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24ª doação múltipla de órgãos em 2026 evidencia progresso nos transplantes da Paraíba

Na noite de quinta‑feira (16), a Central Estadual de Transplantes da Paraíba contabilizou a 24ª doação de órgãos múltiplos do ano de 2026. O ato ocorreu no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, após a família de um jovem de 22 anos consentir à doação.

A morte do doador foi provocada por traumatismo intracraniano. Graças à permissão da família, foram colhidos fígado, rins e córneas, bem como outros órgãos e tecidos que têm potencial para salvar cinco pacientes que se encontravam na lista de espera.

Rafaela Carvalho, diretora da Central Estadual de Transplantes, afirmou que a escolha das famílias é fundamental para que os transplantes se concretizem. Ela ressaltou que, apesar da tristeza, a autorização é um ato de solidariedade que pode mudar vidas e trazer esperança àqueles que aguardam uma nova chance.

Com esse procedimento, a Paraíba atingiu a marca de 89 transplantes efectuados em 2026. No momento, 850 indivíduos permanecem na fila de espera por um órgão ou tecido no estado.

PARAÍBA DA GENTE

O post 24ª doação de múltiplos órgãos em 2026 reforça avanço dos transplantes na Paraíba apareceu primeiro em O Pipoco.

Fonte: Opipoco

Laudo elimina abuso sexual em bebê de 10 meses morta no Ceará; polícia investiga homicídio culposo

O laudo pericial sobre a morte da bebê de 10 meses, ocorrida na segunda‑feira (13) em Fortaleza, confirmou que não houve estupro, contrariando a informação inicial da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS).

A análise da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), divulgada nesta sexta‑feira (17), identificou a asfixia como causa da morte, corroborando a tese de um dos dois homens que foram presos em flagrante.

“Foram realizados exames laboratoriais de alcoolemia e de drogas no sangue, que não constataram a presença dessas substâncias nas amostras coletadas na criança. Os exames realizados pela Pefoce também não constataram presença de sêmen e não indicaram presença de material genético dos dois homens envolvidos na ocorrência no corpo dela. O exame sexológico apontou que não houve violência sexual”, informou a SSPDS, em nota, nesta sexta (17).

Os suspeitos foram identificados como Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26 anos. O primeiro mantinha relação amorosa com a mãe da criança, enquanto o segundo era seu primo. A Justiça do Ceará transformou a prisão de ambos em preventiva na terça‑feira (14).

Inicialmente, a Polícia Civil classificou o caso como “ocorrência de estupro de vulnerável seguido de morte”. Depois da perícia, a PCCE declarou, em nota, que as prisões em flagrante foram fundamentadas no relatório emitido pelo hospital particular onde a bebê recebeu atendimento de quatro médicos de emergência pediátrica e dois cardiologistas, e que o procedimento passou a ser tratado como homicídio culposo, sem indícios de violência sexual contra a criança.

Com base nos laudos periciais da Pefoce e nas diligências policiais em curso, a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) concluiu que se trata de homicídio culposo, afastando a ocorrência de violência sexual contra a criança”, afirmou o órgão.

Fonte: Opipoco

Maranhão, primeiro governador reeleito da história da Paraíba

José Targino Maranhão, filiado ao PMDB, tornou‑se o primeiro governador reeleito da Paraíba após a redemocratização que puseram fim à ditadura militar. A Emenda Constitucional que autorizava a recondução à Presidência da República foi promulgada em julho de 1977, em contexto de alegações de compra de votos no Congresso envolvendo o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que venceu em 1998 sobretudo pela estabilidade cambial e pela baixa inflação. Estendida aos Estados, às capitais e aos municípios, a medida beneficiou governadores e prefeitos, permitindo que Maranhão garantisse a reeleição ao assumir o cargo interinamente após o falecimento de Antônio Mariz, em setembro de 1995.

Na campanha à reeleição, Maranhão quebrou o recorde de votos, com o deputado estadual Gilvan Freire (PSB) como principal rival, consolidando-se como um dos gestores mais votados proporcionalmente em âmbito nacional.

O grupo Cunha Lima viu a reeleição como obstáculo ao seu plano de colocar Cássio Cunha Lima como pré‑candidato dentro do PMDB, levando-o a confrontar a liderança de Maranhão. O embate foi desiguual porque Maranhão detinha a caneta de governador e o controle da estrutura do PMDB por meio de nomes de confiança, além de usar convenções para homologar candidaturas ao comando regional e à sucessão governamental. O ponto alto do desentendimento ocorreu em uma festa dedicada ao poeta e senador Ronaldo Cunha Lima no Clube Campestre, em Campina Grande, onde, em vez de se unirem, os aliados de Ronaldo praticamente desafiaram Maranhão, chegando a sugerir que JM entregasse o cargo por suposta incapacidade de enfrentar os desafios.

O chamado “clã” campinense ficou aprisionado dentro do partido, presos a um “jiqui” interno, e só poderia superar Maranhão se vencesse as convenções internas, algo que não ocorreu por causa de condições de temperatura e pressão desfavoráveis. Depois do pleito, os Cunha Lima trocaram de partido para o PSDB e, finalmente, chegaram ao Palácio da Redenção com Cássio em 2002, derrotando Roberto Paulino, então vice de José Maranhão e candidato a novo mandato.

Em meu livro “A Fala do Poder”, referi-me a José Maranhão como “tríplice coroado”, já que governou a Paraíba em três ocasiões ao longo de cerca de uma década. Esse percurso começou com sua ascensão após a morte de Antônio Mariz, seguiu com a reeleição contra Gilvan Freire e culminou na extraordinária nomeação em fevereiro de 2009, quando a Justiça Eleitoral o convocou a assumir o governo após a cassação de Cássio Cunha Lima por conduta vedada e improbidade administrativa. Tentou prolongar seu mandato em 2010, mas foi derrotado por Ricardo Coutinho, novo figura da política estadual, dissidente do PT, ex‑prefeito de João Pessoa em duas gestões, vereador e deputado estadual, que buscava uma trajetória própria dentro do PSB.

Em 2018, Maranhão concorreu novamente e viu o governo passar para João Azevêdo (PSB), eleito no primeiro turno; pouco depois, faleceu em São Paulo, vítima de COVID‑19, enquanto exercia seu segundo mandato como senador da República.

Apelidado de “Mestre de Obras”, Maranhão conduziu administrações voltadas para infraestrutura e abastecimento de água. No primeiro mandato, focou no equilíbrio das contas e, com mão de ferro, adotou o lema “Austeridade e Desenvolvimento”. No segundo mandato, transformou o lema em “Austeridade é Desenvolvimento”, transmitindo ao eleitor que o rigor fiscal‑financeiro implementado por seu governo já trazia benefícios ao crescimento econômico e social da Paraíba.

Sua trajetória biográfica registra a cassação pela ditadura militar, ocorrida quando, como deputado, se opôs ao regime e apoiou a Frente Parlamentar Nacionalista; a indicação de Maranhão como vice foi decisão pessoal de Antônio Mariz. Ele travou disputa interna com o deputado estadual Carlos Dunga, e foi Mariz quem definiu a escolha, optando pelo político experiente, descendente de família tradicional do Brejo paraibano.

Além de Maranhão, três governadores também conseguiram ser reeleitos no Estado: Cássio Cunha Lima, reconduzido nas urnas em 2006; Ricardo Coutinho, reeleito em 2014; e João Azevêdo, eleito em 2018 e reeleito em 2022, quando se desincompatibilizou em abril para disputar a vaga de senador nas eleições de outubro. O único governador recente que não alcançou a reeleição foi Roberto Paulino, então vice de Maranhão, que em 2002 chegou ao segundo turno, mas acabou derrotado por Cássio Cunha Lima, o candidato que ficou de fora em 1998 dentro do PMDB.

A prática da reeleição ainda gera polêmica entre os políticos, com movimentos que defendem sua extinção alegando que beneficia quem está no poder, e já circulam propostas como a adoção de um mandato de cinco anos para o Executivo.

Contudo, o instituto criado por Fernando Henrique Cardoso permanece sólido, inserido na realidade política‑institucional brasileira.

O texto com o título “Maranhão, primeiro governador reeleito da história da Paraíba – Por Nonato Guedes” foi divulgado como matéria jornalística.

Fonte: PolemicaPB

Homem é baleado e morto após invasão de residência em João Pessoa

Sirene Polícia Militar
Reprodução Google
Cléber Conceição dos Santos foi morto a tiros após sua casa ser invadida, por volta das 22h da sexta‑feira (17), no bairro Colinas do Sul, em João Pessoa. ✅
Segundo a Polícia Civil, o principal suspeito do crime é o ex‑marido da esposa da vítima. Ele teria forçado a entrada na casa e dirigido‑se ao quarto onde Cléber e a mulher estavam.

Posteriormente, adentrou o cômodo e efetuou disparos contra o atual marido da ex‑esposa.

Durante os tiros, a mulher também foi atingida no pé. Ela foi encaminhada ao Hospital de Trauma de João Pessoa, onde recebeu atendimento e foi liberada.

O corpo de Cléber Conceição dos Santos foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica (IPC) para os procedimentos legais. Até o momento da última atualização, o suspeito ainda não havia sido encontrado nem preso. Os vídeos mais visualizados foram divulgados.

Fonte: G1 PB

Caminhão de laranjas perde freio e causa engavetamento de 11 veículos na SP-225 em Jaú

Um engavetamento que reuniu 11 veículos e feriu ao menos cinco pessoas na tarde de quinta‑feira (16) na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP‑225), em Jaú, teve início quando um caminhão carregado de laranjas perdeu o controle e colidiu com os veículos que seguiam à sua frente. Conforme registrado no boletim de ocorrência, o incidente ocorreu em um trecho onde a concessionária Eixo SP estava realizando obras, com sinalização para os motoristas. Para permitir os trabalhos, o tráfego foi desviado para a faixa esquerda, enquanto a faixa direita permanecia interditada.

📲 Participe do canal do Bauru e Marília no WhatsApp Engavetamento com 11 veículos interdita pista e deixa feridos na SP-225 em Jaú Central da Notícia/Reprodução

De acordo com o relatório policial, os veículos seguiam com velocidade reduzida na faixa indicada quando, às 15h, no km 181 da SP‑225, o caminhão que transportava laranjas avançava a uma velocidade maior que os demais. O condutor não conseguiu acionar os freios a tempo, colidindo na traseira dos veículos que estavam à sua frente. O impacto provocou a dispersão da carga de laranja pelo local.

O trecho ficou interditado por aproximadamente oito horas. Na tarde da sexta‑feira (17), após a retirada da carga de laranja, a alça de acesso e o acostamento foram liberados. O derramamento da carga de laranja foi registrado.

As cinco vítimas estavam ocupantes de veículos; a colisão envolveu seis automóveis, quatro caminhões e uma caminhonete, totalizando 11 veículos.

Das cinco vítimas, quatro tiveram ferimentos leves e uma apresentou lesões graves. Três das pessoas com lesões leves foram levadas a um hospital particular de Jaú e receberam alta ainda na noite de quinta‑feira. Até a manhã de sexta‑feira, mais duas permaneciam internadas na Santa Casa de Jaú, em estado estável.

Conforme informado pela Artesp, o acidente ocorreu no trecho interior‑capital da SP‑225, em Jaú (SP). Artesp/Divulgação Engavetamento com 11 veículos interdita pista e deixa feridos na SP-225 em Jaú Central da Notícia/Reprodução

Confira mais notícias da região e assista aos vídeos das reportagens locais.

Fonte: G1 Nacional

Aproximadamente 95% dos postos de combustíveis do Rio de Janeiro apresentam irregularidades à Fazenda, enquanto o governo reconhece crescimento do crime organizado no setor

A presença do crime organizado no setor de combustíveis do Rio de Janeiro despertou preocupação entre agentes estaduais e federais. Segundo a Secretaria Estadual de Fazenda, 95,23% dos postos de combustíveis cadastrados no estado figuram em situação irregular no sistema de fiscalização, por não enviarem ou enviarem informações incompletas acerca das operações de compra e venda de combustíveis.

São 2.205 postos de combustíveis registrados no estado. No mês anterior, a Secretaria de Fazenda comunicou 2.100 estabelecimentos devido a inconsistências ou falta de envio das declarações fiscais obrigatórias.

“Especialmente por falta de declaração das informações de entrada e venda de combustível, que são justamente as principais informações para os auditores fiscais apurarem irregularidades, fraudes, lavagem de dinheiro e sonegação”, afirma o secretário estadual de Fazenda, Guilherme Mercês.

Segundo ele, as fraudes tributárias assumiram papel central no financiamento do crime organizado. “As fraudes fiscais se tornaram a principal fonte de recursos do crime organizado de forma geral”, afirma.

A fiscalização tem apontado crescimento nas irregularidades.

No último mês, as barreiras fiscais aplicaram R$ 1,78 milhão em autos de infração contra caminhões que transportavam combustíveis, representando um aumento de 482% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando as multas totalizaram pouco mais de R$ 306 mil. A maior parte das autuações atingiu veículos que entravam no estado sem nota fiscal ou com documentação irregular, afirmou Guilherme Mercês, que atribuiu o crescimento à reestruturação das barreiras fiscais implementada pelo governo estadual.

“No primeiro mês de operação houve um crescimento de 254% nos autos de infração. No segundo mês, o aumento foi de 168%”, afirmou.

Além da sonegação, a lavagem de dinheiro também é foco das investigações.

Segundo as autoridades, parte dos postos de combustíveis serve para dar aparência legal a recursos oriundos de atividades criminosas, como tráfico de drogas e corrupção. O esquema consiste na inserção de dinheiro ilícito no caixa dos estabelecimentos, simulando a receita de venda de combustíveis ou de itens das lojas de conveniência, e depois depositando os valores junto ao faturamento real da empresa, dificultando o rastreamento da origem dos recursos.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública afirma existir indícios de que mais de mil postos de combustíveis do estado tenham alguma ligação com organizações criminosas. Diante do cenário, a pasta anunciou a criação de uma força‑tarefa para integrar órgãos de investigação e intensificar o combate às fraudes no setor. “Os números mencionados pelos diversos atores apontam para mais de mil postos envolvidos de alguma forma com isso”, afirmou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima.

Segundo ele, o enfrentamento ao crime organizado requer atuação conjunta dos órgãos de controle, sem comprometer o abastecimento da população. Nas últimas semanas, diversas investigações reforçaram o foco das autoridades no mercado de combustíveis.

Uma operação da Polícia Federal teve como alvo uma rede de postos suspeita de movimentar mais de R$ 7 bilhões em um esquema de lavagem de dinheiro.

Entre os investigados está Márcio Canella (União Brasil), ex‑prefeito de Belford Roxo. A operação também cumpriu mandados em endereços ligados ao delegado Marcus Amim, ex‑secretário estadual de Polícia Civil, proprietário de duas lojas de conveniência em postos de combustíveis em Niterói. Outra investigação envolve o deputado estadual Thiago Rangel (Avante), preso em maio sob acusação de desvio de recursos da educação.

Segundo a polícia, postos ligados ao parlamentar são investigados por fraudes chamadas de “bomba baixa”, nas quais a bomba abastece menos combustível do que o volume cobrado do consumidor. Os investigadores afirmam que o grupo teria obtido lucro de cerca de R$ 1,6 milhão por mês apenas com esse tipo de fraude.

Representantes do mercado manifestam apoio ao endurecimento das ações de fiscalização.

O Instituto Combustível Legal participou da reunião promovida pelo Ministério da Justiça e defendeu uma atuação coordenada entre governos e órgãos de controle. Segundo o presidente da entidade, Emerson Kapaz, o grande volume de pagamentos em dinheiro ainda realizados nos postos favorece a lavagem de recursos. “Quase 40% das transações nos postos de combustíveis ainda são feitas em dinheiro.”

Isso facilita movimentações financeiras fora do sistema de controle”, afirma.

O Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Estado do Rio de Janeiro, que representa os postos fora da capital, informou ser favorável às investigações e afirmou que os estabelecimentos encaminharão à Secretaria de Fazenda a documentação exigida. Para o diretor da entidade, Leonardo Bragança, a retirada de empresas envolvidas em crimes é fundamental para garantir concorrência justa no setor.

“O mercado precisa ser depurado, retirando dele a operação de sujeitos criminosos e restabelecendo uma concorrência livre e regular”, afirma.

O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Município do Rio de Janeiro (Sindcomb) informou que apoia todas as ações de combate a empresas que atuam fora da lei. Em nota, a entidade afirmou que o setor tem sofrido com a entrada de pessoas ligadas a organizações criminosas, que promovem concorrência desleal e podem levar postos tradicionais à falência.

Sobre a notificação da Secretaria Estadual de Fazenda para o envio de informações fiscais, o sindicato considerou o prazo estabelecido curto para o cumprimento da exigência. Ainda assim, afirmou estar orientando os postos associados a esclarecer dúvidas e regularizar a documentação solicitada.

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Fonte: G1 Nacional

Preso por crime contra bebê de 10 meses, homem afirma que não estava no mesmo quarto da criança

FOTO REPRODUÇAO

A defesa de Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, que está detido sob suspeita de participar da morte de Helena, uma menina de 10 meses, declarou, em comunicado, que “não se encontrava no mesmo cômodo onde a criança dormia”. Ele mantém vínculo com a mãe da bebê.

Junto com seu primo, Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26 anos, ele foi detido após o falecimento da menina.

A criança morreu em Fortaleza na segunda‑feira (13 de julho) e o motivo da morte permanece sob investigação. Conforme a polícia, o hospital informou que a menina apresentava lesões compatíveis com indícios de violência sexual.

A advogada Gleicy Kelly Leitão declarou que Francisco Ray concordou voluntariamente em fornecer material genético e que a defesa aguarda a análise dos laudos periciais para esclarecer os acontecimentos.

As duas prisões foram convertidas em medidas preventivas. A reportagem não conseguiu obter contato com a defesa de Roberto Levy, deixando o espaço aberto para eventuais manifestações.

Comunicado da defesa de Francisco Ray, preso suspeito pela morte da bebê de 10 meses.

Festa, agressão sexual e óbito

  • O fato ocorreu em Fortaleza (CE) na segunda‑feira (13/7).
  • De acordo com o depoimento da mãe de Helena à Polícia Civil, ela estava em uma festa dentro de um apartamento quando percebeu que a filha estava se sentindo mal.
  • No início, ela supôs que a bebê havia se engasgado. Contudo, outros aspectos da dinâmica ainda não foram formalmente esclarecidos.

Conforme o depoimento, a mulher e Francisco Ray mantinham um relacionamento recente e se conheciam há poucos dias.

Ela ainda disse que o homem, inicialmente considerado padrasto da criança, e o primo dele estavam presentes no apartamento quando a bebê começou a se sentir mal.

A Polícia Civil do Ceará está investigando o caso por meio da Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa).

Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a unidade de saúde que atendeu Helena constatou sinais compatíveis com violência sexual, e a hipótese de asfixia também está sendo apurada pelas autoridades.

A causa da morte ainda não foi confirmada e a Polícia Civil aguarda os resultados dos laudos periciais.

De acordo com a Dececa, Francisco Ray e Roberto Levy foram conduzidos à delegacia apresentando indícios de embriaguez.

Mais detalhes do caso:

  • A criança veio a falecer no hospital após receber socorro; no local, a equipe médica constatou sinais compatíveis com violência sexual.
  • Conforme a SSPDS, o caso ocorreu no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza.
  • A mãe de Helena prestou depoimento acompanhada do irmão, que é o tio da criança.
  • A Dececa informou que os depoimentos da mãe e do tio serão fundamentais para reconstruir a dinâmica dos fatos e identificar a participação de cada envolvido.
  • A criança foi sepultada na terça‑feira (14/7); a mãe sentiu mal, desmaiou durante o velório e saiu do local em uma cadeira de rodas.

Fonte: Opipoco

Cagepa é autuada após o rompimento de reservatório que vitimou idosa em Campina Grande

Reservatório de água rompe e destrói casas em Campina Grande. A Cagepa foi autuada após o rompimento do reservatório no bairro da Prata, em Campina Grande, que vitimou uma idosa e causou danos nas residências. A notificação foi publicada nesta sexta‑feira (17) e a empresa pode ser multada, com o valor destinado ao Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público.

A Cagepa, por meio de comunicado, informou que ainda não recebeu a notificação oficial da autuação. Quando for formalmente notificada, analisará o conteúdo e apresentará sua defesa dentro dos prazos legais, observando o contraditório e a ampla defesa.

O relatório final do inquérito da Polícia Civil concluiu que o colapso da estrutura, ocorrido em novembro de 2025, resultou de vício de concepção e execução do projeto original, agravado pela deterioração progressiva do solo que sustentava a base do reservatório. O laudo indica que a Cagepa realizou uma vistoria simples cerca de seis meses antes do acidente e que a inspeção não detectou falhas estruturais ou sinais de desgaste que indicassem risco de colapso.

A estrutura, construída em concreto na década de 1960, possuía capacidade de armazenar cerca de 2 milhões de litros de água. Na época dos fatos, o presidente da Cagepa, Marcus Vinícius, afirmou que o reservatório não constava entre as estruturas consideradas críticas e que era considerada íntegra segundo os padrões estaduais.

O acidente provocou o desabamento de três residências, a destruição de três comércios, danos estruturais em mais de 20 imóveis, o arrastamento de vários veículos, e deixou uma idosa falecida e outras pessoas feridas.

O rompimento foi registrado por câmeras de segurança no local. O reservatório não contava com uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) específica para a vistoria. Na ocasião, o presidente da Cagepa, Marcus Vinícius, explicou que as inspeções eram feitas continuamente por engenheiros da empresa. A ART, que designa o profissional responsável pela obra ou vistoria, é exigida por especialistas para esse tipo de atividade.

“Na verdade, não possuímos uma ART específica para este reservatório, pois as vistorias são realizadas de forma contínua pelos engenheiros da nossa equipe, contratados para acompanhar o processo”, afirmou o presidente da Cagepa. O professor de Engenharia Civil da UFCG, Marcos Simplício, ressaltou que a ART é obrigatória, pois identifica o responsável técnico por obras, projetos e vistorias, sendo imprescindível tanto para o profissional quanto para o cliente ou empresa que executa a obra.

Entendendo o caso: na manhã de 8 de novembro de 2025, um reservatório de água rompeu no bairro da Prata, em Campina Grande, provocando o desabamento de pelo menos três residências. Uma idosa morreu e outras duas pessoas ficaram feridas.

A Cagepa, por meio de nota, manifestou pesar pelo acidente e a morte da idosa. Informou que as circunstâncias estão sendo investigadas e que equipes técnicas e de assistência foram enviadas ao local. O Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e a Polícia Civil foram acionados.

Não houve vítimas soterradas.

Um empresário relatou pânico após a destruição de sua fábrica durante o rompimento do reservatório em Campina Grande. O incidente afetou o abastecimento de água de 40 bairros de Campina Grande e dos municípios de Lagoa Seca, Lagoa de Roça, Areial e Montadas, ficando interrompido temporariamente no sábado; o fornecimento foi restabelecido gradualmente no domingo. A força da enxurrada danificou alguns postes da rede elétrica.

Em comunicado, a Energisa informou que o rompimento causou danos complexos à rede elétrica, provocando interrupção do fornecimento, que foi restabelecida imediatamente por meio de recursos de religamento automático. As equipes da Energisa estiveram no local para apoiar o Corpo de Bombeiros e recompor os postes, normalizando o fornecimento.

Para garantir a segurança, o fornecimento de energia foi desligado provisoriamente no local do acidente. Infográfico – Reservatório rompe, destrói casas e mata mulher na Paraíba. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Fonte: G1 PB

Três cilindros de gás da paróquia que oferece refeições gratuitas são furtados em Campina Grande

A sede da pastoral do sopão da Paróquia de Santo Antônio, situada em Campina Grande, na região Agreste da Paraíba, foi alvo de um roubo na madrugada da última sexta‑feira (17). Segundo a direção da instituição, que atende famílias em vulnerabilidade, três botijões de gás utilizados na ação solidária foram furtados, gerando um prejuízo estimado em aproximadamente R$ 1 mil e ameaçando a continuidade do projeto.

Os responsáveis perceberam o ocorrido somente na manhã seguinte, quando encontraram o portão da pastoral arrombado. A casa onde funciona a pastoral fica atrás da Paróquia de Santo Antônio. Os trabalhadores constataram que pelo menos três cilindros de gás tinham sido levados.

A iniciativa beneficia cerca de 60 famílias todas as quartas e quintas, atingindo aproximadamente 200 pessoas mensalmente com refeições gratuitas. Não há câmeras de vigilância no local e nenhum suspeito foi identificado. Um Boletim de Ocorrência foi registrado junto à Polícia Civil, que continuará investigando o caso.

Vídeos em alta no g1 Paraíba

Fonte: G1 PB

Polícia Militar apreende sete câmeras irregulares no Distrito Mecânico, em João Pessoa

Na sexta‑feira (17), a Polícia Militar apreendeu câmeras de monitoramento instaladas de forma irregular no Distrito Mecânico, em João Pessoa. Segundo o tenente‑coronel Bruno, “Sistemas de monitoramento irregular que estavam sendo utilizados vão ser apresentados à Polícia Civil para verificar quem instalou, qual o objetivo dessa instalação, para que, se for algo relacionado à criminalidade, com certeza vai responder”.

Até a última atualização da notícia, foram sete câmeras apreendidas, e a operação permanece em andamento até o final do dia. A Polícia Militar ocupa o Distrito Mecânico desde a terça‑feira (14), quando ocorreu troca de tiros entre agentes e três homens suspeitos de roubar um carro e integrar um grupo armado.

As equipes do Radiopatrulhamento do 1º Batalhão foram deslocadas até a região após receberem informações de que havia indivíduos armados dentro de uma comunidade local.

No decorrer da operação, os policiais localizaram um carro preto que havia sido roubado pouco antes, no qual estavam sete suspeitos. Ao avistarem a guarnição, os ocupantes desceram do veículo e dispararam contra os agentes.

Segundo o capitão Mendonça, “Ao se deparar com a guarnição, já desembarcaram efetuando disparos contra a guarnição e aí, para repelir a injusta agressão, foi feito o revide, três indivíduos alvejados e socorridos”. Os três suspeitos baleados foram encaminhados ao Hospital de Trauma de João Pessoa para receber atendimento.

Após o confronto, os quatro suspeitos restantes conseguiram fugir. As equipes de busca continuaram e localizaram o grupo no bairro de Cruz das Armas; um deles, armado e usando colete balístico, reagiu à abordagem, foi baleado e socorrido sob custódia.

Os quatro demais foram presos e o material apreendido – que inclui o veículo roubado, um revólver e munições – foi encaminhado à Central de Polícia Civil, onde serão realizados os procedimentos para identificar os envolvidos.

Fonte: G1 PB