Skip to main content

Mulher é impedida de sair de atacadista após pagamento via Pix e filhos autistas entram em crise; VÍDEO

Mãe com filhos autistas é impedida de sair de atacadista após ser acusada de não pagar
Uma mulher de 39 anos afirmou ter sido impedida de sair de um mercado atacadista em Praia Grande, no litoral de São Paulo, após pagar as compras via Pix. Ao g1, a dona de casa Amanda de Sousa Gomes contou que os funcionários alegaram que a transação não constava no sistema. Ela explicou que os dois filhos, de 3 e 20 anos, são diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e tiveram crises enquanto eram mantidos no local por aproximadamente duas horas.

Por meio de nota, o Atacadão disse que houve “uma instabilidade sistêmica nacional no serviço de Pix” que impediu a conclusão da compra. O estabelecimento lamentou o transtorno e reforçou o compromisso com o respeito ao consumidor (veja o posicionamento completo mais abaixo). ✅
O caso aconteceu no dia 13 de julho, mas só foi registrado como calúnia no 2° Distrito Policial (DP) da cidade na segunda-feira (20).

Nas imagens, enviadas por Amanda ao g1, é possível ver o comprovante da transferência via Pix e o monitor do caixa mostrando que a compra havia sido finalizada. “Eu quero que outras mães não passem por isso. Que outras pessoas não necessitem passar esse vexame, calúnia e vergonha, igual eu passei sendo acusada de roubo e em cárcere.

Fiquei das 21h30 até 23h35, sem que eles permitissem que eu saísse”, lamentou Amanda. Acusação
Mãe com filhos autistas foi cercada por seguranças em mercado atacadista em Praia Grande, SP
Arquivo Pessoal
Amanda explicou que chegou ao mercado com os filhos por volta das 19h30. Duas horas depois, ela apresentou a Carteira de Identificação da Pessoa com Espectro Autista (Ciptea) para ter atendimento prioritário no caixa, conforme está previsto na Lei 10.048/2000.

Um funcionário abriu um caixa para atender a mulher, que contou ter dividido as compras em dois pagamentos via Pix, sendo que o primeiro, de R$ 234,46, foi concluído normalmente. Já no segundo, de R$ 186,01, houve um erro de impressão na nota, mas o valor foi debitado da conta bancária e o monitor do computador apontou que a compra havia sido concluída. A mulher acrescentou que, mesmo com o comprovante, foi informada pelos funcionários do mercado de que a transação não constava no sistema e que ela não poderia deixar o local até o valor ser estornado.

Amanda disse que imediatamente ligou para a central de atendimento do banco, que afirmou que a compra havia sido concluída e a quantia não voltaria para a conta. “O gerente já tinha dado a ordem que era para me segurar lá. E, se eu tentasse sair, era para me impedir.

Tanto que, pode ver, segundo as fotos, os seguranças ficavam em volta de mim e dos meus filhos”, destacou Amanda. Polícia acionada
Mãe com filhos autistas é impedida de sair de atacadista após ser acusada de não pagar compra
Arquivo Pessoal
Às 22h22, Amanda acionou a Polícia Militar pelo telefone 190 e foi orientada a ir embora para registrar um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima. “O meu filho correu e se escondeu atrás de um balcão porque uma moça começou a gritar: ‘Você não vai sair, você não pagou'”, lembrou ela.

A mulher disse que só conseguiu ir embora às 23h35, quando o pai da filha mais nova e um vizinho foram ajudá-la a resolver a situação no mercado. Amanda contou que, mesmo na presença dos dois, os seguranças disseram que a seguiriam até em casa, caso ela saísse com os produtos. Ela afirmou que, durante as duas horas, permaneceu retida contra a própria vontade, sofrendo constrangimento e humilhação na presença de outros clientes.

Ela destacou que os filhos entraram em crise emocional, sem que houvesse qualquer auxílio por parte da gerência. Nas imagens, apenas um funcionário do caixa aparece ajudando a mulher a acalmar os filhos. “Se eu tivesse todo o dinheiro do mundo, eu pagaria para os meus filhos não passarem por isso e eu não tenho a necessidade de ficar com R$ 186.

Eu me coloquei a todo momento à disposição”, finalizou Amanda. O g1 entrou em contato com a PM, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que a vítima foi orientada quanto ao prazo decadencial de seis meses para representação criminal.

Veja abaixo a íntegra do posicionamento do mercado atacadista:
“O Atacadão esclarece que, na noite de 13 de julho, a cliente foi prontamente atendida e direcionada a um caixa de atendimento ágil na unidade. No momento do pagamento, uma instabilidade sistêmica nacional no serviço de PIX deixou a transação pendente e impediu a conclusão da compra. A equipe da loja explicou a falha no sistema e informou que o estorno seria realizado automaticamente.

Mesmo assim, a cliente acionou a Polícia Militar e deixou o local com as mercadorias antes da chegada da viatura. A gerência da unidade recebeu os policiais e prestou todos os esclarecimentos sobre os fatos. A rede lamenta o transtorno causado pela indisponibilidade no sistema de pagamentos e reforça seu compromisso com o respeito ao consumidor e a transparência”.

VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

Fonte: G1 Nacional

Ministério Público acusa empresário de homicídio culposo na morte de nutricionista e requer indenização superior a R$ 100 mil

Imagens registram colisão que vitimou nutricionista de 25 anos em São Paulo, resultando na prisão do motorista.

O MP de São Paulo formalizou denúncia contra Murilo Rabello Abite, 26 anos, acusando-o de homicídio culposo e lesão corporal culposa. O veículo que ele conduzia, em estado de embriaguez, transportava Daniella Ferraz Rooth, nutricionista de 25 anos, que veio a falecer após a colisão contra um poste em Guarujá, na região litorânea de São Paulo; o carro ocupava oito ocupantes.

O incidente foi registrado no bairro Pitangueiras. Conforme informou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, os demais passageiros sofreram apenas lesões leves, embora a apuração revelasse que somente quatro ocupantes compareceram à delegacia.

A Polícia Civil continua nas investigações para localizar os demais ocupantes do veículo.

Ele foi detido em flagrante por recusar o teste de respiração e ter a embriaguez constatada por perícia realizada no IML; na segunda‑feira (20), a Justiça de Guarujá concedeu-lhe liberdade provisória após o pagamento de fiança.

Na sequência, a Promotoria de Guarujá formalizou a denúncia contra Murilo por homicídio culposo e lesões ao outra passageira. O MP-SP destacou que o fato ocorreu em decorrência da influência do álcool e do comprometimento psicomotor do jovem. Murilo Abite, de 26 anos, motorista que ficou preso por homicídio culposo após colidir o veículo sob efeito de álcool e causar a morte de Daniella Ferraz Rooth, de 25 anos, obteve a liberdade provisória.

Material pessoal, reprodução e divulgação nas redes sociais.

O MP-SP afirmou que Murilo agiu de maneira imprudente e negligente ao conduzir o veículo alcoolizado e ao autorizar que os ocupantes do banco traseiro circulem sem cinto de segurança.

Os promotores requerem a condenação de Murilo por lesão corporal e homicídio culposo, bem como a fixação de indenização mínima de R$ 100 mil aos herdeiros de Daniella. Para a passageira ferida, solicitaram reparação equivalente a, no mínimo, três salários mínimos, cerca de R$ 4,8 mil.

A denúncia ainda não foi recebida pela Justiça, o que impede que Murilo seja formalmente enquadrado como réu no presente inquérito. A defesa, representada pelo advogado Marco Magalhães, informou que o jovem ainda não recebeu citação formal e que a acusação está sob análise, com manifestação prevista posteriormente nos autos.

O motorista responsável pela morte da nutricionista Daniella Ferraz Rooth, de 25 anos, foi liberado em audiência de custódia.

Material pessoal e reprodução.

Liberdade concedida.

Na audiência de custódia, Murilo obteve liberdade provisória após pagar fiança de R$ 8.105, correspondente a cinco salários mínimos.

A Justiça ainda determinou a adoção das seguintes medidas cautelares: comparecimento bimestral ao juízo para prestar contas e justificar suas atividades; impedimento de sair da comarca ou mudar de endereço sem autorização prévia; e suspensão da habilitação para conduzir veículo automotivo. (VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos)

Fonte: G1 Nacional

Imóvel de luxo na Riviera de São Lourenço, avaliado em R$ 2 milhões, torna‑se palco de decisão do “tribunal do crime” do PCC

Uma casa de alto padrão localizada na Riviera de São Lourenço, em Bertioga (SP), tornou‑se centro de uma disputa que, segundo o Ministério Público de São Paulo (MP‑SP), não foi resolvida pelo Judiciário, mas sim por um “tribunal do crime” ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). O imóvel, avaliado em R$ 2 milhões, situa‑se em um bairro com seguranças e mansões de celebridades. Foto da casa: Reprodução/Foto da praia: Rose Braga

A negociação da casa foi apontada como um dos principais episódios que aproximaram empresários investigados por lavagem de dinheiro de integrantes da facção criminosa, além de ter contribuído para embasar a Operação Janus, deflagrada na terça‑feira (21). Ao menos 13 investigados foram presos. ✅

Rose Braga, corretora de imóveis há 20 anos na Riviera de São Lourenço e sem vínculo com a casa em questão, explicou que, embora o local seja confundido com condomínio de luxo, trata‑se de um bairro aberto e 100% planejado, situado a cerca de 120 km da capital paulista. “Apesar dos dois portais e do rigoroso sistema de segurança e conservação, não é um condomínio fechado, mas sim um loteamento urbano integrado à cidade. Isso significa que qualquer um pode transitar nas ruas e praças sem restrições, e por lei também pode usar a praia”, explicou Rose.

Riviera de São Lourenço
Riviera de São Lourenço
De acordo com a corretora, a Riviera de São Lourenço tem casas e apartamentos luxuosos, que podem chegar a R$ 60 milhões. Ela destacou que os valores dependem da localização e da distância da praia. Ainda segundo Rose, dezenas de celebridades são donas de imóveis no bairro, como a apresentadora Eliana e o influenciador Léo Picon, além de cantores como Daniel, MC Gui e Luciano, da dupla com Zezé Di Camargo.

Anteriormente, o g1 noticiou que a influenciadora Deolane Bezerra comprou uma luxuosa mansão avaliada em mais de R$ 15 milhões na região. O bairro também foi palco da prisão de MC Ryan SP durante a Operação Narco Fluxo, que também prendeu o MC Poze do Rodo no Rio de Janeiro. Influenciadora Deolane Bezerra mostra casa de praia milionária no litoral de SP

Como é o bairro?

A corretora explicou que o projeto começou a ser construído em 1979, pela Sobloco Construtora S.A. Rose acrescentou que a ideia era unir infraestrutura de alto padrão e segurança com preservação ambiental. Por isso, o bairro tem limites de construções e ocupação.

O bairro está situado no quilômetro 212 da Rodovia Rio‑Santos e tem uma área total de 8.849.164,64 m². Conforme divulgado no site oficial da Riviera de São Lourenço, aproximadamente 60% do projeto já foi implantado, com a seguinte infraestrutura:
🎒Escolas
🛍️Shopping
🍽️Restaurantes
🛎️Flats e hotéis
🛒Hipermercado
🎾Complexo tenístico
🏇Clube hípico e de golfe
🏠12 mil unidades habitacionais
💳Centro comercial e de serviços
⛽Postos de abastecimento e serviços
🏥Atendimento médico e odontológico
Riviera de São Lourenço
Arquivo Sobloco Construtora
Além disso, a Riviera de São Lourenço tem a própria infraestrutura de saneamento básico, como sistemas de captação, tratamento e distribuição de água e coleta e tratamento de esgotos. O bairro também mantém, há mais de 20 anos, uma política ambiental, certificada pela Norma ISO 14001.

“É considerada de luxo por ser a praia mais limpa e tranquila do litoral, por ser um bairro 100% planejado com infraestrutura própria e integrada à natureza e por ter a certificação ISO 14001, por ter seu próprio tratamento de água e esgoto, gerador de energia e segurança 24 horas”, destacou Rose. Operação Janus
Operação do MP de São Paulo mira rede de financiamento do PCC
A polícia já prendeu 11 pessoas e outros dois investigados já estavam presos. Até a última atualização desta reportagem, cinco seguem foragidos, entre eles Leonardo Meirelles, que já era considerado procurado em outras operações.

Segundo o MP, o empresário Cléber Azevedo dos Santos, um dos principais investigados, teria recorrido voluntariamente ao mecanismo paralelo de resolução de conflitos do PCC para tentar solucionar um impasse envolvendo a venda da residência, localizada na Riviera de São Lourenço. De acordo com a investigação, Cléber Azevedo dos Santos, apontado como vendedor do imóvel, e Marcelo de Morais Oliveira, identificado como comprador, passaram a disputar o pagamento de R$ 2 milhões relacionados à venda da casa. A partir da análise de celulares apreendidos, o Ministério Público concluiu que o conflito extrapolou a esfera comercial e passou a ser tratado por integrantes do PCC.

Cléber e Marcelo estão entre os investigados que tiveram a prisão preventiva decretada na Operação Janus. Marcelo de Morais Oliveira é um dos detidos da Operação Janus e está envolvido no imbróglio do PCC por casa na Riviera de São Lourenço, no litoral de São Paulo. Reprodução/TV Globo
As apurações indicam que Cléber contou com o auxílio de Antonio Carlos Ubaldo Júnior e Marlon Antonio Fontana — ambos também alvos de prisão preventiva e denunciados anteriormente na Operação Bazaar — para se aproximar de integrantes da facção.

Entre eles estava Leonardo Monteiro Moja, conhecido como Léo do Moinho, apontado pelo MP como um dos chefes do PCC e que também teve a prisão decretada na operação. Segundo a investigação, foi a partir dessa aproximação que a disputa pela casa acabou submetida ao “tribunal do crime”. Alvos da operação
Entre os personagens envolvidos diretamente na disputa pela casa, tiveram a prisão preventiva decretada Cléber Azevedo dos Santos, Antonio Carlos Ubaldo Júnior, Marlon Antonio Fontana, Leonardo Monteiro Moja, André de Souza Haddad, Antonio Carlos Sampaio, Alexandre Viriato da Silva, Danillo Vinicius da Silva Rosário e Marcelo de Morais Oliveira.

Segundo o Ministério Público, eles participaram, em diferentes momentos, das negociações, da intermediação com integrantes do PCC ou do chamado “tribunal do crime” que teria analisado o conflito envolvendo o imóvel da Riviera. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

Fonte: G1 Nacional

Ecstasy, cabo de madeira, roupa de cama molhada: o que foi achado no caso do sargento suspeito de matar a esposa capitã

Capitã da PM morta em BH: o que a investigação descobriu até agora
Comprimidos de ecstasy jogados fora, um cabo de madeira quebrado e roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar estão entre os elementos que chamaram a atenção da polícia após a prisão do sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira, investigado por suspeita de feminicídio da esposa, a capitã também da PM Michele Leão Azevedo. O sargento foi preso na noite desta segunda-feira (21), após levar a vítima morta ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte. O homem foi flagrado pela polícia descartando comprimidos de ecstasy em uma lixeira da unidade de saúde e disse que ele e a mulher haviam consumido droga no dia anterior (leia a versão dele mais abaixo).


O sargento chegou ao hospital com o corpo da mulher por volta das 21h35. Ela tinha múltiplas lesões, incluindo traumatismo craniano, ferimentos nas pernas, hematomas, marcas lineares compatíveis com chicotadas e um corte de grandes proporções na região frontal da cabeça. A equipe médica estimou que a morte da capitã tenha ocorrido entre quatro e seis horas antes da chegada da vítima à unidade de saúde.

Esta reportagem aborda os pontos abaixo:
Droga jogada em lixeira
Roupas de cama lavadas e cabo de madeira quebrado
A versão do suspeito
Histórico de violência
Expulso da PM
Droga jogada em lixeira
Diante dos indícios de violência, a PM foi acionada. Enquanto aguardava no hospital, o sargento pediu para usar o banheiro, momento em que foi visto jogando uma pequena caixa metálica no lixo. Dentro do recipiente, os policiais encontraram comprimidos com características semelhantes às do ecstasy.

O material foi apreendido e será submetido à perícia. Roupas de cama lavadas e cabo de madeira quebrado
Na perícia realizada no apartamento do casal, os policiais verificaram que as roupas de cama haviam sido retiradas. Elas estavam limpas e molhadas na máquina de lavar.

Os peritos também localizaram, em um lixo externo próximo à saída de emergência, um cabo de madeira quebrado que pode ter sido utilizado para agredir a vítima. O bastão foi apreendido. Polícia investiga morte de capitã da PM
A versão do suspeito
Em depoimento à polícia, Eduardo Abner Pereira de Oliveira disse que, na noite anterior, o casal promoveu uma confraternização em casa e consumiu bebidas alcoólicas e ecstasy.

O militar afirmou que, depois da saída dos convidados, os dois mantiveram relações sexuais consensuais com práticas de dominação e agressões físicas. Ainda conforme o suspeito, por volta das 12h, Michele teria caído da escada da residência, sofrendo um corte na cabeça e outros ferimentos. Eduardo falou que prestou os primeiros socorros, deu banho na esposa, estancou o sangramento e a colocou para descansar.

Segundo a versão dele, ela recusou atendimento médico porque estaria constrangida devido ao consumo de drogas. O sargento afirmou que ambos dormiram à tarde e que, ao acordar, por volta das 21h, percebeu que Michele não respondia aos estímulos. Em seguida, decidiu levá-la ao hospital.

O circuito interno do prédio onde o casal morava registrou o momento em que o sargento carregou o corpo da vítima nos ombros até a garagem do edifício e o colocou dentro do carro (
Em nota, a defesa de Eduardo informou que acompanha as investigações e afirmou ser necessário aguardar a conclusão dos laudos periciais antes de qualquer julgamento. Os advogados disseram confiar no devido processo legal, na imparcialidade das investigações e afirmaram que vão se manifestar no momento oportuno, preservando o direito de defesa e o sigilo do procedimento. Vídeo mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carro antes de ir ao hospital
Histórico de violência
O suspeito tinha registros de violência contra mulher em 2014 e 2016, segundo a polícia.

O g1 teve acesso a dois boletins de ocorrência registrados em 2016 por uma ex-companheira do militar. Em um registro de março, ela denunciou ter sido puxada pelos cabelos, arrastada até a rua, jogada no chão e atingida com um soco no rosto. Já em setembro daquele ano, a mesma vítima procurou a polícia para denunciar o descumprimento de uma medida protetiva concedida pela Justiça.

Soco no rosto, arrastada pelo cabelo: veja histórico de agressão e ameaças relatadas por ex de sargento preso por morte de capitã
Histórico de violência e embriaguez ao volante: quem é Eduardo Abner, sargento preso suspeito de matar capitã da PM em BH
Quem era a capitã da PM morta em BH; marido, sargento Eduardo Oliveira é o principal suspeito
Sargento suspeito de matar capitã da PM já tinha sido expulso da corporação
Expulso da PM
Eduardo Abner Pereira de Oliveira já foi exonerado da Polícia Militar de MG por ter omitido a informação de que havia sido apreendido na adolescência por porte ilegal de arma de fogo. Em 2015, ele foi readmitido na corporação por decisão da Justiça.

De acordo com o acórdão do julgamento do caso, realizado em 2014 pela 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Eduardo Abner omitiu, ao preencher o formulário de ingresso na PM, o fato de ter sido apreendido e respondido a processos por prática de atos infracionais. Ele chegou a cumprir medida de prestação de serviço à comunidade por seis meses. A omissão levou à exoneração do policial, que acionou a Justiça.

Uma decisão de primeira instância anulou o ato, e o estado de Minas Gerais recorreu. No entanto, o TJMG negou o pedido e determinou a reintegração de Eduardo Abner aos quadros da Polícia Militar. A Corte ainda obrigou o estado a pagar ao policial a remuneração referente ao período de afastamento.

Capitã da PMMG Michele Leão Azevedo e o marido dela, sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, principal suspeito do crime. Redes sociais
Vídeos mais vistos no g1 Minas:

Fonte: G1 Nacional

Justiça mantém prisão de cinco acusados de tentativa de homicídio e vínculo com organização criminosa em Alhandra

A Justiça manteve, nesta terça‑feira (21), a prisão dos cinco acusados, detidos pela Polícia Civil por tentativa de homicídio e participação em organização criminosa, em Alhandra, na Grande João Pessoa. A decisão foi tomada após a audiência de custódia.

✅ Com a decisão, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva e os cinco suspeitos foram determinados a serem encaminhados a uma unidade prisional em João Pessoa; ainda não foi informado para qual presídio eles serão transferidos.

Segundo a Polícia Civil, os mandados de prisão foram cumpridos em uma operação coordenada pelo Núcleo de Homicídios, com apoio da Delegacia de Caaporã. Além das detenções, foram executados três mandados de busca e, durante as diligências, outra pessoa foi presa por porte de drogas.

Ao todo, cinco pessoas foram presas nesta ação. A Polícia Civil informou a apreensão de uma quantidade considerável de entorpecentes, porém a arma que os investigadores procuravam não foi localizada.

Atualmente, os vídeos mais assistidos da Paraíba

Fonte: G1 PB

Operação da PM em Varadouro, Ilha do Bispo e Distrito Mecânico resulta em duas prisões, apreensão de menor e revólver calibre 38 retirado de circulação

A Polícia Militar da Paraíba realizou operação nos bairros do Varadouro, Ilha do Bispo e Distrito Mecânico, em João Pessoa, na noite de terça‑feira (21), em resposta à ação criminosa que terminou em troca de tiros entre policiais e suspeitos na semana anterior. Até o último update, duas pessoas foram presas e um jovem, cuja idade não foi divulgada, foi apreendido.

Quatro operações foram conduzidas na região desde a troca de tiros.

11 suspeitos foram detidos durante uma das ações, na madrugada de terça‑feira, em João Pessoa e Bayeux, municípios da Região Metropolitana. O comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela operação, tenente‑coronel Bruno, informou que a captura de um dos suspeitos ocorreu em cumprimento de mandado por homicídio. “Nós estamos com uma cumprimento de prisão realizada aqui na região, um homicida foi tirado de circulação, capturado.”

Além da apreensão de drogas, um menor foi detido por tráfico de grande quantidade de entorpecentes, e um homem foi preso carregando um revólver calibre 38, já respondendo por tráfico de drogas e homicídio, afirmou o tenente‑coronel. A operação da Polícia Militar continuou até a última atualização desta reportagem.

Outra operação resultou na prisão de onze pessoas na noite de segunda‑feira (20) e madrugada de terça‑feira (21) em João Pessoa e Bayeux.

Segundo o tenente‑coronel Bruno, as prisões em João Pessoa ocorreram nos bairros dos Novaes, Cristo, Trincheiras e no Distrito Mecânico; cinco dos detidos possuíam mandados de prisão em aberto. Em Bayeux, onde foram detidos quatro indivíduos, a Polícia Militar apreendeu uma arma que poderia ter sido usada na morte de quatro trabalhadores baianos encontrados mortos em João Pessoa em abril.

Ao todo, seis armas e um colete balístico foram apreendidos. As detenções foram realizadas pela equipe do 1º Batalhão de Polícia Militar.

Três homens suspeitos de roubar um veículo e integrar um grupo armado foram baleados após confronto com a Polícia Militar em 14 de julho.

Conforme relatado pelo capitão Mendonça, ao notar a aproximação das equipes, os ocupantes do veículo desceram e abriram fogo contra os policiais. Os três suspeitos baleados foram detidos e levados ao Hospital de Trauma de João Pessoa; a PM também recuperou o carro roubado usado pelo grupo e apreendeu um revólver e munições.

Depois do confronto, os quatro suspeitos restantes fugiram, mas a polícia prosseguiu nas buscas e localizou o grupo no bairro de Cruz das Armas. Um deles, armado com fogo e usando colete balístico, reagiu à abordagem, foi baleado e socorrido sob custódia; os demais foram presos em seguida.

Fonte: G1 PB

Fifa vai investigar briga entre jogadores após a final da Copa do Mundo

A Fifa abriu uma investigação para apurar a briga entre jogadores de Argentina e Espanha após a final da Copa do Mundo de 2026, vencida pelos espanhóis por 1 a 0 na prorrogação. As informações foram confirmadas nesta segunda-feira (20). A entidade anunciou a nomeação de um promotor disciplinar e de ética para analisar o caso, mas não informou quando a investigação será concluída.

A confusão começou logo após o apito final, que confirmou o segundo título mundial da Espanha. O gol da vitória foi marcado por Ferran Torres, já na prorrogação. Depois do fim do jogo, o meia argentino Leandro Paredes se envolveu em uma discussão com jogadores da Espanha, entre eles o zagueiro Eric García e o meio-campista Gavi.

O desentendimento rapidamente virou uma briga generalizada, com empurrões entre atletas das duas seleções. O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, entrou em campo para tentar conter os jogadores e ajudar a encerrar a confusão. A Argentina terminou a partida com um jogador a menos.

Enzo Fernández foi expulso nos acréscimos do segundo tempo após receber o segundo cartão amarelo. VÍDEOS: mais assistidos do g1

Fonte: G1 Nacional

Mulher é encontrada morta dentro de apartamento em BH

Fachada do apartamento onde a vítima foi encontrada morta
TV Globo/Reprodução
Uma mulher foi encontrada morta em um apartamento na tarde desta segunda-feira (20), no bairro Camargos, na região Oeste de Belo Horizonte. Segundo as primeiras informações da Polícia Militar, o companheiro da vítima foi visto saindo do condomínio com duas malas e é o principal suspeito. Ainda de acordo com a corporação, os vizinhos começaram a perceber que a mulher estava desaparecida desde a última quarta-feira (15).

Segundo relatos, ela teria levado o namorado no apartamento há alguns dias e ele foi visto, nesta segunda, saindo do local carregando duas malas. ✅
Os vizinhos chegaram a ir atéla porta do apartamento e perceberam um odor forte. A polícia foi acionada e encontrou o corpo da vítima debaixo de uma coberta.

Segundo a Polícia Civil, a perícia e rabecão compareceram no local e o corpo vai ser encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), para passar por perícia. Até a última atualização desta reportagem, a ocorrência se encontra em andamento. Agora no g1

Clínica de reabilitação é fechada e 4 pessoas são presas após pacientes denunciarem tortura
Homem é morto em ataque a tiros na Grande BH; polícia suspeita que crime tenha sido cometido por engano
Veja os vídeos mais vistos do g1 Minas:

Fonte: G1 Nacional

Morte de adolescente de 17 anos em parque aquático de Gramado é investigada pela Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul abriu inquérito para apurar as circunstâncias da morte de um adolescente de 17 anos, natural de Sorocaba (SP), no parque aquático Acquamotion, em Gramado. A família estava a turismo no estado. Segundo a delegada Fernanda Aranha, as informações iniciais indicam que o caso ocorreu após uma brincadeira de apneia realizada com o irmão da vítima.

A delegada explica que se tratava de ‘quem ficaria mais tempo embaixo da água’. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp
“Socorristas relatara e o próprio pai confirmou que estavam brincando disso”, afirma. Conforme a delegada, socorristas do parque chegaram a socorrer o adolescente, que foi levado ao hospital, mas não resistiu.

Funcionários do estabelecimento e socorristas foram ouvidos pela polícia. A reportagem contatou a assessoria de imprensa da Gramado Parks, que administra o Acquamotion, e aguarda posicionamento. Agora no g1
Inauguração da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Gramado e Sala das Margaridas
Neimar De Cesero/Agência RBS
VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Fonte: G1 Nacional

Motociclista é perseguido e assassinado a tiros a caminho do trabalho em Diamantino (MT)

Hebert da Silva Mendes, de 34 anos
Reprodução
Um homem identificado como Hebert da Silva Mendes, de 34 anos, foi encontrado morto às margens da rodovia MT-240, em Diamantino, a 209 km de Cuiabá, nesta segunda-feira (20). A ocorrência, que inicialmente foi comunicada como um possível acidente de trânsito envolvendo uma motocicleta, passou a ser tratada como homicídio após a constatação de que a vítima apresentava perfurações provocadas por disparos de arma de fogo. De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe da Polícia Militar foi acionada pelo telefone 190 após moradores relatarem que havia um homem caído ao lado de uma motocicleta, na lateral da rodovia, no sentido ao frigorífico JBS.

Simultaneamente, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi chamada. Segundo informações apuradas pela polícia, Hebert seguia de motocicleta para o trabalho quando foi perseguido por criminosos e morto a tiros. Os suspeitos fugiram logo após o crime e, até o momento, ninguém foi preso.


Agora no g1
Ao chegar ao local, os policiais encontraram a vítima caída no chão. A mãe da vítima já estava no local, bastante abalada, e não conseguiu fornecer informações sobre o ocorrido. Conforme a PM, antes da chegada das equipes, populares retiraram a motocicleta da pista, alterando parcialmente o cenário da ocorrência.

Durante o atendimento, o Samu constatou que a vítima apresentava lesões compatíveis com disparos de arma de fogo e confirmou a morte ainda no local. Após a confirmação do homicídio, a Polícia Militar isolou a área para preservar os vestígios remanescentes. A Polícia Civil foi acionada, assumiu a ocorrência e iniciou os procedimentos de investigação para esclarecer a autoria e a motivação do crime.

Fonte: G1 Nacional