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Mulher procurada há 12 anos por desaparecimento após sair da delegacia e acusada de assassinar a própria filha

A única mulher na lista de foragidos de Santa Catarina é suspeita de matar a própria filha em SC
A única mulher da lista de foragidos de Santa Catarina permanece desaparecida há mais de uma década. Silvana Seidler foi condenada por matar a própria filha de 7 anos em Tubarão em 2014 e por ocultar o corpo. Ela foi vista pela última vez ao sair da delegacia da cidade, caminhando enquanto dava esclarecimentos acerca do desaparecimento da criança.

O nome dela consta também na lista da Interpol. Natural de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, Silvana desapareceu quando tinha 48 anos. Na época do crime, a Polícia Civil concluiu que ela matou a filha por asfixia, estrangulando-a de forma brutal, e ocultou o corpo da menina em um quarto nos fundos da residência familiar.

O corpo de Carol Seidler Calegari foi encontrado na noite de 22 de dezembro de 2014, coberto por roupas e com brinquedos ao redor. ✅Clique e
Silvana Seidler é procurada pela morte da filha Carol Seidler Calegari
RBS TV/Reprodução

Como ocorreu o crime e o desaparecimento da mãe? Na tarde de 22 de dezembro, o pai de Carol, que havia se separado da mulher, registrou o desaparecimento da menina.

Durante as buscas pela criança, os policiais foram abordados por um familiar de Silvana, que relatou que ela afirmou ter cometido “uma coisa errada”. Os agentes, então, conduziram a mãe à delegacia. Em depoimento, ela disse estar dormindo em casa e, ao acordar no final da tarde, percebeu que a filha havia desaparecido.

Antes do término dos esclarecimentos, ela saiu andando da delegacia e nunca mais foi localizada. Um dia depois do sumiço da mãe e da localização do cadáver, a Polícia Civil informou que não havia histórico de violência na casa. Para a polícia, Silvana foi a única responsável pelo crime.

A conclusão do inquérito foi embasada em laudos de perícia do IGP, depoimentos, ‘medidas sigilosas de investigação’ e provas.

Confira a reportagem da época sobre o desaparecimento
A foragida integra a lista de 9 brasileiras procuradas pela Interpol
Além de ser a única mulher na lista de procurados da Polícia Civil de Santa Catarina, Silvana consta entre as 9 brasileiras cujo nome está na lista da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). 🌐🕵🏽 O comunicado, conhecido como aviso vermelho (Red Notice), conecta 196 países para combater crimes transfronteiriços e já contribuiu à localização de pessoas procuradas em diversas regiões. No Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), existe um mandado de prisão preventiva em aberto contra Silvana desde 9 de novembro de 2022.

O documento foi expedido pelo Juizado Especial Criminal e de Violência Doméstica e Familiar de Tubarão. O processo está sob sigilo de justiça e apura os crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Silvana Seidler, condenada por matar a filha de 7 anos, fugiu da delegacia e nunca mais foi encontrada

Divulgação da Interpol
VÍDEOS: os mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Nacional

Vídeo registra instantes em que banhista saca arma e aponta contra velejador em Arraial do Cabo

Indivíduo tenta disparar contra praticante de kitesurf em Arraial do Cabo

Um vídeo registra uma discussão entre um homem armado e praticantes de kitesurf na Praia da Arubinha, distrito de Figueira, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, que repercutiu nas redes sociais ao mostrar o instante em que o homem aponta uma arma para um dos esportistas. Testemunhas declaram que ninguém ficou ferido. O agente civil, identificado como policial civil, afirmou em depoimento que o objeto seria uma arma de brinquedo e que agiu porque considerou que a esposa e os filhos estavam em risco.

A investigação está sendo conduzida pela Polícia Civil.

Confira o minuto a minuto do vídeo que exibe o banhista sacando a arma e apontando contra o velejador após a discussão.

00:02 – Os participantes permanecem na Praia da Arubinha, situada em Arraial do Cabo.

Imagem reproduzindo banhista e velejador na Praia da Arubinha, Arraial do Cabo

00:06 – Os homens dão início a uma discussão na faixa de areia; as imagens não revelam o motivo da divergência.

Os envolvidos trocam provocações na praia de Arraial.

00:15 – Os participantes se confrontam e trocam provocações no meio da praia, encostando-se cara a cara.

00:17 – O banhista saca um objeto que parece uma arma da cintura.

00:20 – O homem manipula o objeto que carregava na cintura e o aponta em direção ao praticante de kitesurf.

Banhista carrega o objeto e se prepara para disparar contra o velejador.

00:22 – O som de um disparo é ouvido durante a discussão.

Homem efetua disparo contra o velejador.

O que diz o banhista

Segundo o depoimento, o banhista, identificado pela Polícia Civil como policial civil, afirmou que decidiu confrontar o praticante de kitesurf após entender que a esposa e os filhos estavam em risco. Ele declarou que o objeto seria uma arma de brinquedo e que o conflito iniciou-se quando um praticante de kitesurf realizou manobras próximas ao local onde a família dele estava na água.

De acordo com o relatório do policial aos investigadores, ele tentou dialogar com os praticantes e solicitou que se afastassem; ao perceber que as manobras continuavam, concluiu que havia risco para a esposa e os filhos.

As imagens capturadas antes da confusão mostram um grupo de banhistas no mar enquanto um praticante de kitesurf se aproxima da zona. Conforme o relato prestado pelo policial aos investigadores, ele tentou dialogar com os praticantes e pedir que se afastassem; ao ver que as manobras persistiam, entendeu que havia risco para a esposa e os filhos.

Depois, ele foi ao veículo, tomou o objeto e retornou ao local para confrontar o grupo. Até o momento desta publicação, a Polícia Civil ainda não informou se o objeto foi apreendido ou submetido a perícia.

O que diz a Prefeitura de Arraial do Cabo

Em comunicado, a prefeitura informou que a região conhecida como Ponta da Acaíra, onde se localiza a Praia da Arubinha, integra uma área de proteção ambiental estadual da Massambaba e é utilizada para atividades esportivas, turismo e lazer.

Segundo o município, a prática do kitesurf é permitida na região e deve obedecer às normas de segurança e navegação estabelecidas pelos órgãos competentes, como a Capitania dos Portos. A prefeitura afirmou que atua dentro de suas atribuições com fiscalização ambiental, orientação dos usuários e ações de ordenamento, em diálogo com os demais órgãos responsáveis pela proteção e organização da área. Além disso, o município destacou que mantém equipes de segurança nas praias, incluindo agentes do Proeis e da Guarda Municipal.

Sobre a ocorrência registrada na terça‑feira (21), a prefeitura informou que o caso será investigado pela 132ª DP (Arraial do Cabo) e que todos os envolvidos foram identificados.

A Polícia Militar informou que foi acionada para atender à ocorrência. Segundo o boletim do 25º BPM, ao chegar ao acesso da praia, os policiais foram informados por testemunhas de que o suspeito já havia deixado o local em um veículo.

A Polícia Civil declarou que todos os envolvidos foram identificados e estão sendo ouvidos, e que o caso segue sob investigação da 132ª DP (Arraial do Cabo).

Segundo testemunhas, a arma falhou nas duas tentativas de disparo.

Fonte: G1 Nacional

Ex‑técnico da Voepass afirma que falhas na manutenção poderiam ter evitado o acidente que matou 62 pessoas há um ano

EXCLUSIVO: ex‑técnico da Voepass descreve falhas na rotina de manutenções da empresa. O relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) relativo ao acidente do voo 2283 da Voepass, que ocorreu em Vinhedo (SP) e vitimou 62 pessoas em 9 de agosto de 2024, identificou falhas no sistema de degelo da aeronave nos três voos anteriores. O documento também destaca a inexistência de registros formais no diário técnico de bordo. Problemas semelhantes já haviam sido apontados no ano anterior por um ex‑funcionário da Voepass que atuava na manutenção.

Na entrevista concedida ao g1, o ex‑funcionário declarou que uma falha no sistema de degelo foi comunicada de forma verbal à equipe em Ribeirão Preto (SP) horas antes da decolagem rumo a Cascavel (PR), porém não constou no Technical Logbook (TLB), o diário técnico da aeronave. “Se o piloto reporta, essa aeronave tinha ficado aqui [em Ribeirão Preto] ou ela não teria ido para o destino final que ela foi. Então, assim, com certeza um acidente poderia ter sido evitado”, afirmou o ex‑funcionário.

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Em comunicado, a Voepass informou que sempre adotou procedimentos rigorosos de segurança, capacitação e orientação de tripulação, destacando que a equipe do voo 2283 era experiente e devidamente certificada, bem como que mantém transparência com o Cenipa e as autoridades (leia a nota completa). O relatório do Cenipa tem caráter preventivo e não tem por objetivo atribuir responsabilidade civil ou criminal. Ex‑funcionário da Voepass concedeu entrevista exclusiva ao g1, assinada por Marcelo Moraes/EPTV.

O que o Cenipa apontou Na exposição do relatório final, a análise foi organizada em quatro voos da aeronave PS-VPB: os três anteriores ao acidente, denominados “voo -3”, “voo -2” e “voo -1”, e o “voo 0”, correspondente ao voo 2283, que partiu de Cascavel com destino a Guarulhos e caiu en Vinhedo em 9 de agosto de 2024.

Conforme o relatório, os registros evidenciaram falha nos boots do sistema Airframe De‑Icing, responsável por remover o gelo das estruturas do avião, tanto no voo do acidente quanto nos três voos anteriores. No “voo -3”, realizado de Guarulhos para Ribeirão Preto na noite anterior ao acidente, o Cenipa constatou a detecção de gelo com o sistema de degelo desligado; após a tripulação acionar o Airframe De‑Icing, foram gerados alertas de falha no sistema.

A simulação de voo ATR da Voepass que caiu em Vinhedo foi exibida na apresentação final do relatório do Cenipa, conforme reprodução do Cenipa.

O relatório indica que membros da manutenção noturna tomaram conhecimento, por meio de comunicação verbal com os pilotos, de uma falha no sistema durante o voo, embora não haja registro formal no TLB. Entre esse voo e o subsequente, foi realizada uma inspeção de rotina em Ribeirão Preto, mas, segundo o Cenipa, o procedimento não contemplou teste funcional do sistema de degelo. No “voo -2”, que partiu de Ribeirão Preto para Guarulhos, o Cenipa identificou nova detecção de gelo, perda de desempenho, alerta de baixa velocidade de cruzeiro, falha no Airframe De‑Icing, reset do sistema e ausência de registro da ocorrência no diário técnico.

De acordo com o relatório, a ausência de registro impediu que a falha fosse identificada nos voos subsequentes. No “voo -1”, que partiu de Guarulhos para Cascavel e contou com a mesma tripulação que realizaria o voo do acidente, o Cenipa apontou novas falhas e alertas referentes ao gelo. O documento afirma que, apesar das diversas discrepâncias observadas, não foram localizados registros no TLB nem comunicação formal entre a tripulação e a manutenção.

Segundo o Cenipa, a falta de registro formal impediu que setores técnicos e operacionais da empresa adotassem medidas de mitigação de risco, como despacho da aeronave com restrições específicas, troca de aeronave, replanejamento de rota ou manutenção corretiva.

EXCLUSIVO – Avião da Voepass que caiu há um ano apresentava falha omitida no diário de bordo horas antes da decolagem, afirma testemunha.

‘Maquiagem’ na manutenção e omissão de panes: a ‘cultura de desvios’ apontada pelo Cenipa na Voepass.

Relatório do Cenipa indica ‘cultura de normalização de desvios’ na Voepass referente ao acidente de 2024.

Acidente da Voepass: relembre a queda que vitimou 62 pessoas em 2024.

Foto aérea publicada na quarta‑feira (14) demonstra o trabalho nos destroços do avião da Voepass que caiu em Vinhedo (SP) e matou as 62 pessoas a bordo na sexta‑feira (9), reprodução de EPTV.

O que o ex‑funcionário disse em 2025 Na reportagem de 2025, o ex‑funcionário afirmou que o piloto que conduziu a aeronave de Guarulhos a Ribeirão Preto na madrugada anterior ao acidente comunicou verbalmente à manutenção a falha no sistema de degelo.

Ele relatou que a aeronave chegou a Ribeirão Preto por volta das 1h e decolou novamente às 5h32; durante esse intervalo, segundo seu relato, a falha não foi investigada por falta de registro formal no TLB. O ex‑funcionário ainda destacou a pressão para evitar que aviões ficessem parados e que a ausência de registro dificultava a atuação da manutenção.

“O próprio líder questionou: ‘bom, se ele não reportou em livro, não tem pane na aeronave’. Esse era o legado da empresa: se o comandante reporta, tem ação de manutenção; se não reportou, eles não vão perder tempo com nada que ele falar”, afirmou o ex‑funcionário.

Imagens de aeronaves da Voepass em Ribeirão Preto (SP). Marcelo Moraes/EPTV

Leia a íntegra da nota enviada pela Voepass: “A queda do voo 2283, em 9 de agosto de 2024, foi o episódio mais difícil da história da VOEPASS. Desde o momento do acidente, a empresa esteve solidária às famílias das vítimas, compartilhando uma dor que permanece presente em sua memória.”

Há mais de 30 anos a Voepass opera no setor aéreo brasileiro, jamais tendo vivido uma situação similar. Em três décadas, a companhia manteve procedimentos rigorosos de segurança, capacitação e orientação de tripulação, fundamentada em padrões internacionais e na certificação IOSA desde 2012, requisito de excelência operacional concedido apenas a empresas auditadas pela IATA.

A tripulação do voo 2283 era experiente, qualificada e devidamente certificada, somando mais de 5.000 horas de voo, com treinamentos técnicos e acompanhamento de saúde constantemente atualizados, sem registro prévio que impedisse sua atuação.

Desde o início das investigações, a VOEPASS mantém transparência com o Cenipa e as autoridades públicas, disponibilizando-se para colaborar com todas as instituições e agentes envolvidos.

O voo 2283 partiu de Cascavel com destino a Guarulhos em 9 de agosto de 2024. O avião caiu em Vinhedo, interior de São Paulo, e as 62 pessoas a bordo faleceram.

De acordo com o Cenipa, a aeronave enfrentou condições meteorológicas propícias à formação de gelo, teve falha no sistema Airframe De‑Icing durante a subida e perdeu desempenho devido ao acúmulo de gelo nas superfícies. O relatório também indica que os procedimentos de alerta previstos para o voo não foram executados e que a aeronave perdeu o controle.

Avião da Voepass na pista do Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP). Marcelo Moraes/EPTV

Confira mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca

VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Fonte: G1 Nacional

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso
O estudante de educação física flagrado se masturbando enquanto observava uma vizinha, na academia de um condomínio de Feira de Santana, na Bahia, foi preso nesta sexta-feira (24), cinco dias após o crime. O caso aconteceu no último domingo (19), enquanto a vítima se exercitava na esteira. Após perceber que havia sido filmado pela vizinha durante o crime, o investigado fugiu do residencial, localizado no bairro SIM.

Segundo informou a Polícia Civil (PC), Pedro Henrique Sales, de 21 anos, foi localizado em uma casa em construção na cidade de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ele era alvo de um mandado de prisão preventiva, que foi cumprido. 📲
As investigações apontaram que familiares prestaram auxílio para a fuga do investigado e passaram a acobertar seu paradeiro, dificultando a atuação policial.

Homem filmando se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime
Divulgação/PC-BA
No momento da captura, o estudante de educação física estava em um cômodo equipado com um colchão no chão e uma mesa, entre outros objetos. Conforme a polícia, ao perceber a presença dos agentes, o homem tentou fugir novamente pelos escombros da construção, utilizando uma passagem que dava acesso a uma área de matagal. No entanto, foi alcançado.

Em seguida, Pedro Henrique foi encaminhado para o sistema prisional, onde segue à disposição da Justiça. Ele deve passar por audiência de custódia nas próximas horas. O caso, que foi registrado como importunação sexual, segue em apuração pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Feira de Santana, sob segredo de Justiça.

Vizinhos votam para decidir expulsão
Homem é denunciado por importunação sexual em Feira de Santana
Reprodução/Redes Sociais
Conforme apurou a TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, os vizinhos do investigado iniciaram na quinta-feira (23), uma votação é remota, por meio de um aplicativo de celular, para definir se ele será ou não expulso do condomínio. O prazo para que os moradores se posicionem acaba às 23h59 desta sexta. Além da expulsão, os vizinhos do suspeito vão decidir também sobre a abertura de um processo do condomínio contra o homem.

Em nota, o condomínio informou que, assim que a votação for encerrada, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos moradores. (Leia posicionamento na íntegra abaixo)
Investigado foi filmado
Em entrevista, a mulher relatou que, como costuma produzir conteúdo para as redes sociais, posicionou o celular com a câmera traseira voltada para a esteira antes de iniciar o treino, e, com isso, conseguiu filmar a ação. A moradora praticou o exercício por quatro minutos e a gravação durou cerca de dois minutos.

Ao começar a editar as imagens, ainda dentro da academia, percebeu que o homem aparecia ao fundo se masturbando enquanto a observava. “Quando vi a cena, prontamente desliguei a esteira, saí da academia e liguei imediatamente para a Polícia Militar. Fiquei aguardando a chegada da polícia para poder sair”, contou.

Mulher só descobriu importunação sexual ao rever vídeo do treino
Desde o episódio, a mulher disse que tem vivido com medo e mudou a rotina por receio de reencontrar Pedro Henrique. “Depois do ocorrido, ele ficou muito inquieto. Eu acho que ele percebeu, porque eu não fiquei muito tempo na academia.

Ele saiu pela porta da frente do condomínio e não foi para casa. Saiu fugindo.”
O que diz o condomínio
“Esclarecemos que essa questão está sendo deliberada em conjunto com os moradores, que são os principais interessados no assunto. Confirmamos que a votação está em andamento e ainda não foi finalizada.

O prazo para encerramento é amanhã. Entendemos que o tema ganhou grande repercussão e despertou o interesse de muitas pessoas. No entanto, neste momento, é importante que todos zelem pela privacidade dos moradores e respeitem o processo democrático que está em curso, permitindo que os condôminos manifestem livremente sua decisão.

Assim que a votação for encerrada e o resultado oficialmente apurado, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos condôminos. Ressaltamos ainda que as eventuais questões de natureza civil e criminal relacionadas ao caso já estão sendo acompanhadas pelos órgãos competentes, a quem cabe a devida apuração dos fatos”.

Paciente que denunciou médico por importunação sexual na Bahia detalha crime: ‘Me segurou pela cintura e me puxou’
Médico é preso em flagrante após paciente denunciar importunação sexual durante consulta em Salvador
Homem denuncia colega por importunação sexual após ter partes íntimas tocadas em academia de Salvador
Veja mais notícias de Feira de Santana e região.
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Fonte: G1 Nacional

Homem de 44 anos morre após ser atingido por cadeira em briga dentro de bar em Mucajaí

Um homem de 44 anos morreu após ser golpeado por uma cadeira durante uma luta dentro de um bar na noite de quinta‑feira (23), em Mucajaí, no sul de Roraima. Ninguém foi detido. A vítima foi atendida e levada a um posto de saúde, mas não sobreviveu.

A PM encaminhou o caso à Civil. O fato foi classificado como homicídio simples. Conforme o relatório entregue na delegacia municipal, o desentendimento teve origem em divergências políticas.

O agressor atingiu a vítima com um banco de madeira na cabeça. Uma viatura da PM estava sem combustível.

Segundo os agentes, a ausência de gasolina na viatura ocorreu porque, após atender uma ocorrência na Vila do Apiaú, o veículo ficou sem energia para seguir ao local. Eles ainda apontaram que o posto de abastecimento credenciado apresentava falha na bomba.

Diante disso, buscaram outro veículo, porém também estava com pouco combustível. Além disso, uma terceira viatura encontrava‑se sem gasolina e com quilometragem acima do limite permitido para a troca de óleo.

Fonte: G1 Nacional

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso
O estudante de educação física flagrado se masturbando enquanto observava uma vizinha, na academia de um condomínio de Feira de Santana, foi preso nesta sexta-feira (24), cinco dias após o crime. O caso aconteceu no último domingo (19), enquanto a vítima se exercitava na esteira. Após perceber que havia sido filmado pela vizinha durante o crime, o investigado fugiu do residencial, localizado no bairro SIM.

Segundo informou a Polícia Civil (PC), Pedro Henrique Sales, de 21 anos, foi localizado em uma casa em construção na cidade de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ele era alvo de um mandado de prisão preventiva, que foi cumprido. 📲
No momento da captura, o investigado estava acomodado em um cômodo equipado com um colchão no chão e uma mesa, entre outros objetos.

Homem filmando se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime
Divulgação/PC-BA
O caso, que foi registrado como importunação sexual, segue sob apuração da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), sob segredo de Justiça. Vizinhos votam para decidir expulsão
Homem é denunciado por importunação sexual em Feira de Santana
Reprodução/Redes Sociais
Conforme apurou a TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, os vizinhos do investigado iniciaram na quinta-feira (23), uma votação é remota, por meio de um aplicativo de celular, para definir se ele será ou não expulso do condomínio. O prazo para que os moradores se posicionem acaba às 23h59 desta sexta.

Além da expulsão, os vizinhos do suspeito vão decidir também sobre a abertura de um processo do condomínio contra o homem. Em nota, o condomínio informou que, assim que a votação for encerrada, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos moradores. (Leia posicionamento na íntegra abaixo)
Investigado deixou condomínio
Já a vítima já foi ouvida.

Em entrevista, a mulher relatou que, como costuma produzir conteúdo para as redes sociais, posicionou o celular com a câmera traseira voltada para a esteira antes de iniciar o treino. A moradora praticou o exercício por quatro minutos e a gravação durou cerca de dois minutos. Ao começar a editar as imagens, ainda dentro da academia, percebeu que o homem aparecia ao fundo se masturbando enquanto a observava.

“Quando vi a cena, prontamente desliguei a esteira, saí da academia e liguei imediatamente para a Polícia Militar. Fiquei aguardando a chegada da polícia para poder sair”, contou. Mulher só descobriu importunação sexual ao rever vídeo do treino
Desde o episódio, a mulher disse que tem vivido com medo e mudou a rotina por receio de reencontrar Pedro Henrique.

“Depois do ocorrido, ele ficou muito inquieto. Eu acho que ele percebeu, porque eu não fiquei muito tempo na academia. Ele saiu pela porta da frente do condomínio e não foi para casa.

Saiu fugindo.”
O que diz o condomínio
“Esclarecemos que essa questão está sendo deliberada em conjunto com os moradores, que são os principais interessados no assunto. Confirmamos que a votação está em andamento e ainda não foi finalizada. O prazo para encerramento é amanhã.

Entendemos que o tema ganhou grande repercussão e despertou o interesse de muitas pessoas. No entanto, neste momento, é importante que todos zelem pela privacidade dos moradores e respeitem o processo democrático que está em curso, permitindo que os condôminos manifestem livremente sua decisão. Assim que a votação for encerrada e o resultado oficialmente apurado, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos condôminos.

Ressaltamos ainda que as eventuais questões de natureza civil e criminal relacionadas ao caso já estão sendo acompanhadas pelos órgãos competentes, a quem cabe a devida apuração dos fatos”.

Paciente que denunciou médico por importunação sexual na Bahia detalha crime: ‘Me segurou pela cintura e me puxou’
Médico é preso em flagrante após paciente denunciar importunação sexual durante consulta em Salvador
Homem denuncia colega por importunação sexual após ter partes íntimas tocadas em academia de Salvador
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Fonte: G1 Nacional

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime

Homem filmado se masturbando em academia de condomínio na BA é preso
O estudante de educação física flagrado se masturbando enquanto observava uma vizinha, na academia de um condomínio de Feira de Santana, foi preso nesta sexta-feira (24), cinco dias após o crime. O caso aconteceu no último domingo (19), enquanto a vítima se exercitava na esteira. Após perceber que havia sido filmado pela vizinha durante o crime, o investigado fugiu do residencial, localizado no bairro SIM.

Segundo informou a Polícia Civil (PC), Pedro Henrique Sales, de 21 anos, foi localizado em uma casa em construção na cidade de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ele era alvo de um mandado de prisão preventiva, que foi cumprido. 📲
No momento da captura, o investigado estava acomodado em um cômodo equipado com um colchão no chão e uma mesa, entre outros objetos.

Homem filmando se masturbando em academia de condomínio na BA é preso cinco dias após o crime
Divulgação/PC-BA
O caso, que foi registrado como importunação sexual, segue sob apuração da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), sob segredo de Justiça. Vizinhos votam para decidir expulsão
Homem é denunciado por importunação sexual em Feira de Santana
Reprodução/Redes Sociais
Conforme apurou a TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, os vizinhos do investigado iniciaram na quinta-feira (23), uma votação é remota, por meio de um aplicativo de celular, para definir se ele será ou não expulso do condomínio. O prazo para que os moradores se posicionem acaba às 23h59 desta sexta.

Além da expulsão, os vizinhos do suspeito vão decidir também sobre a abertura de um processo do condomínio contra o homem. Em nota, o condomínio informou que, assim que a votação for encerrada, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos moradores. (Leia posicionamento na íntegra abaixo)
Investigado deixou condomínio
Já a vítima já foi ouvida.

Em entrevista, a mulher relatou que, como costuma produzir conteúdo para as redes sociais, posicionou o celular com a câmera traseira voltada para a esteira antes de iniciar o treino. A moradora praticou o exercício por quatro minutos e a gravação durou cerca de dois minutos. Ao começar a editar as imagens, ainda dentro da academia, percebeu que o homem aparecia ao fundo se masturbando enquanto a observava.

“Quando vi a cena, prontamente desliguei a esteira, saí da academia e liguei imediatamente para a Polícia Militar. Fiquei aguardando a chegada da polícia para poder sair”, contou. Mulher só descobriu importunação sexual ao rever vídeo do treino
Desde o episódio, a mulher disse que tem vivido com medo e mudou a rotina por receio de reencontrar Pedro Henrique.

“Depois do ocorrido, ele ficou muito inquieto. Eu acho que ele percebeu, porque eu não fiquei muito tempo na academia. Ele saiu pela porta da frente do condomínio e não foi para casa.

Saiu fugindo.”
O que diz o condomínio
“Esclarecemos que essa questão está sendo deliberada em conjunto com os moradores, que são os principais interessados no assunto. Confirmamos que a votação está em andamento e ainda não foi finalizada. O prazo para encerramento é amanhã.

Entendemos que o tema ganhou grande repercussão e despertou o interesse de muitas pessoas. No entanto, neste momento, é importante que todos zelem pela privacidade dos moradores e respeitem o processo democrático que está em curso, permitindo que os condôminos manifestem livremente sua decisão. Assim que a votação for encerrada e o resultado oficialmente apurado, as providências administrativas cabíveis serão adotadas de acordo com a deliberação dos condôminos.

Ressaltamos ainda que as eventuais questões de natureza civil e criminal relacionadas ao caso já estão sendo acompanhadas pelos órgãos competentes, a quem cabe a devida apuração dos fatos”.

Paciente que denunciou médico por importunação sexual na Bahia detalha crime: ‘Me segurou pela cintura e me puxou’
Médico é preso em flagrante após paciente denunciar importunação sexual durante consulta em Salvador
Homem denuncia colega por importunação sexual após ter partes íntimas tocadas em academia de Salvador
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Fonte: G1 Nacional

Pai do engenheiro morto em queda de avião da Voepass lamenta a dificuldade de reviver o momento e exige resposta da ANAC

O engenheiro paulista Paulo Henrique Silva Alves, que integrava as 62 vítimas da queda do avião da Voepass, teve seu pai, Paulo Machado Alvez, comparecer à reunião onde o Cenipa apresentou o relatório sobre o acidente de 2024; ele disse ao g1 que reviver a tragédia foi complicado, afirmando: “Foi difícil reviver aqueles momentos de horror pelos quais nosso filho passou”.

Ele aguarda respostas da ANAC a partir do relatório, declarando: “A dor não se dissipa por causa de um relatório, porém esperamos uma resposta da ANAC”.

No relatório final do Cenipa foram traçadas recomendações para as entidades envolvidas, como a ATR, fabricante francesa da aeronave, e a ANAC, além de conclusões acerca do acidente. Paulo destacou pontos positivos e negativos na exposição, dizendo: “Achei que o relatório foi conclusivo e não omitiu a responsabilidade da ANAC”.

‘Também achei que as questões feitas pelo ex‑piloto da Voepass, Almeida, não foram respondidas de forma satisfatória’, completou. O voo 2283 da Voepass caiu na tarde de 9 de agosto de 2024 em um condomínio em Vinhedo, enquanto fazia o trajeto entre Cascavel (PR) e Guarulhos (SP); 62 ocupantes – 58 passageiros e quatro tripulantes – perderam a vida.

Paulo Henrique Silva Alves, nascido em Florianópolis, integrava as vítimas do avião que caiu em Vinhedo (SP); Mateus Pioner disponibilizou foto de arquivo pessoal. O engenheiro formou‑se no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA‑SC), que emitiu condolências pela perda. Casado há 15 anos, era entusiasta do surf e praticava jiu‑jitsu em academia situada na vizinha São José.

Segundo o Conselho, Paulo Henrique se destacou na área de saneamento, coordenando uma empresa de obras ao lado do pai. ‘Neste momento de dor, o CREA‑SC, seus diretores, conselheiros e servidores, se solidarizam com a família e amigos do engenheiro, bem como as famílias de todas as vítimas do acidente, manifestando sinceras condolências pelas perdas irreparáveis’, afirma o comunicado. Ele tinha 40 anos ao falecer no acidente.

Quem eram os moradores de Santa Catarina que estavam entre as vítimas da queda de avião? A conclusão do Cenipa sobre o acidente indica que erros da Voepass, dos pilotos e da fiscalização da Anac contribuíram para o ocorrido. O relatório final, divulgado nesta quinta‑feira (23), enumerou 39 itens como conclusões da investigação.

Veja, a seguir, o resumo das conclusões:

O fenômeno de gelo persistiu ao longo de toda a subida e continuou durante todo o trajeto;

Falha no sistema de degelo: a defeito técnico comprometeu o equipamento que elimina o gelo da asa direita;

Desconsideração de avisos críticos: o sistema de monitoramento da aeronave gerou ao menos oito alertas de velocidade reduzida e de performance degradada, porém os pilotos não seguiram os procedimentos de emergência previstos para tais situações;

Falta de atenção na cabine: diálogos entre os pilotos sobre assuntos pessoais, alheios ao voo, desviaram o foco do monitoramento do gelo e dos instrumentos;

Erros na tentativa de recuperação: ao perder a sustentação e iniciar o estol, o copiloto agiu de forma oposta ao manual, puxando o manche ao invés de empurrá‑lo, agravando a situação e impedindo a recuperação do controle;

Problemas de manutenção e registros: o ATR 72-500 foi liberado para voo com uma falha técnica no sistema de degelo não anotada no diário de bordo, impedindo a realização dos reparos necessários;

Falta de segurança: a Voepass cultivava a normalização de desvios, prática na qual pilotos e mecânicos não relataram as pane no diário de bordo, permitindo que as aeronaves continuassem operando no dia seguinte;

Fiscalização insuficiente: o relatório indica que o processo de gestão de risco da Anac não foi suficiente para impedir o acidente;

Detalhes da queda: a aeronave entrou em picada girando sobre seu eixo enquanto descendia verticalmente, completando cinco voltas antes de atingir o solo.

Velocidade da queda: após a perda de controle, a taxa de descida atingiu 14 mil pés por minuto, o que corresponde a uma queda de 4 km a cada minuto; o relatório final aponta falhas da empresa, dos pilotos e da Anac.

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Fonte: G1 Nacional

'Difícil reviver aquele momento': pai de engenheiro morto em queda do avião da Voepass cobra resposta da ANAC

Engenheiro de Florianópolis Paulo Henrique Silva Alves foi uma das 62 vítimas da queda do avião da Voepass
Reprodução/Redes sociais
O pai do engenheiro Paulo Henrique Silva Alves, uma das 62 pessoas que morreram na queda do avião da Voepass em 2024, estava presente pessoalmente na reunião em que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) divulgou o relatório sobre o acidente. Paulo Machado Alvez contou ao g1 que foi desafiador relembrar a tragédia. “Foi difícil reviver aqueles momentos de horror pelos quais nosso filho passou”.

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Com o relatório, ele anseia por respostas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). “A dor não vai passar por causa de um relatório. Mas esperamos uma resposta da ANAC”.

O relatório final do Cenipa definiu recomendações às instituições envolvidas na tragédia – entre elas a ATR, fabricante francesa da aeronave, e a ANAC – e apontou conclusões sobre o acidente aéreo. Sobre a apresentação, Paulo apontou pontos altos e baixos em relação a esclarecimentos sobre o acidente. “Achei que o relatório foi conclusivo e não omitiu a responsabilidade da ANAC”.

“Também achei que as perguntas do ex-piloto da Voepass Almeida não forma respondidas satisfatoriamente”, completou. O voo 2283 da Voepass caiu na tarde de 9 de agosto de 2024 em um condomínio de Vinhedo, durante o trajeto entre Cascavel (PR) e Guarulhos (SP). As 62 pessoas a bordo — 58 passageiros e quatro tripulantes — morreram.

Paulo Henrique Silva Alves, nascido em Florianópolis, está entre as vítimas do avião que caiu em Vinhedo (SP)
Mateus Pioner/Arquivo Pessoal
Quem era o engenheiro Paulo Henrique Silva Alves? Paulo nasceu em Florianópolis e trabalhava no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-SC), que emitiu nota de pesar pela perda (veja mais abaixo). Era casado há 15 anos, fã de surfe, e lutava jiu-jitsu em uma academia na cidade vizinha de São José.

De acordo com o Conselho, Paulo Henrique se destacou pela atuação na área de saneamento, administrando uma empresa de obras junto com o pai. “Neste momento de dor, o CREA-SC, seus diretores, conselheiros e servidores, se solidarizam com a família e amigos do engenheiro, bem como as famílias de todas as vítimas do acidente, expressando suas mais sinceras condolências pelas perdas irreparáveis”, diz o comunicado. Ele tinha 40 anos quando morreu na queda do avião.

Quem eram os moradores de SC vítimas de queda de avião
Qual a conclusão do Cenipa sobre o acidente? O resultado da investigação foi apresentado nesta quinta-feira (23) e concluiu que falhas da Voepass, dos pilotos e da fiscalização da Anac contribuíram para a queda. Ao todo, 39 itens foram listados como conclusões da investigação no documento final.

Veja, abaixo, um resumo deles:
Presença de gelo severo: o avião encontrou condições meteorológicas de formação de gelo severo durante o voo.

Isso ocorreu ainda durante a subida e persistiu por todo o trajeto;
Falha no sistema de degelo: a falha técnica afetou o sistema responsável por remover o gelo da asa direita;
Desconsideração de avisos críticos: o sistema de monitoramento da aeronave emitiu pelo menos oito avisos de velocidade baixa e alertas de performance degradada, mas os pilotos não executaram os procedimentos de emergência previstos para essas situações;
Falta de atenção na cabine: conversas entre os pilotos sobre assuntos pessoais, não relacionadas ao voo, tiraram o foco do monitoramento do gelo e dos instrumentos;
Erros na tentativa de recuperação: quando a aeronave perdeu a sustentação e começou a cair (estol), o copiloto agiu de forma contrária aos manuais, puxando o manche em vez de empurrá-lo, o que agravou a situação e impediu a recuperação do controle;
Problemas de manutenção e registros: o avião ATR 72-500 foi liberado para voar com uma falha técnica no sistema de degelo que não foi registrada em diário de bordo, o que impediu os reparos;
Falta de segurança: a Voepass tinha cultura de “normalização de desvios”, em que pilotos e mecânicos não relatavam as panes em diário de bordo para que os aviões pudessem voar no dia seguinte;
Fiscalização insuficiente: o relatório aponta que o processo de gerenciamento de risco da Anac não foi suficiente para evitar o acidente;
Detalhes da queda: o avião entrou em parafuso chato (girando sobre o próprio eixo enquanto caía verticalmente) e completou cinco voltas antes de colidir com o solo.

Velocidade da queda: Com a perda de controle, a velocidade de descida foi de 14 mil pés por minuto, o equivalente a uma queda de 4 quilômetros a cada minuto. Acidente Voepass: relatório final aponta que empresa, pilotos e Anac falharam
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Fonte: G1 Nacional

Ex-prefeito Zé Vieira é detido após consolidação de penas por fraude à licitação e desvio de recursos

Na noite de sexta‑feira (24), o ex-prefeito de Marizópolis, José Vieira da Silva, conhecido como Zé Vieira, foi preso em Sousa, após a entrega de um mandado de prisão pela 3ª Vara Regional de Execuções Penais de Sousa.

Conforme o mandado, a decisão judicial tem base nas condenações com trânsito em julgado, após a unificação das penas que somam 9 anos e 1 mês de reclusão; assim, a Justiça determinou o cumprimento da pena em regime fechado.

A sentença foi lavrada nesta sexta‑feira (24) pelo juiz Alexandre José Gonçalves Trineto, que indeferiu o pedido da defesa de suspender a execução da pena enquanto há trâmite de revisão criminal; o magistrado ressaltou que a revisão criminal não tem efeito suspensivo automático, motivo pelo qual manteve a prisão e determinou o cumprimento imediato do mandado.

De acordo com os autos, Zé Vieira estava cumprindo pena em regime semiaberto, com monitoramento eletrônico, a partir de 30 de janeiro de 2026; contudo, após a unificação das condenações — 6 anos e 9 meses por fraude à licitação e 2 anos e 4 meses por infração ao Decreto‑Lei nº 201/1967, que trata da responsabilidade de prefeitos — a pena ultrapassou os oito anos, exigindo, portanto, o regime fechado.

Segundo o mandado, ainda restam 8 anos, 7 meses e 5 dias para o cumprimento da pena.

Depois da captura, o ex‑prefeito foi levado a uma delegacia em Sousa e permanecerá à disposição da Justiça para eventual encaminhamento ao sistema prisional.

Pedido da defesa para suspender a pena foi indeferido

Na noite de sexta‑feira (24), o ex-prefeito de Marizópolis, José Vieira da Silva, alias Zé Vieira, foi detido em Sousa, onde a prisão ocorreu após a entrega de um mandado de prisão pela 3ª Vara Regional de Execuções Penais de Sousa; a informação foi confirmada por documentos judiciais obtidos pela reportagem.

Conforme o mandado, a decisão judicial tem origem nas condenações com trânsito em julgado, após a consolidação das penas que somam 9 anos e 1 mês de reclusão; assim, a Justiça determinou o cumprimento da pena em regime fechado.

A sentença foi assinada nesta sexta‑feira (24) pelo juiz Alexandre José Gonçalves Trineto, que indeferiu o pedido da defesa de suspender a execução da pena enquanto há trâmite de revisão criminal; o magistrado ressaltou que a revisão criminal não tem efeito suspensivo automático, motivo pelo qual manteve a prisão e determinou o cumprimento imediato do mandado.

De acordo com os autos, Zé Vieira estava cumprindo pena em regime semiaberto, com monitoramento eletrônico, a partir de 30 de janeiro de 2026; contudo, após a unificação das condenações — 6 anos e 9 meses por fraude à licitação e 2 anos e 4 meses por infração ao Decreto‑Lei nº 201/1967, que trata da responsabilidade de prefeitos — a pena ultrapassou os oito anos, exigindo, portanto, o regime fechado.

Segundo o mandado, ainda restam 8 anos, 7 meses e 5 dias para o cumprimento da pena.

Depois da captura, o ex‑prefeito foi levado a uma delegacia em Sousa e permanecerá à disposição da Justiça para eventual encaminhamento ao sistema prisional.

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resumo-peca.pdf – ZE VIEIRA
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Fonte: PolemicaPB