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Docente de artesanato relata desespero ao gravar aluna inserindo metal em sua garrafa de água

Docente de artesanato denuncia intoxicação por mercúrio provocada por uma de suas alunas. A Polícia Civil de Pernambuco encontra-se na fase final da apuração de um caso de intoxicação por mercúrio. A vítima é uma professora de artesanato que registrou sua garrafa de água sendo violada por uma aluna. Maria Aparecida Rodrigues de Araújo aparece nas imagens mexendo no recipiente e despejando um material.

Análises confirmaram a presença do metal tóxico na água. A aluna é investigada por tentativa de homicídio. A professora Denny relata que sua rotina foi completamente alterada após a intoxicação.

Mesmo seguindo tratamentos médicos, afirma que ainda enfrenta dificuldades e tenta recuperar a autonomia. “Falta de força nas mãos e as dores… As coisas mais básicas que você faz em uma casa, para mim, se tornam um sacrifício enorme.”

“Tem uma menina que me ajuda e, quando ela não pode vir, minha mãe me ajuda”, diz Denny. O caso começou em um espaço de artesanato montado no estacionamento do Hospital Universitário Oswaldo Cruz. Denny era professora voluntária do curso e conhecia Maria Aparecida, que acompanhava o filho em tratamento e também frequentava as aulas.

Segundo a professora, a aluna presenteou ela com uma garrafa de água, que passou a usar diariamente por cerca de dois meses. Nesse período, Denny percebeu bolhas na água e um gosto diferente, mas não desconfiou de um problema grave. A suspeita surgiu quando flagrou Maria Aparecida mexendo na garrafa durante uma aula.

“Eu peguei ela mexendo na minha garrafa. Aí ela se assustou e fez como se estivesse tirando ela do local e botando em outro”, conta Denny. Depois desse episódio, a professora retirou pequenas “bolinhas” da boca antes de engolir a água e decidiu instalar um celular escondido para gravar o que acontecia na sala.

As imagens registraram Maria Aparecida colocando um material dentro da garrafa. Ela aparece cortando um papel com uma tesoura, depositando o conteúdo na água, agitando a garrafa e saindo da sala. Com os vídeos, Denny procurou a polícia.

A garrafa foi encaminhada para perícia e, dois dias depois, a professora voltou ao curso com outro recipiente idêntico. Segundo ela, a suspeita repetiu o comportamento e voltou a ser filmada. Os laudos periciais apontaram a presença de mercúrio nas duas garrafas analisadas.

Exames também detectaram o metal no sangue e na urina da professora. 🔎O mercúrio é um metal altamente tóxico, proibido em termômetros no Brasil desde 2019, e pode provocar danos graves ao cérebro, além de atingir órgãos como rins, intestino e pele. Exames confirmaram a presença do metal no sangue, na urina e na água consumida pela vítima.

No sangue de Denny foram encontrados 21 mg — cerca de quatro vezes acima do limite considerado tolerável. A polícia ainda tenta esclarecer por quanto tempo o mercúrio foi colocado na água. Denny afirma que os primeiros sintomas surgiram quase um ano antes das gravações.

Como tem fibromialgia desde 2016, acreditou inicialmente que a piora do quadro estivesse relacionada à doença. Segundo ela, a própria reumatologista descartou essa hipótese ao perceber que os sintomas não eram compatíveis com a fibromialgia. As gravações foram feitas nos dias 3 e 5 de junho de 2025.

Mais de um ano depois, o inquérito ainda não foi concluído. O delegado responsável afirma que, embora as imagens e os depoimentos são relevantes, a investigação busca reunir mais elementos para comprovar a prática do crime. Já a defesa de Denny cobra mais rapidez e afirma que os laudos confirmando a presença de mercúrio ficaram prontos poucos dias após o início da apuração.

Segundo a polícia, Maria Aparecida nega as acusações. Em nota, a defesa informou que ela tem transtornos mentais, está sob cuidados médicos e não divulgará informações que possam interferir na investigação. O delegado afirma, porém, que até o momento não foram apresentados documentos que comprovem esse diagnóstico.

A principal linha investigativa é de que o crime tenha sido motivado por ciúmes da amizade entre Denny e o namorado da investigada. Enquanto aguarda a conclusão do inquérito, Denny tenta recuperar a vida que tinha antes da intoxicação. Ela diz que ainda não conseguiu encontrar profissionais especializados no tratamento de pacientes contaminados por mercúrio e afirma que as sequelas afetaram sua independência e sua qualidade de vida.

Apesar das dificuldades, mantém a esperança de voltar a andar e realizar sozinha as atividades do dia a dia. “Eu estou otimista. Eu tenho fé.”

“Eu vou voltar. Sempre digo: eu vou voltar a andar como era antes”, diz Denny.

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Fonte: G1 Nacional

Imagens de câmeras corporais revelam policiais militares realizando “roleta‑russa” contra adolescentes e sendo condenados por tortura

Imagens capturadas por câmeras corporais registram agressões, ameaças com armas e a prática de “roleta‑russa” contra dois adolescentes durante uma operação na Favela da Caixa D’Água, na Zona Leste de São Paulo. As gravações também documentam invasões a residências sem ordem judicial e o desaparecimento de material que os policiais consideravam drogas. Os militares foram sentenciados pela Justiça Militar.

As gravações ocorreram pouco antes das 17h, em fevereiro do ano anterior. Dois policiais abordam um adolescente; o cabo Sandro Nascimento o agarra pela camiseta e pelo pescoço.

Em seguida, o soldado Eduardo Uchoa dá um tapa no rosto do jovem. Logo depois, Sandro aponta uma pistola para a cabeça do adolescente, que permanece imóvel. Os policiais também abordam outro adolescente, que igualmente não reage.

Sandro pressiona a arma contra o olho do adolescente. Poucos minutos depois, o sargento Amauri dos Santos chega; a gravação corporal de Uchoa registra o sargento golpeando um dos garotos com uma vara.

Amauri solicita que Uchoa vire as costas para a própria câmera corporal. Em seguida, insere uma única bala no tambor vazio do revólver, gira o cilindro, fecha a arma e a aponta para a cabeça de um dos adolescentes; ao apertar o gatilho, o disparo não ocorre.

“A roleta russa é o expediente que se utiliza exatamente para torturas psicológicas. Se a munição alimentar a arma, dispara e o sujeito morre. É essa sorte ou azar que realmente inflige o temor na vítima”, afirma Giovana Ortolano Guerreiro, promotora de Justiça Militar.

Em seguida, Amauri coloca a arma no rosto e no pescoço do adolescente; a própria gravação do sargento mostra que Uchoa observa a ação, não intervém e ainda ri. Em outra ocasião, Amauri conversa com o segundo adolescente e, então, empurra a cabeça dele contra a parede com força.

As imagens ainda revelam que Amauri obstrui a câmera corporal. Quando a gravação volta, quatro minutos depois, os policiais obrigam os adolescentes a circular pela favela e adentram diversas casas sem mandado judicial. Em uma delas, localizam galões, eppendorfs – suportes usados como pinos de cocaína – e pacotes que aparentam conter drogas.

Os pacotes são acondicionados em uma caixa; o restante do material vai para uma mochila e um saco preto, sendo transportado até a viatura do sargento Amauri. Segundo a investigação, esse material desapareceu.

Para a promotora, a entrada nas residências foi irregular e há indícios de que as drogas foram desviadas. As gravações foram identificadas em uma auditoria rotineira das câmeras corporais. A Corregedoria da PM investigou o caso e prendeu Amauri e Sandro.

No decorrer do processo, Sandro declarou que encostou a arma no rosto do adolescente por desequilíbrio. Amauri afirmou que o revólver utilizado na roleta‑russa era de plástico, que a munição consistia apenas em cápsula de sabão e que o material recolhido nas casas era lixo descartado posteriormente.

Na quarta‑feira (15), o Tribunal de Justiça Militar condenou Amauri dos Santos por tortura, abuso de autoridade, fraude processual – por obstruir a câmera corporal – e peculato, em razão do desaparecimento das drogas.

A sentença impôs 12 anos e 5 meses de prisão a Amauri. Sandro Nascimento recebeu condenação de 4 anos e 10 meses de prisão, em regime semiaberto, pelos crimes de tortura e abuso de autoridade.

A defesa de Amauri não se manifestou.

O advogado de Sandro argumentou que a conduta do cabo constituía mera transgressão disciplinar, tese que foi rejeitada pela Justiça.

Eduardo Uchoa e mais seis policiais respondem como réus e ainda serão julgados. A defesa de Uchoa, em nota, declarou acreditar na inocência do soldado.

Quase toda a ação foi registrada, pois as câmeras corporais estavam em modo Recall, gravando continuamente, sem áudio e em baixa qualidade, mesmo sem acionamento do policial. Esse sistema foi substituído pela Polícia Militar.

“Foi uma ação irregular.”

“Eles não poderiam adentrar imóveis aleatoriamente da forma como fazem”, afirma Giovana Ortolano Guerreiro, promotora de Justiça Militar. A Polícia Militar informou que ampliou o programa de câmeras em 50%, para 15 mil equipamentos, com custo 40% menor, e que acompanha o funcionamento da tecnologia para aprimorar a transparência e a segurança das intervenções. Amauri não acionou a câmera de forma voluntária.

Sandro acionou o equipamento ao entregar os adolescentes às mães, perguntando se alguém havia batido neles, antes de afirmar que os devolvia “íntegros”. As imagens registradas anteriormente revelam uma abordagem bastante distinta.

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Fonte: G1 Nacional

Acidentes com mortes nas rodovias e operação da PF que apura fraude bancária estão entre os assuntos mais lidos da semana

Reúne as cinco notícias mais lidas nos últimos sete dias para que você feche a semana bem informado. Acidentes com mortes em rodovias do Norte de Minas e uma operação da Polícia Federal que apurou fraude bancária praticada por meio de invasão de conta Gov.br entre os assuntos mais buscados pelos internautas.

Um motorista morreu em acidente que reuniu duas carretas e um caminhão na BR-251, em Francisco Sá.

Conforme o Corpo de Bombeiros, o caminhão, transportando camarão, descia a serra no trecho Francisco Sá–Salinas quando o condutor perdeu o controle e colidiu lateralmente com uma carreta que carregava composto para plantas. Em seguida, atingiu outra carreta que subia a serra transportando bicarbonato. O impacto provocou incêndio que atingiu o caminhão e a carreta com bicarbonato.

O motorista do caminhão, de 26 anos, ficou preso às ferragens e morreu no local. Os demais condutores conseguiram sair dos veículos; um saiu sem ferimentos e o outro recebeu socorro do Samu com lesões leves.

A Polícia Federal apura fraude bancária após invasão da conta Gov.br em Montes Claros. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na cidade. De acordo com a PF, o uso indevido da identidade digital da vítima permitiu a solicitação de empréstimos à Caixa Econômica Federal.

“A investigação aponta que um homem teria invadido a conta GOV.BR da vítima e aberto uma conta bancária, possibilitando a contratação fraudulenta de empréstimos que causaram prejuízo estimado em R$ 195 mil à instituição financeira pública”, detalhou a PF. Em outra ocorrência, dois motoristas morreram em colisão frontal entre duas carretas na BR-251, em Salinas, com o acidente registrado na altura do km 293, conforme a Polícia Rodoviária Federal.

O Corpo de Bombeiros informou que os motoristas viajavam individualmente, ficaram presos às ferragens e morreram no local, enquanto as carretas estavam vazias no momento da colisão. Em outra notícia, um morador de Unaí, no Noroeste de Minas, tornou‑se o 102º paciente a receber polilaminina.

A aplicação foi realizada no Hospital Santa Helena. Edson Júnior, de 43 anos, ficou paraplégico após sofrer um acidente em 4 de junho na BR-251. A polilaminina foi administrada na última quarta‑feira, dia 8.

Um caminhoneiro de 48 anos morreu após perder o controle na curva da LMG-635, em Mato Verde, segundo a Polícia Militar. O veículo entrou em uma fazenda às margens da rodovia, atravessou uma cerca de arame e somente parou após colidir com uma vala.

O condutor ficou preso às ferragens e morreu no local.

Dois motoristas perderam a vida em colisão frontal entre duas carretas na BR-251, em Salinas. A PF continua investigando a fraude bancária praticada por meio de invasão da conta Gov.br em Montes Claros, com prejuízo estimado em R$ 195 mil. Além disso, a polilaminina foi aplicada ao morador de Unaí que ficou paraplégico, e há registros de vídeos das regiões Norte, Centro e Noroeste de Minas. Para mais informações, consulte as notícias da região.

Fonte: G1 Nacional

Operação Paraíba Segura, em menos de três dias, resulta em 29 detenções, 59 armas apreendidas e 9 mil cartuchos confiscados

Foto: Canva

Entre 12 e 15 de julho, a Secretaria da Segurança e da Defesa Social da Paraíba (Sesds) reforçou as atividades da Operação Paraíba Mais Segura, estratégia integrada contra o crime organizado que abrange todas as regiões da Paraíba. A ação mobilizou os órgãos de segurança e resultou em 29 detenções, na retirada de 59 armas de fogo e de mais de 9 mil cartuchos, além de apreensões de drogas, rádios comunicadores, coletes à prova de balas, carregadores, veículos roubados e outros objetos vinculados a grupos criminosos.

As diligências ocorreram nos municípios de João Pessoa, Mamanguape, Alagoa Grande, São João do Rio do Peixe, Triunfo, Santa Helena, Poço de José de Moura, Cachoeira dos Índios, Cajazeiras e Sousa, com foco no cumprimento de mandados judiciais, na interdição do tráfico ilegal de armas de fogo, na supressão do tráfico de drogas e no enfrentamento das organizações criminosas.

A Operação Paraíba Mais Segura está pautada por diretrizes governamentais e congrega a Polícia Civil, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar em ações de inteligência, investigação, policiamento ostensivo e operações especiais. O plano inclui a atuação contínua dos três Centros Integrados de Comando e Controle (CICC), que monitoram ocorrências, trocam informações em tempo real, coordenam as equipes e articulam as instituições. O suporte logístico é ampliado pelo Grupamento Tático Aéreo (GTA), que utiliza suas três aeronaves para reconhecimento aéreo, vigilância de áreas estratégicas, apoio ao solo e observação de rotas de fuga, aumentando a prontidão das forças de segurança em todo o estado.

COMBATE AO CRIME
No decorrer das ações destinadas ao combate à circulação e ao comércio ilegal de armas de fogo, agentes da Polícia Civil executaram mandados judiciais e realizaram prisões em flagrante. O total foi de três pessoas detidas e a apreensão de cinco armas de fogo – incluindo dispositivos fabricados por impressão 3D – bem como carregadores, grande quantidade de munições de diferentes calibres, rádios comunicadores e valores em dinheiro. Em Alagoa Grande, na região do Brejo, a Polícia Civil também conduziu diligências contra o tráfico de drogas, cumprindo mandados de busca e apreensão, resultando em uma prisão em flagrante e na apreensão de entorpecentes.

No Vale do Mamanguape, as ações coordenadas da Polícia Civil e da Polícia Militar voltaram-se contra as organizações criminosas presentes na região. As operações geraram seis prisões realizadas pela Polícia Civil e três detidos em flagrante pela Polícia Militar, além da apreensão de armas de fogo, munições e drogas. O intercâmbio de informações entre as duas corporações possibilitou a execução conjunta das ações, garantindo o cumprimento dos mandados judiciais e a repressão ao crime nos municípios involucrados.

Na Capital, agentes da Polícia Militar impediram um plano criminoso idealizado por membros de organizações criminosas, conduzindo à prisão de sete indivíduos, à apreensão de sete armas de fogo, de centenas de munições, de dois coletes balísticos, de rádios comunicadores e à recuperação de dois veículos com histórico de roubo.

No Sertão paraibano, a Polícia Civil cumpriu mandados judiciais oriundos de investigações sobre organizações criminosas atuantes na região. A operação resultou em nove prisões, na apreensão de 47 armas de fogo e de 8.818 munições, além de outros materiais de relevância investigativa. As diligências ocorreram nos municípios de São João do Rio do Peixe, Triunfo, Santa Helena, Poço de José de Moura, Cachoeira dos Índios, Cajazeiras e Sousa, com apoio do Grupo Tático Aéreo e com a participação integrada das equipes especializadas.

Em suma, a Operação Paraíba Mais Segura resultou em 29 detenções: três pessoas foram capturadas no combate ao comércio ilegal de armas de fogo, uma no tráfico de drogas em Alagoa Grande, nove durante as ações conjuntas da Polícia Civil e da Polícia Militar no Vale do Mamanguape, sete na ação da Polícia Militar na Capital e nove nas diligências realizadas no Sertão paraibano.

ClickPB

Um artigo com o título ‘Em menos de 72h, Operação Paraíba Segura prende 29 pessoas, apreende 59 armas e 9 mil munições’ foi disponibilizado.

Fonte: Opipoco

Indivíduo é detido por exigir dinheiro e ameaçar namorada, no Sertão da Paraíba

Homem é preso suspeito de exigir dinheiro e ameaçar namorada, no Sertão da Paraíba Reprodução Google Um indivíduo de identidade não revelada foi detido sob acusação de cobrar valores e ameaçar sua companheira na cidade de Triunfo, no Sertão da Paraíba. A Polícia Militar divulgou o caso na noite de sábado (18).

Segundo a PM, o episódio ocorreu por volta das 01h06, após denúncia de que o homem estaria ameaçando sua parceira em um bar e, em seguida, na residência de familiares.

A PM informou que o suspeito jogou bebida no rosto da namorada e, nesse instante, passou a exigir dinheiro. A vítima conseguiu fugir para a casa de uma sobrinha, mas o agressor a seguiu, arremessou pedras no portão e proferiu ameaças. O indivíduo foi localizado na zona rural do município após ação da polícia.

Ele foi conduzido, junto com a vítima, ao hospital para exame de corpo de delito e depois à Delegacia de Polícia Civil de Cajazeiras, responsável pelo município, para os procedimentos legais. Agora no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Fonte: G1 PB

Vazamento de gás tóxico em Manaus atinge 414 pessoas e gera alerta sobre impactos ambientais

Há mais de 70 horas, as equipes de bombeiros e os órgãos ambientais continuam a combater o vazamento de gás tóxico ocorrido em uma empresa localizada no Polo Industrial de Manaus. No sábado (18), os bombeiros intensificaram o despejo de água no reservatório, buscando resfriar rapidamente o tanque que contém o monômero de estireno, substância inflamável e tóxica utilizada na indústria petroquímica.

A temperatura interna continua sob monitoramento. As válvulas de segurança não apresentam vazamento visível e o odor forte já não é percebido. Segundo a Innova, que administra os reservatórios, o estireno encontrava‑se armazenado como líquido e teve aumento anômalo de temperatura, gerando a liberação de vapores.

No sábado (18), o governo estadual divulgou que os bombeiros também realizam a extração interna da substância. O químico Armando Santarém, da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Manaus, realizou vistoria no local. “A temperatura também subiu.”

Não sabemos ainda o que provocou o aumento da temperatura. Comparando o ocorrido ao funcionamento de uma panela de pressão, Santarém explicou que a válvula de escape foi acionada para impedir uma explosão.

A inspeção revelou fissuras na bacia de contenção, que coleta a água empregada no resfriamento do tanque. Análises preliminares indicam presença de estireno em córregos e no solo ao redor da fábrica. O governo do Amazonas e a prefeitura de Manaus impuseram multas superiores a R$ 20 milhões por infrações ambientais.

No total, 414 indivíduos procuraram atendimento médico devido ao vazamento. A ainda há duas pessoas internadas. A companhia se desculpou e está colaborando com as investigações.

Após sentir os efeitos do gás tóxico, a secretária Ingrid Sales levou seu filho de cinco meses a outra cidade. “Comecei a sentir tontura, dor de cabeça, irritação na garganta e coceira no corpo”, relatou ela. O incidente já deixou 414 pessoas atendidas e gera alerta quanto aos danos ambientais.

reprodução JN

Fonte: G1 Nacional

Evento‑producer Erick Araújo sofre grave acidente ao ser atropelado ao sair de boate em Manaíra

Erick Araújo, produtor de eventos, sofreu ferimentos graves ao ser atropelado na madrugada de sábado (18), no bairro de Manaíra.

O acidente ocorreu quando a vítima saiu de uma boate na região; o motorista do veículo abandonou o local imediatamente após o choque, sem prestar socorro ao ferido.

De acordo com testemunhas, Erick caminhava na via pública quando o automóvel o atingiu; equipes de resgate foram acionadas, prestaram os primeiros atendimentos no local e o levaram ao Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, onde foi internado por volta das 4h30.

A unidade hospitalar informou que a condição do produtor é grave; os médicos o sedaram, realizaram intubação e o mantiveram sob monitoramento contínuo na área vermelha da instituição.

A Polícia Civil deve analisar as gravações de câmeras de segurança do entorno para identificar o motorista que fugiu do local.

Fonte: PolemicaPB

Delegado mantém prisão preventiva de homem acusado de espancar cachorro e jogá‑lo em fogueira no Agreste da PB

Homem de 53 anos é preso em flagrante por espancar cão e jogá‑lo em fogueira na zona rural de Queimadas (PB); a prisão preventiva foi mantida em audiência de custódia realizada na tarde de sábado (18), conforme confirmado pelo delegado Artur Andrade. Até o momento, o suspeito, cuja identidade não foi revelada, ainda não foi encaminhado a um estabelecimento prisional, e não há definição sobre o local de transferência.

A Polícia Civil informa que o agricultor foi detido após denúncia de maus‑tratos ao animal. As investigações indicam que o cão foi golpeado e, depois, arremessado em chamas, não resistindo aos ferimentos e morrendo no local.

A investigação aponta sequência de agressões; o homem é preso suspeito de matar o cachorro após agredi‑lo e lançá‑lo em fogueira, na PB (imagens reproduzidas por TV Cabo Branco). De acordo com a apuração, as ocorrências iniciaram na sexta‑feira (17), após denúncias de vizinhos. Testemunhas relataram que o animal foi agredido em pelo menos duas ocasiões, sendo primeiro amarrado a uma árvore.

Horas depois, o suspeito retornou e agrediu o cão com golpes de madeira, causando ferimentos que o deixaram impossibilitado de se locomover. Conforme a Polícia Civil, após as agressões o homem acendeu uma fogueira e arremessou o animal ainda vivo nas chamas, o que resultou em sua morte no local.

Segundo o delegado Artur Andrade, o investigado manteve as agressões até que o cachorro ficou incapaz de andar. “O indivíduo começou a desferir golpes com um pedaço de madeira em seu próprio cachorro. Não satisfeito em ter agredido o cachorro anteriormente, continuou as agressões até que o cachorro não conseguiu mais andar.”

Ele acendeu uma fogueira e arremessou o cachorro ainda vivo nas chamas”, afirmou o delegado. Ainda segundo o delegado, o agricultor já havia sido responsabilizado por crimes de ameaça, violência doméstica e lesão corporal contra outras pessoas. (imagens reproduzidas por TV Cabo Branco, vídeos mais assistidos do g1 Paraíba)

Fonte: G1 PB

Detentos se recusam a voltar às celas após banho de sol e incendeiam colchões em unidade prisional no noroeste de São Paulo

Centro de Detenção Provisória de Nova Independência (SP) – Google Street View – seis detentos recusaram-se a retornar às celas após o banho de sol e atearam fogo em colchões dentro da unidade. Conforme a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), os presos ainda danificaram um banheiro e ameaçaram os servidores públicos que estavam na penitenciária na tarde de quarta‑feira (15). 📲 Houve convite para participar de um canal no WhatsApp

Após conter a situação, os agentes de segurança transferiram os detentos que participaram da ação para outra unidade prisional, onde cumprirão sanções disciplinares. Até a última atualização desta reportagem, não havia registro de feridos. Já o Sindicato dos Policiais Penais do Estado de São Paulo (Sinppenal) emitiu um comunicado informando que os egressos arremessaram pedras de concreto contra os servidores e fizeram pichações com siglas relacionadas a organizações criminosas no pátio da cadeia.

Ainda conforme o sindicato, esse foi o segundo motim do ano ocorrido nas dependências do CDP de Nova Independência.

Início do plugin: confira mais notícias da região; Vídeos: assista às reportagens da TV TEM

Fonte: G1 Nacional

Duas mortes e um desaparecimento de militares dos EUA em ataque iraniano contra base americana na Jordânia

Imagem de arquivo mostra um marinheiro dos EUA praticando tiro de precisão com rifle de longo alcance a bordo do navio anfíbio USS San Antonio, afirmou a Marinha dos Estados Unidos

De acordo com o Comando Central das Forças Armadas dos EUA, dois servidores norte-americanos foram mortos em um ataque iraniano contra uma base americana localizada na Jordânia, ocorrido na sexta‑feira (17); ainda há um militar que permanece desaparecido.

“Em 17 de julho, dois integrantes das forças armadas dos EUA na Jordânia foram mortos enquanto o CENTCOM e as forças aliadas repeliam ataques com mísseis balísticos e drones iranianos; um militar continua desaparecido”, afirma o comunicado do Comando Central (CentCom). “Quatro membros das forças armadas americanas foram levados para hospitais jordanianos.”

Segundo a nota, os quatro servidores que foram hospitalizados foram liberados posteriormente, e demais militares que sofreram apenas ferimentos leves retomaram às suas atividades. O CentCom não divulgou os nomes das pessoas envolvidas.

Atualização da reportagem

A reportagem foi atualizada.

Fonte: G1 Nacional