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Cozinheira é encontrada morta pelo filho dentro de casa na Bahia; namorado da vítima é suspeito do crime

Vítima foi encontrada morta pelo filho nesta segunda-feira (20). Redes sociais
Uma cozinheira de 49 anos foi encontrada morta dentro da própria casa, na manhã desta segunda-feira (20), em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. O corpo foi localizado pelo filho da vítima, que pulou o muro do imóvel após não conseguir contato com a mãe.

A suspeita da polícia da cidade é que Shirley Dias Guida tenha sido asfixiada. O principal suspeito de cometer o crime é o namorado, com quem ela tinha um relacionamento de quatro meses. O caso é tratado como feminicídio, mas o suspeito ainda não foi localizado.

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Segundo informações apuradas pela TV Oeste, afiliada da TV Bahia, o filho de Shirley trabalhava com ela e, ao ir até a casa da mãe nesta segunda-feira, considerou a situação do imóvel estranha. A casa estava fechada e o carro não estava na garagem. Após pular o muro e entrar na casa, ele encontrou Shirley morta na cama.

A suspeita é que o crime tenha sido cometido no domingo (19), mas o caso ainda é investigado pela polícia. O corpo da vítima foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde vai passar por perícia.

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Fonte: G1 Nacional

RN cria comitê para monitorar casos de ciguatera após alta de 60% nas intoxicações

Ações de enfrentamento à ciguatera no RN
O Governo do Rio Grande do Norte criou um comitê de acompanhamento para monitorar os casos de intoxicação por ciguatera e definir ações de enfrentamento à doença. Segundo a Secretaria de Estado da Sáude Pública (Sesap), os casos cresceram 60,2% no primeiro semestre deste ano em relação a todo o ano de 2025. Foram 141 ocorrências nos seis primeiros meses de 2026, contra 88 registradas durante todo o ano passado.

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Segundo a Sesap, as espécies mais frequentemente relacionadas aos casos de ciguatera no estado são arabaiana, bicuda (ou barracuda), cioba, dourado, galo-do-alto, pargo-preto, pescada-branca, robalo, sirigado e badejo.

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A iniciativa foi definida durante uma reunião ocorrida nesta segunda-feira (20), na Secretaria de Agricultura e Pesca do RN (Sape), com participação de representantes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e entidades ligadas ao setor pesqueiro. Segundo a subsecretária estadual da Pesca, Erilânia Marreiro, a reunião teve como objetivo definir medidas conjuntas entre os órgãos envolvidos para enfrentar o problema.

Peixe cioba mercado peixaria supermercado peixes vendas Natal Rio Grande do Norte RN Ciguatera
Brunno Rocha/Inter TV Cabugi
“A gente tem buscado avançar no diálogo para garantir saídas e mitigar esse problema relacionado à ciguatera, que é um problema de saúde pública.”
De acordo com a gestora, o principal encaminhamento foi a criação de um comitê para acompanhar a evolução dos casos e coordenar as ações entre os diferentes órgãos. “Essa reunião foi chamada para entender quais passos nós podemos dar. De encaminhamento, nós tiramos a criação de um comitê de acompanhamento da ciguatera para garantir ações coordenadas entre os órgãos.”
Casos cresceram neste ano
Dados da Secretaria Estadual de Saúde apontam que, desde 2022, o Rio Grande do Norte registrou 259 casos confirmados de intoxicação por ciguatera e duas mortes, distribuídos em 46 surtos.

Ainda segundo a Sesap, 64% dos surtos ocorreram após consumo de pescado em ambiente doméstico, enquanto 36% foram associados a refeições em restaurantes e outros estabelecimentos comerciais. Sintomas
Os primeiros sinais da ciguatera são gastrointestinais, como dores abdominais, enjoos, vômitos e diarreia, que podem surgir de poucos minutos a 48 horas após o consumo do peixe. No entanto, os sintomas neurológicos são os mais prevalentes e duradouros, podendo permanecer por anos.

Os pacientes relatam coceira intensa, dor no corpo, sensação de gosto metálico na boca, dormência na língua e nas extremidades, além de inversão térmica — alteração sensorial em que o toque quente parece frio e vice-versa. Fadiga, fraqueza, tontura e dor de cabeça também são comuns. Casos mais graves podem apresentar evolução cardiovascular, com episódios de pressão baixa (hipotensão) e batimentos cardíacos lentos (bradicardia).

Recomendações à população
As principais recomendações da Sesap à população são:
procurar imediatamente os serviços de saúde diante de sintomas compatíveis, informando o consumo de pescado nas últimas 48 horas;
identificar a espécie consumida e preservar sobras do pescado, acondicionadas e congeladas, para posterior coleta pela Vigilância Sanitária;
evitar o consumo de pescados associados a relatos de intoxicação por Ciguatera, especialmente aqueles de procedência desconhecida.

Fonte: G1 Nacional

Homem morre e outro fica ferido após ataque a tiros em Ibirité; polícia suspeita de erro de identidade

Um homem morreu e outro ficou gravemente ferido após o veículo onde estavam ser atingido por tiros no bairro Jardim Montanhês, Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O incidente ocorreu logo após o grupo sair de um pagode, acompanhado das namoradas. Testemunhas e a Polícia Militar relatam que os responsáveis pelo ataque chegaram em outro carro e dispararam contra o automóvel das vítimas.

Depois da volley, as vítimas dirigiram-se à Região Central de Ibirité para buscar socorro médico. As autoridades encontraram o grupo, porém uma das pessoas a bordo não suportou os ferimentos e veio a falecer. ✅

As apurações apontam que o homicídio deve ter sido motivado por um engano.

De acordo com a polícia, o condutor, que sofreu apenas um leve rasgo, possui semelhança física com um traficante atuante na região. O passageiro que veio a falecer, por sua vez, não possuía histórico de envolvimento com a polícia nem vínculos conhecidos ao crime organizado. Até o momento da última atualização, nenhum suspeito foi detido.

Acesse agora: veja os vídeos mais visualizados do Minas.

Fonte: G1 Nacional

Caso Oliver: Justiça autoriza que mãe presa por suspeita de omissão deixe penitenciária para reconhecer corpo do filho no DML

MP aciona Interpol para saber histórico do missionário dos EUA preso por espancar filho no
A Justiça determinou que a mãe de Oliver Golden Grayson, menino de três anos morto após ser espancado pelo pai em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, seja escoltada para fora da prisão para reconhecer o corpo do filho. A decisão, proferida na sexta-feira (17) pela 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri e de Execução Criminal do município, atende a um pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) para viabilizar a liberação da criança para sepultamento. Oliver morreu no dia 8 de julho.

O pai dele, o missionário norte-americano D’Andre Jermaine Grayson, que confessou o crime, está preso desde 5 de julho. O menino morreu no dia 8 de julho. A mãe foi presa preventivamente no dia 9 de julho.

Os quatro irmãos da vítima seguem em um abrigo. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp
O deslocamento de Mayanna da Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba ao Departamento Médico-Legal (DML) foi autorizado após o MPRS informar ao Judiciário que todas as perícias necessárias já foram concluídas, não havendo mais impedimentos legais para a entrega do corpo à família. Anteriormente, a direção do presídio onde ela estava havia negado a liberação extraordinária da detenta, sob o argumento de que a grande repercussão do caso gerava riscos à integridade física dela e dos agentes de escolta.

Na ocasião, a defesa de Mayanna criticou a medida, classificando-a como uma “punição antecipada”. Até o momento, 11 testemunhas foram ouvidas pela investigação e a previsão de conclusão do inquérito é no início de agosto. A delegada Luana Medeiros, responsável pela investigação, afirmou que os pais orientavam os filhos a esconder os machucados.

De acordo com a polícia, as crianças usariam roupas compridas e seriam instruídas a inventar histórias para justificar as marcas pelo corpo. A polícia também analisou a estrutura da residência da família. O local é uma casa de madeira pequena, sem portas, onde a divisão dos cômodos era feita apenas por panos.

A investigação apura a conduta da mãe e avalia, por meio de perícias psíquicas que ainda serão realizadas com as crianças, se ela foi omissa em relação à morte e às agressões ou se também praticava as torturas. Em um inquérito separado, a Polícia Civil investiga indícios de que Mayanna sofria violência física e psicológica do marido. As polícias civis de Santa Catarina e de São Paulo enviaram cópias de ocorrências que apontam indícios de maus-tratos cometidos pela família nesses estados entre 2024 e 2025.

A Polícia Federal (PF) e a Interpol também foram acionadas para verificar os antecedentes dos estrangeiros e a situação legal da família no Brasil. A polícia investiga possíveis falhas na rede de proteção de Viamão, onde a família morava, para esclarecer quais medidas foram adotadas diante dos sinais de maus-tratos. O g1 entrou em contato com a defesa de Mayanna mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Pastor evangélico recebeu família
MP aciona Interpol para saber histórico
Missionário era suspeito de maus-tratos em três estados
Mãe também é presa; polícia investiga omissão
Órgãos de menino são doados
Morre menino espancado por não dar ‘bom dia’ ao pai
‘O Estado falhou’, admite prefeito de Viamão sobre missionário preso por espancar filho
Família era acompanhada há oito meses pelo Conselho Tutelar
Missionário dos EUA confessa ter espancado o filho
Entenda o caso
A Polícia Civil afirma que o menino de 3 anos teria sido espancado pelo próprio pai em Viamão. O missionário norte-americano confessou o crime e está preso desde domingo (5). Em depoimento à Polícia Civil, ele disse que a motivação para as agressões foi o filho não ter lhe dado “bom dia”.

De acordo com a delegada Luana Tamiozzo Medeiros, substituta na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) e responsável pela investigação, o homem relatou ter desferido socos no peito e no abdômen da criança, além de ter batido a cabeça do menino contra o chão. O crime aconteceu no distrito de Águas Claras, onde a família mora. Mãe de menino de três anos morto após ser espancado pelo pai é presa por omissão, afirma polícia
Reprodução/Redes sociais
O que diz a defesa de D’Andre
“Em razão da repercussão pública alcançada pelo caso envolvendo D’Andre Grayson, e diante de manifestações veiculadas na imprensa e nas redes sociais que antecipam juízos de valor, a defesa técnica vem a público esclarecer o que segue.

O processo tramita sob segredo de justiça. Por dever ético e legal, a defesa não vai comentar fatos, provas ou peças cobertas pelo sigilo, e espera o mesmo padrão de conduta de quem venha a obter acesso a esse conteúdo, dentro ou fora do processo. Exposição midiática antecipada não substitui o processo, onde haverá produção de provas, contraditório e ampla defesa.

O contraponto percorrerá o processo: com prova autuada, e não no espaço público, por meio de acusações genéricas ou de julgamento paralelo movido por comoção. Na persecução penal, a integridade das informações sobre o caso é dever legal. Divulgação seletiva e antecipada de conteúdo sigiloso, além de configurar possível ilícito, compromete a lisura do processo e pode causar dano irreparável a quem não foi condenado.

Em tempo, a defesa lamenta a decisão da qual resulta o atual afastamento dos quatro filhos de sua mãe, sobretudo em momento de luto e necessidade de amparo familiar. O processo penal não deve prestar-se a punir antecipadamente quem já está vitimado pela perda. Por fim, defesa confia nas instituições e no Poder Judiciário e exige o cumprimento estrito do devido processo legal sem antecipações e exposição indevida.

Seguirá atuando com serenidade técnica, firmeza e absoluto compromisso com os direitos fundamentais de seu cliente. Ismael Schmitt”
O que diz a defesa de Mayanna
“A defesa de Mayanna Angelina Rodgers está colaborando com as autoridades, permanecendo a disposição da justiça para esclarecimentos dos fatos. Consigna que a constituinte é vítima e se encontrava em estado de grave vulnerabilidade no contexto de violência doméstica, física, emocional e espiritualmente, circunstâncias estas que merecem apuração cuidadosa e técnica, sem qualquer julgamento antecipado.

A defesa confia no devido processo legal, contraditório e ampla defesa, nos termos da Constituição Federal, reafirmando que apenas a ampla instrução processual permitirá a correta apuração dos fatos. Por respeito a memória da criança e ao sigilo das investigações não serão fornecidas outras informações. Isabel Cochlar – OAB/RS 71.415
Juliana Braun Martins OAB/RS 103.017
André von Berg – OAB/RS 44.063″
Oliver Golden Grayson tinha 3 anos
Arquivo pessoal
VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Fonte: G1 Nacional

Criança de 10 anos da etnia Yanomami é encontrada morta com disparo na cabeça na Terra Indígena

Comunidade Xaruna, na Terra Yanomami, às margens do rio Parima Alexadro Pereira/Rede Amazônica Uma criança indígena Yanomami, de 10 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça na região do Parima, dentro da Terra Indígena Yanomami. A Urihi Associação Yanomami informou nesta segunda‑feira (20) que a menina foi atingida por bala perdida durante um conflito entre comunidades. O g1 solicitou posicionamento da Casa de Governo, da Polícia Federal (PF), da Hutukara Associação Yanomami, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.


“O conflito entre duas comunidades no entorno do Parima resultou em troca de tiros, e a criança, que se encontrava do lado oposto ao que iniciou o ataque, foi atingida por disparo perdido.”

“O projétil alcançou a cabeça da menina, provocando sua morte imediata”, informou Waihiri Hekurari, presidente da Urihi. A data exata do falecimento ainda não foi confirmada. Os indígenas realizaram o ritual fúnebre dentro da própria comunidade.

📍️ O território da Terra Yanomami, o maior da América do Brasil, abrange quase 10 milhões de hectares, distribuídos pelos estados do Amazonas e Roraima. Garimpeiros têm presença na região desde, no mínimo, a década de 1970. Além da criança, um agente de saúde indígena também foi morto

Na sexta‑feira (17), o Agente Indígena de Saúde (AIS) Geovane Yanomami foi morto a tiros na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, durante confrontos entre comunidades na região do Xitei.

O Ministério da Saúde declarou que oferece apoio psicológico aos profissionais que atuam no Polo Base da região, considerando o “impacto causado pelo ocorrido” (confira a nota completa abaixo). A Casa de Governo informou que acompanha o caso e disponibiliza apoio por meio da Força Nacional. O Agente Indígena de Saúde (AIS) é um profissional indígena que atua como ponte cultural, traduzindo e facilitando a comunicação entre as comunidades e as equipes de saúde.

Ele desempenha o papel de apoiar a promoção da saúde, a prevenção de doenças e os primeiros socorros, sempre observando os conhecimentos e as tradições dos povos indígenas. Para mais detalhes sobre a morte do agente de saúde, veja:

Morte de agente de saúde ocorre após disparo a tiros na Terra Indígena Yanomami

Confira outras reportagens sobre o estado no g1 Roraima.

Fonte: G1 Nacional

Adolescente negro de 16 anos sofre racismo, perseguição e ameaças em grupo de WhatsApp de condomínio de SP

Pai denuncia que filho sofreu 2 meses de perseguição, racismo e ameaças em SP
Um adolescente negro de 16 anos foi alvo, durante cerca de dois meses, de uma sequência de humilhações, injúrias raciais, perseguições e ameaças em um grupo de WhatsApp de moradores de um condomínio na Zona Leste de São Paulo, segundo relato do pai do garoto. A família registrou boletim de ocorrência por injúria racial e ameaça na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi). De acordo com o pai, o grupo havia sido criado inicialmente para organizar partidas de futebol na quadra do condomínio e, no início, as mensagens eram amistosas.

A situação mudou, segundo ele, depois que pessoas que não moravam no condomínio foram incluídas no grupo. A partir daí, mensagens postadas pelo adolescente passaram a ser sistematicamente ridicularizadas por outros integrantes. Grupo foi rebatizado com trocadilho racista
Conforme o relato, o nome do grupo chegou a ser alterado para uma referência à série americana “Todo Mundo Odeia o Chris” — cujo protagonista é um adolescente negro —, e a foto do grupo foi substituída por uma caricatura do garoto.

Ele também teria recebido, em áudios enviados ao grupo, xingamentos como “analfabeto”, “burro” e “mulambo”. O pai afirma que integrantes do grupo passaram a monitorar o perfil do filho no Instagram para replicar fotos e vídeos publicados por ele nos stories, como forma de expô-lo. Depois que o adolescente bloqueou o compartilhamento de suas publicações, teriam sido criados perfis falsos para continuar o monitoramento.

O adolescente, que participa de batalhas de rima, teria gravado um vídeo respondendo às ofensas após ser chamado de “saci” — episódio que, segundo o pai, intensificou a perseguição. Segundo o relato da família, a partir de 15 de maio as mensagens passaram a ter conteúdo racial mais explícito, com xingamentos como “macaco”, “mono”, “urubu”, “negão” e “pixe”, acompanhados de imagens de animais e de pessoas negras. No dia 18 de maio, o adolescente teria trocado novamente o nome e a foto do grupo, na tentativa de encerrar a exposição, e, no mesmo dia, foi removido pelos administradores.

Segundo o pai, dois integrantes do grupo teriam feito uma chamada de vídeo por volta das 23h afirmando estar no prédio da família e ameaçando subir até o apartamento. Na ligação, teriam mostrado imagens de uma arma de fogo e de um soco inglês, além de mencionar traficantes de uma via próxima e ameaçar abuso sexual contra o adolescente, com pedido para que tudo fosse filmado. Ameaças enviadas ao adolescente de 16 anos
Arquivo pessoal
O pai relata ainda que o filho foi reincluído no grupo no dia seguinte apenas para visualizar um vídeo publicado por um dos integrantes, no qual aparece com a bermuda abaixada ao se aproximar de uma moradora, e que a imagem do grupo foi trocada por um print desse vídeo.

Temendo que as ameaças fossem cumpridas, a família registrou boletim de ocorrência. Dias depois, ao saber que os denunciantes combinariam de se encontrar na quadra do condomínio, o pai afirma ter descido para avisar que já tinha conhecimento da situação e que tomaria providências. Segundo ele, houve confronto verbal e, em seguida, agressão física entre ele e um dos adolescentes apontados como agressor.

O episódio foi exibido por um jornal televisivo, que mostrou a agressão e ouviu o outro adolescente e sua mãe, que atribuíram o confronto a uma “discussão em grupo de WhatsApp”. Segundo o pai, a equipe de reportagem esteve no prédio da família, mas não buscou seu depoimento, nem teve acesso aos prints, áudios ou ao boletim de ocorrência por injúria racial já registrado. De acordo com o pai, ao menos um dos participantes do grupo é maior de idade, mas a família ainda aguarda o levantamento completo de todos os envolvidos a partir do boletim de ocorrência.

O grupo teria reunido cerca de 15 pessoas, sendo dez moradores do condomínio e cinco pessoas de fora, apontadas como agressoras. Segundo a família, o condomínio emitiu uma nota sobre o caso de racismo e aplicou multa aos moradores envolvidos nas agressões. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso é investigado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), que realiza diligências para esclarecer os fatos.

A pasta afirmou que detalhes da investigação serão preservados para garantir a autonomia do trabalho policial. Adolescente de 16 anos é alvo de racismo em grupo de Whatsapp
Arquivo pessoal

Fonte: G1 Nacional

Vídeo mostra acidente que matou nutricionista em SP; oito pessoas estavam no carro

Vídeo mostra acidente que matou nutricionista de 25 anos em SP; motorista foi preso
Uma câmera de monitoramento registrou o acidente de carro que resultou na morte da nutricionista Daniella Ferraz Rooth, de 25 anos, em Guarujá, no litoral de São Paulo. O motorista Murilo Rabello Abite, de 26 anos, foi preso em flagrante após um exame pericial confirmar a ingestão de álcool. O caso ocorreu na Avenida Leomil, no bairro Pitangueiras.

Conforme apurado pelo g1, os jovens estavam em um evento na cidade de Santos desde a noite de sábado (18) e retornavam para Guarujá. Havia oito pessoas no automóvel. ✅
Nas imagens gravadas, é possível ver que os ocupantes saem do veículo após a batida.

Daniella estava no banco de trás e não usava cinto de segurança. Ela chegou a ser socorrida desacordada e levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a Polícia Militar, o motorista e um outro passageiro permaneceram no local.

Assim que os agentes chegaram, constataram sinais de embriaguez em Murilo. Nutricionista Daniella Ferraz Rooth, de 25 anos, morreu em Guarujá, no litoral de São Paulo
Reprodução e Redes sociais
O jovem se recusou a fazer o teste do bafômetro, mas foi submetido a um exame clínico no Instituto Médico Legal (IML), que atestou a ingestão de álcool. Ele foi preso por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) na direção de veículo automotor e embriaguez ao volante.

À Polícia Civil, o motorista afirmou que perdeu o controle da direção ao passar em um buraco na avenida. Apenas quatro dos outros sete ocupantes foram ouvidos na delegacia. A polícia busca identificar os demais jovens para colher novos depoimentos.

Nutricionista Daniella Ferraz Rooth, de 25 anos, morreu após o carro em que ela estava bater em um poste em Guarujá
Redes sociais e Reprodução
VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

Fonte: G1 Nacional

'Clã Jafar': como família suspeita herdou e expandiu esquema de R$ 27 milhões em compras de livros

Saúde de MS virou moeda de troca em esquema que fraudou R$ 27 milhões em compra de livros
As investigações da Operação Gutenberg apontam que cinco integrantes da família Paroschi Jafar, ligada à Gráfica Alvorada e a outras empresas do setor gráfico, são suspeitos de integrar uma organização criminosa que pode ter fraudado mais de R$ 27 milhões em compras de livros didáticos. A operação foi deflagrada em 7 de julho pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Segundo a investigação, cada um exercia uma função no grupo.


De acordo com o processo, prefeituras de Mato Grosso do Sul eram pressionadas a comprar livros produzidos pelo grupo para conseguir vagas na Central Estadual de Regulação para exames, consultas e cirurgias. Entre os investigados estão a empresária Rossana Paroschi Jafar, viúva do empresário Mirched Jafar Júnior, apontada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) como uma das líderes do grupo, os filhos Olívia, Felipe e Giovanni Paroschi Jafar, e a ex-nora Rhayane Souza Fanaia. Os cinco foram alvos da operação.

Estética e emagrecimento: quem é a médica suspeita em esquema de R$ 27 milhões na compra de livros
Conforme o Gaeco, servidores da Saúde estadual condicionavam a liberação de vagas para hospitais, exames e cirurgias à compra dos livros vendidos pelo grupo familiar. A defesa de Rossana Paroschi Jafar informou que ainda analisa o caso antes de se manifestar. A reportagem não conseguiu contato com as defesas de Felipe Paroschi Jafar, Giovanni Paroschi Jafar e Rhayane Souza Fanaia.

A defesa de Olívia Jafar informou que ela pagou fiança e foi colocada em liberdade. A Justiça determinou que a médica use tornozeleira eletrônica, compareça sempre que for convocada e não mantenha contato com familiares que permanecem presos. Os outros quatro investigados continuam presos.

(Veja a nota na íntegra ao final da reportagem). Quem são os integrantes da família investigados
Rossana Paroschi Jafar
Rossana é viúva do empresário Mirched Jafar Júnior, proprietário da Gráfica Alvorada. Segundo o MPMS, ela ocupava posição de liderança na organização criminosa.

Cirurgiã-dentista e empresária ligada à Gráfica Alvorada e a outras empresas do ramo gráfico, Rossana foi presa na Operação Gutenberg por suspeita de participação no esquema de fraude na compra de livros e também por posse de munições. No dia 9 de julho, ela obteve liberdade provisória no processo relacionado às munições, mas continua presa por causa da investigação sobre a suposta fraude. Conforme a investigação, ela concentrava as decisões administrativas e financeiras das empresas e era destinatária de parte dos recursos movimentados pelo grupo.

Olívia Paroschi Jafar
Filha de Rossana, Olívia é médica, empresária e proprietária da Clínica Ross, que também foi alvo de buscas durante a operação. Ela pagou fiança e responde ao processo em liberdade, com uso de tornozeleira eletrônica. Segundo a investigação, Olívia aparece como proprietária de empresas que teriam sido incorporadas à estrutura financeira da organização para receber recursos e ocultar a origem do dinheiro.

Felipe Paroschi Jafar
Filho de Rossana, Felipe é engenheiro e ex-servidor comissionado da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul). De acordo com a investigação, ele foi um dos principais destinatários dos recursos públicos recebidos pela Editora Avante. Para isso, utilizava uma empresa da qual é sócio com o irmão Giovanni.

A apuração também aponta que Felipe trocava informações bancárias com Rhayane Souza Fanaia para agilizar a transferência de valores enviados pelo município de Ivinhema (MS) logo após o dinheiro entrar na conta da editora. Após ser preso na operação, ele foi exonerado do cargo de assessor especial da Agesul. Giovanni Paroschi Jafar
Filho de Rossana e irmão de Olívia e Felipe, Giovanni é empresário e sócio-administrador da Bold Tech Ltda., empresa do ramo de impressão e publicações.

Ele ficou foragido após a operação e se apresentou à polícia no dia 14 de julho. Segundo as investigações, Giovanni mantinha relacionamento com Rhayane Souza Fanaia, proprietária da Editora Avante, empresa que, de acordo com o MPMS, era utilizada para firmar contratos públicos de forma irregular. A investigação identificou transferências diretas da Editora Avante para a conta bancária de Giovanni.

Rhayane Souza Fanaia
Ex-nora de Rossana, por ter sido casada com Giovanni, Rhayane aparece nas investigações como proprietária da empresa Souza & Fanaia Comércio de Livros e Serviços (Editora Avante), citada nos contratos investigados com prefeituras de Mato Grosso do Sul. Conforme apurado pelo g1, ela foi presa em Goiás. Segundo a investigação, Rhayane cedeu seu nome para a criação da Editora Avante em 2021, mas não tinha autonomia administrativa ou financeira sobre a empresa, atuando sob orientação de Rossana e de seus filhos.

Ainda conforme a apuração, sempre que a Editora Avante recebia pagamentos das prefeituras, Rhayane era acionada para transferir os valores. Esquema movimentou mais de R$ 27 milhões
Segundo o Ministério Público, a organização contava com a participação de servidores públicos para direcionar compras de livros paradidáticos por meio de contratações diretas, sem licitação.

Os 16 investigados que tiveram mandados de prisão decretados são:
Rossana Paroschi Jafar, empresária;
Olívia Paroschi Jafar, médica e filha de Rossana;
Felipe Paroschi Jafar, ex-comissionado da Agesul e filho de Rossana;
Giovanni Paroschi Jafar, empresário;
Rhayane Souza Fanaia, ex-nora de Rossana;
Eronivaldo da Silva Vasconcelos Júnior, ex-prefeito de Fátima do Sul e assessor parlamentar;
Ed Carlo Britto Burgatt, coordenador de regulação de Mato Grosso do Sul;
Jéssyca Burgatt, empresária e filha de Ed Carlo;
Francisco Anizio dos Santos;
Matheus Oliveira Peixoto;
Joatan Gomes Peixoto;
Paulo Rogério de Melo, empresário;
Douglas Henrique de Melo, empresário e filho de Paulo;
Geancarlo Leal de Freitas;
Gabriel Taquino de Paula;
Heyder Bartz. De acordo com o MPMS, os contratos investigados somam mais de R$ 27 milhões em recursos públicos.

Conforme a apuração, o dinheiro era distribuído entre integrantes da organização, servidores investigados e pessoas físicas e jurídicas para ocultar a origem dos valores. As investigações também apontam que servidores da área da Saúde condicionavam a autorização de exames, cirurgias e vagas em hospitais da rede estadual à compra de livros comercializados pelo grupo. Segundo o Ministério Público, a organização continuava em atividade e mantinha contratos ativos em diversos municípios.

A Operação Gutenberg cumpriu mandados em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho, Porto Murtinho, São Paulo (SP) e Abadiânia (GO). O que diz a defesa de Olívia Jafar
“A Justiça reconheceu expressamente que Olivia Paroschi Jafar não integra o núcleo que chefia a organização criminosa, entendimento que fundamentou a substituição de sua prisão preventiva por medidas cautelares.

A advogada Estella Bauermeister, que assumiu recentemente a defesa de Olivia Paroschi Jafar, informa que, após criteriosa análise dos autos e apresentação de manifestação técnica da defesa, um dos fundamentos acolhidos pelo Juízo das Garantias foi o reconhecimento expresso de que “ela não integra o núcleo de chefia da organização”, circunstância que, juntamente com os demais elementos dos autos, fundamentou a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas, dentre elas o monitoramento eletrônico. Médica, Olivia Paroschi Jafar sempre desenvolveu suas atividades profissionais exclusivamente na medicina, profissão da qual retira, de forma digna e independente, o seu sustento. Nunca exerceu qualquer função de direção ou administração das empresas investigadas, possuindo vida profissional, renda e residência próprias.

A análise técnica dos autos realizada pela defesa evidenciou que Olivia possui situação absolutamente distinta da atribuída aos investigados. Não exercia qualquer papel de direção, comando ou gestão na suposta organização criminosa e não mantinha vínculo com a as pessoas investigadas, muitas das quais sequer conhecia, além de sua mãe e irmãos. A defesa também esclarece que o contrato firmado com a Santa Casa, amplamente divulgado pela mídia, não possui qualquer relação com os fatos investigados.

Trata-se exclusivamente do instrumento utilizado para formalizar a prestação de serviços médicos em regime de plantão, por meio de pessoa jurídica, modalidade amplamente adotada por hospitais e profissionais da medicina para contratação e remuneração de seus serviços. A defesa seguirá atuando para demonstrar, no curso do processo, a efetiva individualização da conduta atribuída à investigada, com a convicção de que a análise técnica dos fatos prevalecerá”. Estella Bauermeister e Lucas Gertz, advogados.

Família Paroschi Jafar, suspeita de esquema em Campo Grande. Redes sociais/Reprodução

Fonte: G1 Nacional

Fatalidade de ciclista em acidente na BR-316 entre Demerval Lobão e Teresina

Ciclista falece em acidente no Piauí (imagem ilustrativa) Reprodução

Na manhã de sábado, 18, um ciclista morreu após colidir com um automóvel na BR-316, no segmento que liga Demerval Lobão a Teresina. ✅

De acordo com a PRF, o veículo seguia sentido Teresina–Demerval Lobão e colidiu transversalmente com a bicicleta. A constatação da PRF indica que o ciclista atravessava a pista em local inadequado e não havia observado a presença de outros veículos.

Ao entrar em contato, o ciclista foi arremessado contra o para‑brisa do carro e, em seguida, lançado sobre a pista; ele não suportou os ferimentos e morreu no local. Agora no g1

A motorista, mulher de 36 anos, saiu ilesa.

Três passageiros, com idades de 7, 40 e 48 anos, permaneceram ilesos. O teste de alcoolemia realizado na motorista deu negativo. O Samu, a Polícia Civil e o IML foram acionados para prestar assistência à ocorrência.

Segundo a PRF, a causa provável do acidente foi o acesso à via sem observar a presença de outros veículos. *Juliana Cristina, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

Fonte: G1 Nacional

Homem viola medida protetiva, atira contra ex e é encontrado com facão em Buri

O caso foi registrado na Delegacia de Itapeva (SP). Um homem de 37 anos, ao descumprir uma medida protetiva, tentou disparar contra a ex‑companheira e acabou sendo esfaqueado no Jardim São Pedro, em Buri (SP), no sábado (18). A Secretaria de Segurança Pública informou que ele foi preso em flagrante por tentativa de feminicídio e violência doméstica. Quando a Guarda Civil chegou ao local, o suspeito foi encontrado caído no chão da cozinha, com sangue no rosto e no tórax, ainda com sinais vitais, sendo socorrido por uma ambulância.

Segundo a corporação, duas irmãs da mulher, com 25 e 38 anos, desferiram golpes de facão no homem. Elas alegaram ter atuado em legítima defesa, protegendo seus próprios irmãos, e relataram que o homem havia chegado à residência armado, com a intenção de matar a ex‑companheira.

Ele acabou disparando contra o irmão da mulher, de 31 anos. Após o socorro, o homem foi levado ao pronto‑atendimento municipal. Os guardas civis apreenderam a arma de fogo e as facas utilizadas no episódio.

Pelo menos um dos tiros do revólver atingiu o ombro do irmão da vítima. O ferido permaneceu estável e sob observação no pronto‑atendimento.

Em outra ação, a GCM prendeu um suspeito de roubar facas e ameaçar uma funcionária em loja de Capão Bonito; um funcionário de escola municipal foi preso por oferecer drogas a adolescentes em Cerquilho; a polícia procura um homem suspeito de invadir e incêndio a casa da ex‑companheira no interior de São Paulo.

As mulheres foram conduzidas ao Plantão da Polícia Civil de Itapeva, onde foi lavrado um boletim de ocorrência por tentativa de homicídio e feminicídio. Elas foram presas em flagrante, porém liberadas posteriormente para responder em liberdade. O ex‑companheiro não compareceu à delegacia, pois foi transferido em estado grave à Santa Casa de Itapeva, permanecendo sob escolta, conforme a guarnição.

A SSP informou que as investigações prosseguem para esclarecer os detalhes do caso. Vídeos: assista às reportagens da TV TEM

Fonte: G1 Nacional