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Justiça condena empresário e ex-servidora por corrupção em obras públicas de Patos, no Sertão da PB

Justiça condena empresário e ex-servidora por corrupção em obras públicas de Patos, no Sertão da PB Prefeitura de Patos A Justiça Federal na Paraíba condenou um empresário e uma ex-servidora da prefeitura de Patos, no Sertão da Paraíba, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, após investigações de fraudes em licitações e execução de obras com recursos federais no município.

Segundo a decisão, a então coordenadora do Núcleo de Convênios do município recebeu R$ 9 mil em vantagens indevidas entre 2021 e 2024. A investigação apontou que a servidora se valia da função pública para favorecer uma empresa contratada. Conforme o processo, ela teria compartilhado informações sigilosas, atuado para antecipar pagamentos e influenciado procedimentos internos.

Entre as condutas identificadas estão a antecipação de dados sobre a liberação de verbas, a cobrança para acelerar medições de obras e o envio de documentos para que terceiros os preenchessem. Essa ex-servidora foi condenada por corrupção passiva em 18 ocasiões, com pena de 4 anos, 5 meses e 10 dias de reclusão, além de multa, e perdeu o cargo público.

Já o empresário recebeu uma condenação por corrupção ativa em 12 ocasiões, com pena de 3 anos e 4 meses de reclusão, também com multa. A sentença também reconheceu a existência de um esquema contínuo de pagamento de propina em troca de facilidades administrativas e, ao levar em conta isso, a Justiça Federal resaltou que esse fator foi considerado na fixação das penas.

Os argumentos apresentados pela defesa dos condenados não foram aceitos pela Justiça. A versão de que os valores recebidos seriam apenas uma forma de auxílio financeiro foi considerada improcedente, assim como a tese de que não haveria crime caso a iniciativa do pagamento partisse do próprio servidor.

Michele Andrade adota cachorro que invadiu palco em gravação de DVD na PB: ‘Ele agora vai ser feliz’; VÍDEO

Cachorro de rua invade gravação de DVD de forró e é adotado, na Paraíba Uma cena inusitada roubou a cena na gravação de um audiovisual da cantora Michele Andrade, em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, na segunda-feira (20). Veja o vídeo da interação acima. De acordo com a cantora, a gravação do DVD já havia encerrado, quando um cachorro, sem raça definida, subiu no palco e começou a interagir com a cantora.

Ela, em resposta ao aceno do animal, começou a acariciar e dialogar com o cão. “Não sei como ele veio parar aqui, numa zuada dessa. Doido pra ir embora comigo, né. Tem dono? Tá tão magrinho. Acho que não tem dono não. Você quer ir comigo, quer?”, disse a cantora. “Ele é ex-doguinho de rua”, disse Michele ao comentar sobre o cachorro.

No decorrer do vídeo, ela escolhe, junto ao público, o nome do animal. “Como ele é cajazeirense, o nome dele vai ser Cajá!”, escolheu Michele Andrade o nome do animal. Ela ainda continuou, no palco, explicando que cria diversos outros animais em casa e que o cachorro iria junto com ela para Natal, onde reside a cantora.

“Já tá sem cachorro lá em casa, já tem cinco. Pega cajá, coloca dentro do ônibus, no ar-condicionado geladinho que ele agora vai ser feliz”, comentou Michele. Cachorro em situação de rua invade palco de cantora em gravação de DVD e é adotado por cantora, no Sertão da PB Reprodução/Michele Andrade Ao chegar em Natal, no Rio Grande do Norte, a cantora atualizou os seguidores sobre o estado de conforto do animal.

“Olha quem veio morar em Natal/RN. Ele veio no ônibus, acabou de chegar! Adotei ontem, é cajazeirense e por isso ele se chama Cajá”, disse a cantora em uma postagem. Nesta quarta-feira (22), a cantora explicou que o cachorro passou por uma clínica veterinária e vai ter todos os cuidados para poder se juntar com os outros pets que ela cria em casa.

Vítimas de desabamento em Campina Grande reformavam estrutura para evitar que ela caísse, diz testemunha

Vítimas de desabamento reformavam estrutura para evitar quedas em loja de Campina Grande, diz testemunha Ademar Trigueiro/TV Paraíba O jovem de 18 anos, que morreu, e um homem de 32 anos, que ficou ferido, após um desabamento de uma estrutura de uma loja de carros, no Centro de Campina Grande, estavam fazendo uma reforma no local para evitar futuras quedas da estrutura, nesta quarta-feira (22).

Aconteceu essa fatalidade. (Estava próximo) do que faleceu, estava a dois passos dele. Quando eu escutei o barulho, que estralou, eu corri. E ele, estava de cabeça baixa, que na hora eu estava olhando para ele, ele não teve o que fazer", disse. A Defesa Civil de Campina Grande informou que o trabalhador que morreu, identificado como Danilo, era de uma empresa terceirizada que foi contratada para fazer o serviço de reparo.

(O que desabou) foi a parede que segurava a marquise ali. Se você observar, ali tem um paredão alto. Eles estavam colocando um reforço embaixo. Ele estava segurando na hora, ele abaixou-se para segurar a escora, aí foi quando justamente ela desabou, deu nem tempo de avisar não", relatou o vigilante.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 17h. Ao chegar ao local, as equipes fizeram buscas e conseguiram localizar as vítimas sob os escombros. O jovem morreu ainda no local e o outro homem foi socorrido com ferimentos leves para o Hospital de Trauma de Campina Grande. A unidade de saúde informou, por meio de nota, que o paciente está consciente e orientado, e que passa por exames de imagem, com quadro clínico estável.

De acordo com o delegado Rafael Pedrosa, em entrevista para a TV Paraíba, os primeiros procedimentos estão sendo realizados para entender o que aconteceu e afirmou que a investigação vai ouvir funcionários que trabalhavam na obra, para saber se eles usavam equipamentos de proteção e outros detalhes.

Hospital Metropolitano, na Grande João Pessoa, encerra contrato com empresa responsável por laudos após erros

Hospital Metropolitano, na Grande João Pessoa, suspende contrato com empresa responsável por laudos após erros Divulgação/Secom-PB O Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, localizado em Santa Rita, na Grande João Pessoa, encerrou o contrato com a empresa de São Paulo, responsável por parte da realização de exames de imagens na unidade.

Os erros nos laudos, conforme as denúncias dos profissionais de saúde da unidade, ocorreram a partir de outubro de 2025, quando houve uma troca nos profissionais que faziam os exames de imagem. Anteriormente, os radiologistas da própria unidade eram responsáveis por isso, e após a mudança, uma empresa passou a ser a responsável.

O hospital destaca que, caso sejam comprovadas irregularidades em relação ao serviço prestado pela empresa, todas as providências cabíveis serão adotadas, com a definição das medidas necessárias a partir dos desdobramentos das apurações De acordo com o hospital, a apuração interna sobre o caso começou em 10 de fevereiro, quando a direção foi informada pela Coordenação Médica da UTI Cardiológica da unidade.

A apuração interna confirmou a inconsistências em laudos de exames de radiologia feitos pela empresa. Sobre as tratativas entre a fundação que administra o hospital, a PB Saúde, e a empresa que realiza os exames radiológicos, a administração informou, à época, que houve uma notificação direta para a empresa pedindo apuração sobre erros nos laudos e, em resposta, integrantes da equipe médica envolvidos no caso foram afastados.

Em paralelo ao afastamento dos profissionais da empresa, o Hospital Metropolitano também abriu, também à época, uma sindicância para apurar os erros nos laudos. De acordo com o Ministério Público da Paraíba (MPPB), o órgão fez uma inspeção pela promotoria de Santa Rita nas instalações do Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI) e do setor de radiologia do hospital em 4 de março.

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) abriu uma sindicância para apurar erros e o Sindicato dos Médicos da Paraíba (Simed-PB) informou também que os médicos do Hospital Metropolitano procuraram a organização para denunciar o caso. A instituição também acompanha a situação. Denúncias POLÍTICA: denúncia aponta erros em laudos no Hospital Metropolitano A TV Cabo Branco teve acesso a uma carta interna feita por alguns profissionais de saúde da unidade alertando sobre os problemas em erros nos laudos.

No documento, eles afirmam que os laudos com erros acontecem de forma "reiterada" e "carecem de descrição técnica pormenorizada dos achados tomográficos, apresentando-se de forma excessivamente sucinta e, por vezes, limitadas a conclusões genéricas". O hospital é referência em cardiologia e neurologia na Paraíba.

A unidade realiza todos os dias diversos exames. Um dos profissionais de saúde ressaltou que os laudos errados são um perigo para a saúde dos pacientes e comentou especificamente sobre uma situação de um laudo com erro no caso de aneurisma. "A imagem mostra o aneurisma de aorta torácica de grandes dimensões e o laudo ignora esse diagnóstico.

É uma emergência médica que pode ter consequências catastróficas para o paciente, pode causar morte desse paciente em pouco tempo", disse um profissional de saúde. Em relação a mudança de quem passou a passar os exames de imagem, um outro profissional de saúde que também preferiu não se identificar, disse que os radiologistas do hospital não conseguiram ter ingerência sobre esses laudos.

Ele alega que a diretoria da unidade foi responsável pela mudança. Sobre as alegações, o Hospital Metropolitano disse que "conta com uma central de laudos formada por quatro empresas credenciadas, responsáveis pela emissão de laudos de Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada em 11 equipamentos distribuídos nas três macrorregiões da Paraíba, além da realização de ultrassonografias".

A fundação disse que este modelo "foi adotado para garantir agilidade na liberação dos resultados, atendimento contínuo à população e suporte especializado às equipes médicas". Sobre as alegações dos erros nos laudos, a PB Saúde disse que " divergências de interpretação podem ocorrer na prática médica, especialmente em exames de alta complexidade.

A elaboração do laudo é um ato médico técnico, baseado em critérios científicos e de responsabilidade do profissional que o assina". O hospital ressaltou também que a "conduta clínica, por sua vez, é definida pela equipe assistencial com base na avaliação completa do paciente que inclui exame físico, histórico e demais informações clínicas, além do laudo de imagem" e que "o laudo é um componente essencial do processo diagnóstico, mas não constitui, por si só, o único determinante da estratégia terapêutica".

Estrutura de loja de carros desaba, mata uma pessoa e deixa outra ferida, em Campina Grande

Homem morre após estrutura de loja de automóveis cair, em Campina Grande Ademar Trigueiro/TV Paraíba Um jovem identificado como Danilo, de 18 anos, morreu, e outra pessoa ficou ferida após o desabamento de uma estrutura de concreto em uma loja de automóveis na tarde desta quarta-feira (22), na avenida João Suassuna, no Centro de Campina Grande.

A Defesa Civil de Campina Grande também informou que o trabalhador que morreu era de uma empresa terceirizada que foi contratada para fazer o serviço de reparo no local. O órgão disse que o local foi interditado e isolado após o ocorrido. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 17h. Ao chegar ao local, as equipes fizeram buscas e conseguiram localizar as vítimas sob os escombros.

Em seguida, foram acionadas a Polícia Civil e a Defesa Civil de Campina Grande para dar continuidade aos procedimentos. Um dos trabalhadores não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. O outro homem foi socorrido com ferimentos leves para o Hospital de Trauma de Campina Grande. A unidade informou, por meio de nota, que o paciente está consciente e orientado, e que passa por exames de imagem, com quadro clínico estável.

O tráfego na rua João Suassuna, onde aconteceu o acidente, na Índios Cariris, além da Siqueira Campis, foi bloqueado para o trabalho das autoridades. O desabamento da estrutura será investigado pela Polícia Civil e pela Defesa Civil municipal. De acordo com o delegado Rafael Pedrosa, em entrevista para a TV Paraíba, os primeiros procedimentos estão sendo realizados para entender o que aconteceu e afirmou que a investigação vai ouvir funcionários que trabalhavam na obra, para saber se eles usavam equipamentos de proteção e outros detalhes.

Estabelecimento é autuado e operação apreende mais de 350 produtos irregulares, em Campina Grande

Procon apreende 358 produtos em estabelecimento de Campina Grande Divulgação/Procon-CG Um estabelecimento comercial foi autuado e teve 358 produtos irregulares apreendidos em uma operação do Procon de Campina Grande. A unidade comercial fica localizada no bairro do Tambor, na zona sul da cidade, e aconteceu na terça-feira (21).

Entre os produtos apreendidos estão alimentos, bebidas e itens de limpeza e higiene, como cachaça, sabão em pó, feijão, arroz, bolachas, milho, creme de leite, achocolatado, refrigerantes, cervejas, além de outros produtos de uso cotidiano. Segundo o Procon, o material foi retirado de circulação para evitar riscos à saúde e à segurança dos consumidores.

Lei que obriga agressores a pagarem custos em casos de violência doméstica é sancionada na Paraíba

Violência contra a mulher, estupro, mão de socorro Nino Caré/Pexels Foi sancionada na Paraíba uma lei que determina que agressores devem ressarcir os cofres públicos pelos custos dos atendimentos prestados às vítimas, incluindo despesas médicas, psicológicas e sociais realizadas por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) ou outros serviços.

O que é feminicídio? Ficam incluídas no ressarcimento todas as despesas médicas e hospitalares realizadas no atendimento às mulheres vítimas de violência. O objetivo é garantir que o erário estadual não arque sozinho com os custos decorrentes desse tipo de crime. A legislação detalha quais despesas poderão ser cobradas dos agressores.

Entre elas, estão: Atendimento médico e hospitalar; Exames laboratoriais; Auxílio-doença concedido em decorrência da agressão. O texto também reforça que a definição de violência doméstica e familiar contra a mulher segue os critérios estabelecidos na Lei Maria da Penha, além de outras previsões da legislação penal brasileira.

Prefeitura de Livramento fortalece saúde com entrega de novos fardamentos para equipes

A Prefeitura de Livramento segue investindo no fortalecimento da rede municipal de saúde, desta vez com a entrega de novos fardamentos para os profissionais que atuam diariamente no cuidado com a população.

A iniciativa tem como objetivo garantir melhores condições de trabalho, além de promover mais identificação, organização e valorização das equipes que estão na linha de frente dos atendimentos.

Os novos uniformes representam mais do que padronização: simbolizam o respeito e o reconhecimento aos profissionais de saúde, que desempenham um papel fundamental na promoção do bem-estar da população. São esses trabalhadores que, com dedicação e compromisso, asseguram um atendimento mais humanizado e eficiente em todo o município.

A ação também reforça o compromisso da gestão municipal com a qualidade dos serviços prestados, contribuindo para um ambiente mais profissional e acolhedor tanto para os servidores quanto para os usuários do sistema de saúde.

Com iniciativas como essa, Livramento segue avançando na valorização dos seus profissionais e na construção de uma saúde pública cada vez mais estruturada, humanizada e próxima da população.

Ascom

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O MP analisou e descartou qualquer irregularidade em processo seletivo no município de Taperoá

A Prefeitura Municipal de Taperoá vem a público esclarecer informações divulgadas recentemente acerca de procedimento instaurado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) relacionado a processo seletivo realizado pelo município.

O referido procedimento teve origem a partir de denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público, com o objetivo de apuração.

Após análise dos fatos e documentos apresentados, o Ministério Público concluiu pela inexistência de irregularidades, destacando que o processo seletivo foi conduzido com base em edital regularmente publicado, homologado e pautado em critérios objetivos, com ampla transparência de seus atos.

O parecer ministerial também reconhece que a convocação dos candidatos aprovados ocorre de forma progressiva, conforme a necessidade administrativa, a disponibilidade orçamentária e as orientações dos órgãos de controle, prática legítima dentro da gestão pública.

Além disso, o Ministério Público não identificou qualquer indício de favorecimento indevido, preterição arbitrária, anulação irregular do certame ou recontratação indevida de servidores.

Diante da ausência de elementos que indicassem ilegalidade ou improbidade administrativa, o procedimento foi devidamente arquivado pelo órgão competente.

A Prefeitura de Taperoá reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e o respeito às instituições, permanecendo à disposição dos órgãos de controle e da população para quaisquer esclarecimentos.

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Rádio Monteiro FM sai do ar após tentativa de furto de cabos em parque de transmissão

A Rádio Monteiro FM teve sua transmissão interrompida na noite desta terça-feira (21), após uma tentativa de furto de cabos registrada no parque de transmissão da emissora, localizado na Serra do Cruzeiro, área bastante conhecida no município.

De acordo com informações, por volta das 20h, três suspeitos, flagrados por câmeras de segurança, invadiram o local e chegaram a cortar aproximadamente 15 metros do cabo do transmissor principal, além de um metro do transmissor reserva. O material foi dividido em partes menores e colocado em um saco, possivelmente para facilitar o transporte.

A ação criminosa foi interrompida após o vigia perceber a movimentação suspeita e acionar a Polícia Militar. Com a chegada das viaturas, os suspeitos fugiram pela mata, abandonando no local ferramentas, cordas e equipamentos utilizados na tentativa de escalada dos postes.

Os itens deixados para trás indicam que o grupo agiu com planejamento. A suspeita é de que o material furtado seria comercializado ilegalmente, especialmente pelo valor do cobre no mercado clandestino.

Até o momento, o prejuízo financeiro não foi oficialmente contabilizado. No entanto, além dos danos materiais, o caso também afeta diretamente os ouvintes e parceiros comerciais da emissora, que permanece fora do ar no sistema tradicional. A programação segue sendo transmitida apenas pela internet até que os reparos sejam concluídos.

O caso reforça a preocupação com o aumento de crimes desse tipo em diversas regiões do país, sobretudo relacionados ao furto de cabos e materiais metálicos.

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