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Cine Bangüê lotado para a estreia do documentário Anatomia do Caos, novo filme de Dandara Ferreira

O cineasta esteve presente em debate ao lado do artista plástico Flávio Tavares, dos docentes Ricardo Soares e Marcel Vieira e do publicitário Ruy Dantas, analisando os aspectos históricos, culturais, cinematográficos, comunicacionais e sociais abordados pelo documentário.

Na terça‑feira à noite (21), o Cine Bangüê, localizado no Espaço Cultural José Lins do Rêgo, sediou o lançamento do documentário Anatomia do Caos, dirigido pela cineasta Dandara Ferreira. A sessão contou com grande público e posteriormente desenvolveu um debate acerca do filme, de seus bastidores e das reflexões que propõe.

Ao concluir a exibição, Dandara esteve na roda de conversa com o artista plástico Flávio Tavares, reconhecido nas artes visuais da Paraíba; com o professor Ricardo Soares, docente de Saúde Coletiva da UFPB, coordenador do projeto Cinema & Cuidado e criador de documentários que tratam das relações entre saúde, sociedade e audiovisual; com o professor Marcel Vieira, integrante do curso de Cinema e Audiovisual da UFPB, pesquisador do CNPq e especialista em roteiro e dramaturgia do cinema brasileiro; e com o publicitário Ruy Dantas, jornalista, presidente do Sin Group e expert em comunicação estratégica. Em conjunto, eles abordaram os aspectos históricos, cinematográficos, culturais, comunicacionais e sociais presentes no documentário.

Durante o evento, o público também se manifestou, levantando dúvidas acerca da construção narrativa da obra, do papel do cinema documental na preservação da memória e dos desafios de representar um dos períodos mais marcantes da história recente do Brasil.

Dandara Ferreira atua como cineasta, diretora, roteirista e pesquisadora, sendo doutoranda em Comunicação e Imagem na Universidade de Brasília (UnB). Formada em Cinema pela FAAP, consolidou-se como uma das principais diretoras da nova geração do audiovisual brasileiro ao adaptar a trajetória de Gal Costa en projetos que transitaram diversos formatos, como a série documental O Nome Dela é Gal, exibida pela HBO, e o premiado longa Meu Nome é Gal (2023), codirigido com Lô Politi.

Sua produção privilegia o diálogo entre memória, música, cultura e identidade brasileira. Além dos documentários, dirigiu curtas‑metragens, videoclipes para artistas como Fagner, Ricky Martin e Vanessa da Mata, bem como campanhas publicitárias. Em 2025, lançou o documentário Vou Tirar Você Desse Lugar, que trata da trajetória de Odair José, ampliando sua investigação sobre personagens centrais da cultura popular brasileira.

Reconhecida pela sensibilidade de sua perspectiva e pela força narrativa de suas obras, Dandara figurou na lista da revista Forbes dos nomes de maior projeção do cinema brasileiro em 2023. Sua produção combina pesquisa, rigor histórico e linguagem cinematográfica contemporânea, consolidando‑se como uma das vozes mais relevantes do audiovisual nacional.

O post Cine Bangüê lota para lançamento de Anatomia do Caos, novo documentário de Dandara Ferreira foi publicado primeiramente em um portal de comunicação.

Fonte: PolemicaPB

Detido filho de diarista é acusado de assaltar casa e fazer família pagar R$ 46 mil em Pix em Campina Grande; VÍDEO

Detido o suspeito por manter família refém e praticar assalto em casa, em Campina Grande (PB)

Um jovem de 23 anos foi detido na quarta‑feira (22), sob suspeita de ter tomado parte no roubo a uma casa localizada no bairro das Malvinas, em Campina Grande, no Agreste paraibano. No dia 8 de julho, durante a ação, uma mulher e suas duas filhas foram mantidas como reféns por aproximadamente duas horas, sendo forçadas a efetuar transferências que totalizaram R$ 46 mil. A Polícia Civil informou que o detido é filho da diarista que prestava serviços na residência invadida.

Ele foi encontrado e preso na própria casa, situada também no bairro das Malvinas.

Segundo a investigação, ele reconheceu sua participação no delito durante o depoimento. Após a captura, foi encaminhado à Polícia Civil e responderá pelos crimes de roubo qualificado, extorsão mediante privação da liberdade das vítimas e lavagem de dinheiro.

Outro indivíduo apontado como participante do crime foi preso em João Pessoa no mesmo dia (22). Veja também o caso.

Roubo a residência no bairro das Malvinas, em Campina Grande – imagens de câmeras de segurança foram reproduzidas.

O assalto foi registrado por volta das 21h do dia 8 de julho, quando a mãe e as duas filhas chegavam ao lar. De acordo com a Polícia Civil, dois homens encapuzados já haviam invadido o imóvel e permaneciam no quintal, aguardando as vítimas.

As três mulheres ficaram reféns por cerca de duas horas e foram obrigadas a efetuar diversas transações via Pix, somando R$ 46 mil. Além disso, os autores roubaram cinco aparelhos celulares, uma caminhonete, dinheiro em espécie e outros bens da família. Em seguida, os criminosos evadiram o local utilizando a caminhonete da vítima.

O veículo foi encontrado horas depois nas imediações da casa, porém os bens subtraídos ainda não foram recuperados. No dia subsequente, 9 de julho, duas mulheres foram detidas em flagrante em Santa Rita, na Grande João Pessoa, sob suspeita de receber parte do recurso oriundo da extorsão. A investigação indica que uma das detidas retinha uma comissão, enquanto o restante dos valores foi repassado para contas bancárias indicadas pelos autores do assalto.

A Polícia Civil afirmou que as investigações seguem em andamento para localizar e apreender demais participantes do crime. Vídeos em alta no portal de vídeos.

Fonte: G1 PB

Policiais civis de Itu são denunciados pelo Gaeco por extorsão após abordarem casal com droga em carro de luxo e pedirem R$ 250 mil

Momento em que policiais civis fazem ação em casa de investigado em Itu (SP)
Reprodução
Policiais civis de Itu (SP) foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Sorocaba (SP) por práticas de extorsão, abuso de autoridade e associação criminosa. Os crimes teriam ocorrido após a abordagem de um casal de namorados que estava em um carro de luxo com uma pequena porção de droga. Os policiais teriam cobrado R$ 250 mil pela liberdade da mulher.

O caso também envolve um policial militar. As defesas dos denunciados alegam inocência dos clientes e acreditam que essa condição prevalecerá na Justiça (
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Agora no g1
A denúncia foi apresentada à Justiça em maio deste ano e o caso tramita em sigilo, em Indaiatuba, já que juízes de Itu apresentaram pedido de suspeição. 🔎 No meio jurídico, “suspeição” é o instituto que permite afastar um juiz ou outro agente público de um processo quando há indícios de parcialidade, garantindo a imparcialidade e o devido processo legal.

Ela se diferencia do impedimento por estar ligada a motivos subjetivos, como amizade, inimizade ou interesse pessoal na causa (entenda mais abaixo). O advogado Anderson Antônio Caetano também foi denunciado pelos crimes de extorsão e associação criminosa. De acordo com o MP, ele se aliou aos policiais e teria usado o computador da própria Delegacia Central de Itu para redigir um contrato fictício de honorários, com o objetivo de mascarar o que seria o valor da propina.

O caso
Um casal de namorados que estava em um veículo de luxo foi abordado pela Polícia Militar, e em seu interior foi encontrada uma pequena porção de haxixe, que teria sido assumida como sendo do motorista. Foi a partir deste momento, de acordo com a denúncia do Gaeco, que os crimes teriam começado. Primeiro, os policiais prenderam e algemaram a namorada, sem que ela tivesse praticado qualquer ato ilegal.

Depois, eles foram até a residência dela, sem ordem judicial, e apreenderam de forma clandestina o veículo da jovem. Os policiais também se dirigiram à residência dos pais do motorista, onde foi localizada mais droga. Com todos na delegacia, segundo o Gaeco, teria começado a extorsão, quando os policiais civis passaram a cobrar R$ 250 mil pela liberdade da vítima e também pela liberação dos veículos.

Foi neste momento que entrou em cena o advogado Anderson Antônio Caetano. Na delegacia, a pedido dos policiais, ele teria usado um computador funcional da própria Polícia Civil para redigir um contrato fictício de honorários advocatícios no valor de R$ 250 mil, dos quais R$ 50 mil deveriam ser pagos de imediato via PIX. Segundo o Gaeco, o pagamento só não se confirmou porque um policial civil de outra comarca, noivo da advogada legítima da família, percebeu que algo errado estava ocorrendo.

Ele acionou outros policiais, e sua ação forçou os investigados a formalizarem apenas o flagrante do motorista pela droga e a liberação da namorada.

Ex-UFC Cláudio Ribeiro é preso em flagrante suspeito de agredir a esposa em Várzea Paulista
Homem é preso em Votorantim suspeito de invadir casa, estuprar moradora e ameaçá-la com faca
O que dizem os envolvidos
A defesa do policial civil Cirineu Yasuda Alves de Lima informou, em nota, que o processo tramita em segredo de Justiça, o que limita, neste primeiro momento, a divulgação de informações sobre o caso. Segundo a defesa, o cliente comprovará sua inocência ao longo da instrução processual, ocasião em que o contraditório e a ampla defesa deverão ser assegurados, diferentemente do que teria ocorrido na investigação preliminar conduzida pelo Gaeco, classificada pelos advogados como inconsistente.

A defesa do advogado Anderson Antônio Caetano afirmou que, pelo fato de o processo estar em segredo de Justiça, “só tem a declarar que a denúncia ofertada é totalmente fantasiosa, fundamentada numa manipulação severa de provas inexistentes, onde o direito da ampla defesa e do contraditório comprovará que nenhum crime foi cometido, e que a narrativa que a fundamentou é de cunho estritamente calunioso, onde o caráter e a moral do meu cliente está sendo violada injustamente. Mas o resultado comprovará que ele é inocente”. Já a defesa do policial civil Francisco Diogo Neto também se manifestou: “Nosso cliente foi formalmente cientificado do processo.

No momento, aguardamos o acesso integral aos autos e estamos certos de que sua inocência será devidamente demonstrada no decorrer da instrução processual”. A defesa do policial civil Cristian Antunes de Calvilho disse que ele se “declara inocente e irá demonstrar em juízo a verdade dos fatos”. O que é suspeição?

No meio jurídico, “suspeição” é o instituto que permite afastar um juiz ou outro agente público de um processo quando há indícios de parcialidade, garantindo a imparcialidade e o devido processo legal. Ela se diferencia do impedimento por estar ligada a motivos subjetivos, como amizade, inimizade ou interesse pessoal na causa. Sobre essa questão, o TJSP disse, em nota, que o caso tramita em segredo de Justiça.

Já a SSP informou que os fatos foram investigados pela Corregedoria da Polícia Civil e que o inquérito acabou arquivado pela Justiça. A nota afirma ainda que a Polícia Civil reafirma seu compromisso com a legalidade e a rigorosa apuração de eventuais desvios de conduta de seus integrantes, e que está à disposição do Ministério Público para colaborar com as investigações conduzidas pelo Gaeco. Em nota, o Ministério Público disse que o conteúdo integral do processo, que tramita sob segredo de Justiça, foi vazado e amplamente divulgado nas redes sociais, e pediu a apuração do caso.

Um policial militar também teria participação no caso, mas, em função do cargo, o processo tramita na Justiça Militar. Initial plugin text
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Fonte: G1 Nacional

'Meu marido sofreu', diz viúva de motorista de aplicativo morto por adolescentes durante corrida em SP

O motorista de aplicativo José Edson da Silva, de 43 anos, morreu após sair para fazer corrida em Ribeirão Preto, SP
Arquivo pessoal
A certidão de óbito do motorista de aplicativo José Edson da Silva aponta traumatismo craniano como causa da morte. A vítima, de 43 anos, foi morta por três adolescentes, de 13, 14 e 16 anos, em um assalto durante uma corrida em Ribeirão Preto (SP) na última semana. Em depoimento à polícia, os três alegaram que José Edson foi sufocado com um mata-leão e jogado no Rio Pardo.

O assassinato aconteceu para que eles ficassem com o carro da vítima. O documento com a causa da morte só aumenta o sofrimento da família, segundo a viúva de José Edson. “Eles falaram para o delegado que foi esganadura, sufocamento.

Aquilo [traumatismo craniano], para mim, foi uma surpresa. No meu pensamento, meu marido sofreu. Além de sufocar, ainda bateram nele (…) Que maldade, que crianças ruins, que seres humanos são esses, eu fico me perguntando”, diz a auxiliar de cozinha Cristiane Ferreira dos Santos.

Antes de ser encontrado morto no Rio Pardo na última sexta-feira (17), José Edson ficou desaparecido por três dias. Segundo a investigação, os adolescentes chamaram uma corrida por um aplicativo de transporte e embarcaram no bairro Salgado Filho, Zona Norte de Ribeirão Preto (SP), na terça-feira (14). Eles contaram que um deles deu uma mata-leão na vítima.

A Polícia Civil ainda suspeita que José Edson tenha sido jogado vivo no rio. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) ainda não ficou pronto. “Isso me faz muito mal de pensar, porque sei que ele é uma pessoa que não é de fazer mal a ninguém.

Ele só estava trabalhando, batalhando o pão dele. Foi uma barbaridade o que fizeram com ele.”

Fonte: G1 Nacional

Homem morre e dupla é presa em flagrante por tráfico de drogas em operação na Bahia

Homem morre e dupla é presa em flagrante por tráfico de drogas em operação na Bahia
Ascom/PC-BA
Um homem de 25 anos morreu e uma dupla foi presa em flagrante por tráfico de drogas, nesta quarta-feira (22), durante uma operação deflagrada em Itacaré, destino turístico no sul da Bahia. Segundo a Polícia Civil (PC), a ação tinha como objetivo cumprir seis mandados de busca e apreensão, para combater Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) e intensificar o enfrentamento às organizações criminosas na região. Durante a ação, conforme a corporação, o suspeito que morreu teria atirado contra policiais, iniciando um confronto.

Rian de Oliveira Vieira chegou a ser socorrido após ser atingido, mas não resistiu aos ferimentos. 📲
Já os presos, um homem de 30 anos e uma mulher de 41, foram pegos com porções de drogas no decorrer do cumprimento dos mandados. Agora no g1
A polícia não divulgou os nomes da dupla e nem dos demais suspeitos investigados pela “Operação Vita”, como foi batizada a ação.

Ao longo do dia, foram apreendidas porções de cocaína, maconha e crack, além de uma arma, munições, rádios comunicadores e celulares. Homem morre e dupla é presa em flagrante por tráfico de drogas em operação na Bahia
Ascom/PC-BA

Clínicas e consultórios odontológicos são interditados após irregularidades sanitárias em Salvador
Mais de 30 pacientes são resgatados de clínica de reabilitação na Bahia; local é investigado por tortura
Seis pessoas são presas suspeitas de agiotagem e extorsão durante operação policial em cidades da Bahia
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Fonte: G1 Nacional

Caso Oliver: Duas semanas depois de ser morto espancado pelo pai, menino de 3 anos é sepultado; mãe presa compareceu na despedida

MP aciona Interpol para saber histórico do missionário dos EUA preso por espancar filho no
O corpo de Oliver Golden Grayson, de três anos, foi sepultado nesta quarta-feira (22) em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A despedida ocorreu em uma cerimônia fechada no Cemitério Nossa Senhora da Conceição e reuniu apenas 10 pessoas. Oliver morreu em 8 de julho após ser agredido dentro de casa.

De acordo com a investigação, o pai confessou ter batido no menino porque a criança não lhe deu “bom dia”. Ele está preso preventivamente. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp
Também presa preventivamente desde 9 de julho, a mãe do menino, Mayana Rodgers, acompanhou o enterro sob escolta após autorização da Justiça.

Ela permaneceu cerca de 20 minutos no local antes de retornar ao presídio. A Polícia Civil apura a conduta da mãe para esclarecer se houve omissão diante das agressões ou eventual participação nos episódios de violência. A defesa de Mayana informou que pretende protocolar um pedido de habeas corpus para tentar reverter a prisão preventiva.

Segundo a advogada Isabel Cochlar, a decisão permitiu que a mulher pudesse se despedir do filho. “Ela pôde efetivamente se despedir com dignidade do filho dela”, afirma Cochlar. Já o pai da criança, D’Andre Grayson, não teve autorização para participar da cerimônia.

Conforme a decisão judicial, a presença dele poderia representar riscos à integridade física do próprio investigado, dos agentes responsáveis pela escolta e das demais pessoas presentes. Em nota, os advogados Ismael Schmitt e Jader Santos, que representam D’Andre, afirmaram que a defesa “respeita e compreende os fundamentos utilizados pelo Magistrado”. O texto também diz que os defensores recebem com alívio a decisão que permitirá o reencontro da mãe com as crianças, que foram levados para um abrigo.

A despedida foi organizada pela prefeitura do município. Por que a demora para o sepultamento? Sepultamento de Oliver Golden Grayson, de três anos; lápide ainda não estava com nome gravado
Arquivo pessoal; Reprodução/ RBS TV
O sepultamento de Oliver aconteceu apenas duas semanas após a morte porque o corpo ainda dependia de reconhecimento formal pela mãe, Mayanna Rodgers, que está presa.

Apenas na última sexta-feira (17) a Justiça determinou que a Mayanna fosse escoltada para fora da prisão para reconhecer o corpo do filho. O deslocamento de Mayanna da Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba ao DML foi autorizado após o Ministério Público do estado (MPRS) informar ao Judiciário que todas as perícias necessárias já foram concluídas, não havendo mais impedimentos legais para a entrega do corpo à família. O corpo da criança foi reconhecido no Departamento Médico Legal (DML).

A família se enquadra em critérios de vulnerabilidade necessários para que ocorresse um “velório social”, previsto pela administração municipal. A defesa de Mayanna informou que o DML realizou o reconhecimento de Oliver por meio da papiloscopia, método que identifica indivíduos por meio das impressões digitais, palmares ou plantares. Anteriormente, a direção do presídio onde ela estava havia negado a liberação extraordinária da detenta, sob o argumento de que a grande repercussão do caso gerava riscos à integridade física dela e dos agentes de escolta.

Na ocasião, a defesa de Mayanna criticou a medida, classificando-a como uma “punição antecipada”. Investigação
Missionário norte-americano D’andre Jermaine Grayson e sua esposa, Mayanna Angelina Rodgers, presos preventivamente
Reprodução/Redes sociais
Até a publicação desta reportagem, onze testemunhas foram ouvidas pela polícia. De acordo com a delegada Luana Tamiozzo Medeiros, substituta na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) e responsável pela investigação, o homem relatou ter desferido socos no peito e no abdômen da criança, além de ter batido a cabeça do menino contra o chão.

O crime aconteceu no distrito de Águas Claras, onde a família mora. A previsão de conclusão do inquérito é para agosto. A delegada Luana Medeiros, responsável pela investigação, afirmou que os pais orientavam os filhos a esconder os machucados.

De acordo com a polícia, as crianças usariam roupas compridas e seriam instruídas a inventar histórias para justificar as marcas pelo corpo. A Polícia Civil também analisou a estrutura da residência da família. O local é uma casa de madeira pequena, sem portas, onde a divisão dos cômodos era feita apenas por panos.

A investigação apura a conduta da mãe e avalia, por meio de perícias psíquicas que ainda serão realizadas com as crianças, se ela foi omissa em relação à morte e às agressões ou se também praticava as torturas. Em um inquérito separado, a Polícia Civil investiga indícios de que Mayanna sofria violência física e psicológica do marido. As polícias civis de Santa Catarina e de São Paulo enviaram cópias de ocorrências que apontam indícios de maus-tratos cometidos pela família nesses estados entre 2024 e 2025.

A Polícia Federal (PF) e a Interpol também foram acionadas para verificar os antecedentes dos estrangeiros e a situação legal da família no Brasil. A polícia investiga possíveis falhas na rede de proteção de Viamão, onde a família morava, para esclarecer quais medidas foram adotadas diante dos sinais de maus-tratos.

Pastor evangélico recebeu família
MP aciona Interpol para saber histórico
Missionário era suspeito de maus-tratos em três estados
Mãe também é presa; polícia investiga omissão
Órgãos de menino são doados
Morre menino espancado por não dar ‘bom dia’ ao pai
‘O Estado falhou’, admite prefeito de Viamão sobre missionário preso por espancar filho
Família era acompanhada há oito meses pelo Conselho Tutelar
Missionário dos EUA confessa ter espancado o filho
O que diz a defesa de D’Andre
“A defesa de D’Andre Grayson, informa que foi intimada da r. decisão judicial que indeferiu a participação do investigado no funeral de seu filho Oliver. Que respeita e compreende os fundamentos utilizados pelo Magistrado que decidiu pelo indeferimento, ante aos riscos de segurança que envolvem participação do Sr D’Andre.

Bem como, recebe com alívio a decisão que permitiu o reencontro da mãe com os 4 filhos nesse momento de consternação. Destaca ainda, que aguarda o fim das investigações para que possa exercer a defesa com plenitude através do contraditório. Por fim, defesa reafirma que seguirá atuando com serenidade técnica, firmeza e absoluto compromisso com os direitos fundamentais de seu cliente.

Ismael Schmitt / Jader Santos”
O que diz a defesa de Mayanna
“A defesa de Mayanna Angelina Rodgers está colaborando com as autoridades, permanecendo a disposição da justiça para esclarecimentos dos fatos. Consigna que a constituinte é vítima e se encontrava em estado de grave vulnerabilidade no contexto de violência doméstica, física, emocional e espiritualmente, circunstâncias estas que merecem apuração cuidadosa e técnica, sem qualquer julgamento antecipado. A defesa confia no devido processo legal, contraditório e ampla defesa, nos termos da Constituição Federal, reafirmando que apenas a ampla instrução processual permitirá a correta apuração dos fatos.

Por respeito a memória da criança e ao sigilo das investigações não serão fornecidas outras informações. Isabel Cochlar – OAB/RS 71.415
Juliana Braun Martins OAB/RS 103.017
André von Berg – OAB/RS 44.063″
Oliver Golden Grayson tinha 3 anos
Arquivo pessoal
VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Fonte: G1 Nacional

Idoso de 63 anos é preso pela Polícia Civil do Cariri paraibano sob acusação de estupro de vulnerável

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Monteiro, realizou nesta quarta‑feira (22) a prisão preventiva de um homem de 63 anos, suspeito de ter praticado estupro de vulnerável.

Segundo a corporação, o homem foi encontrado escondido na área rural de São Sebastião do Umbuzeiro, após buscas conduzidas pelas equipes da DEAM de Monteiro.

As apurações indicam que o delito teria sido cometido em 2024, em Monteiro, região do Cariri paraibano, com vítima sendo uma menina de oito anos na época.

Com o cumprimento do mandado, o suspeito foi levado à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil ressalta seu compromisso firme no combate a crimes contra crianças e adolescentes e destaca a necessidade de a população colaborar por meio de denúncias anônimas nos canais oficiais da instituição.

As investigações do caso permanecem sob a responsabilidade da DEAM de Monteiro.

OPIPOCO

O post Idoso investigado por estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil no Cariri paraibano.

Fonte: Opipoco

Polícia Civil da Paraíba deflagra operação contra suspeitos de furtar e receptar hidrômetros em João Pessoa

Na manhã de quarta‑feira, 22, a Polícia Civil da Paraíba iniciou uma ação para apurar a participação de uma quadrilha acusada de furtos e receptação de hidrômetros em João Pessoa.

A operação é coordenada pela Delegacia de Roubos e Furtos da Capital (DRF‑JP), que está cumprindo mandados judiciais vinculados ao caso. Até o presente momento, a instituição não revelou o número de mandados que serão executados nem detalhou quem são os alvos.

A ação ocorre algumas semanas depois que a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) apontou um salto acentuado nos roubos de hidrômetros na região metropolitana de João Pessoa. No último mês de junho, 268 unidades foram furtadas, representando o maior total mensal desde que a companhia começou a contabilizar os casos em 2024.

Segundo os registros da Cagepa, os furtos subiram consideravelmente em relação a maio, quando 64 hidrômetros foram levados. Ao longo deste ano, foram contabilizados 84 casos em janeiro, 78 em fevereiro, 57 em março, 80 em abril, 64 em maio e 268 em junho.

A empresa informa que o principal motivo dos crimes é a extração do cobre contido nos hidrômetros para posterior revenda. Os furtos, que inicialmente ocorriam apenas em domicílios, passaram a incluir condomínios e grandes complexos, situação que pode afetar o suministro de água em bairros inteiros.

A investigação continua em andamento, e a Polícia Civil sinalizou que detalhes sobre os resultados serão comunicados após o término da execução dos mandados.

O comunicado da Polícia Civil sobre a operação contra suspeitos de furtar e receptar hidrômetros em João Pessoa foi divulgado primeiramente em um veículo de comunicação.

Fonte: PolemicaPB

Defensora aposentada, morta em acidente na Grande João Pessoa, é lembrada como referência e exemplo de família após mais de 30 anos de atuação

Conhecida carinhosamente como Yvinha, a defensora aposentada Maria Yves Albuquerque de Menezes, de 73 anos, faleceu em acidente na Grande João Pessoa, em Lucena, no Litoral Norte da Paraíba, no domingo (19). A foto de arquivo pessoal de Ivonilde Menezes acompanha a reportagem.

O irmão Ivonilde Menezes de Albuquerque informou que Maria Yves começou a atuar na Defensoria Pública da Paraíba em 1986.

Durante sua trajetória, Maria Yves exerceu a advocacia na Comarca de Mangabeira, bem como nas localidades de Pilar, Barra de Santa Rosa, Alagoinha e Sousa. Casada com o marido, ela era mãe de uma enteada considerada filha, tinha cinco irmãos, sobrinhos e mantinha laços estreitos com a família. O irmão ressaltou que, além da carreira brilhante, o principal patrimônio da defensora era a família.

“Apesar de sua brilhante carreira jurídica, seu maior patrimônio sempre foi a família. Yvinha fazia da união familiar uma verdadeira missão de vida. Sua casa era um lugar de acolhimento, onde todos encontravam carinho, conselhos e uma palavra de conforto”, disse o irmão de Maria Yves.

O esposo de Maria Yves, Carlos Antônio Arruda de Carvalho, 82 anos, também viajava no carro envolvido. Conforme relatado, ele saiu com vida do incidente e foi encaminhado a um hospital privado em João Pessoa. O casal começou a namorar em março de 2007 e formalizou a união em 2023.

De acordo com o irmão, a residência da servidora funcionava como ponto de acolhimento. “Ela possuía o raro dom de reunir pessoas, fortalecer vínculos e fazer cada membro da família sentir-se amado e importante”, afirmou. O acidente vitimou a defensora aposentada Maria Yves Albuquerque de Menezes, de 73 anos, que morreu em colisão entre dois veículos em Lucena, na Grande João Pessoa, no domingo (19).

Segundo a TV Cabo Branco, o marido da vítima, Antônio Carlos, 82 anos, também estava no veículo. Ele sobreviveu ao colapso e foi levado a um hospital particular em João Pessoa. Até o momento da última atualização, sua condição de saúde ainda não havia sido divulgada.

A Defensoria Pública do Estado da Paraíba manifestou pesar pela perda de Maria Yves. Informou que ela permaneceu no quadro da instituição até a aposentadoria em 2009 e que exerceu suas últimas funções na Comarca de Sousa, no Sertão. A Polícia Civil ainda não definiu a dinâmica do acidente.

A Polícia Científica esteve no local para efetuar a perícia, e o caso ficará sob investigação da 5ª Delegacia Seccional de Santa Rita. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Fonte: G1 PB

Adolescente de 17 anos denuncia tio‑avô por perseguição e ameaça; homem é detido em João Pessoa

No âmbito da Central de Polícia de João Pessoa, a Polícia Civil da Paraíba comunicou que, na terça‑feira (21), um indivíduo — cuja identidade não foi revelada — foi apprehendido na capital, sob suspeição de seguir e ameaçar a sua sobrinha‑neto, de 17 anos. O fato ocorreu no bairro de Cruz das Armas. Conforme a corporação, o caso foi iniciado quando a jovem acorreu à delegacia para relatar que vinha sendo vigiada e intimidada por parte do tio.

Segundo os relatos colhidos, o momento mais grave aconteceu na madrugada de segunda‑feira (20), quando o acusado dirigiu‑se à residência da vítima vestindo indumentária que dificultava a identificação e portando uma faca. Ao avistar a sua presença, a adolescente lançou um objeto em sua direção. Imediatamente, a DRCCIJ formalizou um inquérito, recolhendo imagens, depoimentos e demais provas que fundamentaram o pedido de prisão preventiva.

A magistratura determinou a prisão do investigado, cumprida na terça‑feira (21). A Polícia Civil declarou que as investigações seguem em andamento para apurar todos os detalhes do caso. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Fonte: G1 PB