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Homem morre e mulher é ferida após ataque com faca em São Marcos, Salvador

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), localizado no bairro de Itapuã, em Salvador.

Na noite de quinta‑feira (23), no bairro de São Marcos, em Salvador, um homem foi morto e uma mulher ficou ferida após ser atacada com faca. A Polícia Civil informou que, até a sexta‑feira (24), nenhum suspeito havia sido detido.

A vítima foi identificada como Keyvison Dias Silva Santos, de 27 anos. De acordo com a polícia, a companheira caminhava pelo bairro quando foram surpreendidos pelo suspeito; Keyvison recebeu um corte no pescoço e não resistiu ao ferimento.

A companheira, de 24 anos, também foi esfaqueada, conseguiu fugir e pedir auxílio. Foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Marcos e seu estado de saúde não foi divulgado. 📲
Atualmente, há a suspeita de que o crime tenha sido cometido pelo ex‑namorado da mulher, mas a informação ainda não foi confirmada pela polícia.

Não há detalhes sobre a motivação do crime nem sobre quem é o suspeito. Em comunicado, a Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado como homicídio e tentativa de feminicídio.

O suspeito que amputou dedos de uma professora para obter R$ 18 mil falhou em nova tentativa devido ao avançado estado de decomposição. O padrasto foi preso sob suspeita de torturar a enteada de 12 anos ao cortar o cabelo da adolescente como castigo, na Bahia. A colisão entre um ônibus e um caminhão deixou 17 trabalhadores feridos, que trabalham em empresa prestando serviço à BYD. Confira mais notícias do estado. Assista aos vídeos da TV Bahia 💻

Fonte: G1 Nacional

Prefeitura de SP recorre da decisão que obrigou credenciamento da Uber Moto, mas garante que obedecerá à sentença; Nunes afirma que serviço ainda não está autorizado

O condutor da Uber Moto e o prefeito Ricardo Nunes (MDB), que se posiciona contra a oferta do serviço na cidade de São Paulo. Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais

Na sexta‑feira (24), a Prefeitura de São Paulo declarou que apresentou recurso contra a sentença que obrigou o credenciamento da Uber para prestar o transporte de passageiros por moto, porém asseverou que obedecerá integralmente à decisão judicial. “O município ajuíza agravo de decisão, considerando que ela deve ser analisada pelos tribunais superiores.”

Conforme anúncio da administração, a determinação será cumprida integralmente. A juíza Patrícia Persicano Pires, da 16ª Vara da Fazenda Pública, concedeu prazo de 48 horas para que a prefeitura providenciasse o credenciamento da plataforma; o não cumprimento acarretará multa diária de R$ 5 mil.

O prazo de 48 horas expirou nesta sexta‑feira, porém a PGM informou que ainda restam procedimentos a serem concluídos para que a Uber possa iniciar a operação. “O credenciamento não implica que a empresa esteja liberada para prestar o serviço imediatamente, visto que a regulamentação municipal ainda exige etapas adicionais”, afirmou a Procuradoria. “A Justiça determinou que a Prefeitura autorize a Uber a operar motocicletas por aplicativo em até 48 horas.”

O prefeito Ricardo Nunes (MDB) sustenta que a decisão judicial abordou apenas o seguro extra exigido pela cidade, e que a Uber ainda não cumpriu outras obrigações previstas na regulamentação municipal.

Entre os requisitos constam o cadastramento das motocicletas e dos condutores, bem como a comprovação de exame toxicológico e a participação em cursos de capacitação. “Não há qualquer autorização para que a Uber inicie suas atividades”, afirmou Nunes em entrevista à Rádio Bandeirantes. Ele acrescentou que a prefeitura levará essas alegações à Justiça e continuará exigindo o cumprimento integral dos requisitos estabelecidos na regulamentação municipal antes de autorizar o início da operação.

“As pessoas que forem transportadas precisam ter a certeza de que a moto não foi obtida por furto ou roubo e de que o condutor possui condições de exercer o serviço”, declarou o prefeito. “Assim, ainda há um longo caminho a percorrer, considerando que, apenas no último ano, 475 indivíduos perderam a vida em acidentes envolvendo motocicletas em São Paulo.”

A prefeitura citou ainda nota conjunta da UGT, da FEBRAMOTO e do SindimotoSP, que manifestaram preocupação com o crescimento da judicialização no âmbito da regulação do transporte remunerado de passageiros por motocicletas por aplicativos.

Serviço de transporte de passageiros por motocicleta por aplicativo, disponibilizado pela Uber em São Paulo e em outras cidades do país.

A decisão que obriga a Prefeitura de São Paulo a autorizar a atuação da Uber neste segmento representa mais um capítulo da disputa entre a gestão Nunes e os aplicativos de transporte.

A controvérsia chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu parte das normas impostas pelo município para permitir a Uber operar as motocicletas. Na semana anterior, a prefeitura recusou, pela segunda vez, o pedido de credenciamento da Uber para intermediar o transporte de passageiros por moto. O CMUV justificou a recusa ao alegar que a empresa não demonstrou a contratação de apólice de seguro, já que um dos documentos apresentados estava sem assinatura.

A Uber recorreu e obteve vitória na Justiça. A juíza Patrícia Persicano Pires, da 16ª Vara da Fazenda Pública, entendeu que a exigência já havia sido satisfeita e que o novo indeferimento se trata de repetição de ato já considerado ilegal. A decisão faz referência ao entendimento do ministro do STF Alexandre de Moraes, que suspendeu a exigência de coberturas adicionais de seguro.

Em comunicado, a Uber afirma que “a magistrada ressaltou o comportamento contraditório da administração municipal ao levantar questionamentos burocráticos de última hora sobre a declaração de seguro, como a ausência de assinatura, que não foram contestados em fases anteriores e que ultrapassam o que já havia sido julgado”. Ainda, a empresa destaca que “o tribunal observou que a própria Uber apresentou, em 17 de julho, a declaração com assinatura eletrônica dos representantes da seguradora Chubb e as condições da apólice, eliminando totalmente as ‘objeções formais tardiamente suscitadas’ pela prefeitura”. Em 1º de abril deste ano, após reunião com a prefeitura, a plataforma 99 informou ter desistido de operar o serviço de transporte de passageiros por motocicletas na capital.

O ministro do STF Alexandre de Moraes atua como relator da ação que questiona as normas impostas pela Prefeitura de São Paulo para autorizar o serviço de ‘moto app’.

Representando as plataformas, a CNS impugnou a regulamentação do serviço de moto por aplicativo em dezembro de 2025, poucos dias após a aprovação pela Câmara Municipal e a sanção pelo prefeito, por meio de uma ADPF no STF. A principal alegação é que as regras eram excessivamente rígidas e configuravam uma “proibição disfarçada de regulamentação”, já que nenhuma empresa havia sido credenciada até então. Em 19 de janeiro, Moraes, relator da ação, suspendeu parte das normas, considerando que a prefeitura invadiu a competência legislativa da União.

Um dos dispositivos previa que o não análise dos pedidos de credenciamento dentro do prazo legal de 60 dias impediria a concessão automática da licença às empresas, proibindo a atividade por tempo indeterminado. O ministro também considerou ilegal a exigência da placa vermelha (categoria aluguel), pois a legislação federal não impõe essa obrigatoriedade aos serviços de transporte privado individual de passageiros por aplicativo. Além disso, Moraes ressaltou que a modalidade não pode ser equiparada ao mototáxi, que é regulado por lei específica.

O decreto publicado em dezembro pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) determinava que o Seguro de Acidentes Pessoais a Passageiros (APP) deveria cobrir não só o passageiro, mas também o condutor e terceiros envolvidos em acidentes de trânsito. O texto previa indenização mínima de R$ 100 mil para danos físicos e morais, R$ 300 mil para invalidez e R$ 500 mil para morte, além das despesas médicas e hospitalares. “Chama a atenção a exigência de valores vultosos, que divergem dos padrões aplicáveis a atividades semelhantes, reforçando a tese de que o ente municipal, ao impor exigências excessivas, buscou inviabilizar a disponibilização do serviço de transporte de passageiros por motocicletas”, destacou Moraes.

Fonte: G1 Nacional

Assalto a mão armada tira moto Honda de 2024 da BR-412 entre Serra Branca e São João do Cariri

Na noite de quinta‑feira (23), durante um assalto na BR‑412 entre Serra Branca e São João do Cariri, no Cariri paraibano, uma motocicleta Honda NXR 160 Bros ESDD, cor vermelha, modelo 2024, foi subtraída. O caso foi anotado na Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Monteiro.

Segundo o boletim, a vítima transitava pela pista quando dois indivíduos, a bordo de outra motocicleta, a interceptaram. Eles exigiram que o piloto parasse, ameaçaram-no e, após a parada, a vítima dirigiu‑se a um trecho de vegetação às margens da rodovia enquanto os assaltantes fugiam com o veículo.

O bem subtraído trata‑se de uma Honda NXR 160 Bros ESDD, cor vermelha, modelo 2024, placa SUM1B14. O boletim indica que, por causa da escuridão e do nervosismo, a vítima não conseguiu identificar detalhes dos responsáveis.

O fato foi classificado como roubo e está sob investigação da Polícia Civil, que visa identificar os autores e recuperar a motocicleta.

Paraíba Mix

Um post com o título “Moto é roubada durante assalto na BR-412 entre Serra Branca e São João do Cariri” foi divulgado em um portal de conteúdo.

Fonte: Opipoco

MPPB acusa delegado e agentes da Polícia Civil de esquema de desvio de drogas

O delegado Braz Morroni e os agentes da Polícia Civil Everton Aires e Eduardo Jorge Ferreira do Egito foram denunciados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) na sexta‑feira (24) por suposto envolvimento em esquema de desvio de drogas.

Além da eventual condenação criminal, o Ministério Público requer a perda dos cargos públicos dos três acusados, a transformação da prisão temporária em preventiva e o pagamento de R$ 1 milhão em danos morais coletivos.

A queixa foi formalizada pelo Gaeco. Os três respondem por furto qualificado, abuso de autoridade, falsificação de documento público e fraude processual. O caso refere‑se ao suposto desvio de entorpecentes durante operação policial em outubro de 2025, na capital João Pessoa.

As defesas do delegado Braz Morroni e dos agentes Everton Aires e Eduardo Jorge Ferreira do Egito foram contatadas para comentar a denúncia do Ministério Público. Até a data da última atualização, não houve resposta.

Segundo o Ministério Público, os acusados recebiam orientações sobre os pontos onde as drogas eram guardadas, realizavam incursões nos endereços para subtrair os entorpecentes e, depois, anotavam oficialmente apenas uma fração do material apreendido.

Para embasar a acusação, o MPPB reúne provas obtidas mediante análise de celulares, registros de geolocalização da viatura empregada na ação, quebra de sigilos telemático, bancário e fiscal, bem como monitoramento dos investigados, documentos e depoimentos.

Em 16 de junho, a Polícia Civil encerrou um dos inquéritos da operação e indiciou o delegado Braz Morroni e os agentes Everton Aires, apelidado de “Bomba”, e Eduardo Jorge, conhecido como “Mão Branca”. No relatório, a corporação também solicitou a conversão da prisão temporária dos três para preventiva; eles seguem custodiados no Presídio Especial do Valentina, em João Pessoa.

Na quinta‑feira (23) passada, a Justiça da Paraíba concedeu a prisão domiciliar a Vanessa Dantas Fernandes, suspeita de atuar na movimentação financeira do esquema. Ela havia sido detida temporariamente na operação e deverá observar medidas cautelares, como a utilização de tornozeleira eletrônica e a proibição de se comunicar com os demais investigados.

A operação

A investigação apura a participação de uma organização criminosa acusada de tráfico de drogas, corrupção e divulgação de informações sigilosas. Foram executados nove mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão. A Justiça também determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 10 milhões dos envolvidos.

Um dos agentes detidos é Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como “Bomba” ou “Bombado”. Segundo a Polícia Civil, ele atua como operador central da organização, intermediando a relação entre agentes e traficantes.

O segundo agente é Eduardo Jorge Ferreira do Egito, conhecido como “Mão Branca”. Ele está apontado como participante direto das subtrações de drogas, tendo monitorado carregamentos, empregado rastreadores e escondido entorpecentes em sua residência.

O conteúdo foi veiculado por veículo de imprensa.

O post MPPB denuncia delegado e agentes investigados por esquema de desvio de drogas apareceu primeiro em site de notícias.

Fonte: PolemicaPB

MPPB acusa delegado e dois policiais civis de desviar drogas em operação policial

Delegado e dois agentes da Polícia Civil são presos em João Pessoa; o Ministério Público da Paraíba denunciou, na sexta‑feira (24), o delegado Braz Morroni e os agentes Everton Aires e Eduardo Jorge Ferreira do Egito por desvios de drogas ocorridos em uma operação policial na capital. ✅

Além da responsabilidade criminal, o MP pediu que a Justiça retire dos cargos públicos os três acusados, transforme a prisão temporária em preventiva e condene-os a pagar R$ 1 milhão em danos morais coletivos. O g1 entrou em contato com as defesas do delegado Braz Morroni e dos agentes Everton Aires e Eduardo Jorge Ferreira do Egito.

Até o momento da última atualização, as defesas de Braz Morroni e Everton Aires permaneceram silenciosas. Na defesa de Eduardo Jorge, a nota afirmou que existem indícios de possíveis inconsistências na investigação, que serão demonstradas nos autos quando o processo estiver pronto, e que ainda aguardam a análise do pedido de acesso ao conteúdo completo das medidas cautelares, essencial para garantir a igualdade de armas entre defesa e acusação. Conforme a denúncia do Gaeco, os três respondem pelos crimes de furto qualificado, abuso de autoridade, falsificação de documento público e fraude processual.

O documento indica que esta é a primeira denúncia da Operação Perfidus e aborda apenas os episódios de suposto desvio de drogas ocorridos em outubro de 2025. Segundo o MP, os acusados recebiam informações sobre os pontos de armazenamento de drogas, realizavam incursões nos imóveis para subtrair os entorpecentes e, depois, registravam oficialmente apenas uma fração do material apreendido. Para fundamentar a acusação, o MPPB alega ter reunido provas obtidas por análise de celulares, registros de geolocalização da viatura empregada na ação, quebra de sigilos telemático, bancário e fiscal, monitoramento dos investigados, documentos e depoimentos.

Os agentes da polícia presos tentaram retêr parte do recurso de tráfico que seria entregue ao delegado na Paraíba.

Em 16 de junho, a Polícia Civil finalizou um dos inquéritos da operação e indiciou o delegado Braz Morroni e os agentes Everton Aires, apelidado de “Bomba”, e Eduardo Jorge, conhecido como “Mão Branca”. O relatório da corporação também requisitou a conversão da prisão temporária dos três para preventiva. Eles continuam encarcerados no Presídio Especial do Valentina, em João Pessoa.

Na quinta‑feira (23) anterior, a Justiça da Paraíba concedeu a prisão domiciliar a Vanessa Dantas Fernandes, investigada por participação na movimentação financeira do suposto esquema. Ela havia sido detida temporariamente na mesma operação e está obrigada a observar medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de contatar os demais investigados. As investigações

A Operação Perfídus foi deflagrada na manhã desta terça‑feira (2), conforme divulgação da Polícia Civil.

No total, a operação cumpriu nove mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão. A Justiça determinou ainda o bloqueio de aproximadamente R$ 10 milhões dos investigados. Um dos agentes presos é Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como “Bomba” ou “Bombado”.

Segundo a Polícia Civil, ele é apontado como operador central da organização, atuando como intermediário entre agentes e traficantes. O segundo agente, Eduardo Jorge Ferreira do Egito, conhecido como “Mão Branca”, é apontado como participante direto das subtrações de drogas, tendo monitorado carregamentos, utilizado rastreadores e escondido o material em sua residência.

Entre os demais presos da operação estão João Wicttor Alves de Lima; Brendo Roberth Fernandes Sobral; Paulo Ricardo Barbosa de Souza, “Galinha”; José Alexandrino de Lira Júnior, “Júnior Lira”; Vanessa Dantas Fernandes; e Dankennedy Vieira Brito da Silva, “Babau”.

O delegado Braz Morroni integra a lista de presos da operação; ele atua na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCPAT), em João Pessoa, e possui mais de 20 anos de carreira, tendo servido em outras unidades, como a de Repressão a Entorpecentes.

As investigações revelam que a organização criminosa contava com a colaboração de agentes públicos que empregavam a estrutura do Estado para facilitar atividades ilícitas. O nome da operação, Perfídus, significa “traição” ou “deslealdade”, referindo‑se à conduta imputada aos investigados.

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Fonte: G1 PB

Facção criminosa é capturada em distrito de Campina Grande

Grupo ligado a facção criminosa é preso em distrito de Campina Grande
Reprodução/TV Paraíba
Quatro indivíduos foram detidos em Galante, distrito de Campina Grande, suspeitos de integrar uma facção criminosa oriunda do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, os detidos atuavam nas cidades de Aroeiras e Gado Bravo, e houve troca de tiros entre eles e os policiais durante a abordagem.

Conforme a autoridade policial, as detenções ocorreram após indagações que revelaram a existência de uma residência utilizada como base operacional pelo grupo criminoso. O local foi localizado no Sítio Pau Careta, em Galante.

Durante a operação, dois membros da quadrilha foram capturados em flagrante, enquanto os demais conseguiram escapar por meio de um trecho de mata e atravessaram um açude.

Os dois detidos foram localizados com apoio da Polícia Militar e encaminhados ao Hospital Municipal de Fagundes. Conforme a polícia, um dos presos já possuía mandado de prisão aberto em razão de investigação de homicídio registrado em Gado Bravo. Vídeos em alta no g1
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Na ação, foram apreendidas duas pistolas de calibre 9 mm, cargas de munição, rádios comunicadores e vestimentas em padrão de camuflagem.

Também foram apreendidas uma motocicleta, capacetes e a roupa utilizada no homicídio investigado. A operação foi conduzida pelo Grupo Tático Especial (GTE) da 11ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), em conjunto com a Delegacia de Polícia Civil de Aroeiras. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Fonte: G1 Nacional

Mulher trans sofre violência com chutes e pauladas em Itatinga, SP, conforme vídeo

Mulher trans sofre violência com chutes e pauladas em Itatinga, SP

Uma mulher trans de 33 anos foi agredida com golpes de madeira e chutes em Itatinga (SP). O episódio, registrado em vídeo, aconteceu na madrugada de 11 de julho. Na sexta‑feira (24), a Polícia Civil divulgou que identificou três dos quatro envolvidos: dois homens, com 18 e 20 anos, e duas mulheres, uma com 24 anos e outra cuja idade não foi revelada.

A corporação pediu a prisão dos suspeitos e aguarda a decisão judicial. Até o momento da última atualização, nenhum dos acusados havia sido detido.

As investigações apontam que a violência iniciou‑se após um desentendimento motivado por uma cerveja.

Segundo o relato da vítima, enquanto caminhava com amigos na pista de skate, após deixar um evento, um indivíduo não identificado tirou uma cerveja do seu estojo sem autorização.

Ao responder à reclamação, um dos suspeitos afirmou que também pegaria uma bebida. A discussão transformou‑se em luta corporal e, em seguida, os demais participantes começaram a agredir a vítima.

Um vídeo mostra a vítima no chão, cercada pelo grupo, sendo golpeada com pedaços de madeira e chutes na cabeça e em outras partes do corpo. O depoimento da vítima indica que, durante o ataque, os agressores proferiram ameaças de morte e usaram insultos homofóbicos.

Ela declarou que duas guias usadas em sua prática de quimbanda foram deliberadamente quebradas durante a agressão. Além disso, um dos suspeitos proferiu comentários preconceituosos acerca da sua religião. Além das violência física, a mulher relatou ter sido alvo de homofobia e intolerância religiosa em Itatinga.

As agressões cessaram após a intervenção de uma testemunha, que impediu que um dos agressores desferisse um golpe de madeira na cabeça da vítima.

O caso está sendo apurado como tentativa de homicídio e como injúria qualificada por preconceito em razão da orientação sexual e da intolerância religiosa. O inquérito continua em andamento e outras infrações podem ser adicionadas nas investigações.

Para mais notícias da região, acesse os canais de informação locais.

Assista aos registros em vídeo da região

Fonte: G1 Nacional

Tribunal determina que Virgínia remova publicidade de apostas em 48 horas

Virginia foi vaiada e agredida verbalmente por parte da torcida presente no Maracanã durante a partida da Seleção.

O prazo de 48 horas fixado pela magistratura para que a influenciadora Virgínia Fonseca retire os anúncios de apostas online de seus perfis já está em vigor. A liminar de urgência expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal proíbe a veiculação de anúncios de apostas.

A decisão foi tomada sob solicitação do Ministério Público do Distrito Federal, que alertou para o risco de prejuízo coletivo aos seguidores da influenciadora. Conforme o MP, Virgínia estaria veiculando vídeos que incentivam seus seguidores a apostar na plataforma, sem deixar claro que se trata de conteúdo patrocinado.

O que determina a decisão
A decisão, assinada pelo desembargador Renato Rodovalho Scussel, estabelece que toda a divulgação de anúncios de apostas online deve ser interrompida.

Além disso, Virgínia deve se abster de publicar anúncios que garantam lucro certo ou imediato, que caracterizem a aposta como fonte de renda, como investimento alternativo ao trabalho ou como solução para problemas financeiros, bem como de campanhas que afirmem ausência de risco de perda.

Histórico do caso e pedido de indenização
A decisão nasceu de um recurso interposto pelo Ministério Público do Distrito Federal perante o Tribunal de Justiça, depois que um pedido anterior de retirada das publicações fora indeferido por ausência de comprovação de urgência e risco coletivo.

No recurso, o Ministério Público trouxe à tona o contrato de contratação com a empresa Blaze e outros documentos que, segundo a investigação, evidenciam a necessidade imediata de retirada das publicações.

Na mesma oportunidade, o Ministério Público ampliou o pedido de indenização, elevando-o para R$ 380 milhões, que deverão ser pagos por Virgínia Fonseca e pela plataforma Blaze aos apostadores que, conforme a investigação, teriam perdido recursos ao serem influenciados sem perceber.

Posicionamento das partes
A assessoria de Virgínia Fonseca informou que ainda não recebeu o texto da decisão e que, ao tomá‑lo conhecimento, prestará esclarecimentos. A Blaze, por sua vez, não se manifestou sobre a decisão mais recente, embora em declarações anteriores tenha afirmado colaborar com a investigação e reforçado seu compromisso com a ética e a responsabilidade online.

O post Justiça manda Virgínia apagar anúncios de bet em 48 horas foi divulgado inicialmente em meio de comunicação.

Fonte: Opipoco

Moto Honda 2024 é roubada durante assalto na BR-412 entre Serra Branca e São João do Cariri

Na noite de quinta‑feira (23), uma motocicleta Honda NXR 160 Bros ESDD, cor vermelha, modelo 2024, foi subtraída após um assalto ocorrido na BR‑412, no trecho que liga Serra Branca a São João do Cariri, região do Cariri paraibano. O caso foi formalizado na Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Monteiro.

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima transitava pela rodovia quando dois indivíduos, a bordo de outra motocicleta, a surpreenderam. Eles se aproximaram, exigiram a parada do veículo e proferiram ameaças. Em seguida, a vítima dirigiu‑se a um trecho de vegetação às margens da pista, enquanto os assaltantes fugiram com a moto.

A moto levada possui as mesmas especificações: Honda NXR 160 Bros ESDD, cor vermelha, ano/modelo 2024, placa SUM1B14. O registro indica que, por causa da pouca iluminação e do nervosismo vivido na ocasião, a vítima não conseguiu descrever com detalhes os autores do crime.

O delito foi classificado como roubo e está sob investigação da Polícia Civil, que tem como objetivo identificar os responsáveis e recuperar a motocicleta.

Paraíba Mix

Um post com o título ‘Moto é roubada durante assalto na BR-412 entre Serra Branca e São João do Cariri’ foi divulgado em um website.

Fonte: Opipoco

Menina de cinco anos afoga e morre em piscina durante festa em Sapé

Na quinta‑feira (23), uma menina de cinco anos veio a falecer em Sapé, vítima de afogamento numa piscina durante um período de recreação, conforme informou o Corpo de Bombeiros.

Segundo os bombeiros, a mãe chegou à Companhia Independente de Bombeiro Militar de Sapé com a criança já inconsciente e relatou os acontecimentos; os profissionais aplicaram os primeiros socorros utilizando ventilação mecânica.

A criança foi encaminhada de ambulância ao Hospital Sá Andrade, localizado em Sapé, e a morte foi confirmada em poucos minutos.

A vítima foi identificada como Kaick Martins, de cinco anos. A Polícia Civil informou que a mãe e outra testemunha presentes no local foram ouvidas e, em seguida, liberadas.

De acordo com a polícia, as primeiras apurações apontam que se trata de uma fatalidade, e o caso continuará sob investigação da Polícia Civil.

A Secretaria de Saúde de Sapé, por meio das redes sociais da prefeitura, divulgou uma nota de pesar pela morte da criança.

O post Criança de cinco anos morre afogada em piscina durante festa em Sapé foi publicado inicialmente em um veículo de comunicação.

Fonte: PolemicaPB