Paraíba registra a menor taxa de crimes de estelionato entre todos os estados brasileiros
Os registros apontam que, entre 2024 e 2025, a Paraíba apresentou a menor taxa de crimes de estelionato do país, com aproximadamente 250 ocorrências para cada 100 mil habitantes, enquanto a média nacional alcançou 1.059,43 casos por 100 mil habitantes.
O delito de estelionato, previsto no Código Penal, ocorre quando alguém engana a vítima para obter vantagem ilícita, gerando prejuízo financeiro, e inclui tanto fraudes presenciais quanto digitais.
O furto de aparelhos móveis na Paraíba subiu 51% entre 2024 e 2025, passando de 3.174 para 4.799 ocorrências, o que representa 1.625 casos a mais em um ano. A taxa grew from 76 para 115 incidentes por 100 mil habitantes. Somente o Rio de Janeiro superou a Paraíba no crescimento do indicador que soma roubos e furtos de celulares em 2025, registrando 22% de aumento, enquanto a Paraíba teve 21%; todos os demais estados registraram queda.
Os roubos de celulares caíram 23,3% em 2025, caindo de 2.082 para 1.598 casos, e a taxa diminuiu de 50,2 para 38,4 por 100 mil habitantes. No total, o estado contabilizou 6.397 ocorrências de roubo e furto de celulares no período.
Entre os principais achados do levantamento de 2025 estão: o número de feminicídios atingiu recorde, com quatro mulheres mortas por dia em média; o total de homicídios registrou o menor valor desde 2012, totalizando 40.775 vítimas, queda de 8% em relação a 2024; a taxa de mortes violentas chegou a 19,1 por 100 mil, o menor número da série histórica; índices de violência contra a mulher avançaram, como violência psicológica (+17%), stalking (+30%), descumprimento de medida protetiva (+17%) e ameaças (+0,5%); e houve três tentativas de feminicídio para cada crime consumado. Maranguape (CE) lidera o ranking de violência por 2º ano consecutivo, sendo o único município a ultrapassar 100 mortes violentas por 100 mil habitantes; Santa Catarina tem a menor taxa de mortes violentas, 7,6 por 100 mil, superando São Paulo que mantinha a posição desde 2014; óbitos de policiais subiram 5%, enquanto mortes de policiais caíram 3%; produção, posse ou distribuição de material de abuso sexual infantil aumentou 25%; bullying e cyberbullying entre jovens cresceram mais de 60% após a criação de crime específico em 2024; número de adolescentes em medida socioeducativa caiu 54% nos últimos nove anos, totalizando 12,2 mil jovens, maioria meninos (93%), negros (74%) e com idades entre 16 e 18 anos (76%).
As ocorrências mais frequentes são roubo (29%) e tráfico de drogas (28%); o número de presos cresceu 6%, atingindo 964 mil, e a projeção indica que o país pode chegar a 1 milhão de presos até 2027; existem 2,1 milhões de empresas e pessoas autorizadas a portar armas, das quais 1 milhão têm licença CAC e 1,6 milhão de armas cadastradas, sendo três em cada dez com registro vencido.
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Fonte: G1 PB
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