB. O ex‑funcionário ainda destacou a pressão para evitar que aviões ficessem parados e que a ausência de registro dificultava a atuação da manutenção.

“O próprio líder questionou: ‘bom, se ele não reportou em livro, não tem pane na aeronave’. Esse era o legado da empresa: se o comandante reporta, tem ação de manutenção; se não reportou, eles não vão perder tempo com nada que ele falar”, afirmou o ex‑funcionário.

Imagens de aeronaves da Voepass em Ribeirão Preto (SP). Marcelo Moraes/EPTV

Leia a íntegra da nota enviada pela Voepass: “A queda do voo 2283, em 9 de agosto de 2024, foi o episódio mais difícil da história da VOEPASS. Desde o momento do acidente, a empresa esteve solidária às famílias das vítimas, compartilhando uma dor que permanece presente em sua memória.”

Há mais de 30 anos a Voepass opera no setor aéreo brasileiro, jamais tendo vivido uma situação similar. Em três décadas, a companhia manteve procedimentos rigorosos de segurança, capacitação e orientação de tripulação, fundamentada em padrões internacionais e na certificação IOSA desde 2012, requisito de excelência operacional concedido apenas a empresas auditadas pela IATA.

A tripulação do voo 2283 era experiente, qualificada e devidamente certificada, somando mais de 5.000 horas de voo, com treinamentos técnicos e acompanhamento de saúde constantemente atualizados, sem registro prévio que impedisse sua atuação.

Desde o início das investigações, a VOEPASS mantém transparência com o Cenipa e as autoridades públicas, disponibilizando-se para colaborar com todas as instituições e agentes envolvidos.

O voo 2283 partiu de Cascavel com destino a Guarulhos em 9 de agosto de 2024. O avião caiu em Vinhedo, interior de São Paulo, e as 62 pessoas a bordo faleceram.

De acordo com o Cenipa, a aeronave enfrentou condições meteorológicas propícias à formação de gelo, teve falha no sistema Airframe De‑Icing durante a subida e perdeu desempenho devido ao acúmulo de gelo nas superfícies. O relatório também indica que os procedimentos de alerta previstos para o voo não foram executados e que a aeronave perdeu o controle.

Avião da Voepass na pista do Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP). Marcelo Moraes/EPTV

Confira mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca

VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Fonte: G1 Nacional

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso
O estudante de educação física flagrado se masturbando enquanto observava uma vizinha, na academia de um condomínio de Feira de Santana, na Bahia, foi preso nesta sexta-feira (24), cinco dias após o crime. O caso aconteceu no último domingo (19), enquanto a vítima se exercitava na esteira. Após perceber que havia sido filmado pela vizinha durante o crime, o investigado fugiu do residencial, localizado no bairro SIM.

Segundo informou a Polícia Civil (PC), Pedro Henrique Sales, de 21 anos, foi localizado em uma casa em construção na cidade de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ele era alvo de um mandado de prisão preventiva, que foi cumprido. 📲
As investigações apontaram que familiares prestaram auxílio para a fuga do investigado e passaram a acobertar seu paradeiro, dificultando a atuação policial.

Homem filmando se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime
Divulgação/PC-BA
No momento da captura, o estudante de educação física estava em um cômodo equipado com um colchão no chão e uma mesa, entre outros objetos. Conforme a polícia, ao perceber a presença dos agentes, o homem tentou fugir novamente pelos escombros da construção, utilizando uma passagem que dava acesso a uma área de matagal. No entanto, foi alcançado.

Em seguida, Pedro Henrique foi encaminhado para o sistema prisional, onde segue à disposição da Justiça. Ele deve passar por audiência de custódia nas próximas horas. O caso, que foi registrado como importunação sexual, segue em apuração pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Feira de Santana, sob segredo de Justiça.

Vizinhos votam para decidir expulsão
Homem é denunciado por importunação sexual em Feira de Santana
Reprodução/Redes Sociais
Conforme apurou a TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, os vizinhos do investigado iniciaram na quinta-feira (23), uma votação é remota, por meio de um aplicativo de celular, para definir se ele será ou não expulso do condomínio. O prazo para que os moradores se posicionem acaba às 23h59 desta sexta. Além da expulsão, os vizinhos do suspeito vão decidir também sobre a abertura de um processo do condomínio contra o homem.

Em nota, o condomínio informou que, assim que a votação for encerrada, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos moradores. (Leia posicionamento na íntegra abaixo)
Investigado foi filmado
Em entrevista, a mulher relatou que, como costuma produzir conteúdo para as redes sociais, posicionou o celular com a câmera traseira voltada para a esteira antes de iniciar o treino, e, com isso, conseguiu filmar a ação. A moradora praticou o exercício por quatro minutos e a gravação durou cerca de dois minutos.

Ao começar a editar as imagens, ainda dentro da academia, percebeu que o homem aparecia ao fundo se masturbando enquanto a observava. “Quando vi a cena, prontamente desliguei a esteira, saí da academia e liguei imediatamente para a Polícia Militar. Fiquei aguardando a chegada da polícia para poder sair”, contou.

Mulher só descobriu importunação sexual ao rever vídeo do treino
Desde o episódio, a mulher disse que tem vivido com medo e mudou a rotina por receio de reencontrar Pedro Henrique. “Depois do ocorrido, ele ficou muito inquieto. Eu acho que ele percebeu, porque eu não fiquei muito tempo na academia.

Ele saiu pela porta da frente do condomínio e não foi para casa. Saiu fugindo.”
O que diz o condomínio
“Esclarecemos que essa questão está sendo deliberada em conjunto com os moradores, que são os principais interessados no assunto. Confirmamos que a votação está em andamento e ainda não foi finalizada.

O prazo para encerramento é amanhã. Entendemos que o tema ganhou grande repercussão e despertou o interesse de muitas pessoas. No entanto, neste momento, é importante que todos zelem pela privacidade dos moradores e respeitem o processo democrático que está em curso, permitindo que os condôminos manifestem livremente sua decisão.

Assim que a votação for encerrada e o resultado oficialmente apurado, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos condôminos. Ressaltamos ainda que as eventuais questões de natureza civil e criminal relacionadas ao caso já estão sendo acompanhadas pelos órgãos competentes, a quem cabe a devida apuração dos fatos”.

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Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

Fonte: G1 Nacional

Homem de 44 anos morre após ser atingido por cadeira em briga dentro de bar em Mucajaí

Um homem de 44 anos morreu após ser golpeado por uma cadeira durante uma luta dentro de um bar na noite de quinta‑feira (23), em Mucajaí, no sul de Roraima. Ninguém foi detido. A vítima foi atendida e levada a um posto de saúde, mas não sobreviveu.

A PM encaminhou o caso à Civil. O fato foi classificado como homicídio simples. Conforme o relatório entregue na delegacia municipal, o desentendimento teve origem em divergências políticas.

O agressor atingiu a vítima com um banco de madeira na cabeça. Uma viatura da PM estava sem combustível.

Segundo os agentes, a ausência de gasolina na viatura ocorreu porque, após atender uma ocorrência na Vila do Apiaú, o veículo ficou sem energia para seguir ao local. Eles ainda apontaram que o posto de abastecimento credenciado apresentava falha na bomba.

Diante disso, buscaram outro veículo, porém também estava com pouco combustível. Além disso, uma terceira viatura encontrava‑se sem gasolina e com quilometragem acima do limite permitido para a troca de óleo.

Fonte: G1 Nacional

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso
O estudante de educação física flagrado se masturbando enquanto observava uma vizinha, na academia de um condomínio de Feira de Santana, foi preso nesta sexta-feira (24), cinco dias após o crime. O caso aconteceu no último domingo (19), enquanto a vítima se exercitava na esteira. Após perceber que havia sido filmado pela vizinha durante o crime, o investigado fugiu do residencial, localizado no bairro SIM.

Segundo informou a Polícia Civil (PC), Pedro Henrique Sales, de 21 anos, foi localizado em uma casa em construção na cidade de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ele era alvo de um mandado de prisão preventiva, que foi cumprido. 📲
No momento da captura, o investigado estava acomodado em um cômodo equipado com um colchão no chão e uma mesa, entre outros objetos.

Homem filmando se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime
Divulgação/PC-BA
O caso, que foi registrado como importunação sexual, segue sob apuração da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), sob segredo de Justiça. Vizinhos votam para decidir expulsão
Homem é denunciado por importunação sexual em Feira de Santana
Reprodução/Redes Sociais
Conforme apurou a TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, os vizinhos do investigado iniciaram na quinta-feira (23), uma votação é remota, por meio de um aplicativo de celular, para definir se ele será ou não expulso do condomínio. O prazo para que os moradores se posicionem acaba às 23h59 desta sexta.

Além da expulsão, os vizinhos do suspeito vão decidir também sobre a abertura de um processo do condomínio contra o homem. Em nota, o condomínio informou que, assim que a votação for encerrada, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos moradores. (Leia posicionamento na íntegra abaixo)
Investigado deixou condomínio
Já a vítima já foi ouvida.

Em entrevista, a mulher relatou que, como costuma produzir conteúdo para as redes sociais, posicionou o celular com a câmera traseira voltada para a esteira antes de iniciar o treino. A moradora praticou o exercício por quatro minutos e a gravação durou cerca de dois minutos. Ao começar a editar as imagens, ainda dentro da academia, percebeu que o homem aparecia ao fundo se masturbando enquanto a observava.

“Quando vi a cena, prontamente desliguei a esteira, saí da academia e liguei imediatamente para a Polícia Militar. Fiquei aguardando a chegada da polícia para poder sair”, contou. Mulher só descobriu importunação sexual ao rever vídeo do treino
Desde o episódio, a mulher disse que tem vivido com medo e mudou a rotina por receio de reencontrar Pedro Henrique.

“Depois do ocorrido, ele ficou muito inquieto. Eu acho que ele percebeu, porque eu não fiquei muito tempo na academia. Ele saiu pela porta da frente do condomínio e não foi para casa.

Saiu fugindo.”
O que diz o condomínio
“Esclarecemos que essa questão está sendo deliberada em conjunto com os moradores, que são os principais interessados no assunto. Confirmamos que a votação está em andamento e ainda não foi finalizada. O prazo para encerramento é amanhã.

Entendemos que o tema ganhou grande repercussão e despertou o interesse de muitas pessoas. No entanto, neste momento, é importante que todos zelem pela privacidade dos moradores e respeitem o processo democrático que está em curso, permitindo que os condôminos manifestem livremente sua decisão. Assim que a votação for encerrada e o resultado oficialmente apurado, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos condôminos.

Ressaltamos ainda que as eventuais questões de natureza civil e criminal relacionadas ao caso já estão sendo acompanhadas pelos órgãos competentes, a quem cabe a devida apuração dos fatos”.

Paciente que denunciou médico por importunação sexual na Bahia detalha crime: ‘Me segurou pela cintura e me puxou’
Médico é preso em flagrante após paciente denunciar importunação sexual durante consulta em Salvador
Homem denuncia colega por importunação sexual após ter partes íntimas tocadas em academia de Salvador
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Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

Fonte: G1 Nacional