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Probabilidade de Juliana Cunha Lima como vice cai; PL passa a priorizar perfil de segmento para chapa de Efraim

As chances de Juliana Cunha Lima, primeira‑dama de Campina Grande, aceitar o convite do senador Efraim Filho (PL) para ser vice‑governadora em sua chapa reduziram consideravelmente. Diante disso, outras opções continuam sendo avaliadas pelo partido.

Entre os motivos para o recuo de Juliana estão questões de saúde, inclusive a gravidez da primeira‑dama. Contudo, ela e o prefeito Bruno Cunha Lima (União) deverão participar da campanha do senador.

Com a diminuição da candidatura de Juliana, o critério geográfico para a escolha da vaga foi substituído por uma busca de perfis que representem segmentos específicos do eleitorado. Entre as opções consideradas estão nomes ligados ao setor produtivo e ao segmento evangélico.

A expectativa é que o nome do candidato ou da candidata a vice seja divulgado na convenção do PL, marcada para o próximo domingo (2). O evento contará com a presença do pré‑candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que já confirmou presença.

Mesmo sem integrar a chapa, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), espera participar ativamente da campanha eleitoral e comparecer à convenção.

De acordo com informações do PL, o evento terá um formato mais aberto e imersivo, permitindo a participação e a interação dos apoiadores, e não somente dos candidatos que disputarão as eleições de outubro.

Com Jornal da Paraíba

O post Chance de Juliana Cunha Lima na vice diminui, e PL adota critério de segmento para chapa de Efraim.

Fonte: De olho no Cariri

Janine Lucena é nomeada primeira suplente de Veneziano no Senado

A antiga secretária‑executiva de Saúde da capital, Janine Lucena, filiada ao MDB, será anunciada nesta sexta‑feira (31) como primeira suplente do senador Veneziano Vital do Rêgo, também do MDB, que busca a reeleição ao Senado Federal nas eleições de 2026.

O anúncio acontecerá na sede estadual do MDB em João Pessoa, com a presença de lideranças do partido e integrantes do grupo político.

Pertencente ao MDB, Janine é filha do ex‑prefeito de João Pessoa e atual pré‑candidato ao governo da Paraíba, Cícero Lucena. Seu afastamento da função de secretária‑executiva de Saúde da cidade tem sido interpretado como parte das estratégias para viabilizar sua candidatura nas eleições de 2026.

O comunicado sobre sua indicação foi veiculado primeiramente em um portal de notícias.

Fonte: PolemicaPB

Diego Tavares e Pollyanna Werton atraem multidão e reafirmam compromisso com o desenvolvimento de Pombal

Na noite de quinta‑feira (30), o suplente de senador e pré‑candidato a deputado estadual Diego Tavares (PP) e a pré‑candidata a deputada federal Pollyanna Werton (PP) reuniram um grande público de apoiadores em Pombal, durante mais uma edição da Plenária do Trabalho. O encontro contou ainda com a presença do ex‑candidato a prefeito Pedro Feitosa, vereadores, lideranças políticas e representantes de diferentes setores da sociedade.

O evento reforçou a presença política da legenda na cidade e contou com discursos que sublinharam o compromisso de Diego e Pollyanna com o desenvolvimento de Pombal e do Sertão paraibano. Os pré‑candidatos defenderam uma ação coordenada entre a Assembleia Legislativa da Paraíba e a Câmara dos Deputados para assegurar maior investimento em saúde, educação, infraestrutura, segurança hídrica, geração de emprego, desenvolvimento econômico e políticas públicas que visem melhorar a qualidade de vida da população.

Em seu discurso, Diego Tavares exaltou a trajetória e a liderança de Pollyanna Werton, ressaltando sua dedicação à cidade e sua capacidade de representar os interesses dos paraibanos em Brasília.

“Tenho uma enorme admiração por Pollyanna. É uma mulher de fibra, de coragem e de muito trabalho. Pombal vai ajudar a eleger uma filha sua, fazendo dela a única mulher eleita deputada federal nas eleições deste ano”, afirmou.

Pollyanna destacou a experiência administrativa e a capacidade de realização de Diego Tavares, citando sua atuação em cargos estratégicos na Prefeitura de João Pessoa e no Governo da Paraíba, além de reforçar o vínculo histórico do pré‑candidato com Pombal.

“Diego carrega no sangue a força e a coragem do povo pombalense. Sua trajetória na gestão pública demonstra competência, compromisso e capacidade de entregar resultados. Pombal precisa desse jovem, do seu trabalho e da sua capacidade de realização na Assembleia Legislativa”, destacou.

A Plenária do Trabalho também contou com a participação de lideranças políticas locais, que reafirmaram apoio às pré‑candidaturas de Diego Tavares e Pollyanna Werton e defenderam a união do grupo em torno de projetos que impulsionem o desenvolvimento de Pombal e de toda a região.

O post Diego Tavares e Pollyanna Werton reúnem multidão em plenária e reforçam compromisso com o desenvolvimento de Pombal apareceu primeiro em Polêmica Paraíba.

Fonte: PolemicaPB

Prefeito de Cacimbas rompe com Veneziano Vital do Rêgo e declara apoio a Nabor Wanderley

O senador e candidato à reeleição Veneziano Vital do Rêgo (MDB) teve sua base política abalada com a perda de mais um aliado. O prefeito municipal de Cacimbas, Nilton Holanda, passará a apoiar a candidatura de Nabor Wanderley ao Senado, ampliando a quantidade de parceiros do grupo governista no Sertão paraibano.

A incorporação de Nilton Holanda constitui mais um revés para a campanha de reeleição de Veneziano e reforça o esforço de fortalecimento da pré-campanha de Nabor Wanderley junto às lideranças locais.

O post Prefeito de Cacimbas deixa base de Veneziano e anuncia apoio a Nabor Wanderley foi divulgado em meio eletrônico.

Fonte: PolemicaPB

Eleição de governadores: veja como estão as disputas em 10 estados, segundo a Quaest

Urna eletrônica para votação nas eleições brasileiras
Marcelo Camargo/Agência Brasil
As pesquisas Quaest divulgadas entre segunda-feira (27) e quinta-feira (30) mostram um mapa eleitoral heterogêneo para a disputa pelos governos estaduais em dez estados.
Enquanto alguns governadores e candidatos aparecem com vantagem e favoritismo consolidado, outras corridas seguem indefinidas, marcadas por empates técnicos, alto índice de eleitores indecisos e espaço para mudanças até a campanha.

🔎 Empate técnico é quando, mesmo com pontuação diferente, dois ou mais candidatos estão a uma distância um do outro menor que a margem de erro da pesquisa, somando as margens para mais ou para menos. Por exemplo, se a margem é de dois pontos e a diferença entre os candidatos é de quatro pontos ou menos, eles estão em empate técnico. Os levantamentos mostram o cenário na Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Veja os resultados:
Bahia
No primeiro turno, ACM Neto (União) aparece com 39% contra 38% de Jerônimo Rodrigues (PT) nos dois cenários testados – um empate técnico entre os dois. No cenário de segundo turno, a situação também é de empate técnico, apesar de ACM Neto continuar na frente. Ele tinha 41% contra 38% do governador em abril e foi a 43% contra 39% em julho, mantendo uma vantagem de 4 pontos, dentro da margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos da pesquisa.

Aprovação do governador da Bahia, segundo a Quaest. Arte/g1 Design
Para Felipe Nunes, diretor da Quaest, os dois candidatos chegam à eleição com bases consolidadas. “Entre os eleitores de ACM Neto, 65% dizem que o voto é definitivo.

Entre os de Jerônimo, 63%. A campanha será menos sobre segurar as bases e mais sobre conquistar os eleitores ainda disponíveis”. Nunes também destaca a aprovação do representante do PT: “Jerônimo chega competitivo porque seu governo mantém aprovação majoritária: 57% aprovam e 34% desaprovam.

Além disso, 52% dizem que ele merece ser reeleito, contra 41% que pensam o contrário”. Aprovação do governador da Bahia, segundo a Quaest. Arte/g1 Design
A pesquisa Quaest na Bahia ouviu 1.200 eleitores no estado entre 23 e 27 de julho.

Tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é BR-05856/2026 e BA-02331/2026. Ceará
Ciro Gomes (PSDB) lidera o primeiro turno cearense com 43%, contra 33% de Elmano de Freitas (PT), 3% de Eduardo Girão e 13% de indecisos.

No cenário de segundo turno, a distância entre os dois representantes do PSDB e do PT já era favorável a Ciro Gomes em abril (46% a 35%, 11 pontos) e se ampliou ligeiramente em julho (48% a 35%, 13 pontos). “A estrutura política da disputa é muito clara. Elmano tem 58% entre lulistas e 53% na esquerda.

Ciro domina 62% da direita e 72% entre bolsonaristas. Entre os independentes Ciro 44% e Elmano 24%. Ciro não depende apenas da direita”, analisa Nunes, no X.

Intenção de voto para governador do Ceará no 2° turno, segundo a Quaest. Arte/g1
A pesquisa Quaest no Ceará ouviu 1.102 eleitores no estado entre 24 e 28 de julho. Tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é BR-03238/2026 e CE-09277/2026. Goiás
No primeiro turno, Daniel Vilela (MDB) lidera com 37%, contra 21% de Marconi Perillo (PSDB) e 11% de Wilder Morais (PL), com 20% de indecisos. Levantamento da Quaest em Goiás mostra os percentuais das intenções de voto para o Governo do Estado no 1º turno
Arte/ g1
Nos cenários de segundo turno, Vilela tem a maior vantagem entre os dez estados: contra Perillo, manteve folga estável de 24 pontos (51% a 27% em abril; 52% a 28% em julho); contra Wilder Morais, ampliou a distância de 30 para 38 pontos (51% a 21% em abril; 54% a 16% em julho).

Nunes destaca que a vantagem de Daniel é de 16 pontos sobre Marconi, e ele lidera entre todos os recortes destacados na pesquisa, entre homens e mulheres, em todos os níveis de escolaridade, renda e grupos religiosos. “Daniel tem amplitude política. Ele lidera entre independentes, direita não bolsonarista e bolsonaristas.

Também é competitivo entre lulistas e eleitores de esquerda, e isso está fazendo a diferença”
O quadro acompanha a aprovação do ex-governador do estado Ronaldo Caiado (PSD), que chegou a 87% em julho. Caiado deixou o comando de Goiás para concorrer à Presidência da República. A pesquisa Quaest em Goiás ouviu 1.104 eleitores no estado entre 24 e 28 de julho.

Tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é BR-08063/2026 e GO-01701/2026. Minas Gerais
Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera em todos os cenários em que aparece, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Em seguida, estão Alexandre Kalil (PDT), Patrus Ananias (PT) e Mateus Simões (PSD). Mesmo liderando, Cleitinho, que é senador, ainda não definiu se sairá candidato. Segundo Nunes, a “liderança de Cleitinho resulta, em parte, da concentração do voto à direita e da divisão à esquerda.

O senador tem 59% na direita não bolsonarista e 51% entre bolsonaristas. Na esquerda não lulista, Kalil tem 40% e Patrus, 25%”. Nos cenários sem Cleitinho, há equilíbrio: um eventual segundo turno entre Mateus Simões e Alexandre Kalil mostra 30% a 29%, dentro da margem de erro.

Já Mateus Simões e Patrus Ananias aparecem empatados em 30% a 30%. A pesquisa Quaest em Minas Gerais ouviu 1.482 eleitores no estado entre 22 e 26 de julho. Tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é MG-03490/2026 e BR-09333/2026. Pará
O ex-governador do estado Helder Barbalho (MDB) detém índice de aprovação de 71%. Esse prestígio impulsiona a atual governadora, que era vice de Barbalho, Hana Ghassan (MDB).

A política é identificada por 37% da população como a candidata de Helder. Hana lidera as intenções de voto nos cenários estimulados de 1º e 2º turno, embora empatada tecnicamente com Dr. Daniel Santos (Podemos).

Intenção de voto no de 2º turno para o governo do Pará
Arte/g1
Nunes destaca que a eleição para governador no estado está aberta: “Apenas 30% dizem que a escolha é definitiva, enquanto 68% afirmam que ainda podem mudar de voto caso algo aconteça até a eleição. Ou seja: há movimento, mas ainda pouca consolidação”. A pesquisa Quaest no Pará ouviu 900 eleitores no estado entre 21 e 25 de julho.

Tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é PA-04548/2026 e BR-06752/2026. Paraná
No primeiro turno, Sergio Moro (PL) lidera com 39%, à frente de Requião Filho (PDT, 18%), Rafael Greca (MDB, 12%) e Sandro Alex (PSD, 7%).

Este último, do mesmo partido do governador Ratinho Júnior, que soma 81% de aprovação. No segundo turno, Moro estava à frente de Requião Filho por 19 pontos, tanto em abril (49% a 30%) quanto em julho (48% a 29%). Apesar da liderança, Nunes destaca que a disputa está indefinida: 35% dizem que a escolha é definitiva, enquanto 64% afirmam que ainda podem mudar de voto.

“Vale lembrar que o ambiente político estadual continua favorável ao grupo do governador Ratinho Júnior. Para 63%, ele merece eleger o sucessor que indicar. Apenas 25% discordam.”
A pesquisa Quaest no Paraná ouviu 1.104 eleitores no estado entre 21 e 25 de julho.

Tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é BR-03445/2026 e PR-04818/2026. Pernambuco
No primeiro turno, Raquel Lyra (PSD) tem 43% contra 37% de João Campos (PSB), com 11% de indecisos e 6% de brancos/nulos.

No segundo turno, o cenário é de virada: em abril, João Campos vencia a simulação por 46% a 38% em abril; em julho, a governadora assumiu a ponta, apesar de empatada tecnicamente com Campos: 45% contra 39% do prefeito do Recife. Quaest em Pernambuco: intenção de voto para governador no 2º turno
Arte/g1
Pesquisa Quaest de julho de 2026 indica 68% de aprovação do governo Raquel Lyra
Montagem/g1
Nunes aponta que, na disputa pelo governo de Pernambuco, “47% querem um próximo governador aliado de Lula”. “Cai para 44% a percepção de que João é o candidato de Lula.

A pesquisa sugere que a força de Lula não se transfere automaticamente para o ex-prefeito do Recife.”
A pesquisa Quaest em Pernambuco ouviu 900 eleitores no estado entre 22 e 26 de julho. Tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é BR-03810/2026 e PE-09649/2026.

Rio de Janeiro
Na disputa no Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) aparece na liderança nos dois cenários de primeiro turno testados pela Quaest em julho: 38% num cenário mais amplo (com Anthony Garotinho, do Republicanos, e Douglas Ruas, do PL, entre outros) e 42% num cenário com menos candidatos. Em ambos os cenários, indecisos e votos em branco/nulo somam mais de um terço do eleitorado (35% e 37%). No cenário de segundo turno, Paes venceria Anthony Garotinho por 48% a 18%.

O ex-governador Cláudio Castro (PL) tem a pior avaliação de governo do país entre os estados avaliados: 28% de aprovação contra 54% de reprovação em julho, o único entre os dez estados testados pela Quaest em que a reprovação supera a aprovação. A pesquisa Quaest no Rio de Janeiro ouviu 1.200 eleitores no estado entre 21 e 25 de julho. Tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é BR-07670/2026 e RJ-02671/2026. Rio Grande do Sul
Juliana Brizola (PDT) aparece com 24% das intenções de voto no primeiro turno, seguida por Luciano Zucco (PL) com 22%. Dessa forma, os dois estão tecnicamente empatados.

31% do eleitorado ainda se diz indeciso, com mais 12% de brancos/nulos. Intenção de voto para governador no 1º turno — Rio Grande do Sul
Arte/g1
Para 62% dos eleitores ouvidos pela Quaest, a escolha do voto para governador ainda pode mudar. Outros 34% consideram a decisão definitiva.

A pesquisa Quaest no Rio Grande do Sul ouviu 1.104 eleitores no estado entre 24 e 28 de julho. Tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é BR-01871/2026 e RS-04790/2026.

São Paulo
No primeiro turno, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera com 41%, à frente de Fernando Haddad (PT), com 26% , além de 15% de brancos/nulos e 13% de indecisos. Intenção de voto para governador de São Paulo no 1° turno, segundo a Quaest. Arte/g1 Design
No cenário de segundo turno contra Haddad, a vantagem de Tarcísio não se alterou em relação a abril: era 49% a 32% e passou a 48% a 32% em julho.

Isso acontece no mesmo período em que a aprovação do governador passou de 54% para 55%, após dois anos de queda gradual (tinha 63% em abril de 2024). Aprovação do governador de São Paulo, segundo a Quaest. Arte/g1 Design
Apesar da folga eleitoral de Tarcísio, São Paulo é o estado com maior preferência por um governador independente (47%), à frente da preferência por um governador aliado de Bolsonaro (27%) ou de Lula (23%).

A pesquisa Quaest em São Paulo ouviu 1.650 eleitores no estado entre 23 e 27 de julho. Tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral dessa pesquisa é BR-09998/2026 e SP-04846/2026.

Fonte: G1 Nacional

Conselho da Paz de Trump: quem são os membros e por que grupo é tão polêmico?

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (centro), nomeou o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair (esquerda), e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (direita), como membros do conselho executivo do Conselho da Paz
Dawoud Abu Alkas/Reuters
O Hamas concordou com o “desarmamento total” em um acordo com o Conselho da Paz, um órgão internacional criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Descrevendo o acordo como “histórico”, o conselho afirma que haverá um plano gradual que levará à retirada completa das forças israelenses. Israel, que controla cerca de dois terços da Faixa de Gaza, ainda não se pronunciou.

Mas o que é o Conselho de Paz? Donald Trump lançou oficialmente seu Conselho de Paz à margem do Fórum Econômico Mundial, em Davos, em janeiro de 2026
Reuters
O que é o Conselho da Paz? A criação do órgão foi proposta no fim de setembro de 2025, como parte do plano de paz de 20 pontos apresentado pelo governo Trump para encerrar a guerra de dois anos entre Israel e Hamas e supervisionar a reconstrução de Gaza.

Posteriormente, a ideia foi endossada por uma resolução do Conselho de Segurança da ONU. No entanto, a carta constitutiva do órgão não menciona explicitamente Gaza nem os territórios palestinos, o que levantou temores de que pudesse ter um escopo mais amplo e assumir funções tradicionalmente desempenhadas pela Organização das Nações Unidas. A iniciativa foi lançada formalmente quatro meses depois, em 22 de janeiro, à margem do Fórum Econômico Mundial, em Davos.

Na estrutura atual, Trump atua como presidente do conselho vitalício, o que lhe confere ampla autoridade de decisão. Para aderir à instituição de forma permanente, é preciso pagar uma taxa de US$ 1 bilhão. Na estrutura atual, Trump atua como presidente vitalício do conselho
AFP via Getty Images
Quem integra o Conselho da Paz?

Dos 60 países convidados pela Casa Branca, mais de 20 aceitaram participar do Conselho da Paz, incluindo Israel, Catar, Arábia Saudita, Turquia e Egito. Nenhum dos principais aliados europeus dos Estados Unidos — entre eles o Reino Unido e a França — aderiu à iniciativa, e vários manifestaram preocupação de que ela pudesse ofuscar a Organização das Nações Unidas. A China e a Rússia tampouco aderiram ao grupo — embora Trump tenha feito um convite a Vladimir Putin.

Trump retirou o convite feito ao Canadá sem dar qualquer explicação. Ottawa havia sinalizado interesse em participar, mas não pagaria a taxa de adesão de US$ 1 bilhão. O Brasil também foi convidado, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condicionou sua participação à inclusão de representantes palestinos.

“Se o Conselho for para cuidar de Gaza, o Brasil tem todo o interesse de participar. Agora, é muito estranho que você tenha um Conselho e não tenha um palestino na direção. O Brasil tem todo o interesse de participar, mas é preciso que os palestinos estejam na mesa, senão não é uma comissão de paz”, disse Lula em entrevista ao UOL em 5 de fevereiro.

Em janeiro, Lula havia criticado a proposta. Durante um evento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Salvador, o presidente brasileiro afirmou que Trump queria “ser dono da ONU”. Na reunião inaugural do Conselho, em fevereiro, Trump afirmou que os Estados-membros contribuíram com US$ 7 bilhões para a reconstrução de Gaza após o desarmamento do Hamas.

Em abril, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, declarou estar cooperando com o Conselho em relação a Gaza. No início deste mês, um funcionário do Conselho afirmou que haverá uma zona humanitária piloto para palestinos em Gaza. Como funciona o Conselho da Paz?

Além do Conselho de Paz, foram anunciados dois conselhos executivos subordinados:
o Founding Executive Board (Conselho Executivo Fundador, em tradução livre), com foco de alto nível em investimentos e diplomacia;
o Gaza Executive Board (Conselho Executivo de Gaza, em tradução livre), responsável por supervisionar todo o trabalho em campo do Comitê Nacional para a Administração de Gaza, um grupo de tecnocratas encarregado da governança temporária e da reconstrução do território. A Casa Branca afirmou que os integrantes desses conselhos atuarão para garantir “governança eficaz e a prestação de serviços de excelência que promovam a paz, estabilidade e prosperidade para o povo de Gaza”. Segundo a Casa Branca, Trump presidirá o “Conselho Executivo Fundador” de nove membros, que conduzirá Gaza à sua próxima fase de reconstrução.

Outros integrantes incluem:
o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio;
o enviado especial dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff;
Jared Kushner, genro de Trump;
o ex-primeiro ministro do Reino Unido, Tony Blair. A inclusão de Blair é considerada controversa porque, em 2003, ele levou o Reino Unido à Guerra do Iraque com base em alegações de que o governo iraquiano possuía armas de destruição em massa, afirmações que mais tarde se mostraram falsas. Não há representantes palestinos em nenhum dos dois órgãos.

O Conselho da Paz pode ‘consertar’ Gaza? A reconstrução de Gaza deve levar anos e pode custar mais de US$ 70 bilhões, segundo uma avaliação de danos realizada no ano passado pela Organização das Nações Unidas, pela União Europeia e pelo Banco Mundial. Cerca de 80% dos edifícios em Gaza foram destruídos ou danificados, gerando 61 milhões de toneladas de escombros, segundo estimativas da ONU.

Famílias deslocadas também enfrentam baixas temperaturas do inverno, abrigo limitado e escassez de alimentos. O cessar-fogo mediado pelos EUA, que entrou em vigor em outubro, procurou interromper mais de dois anos de combates entre Israel e o Hamas. Embora os combates mais intensos tenham diminuído, pelo menos 1.168 palestinos foram mortos em ataques israelenses desde então, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, administrado pelo Hamas.

Os seus números são considerados fiáveis ​​pela ONU. Na cerimônia de assinatura do Conselho da Paz realizada em Davos, na Suíça, Kushner — empresário do setor imobiliário e genro do presidente Donald Trump, que ajudou a negociar um cessar-fogo entre Israel e o Hamas — apresentou um “plano diretor” para Gaza que inclui arranha-céus, novas cidades e uma zona turística costeira. Ele disse que a construção poderia levar de dois a três anos e exigirá um investimento de pelo menos US$ 25 bilhões, sendo a ajuda humanitária a prioridade imediata.

Por que o Conselho da Paz de Trump é tão polêmico? A iniciativa tem recebido críticas significativas, que vão desde preocupações com sua legitimidade até a representatividade dentro do órgão. Apesar de Trump promover o conselho como um futuro mediador de conflitos, vários aliados dos EUA alertaram que ele pode enfraquecer a Organização das Nações Unidas e o seu Conselho de Segurança da ONU — responsável pela manutenção da paz internacional e por sanções.

O governo Trump já reduziu o financiamento dos EUA para as Nações Unidas. No início do ano, o presidente americano assinou um memorando retirando o país de 31 entidades das Nações Unidas que, segundo ele, estavam “operando contra os interesses nacionais dos EUA”. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, descreveu o Conselho da Paz como um instrumento pessoal de Trump, sem mecanismos de responsabilização perante os palestinos ou a ONU.

Em discurso na Conferência de Segurança de Munique em fevereiro, ela afirmou que, embora o Conselho de Segurança tenha aprovado uma resolução apoiando a criação de um Conselho de Paz temporário para Gaza — que incluiria participação palestina e referência explícita ao território — a carta constitutiva do conselho omitiu esses elementos. “Então, acho que existe uma resolução do Conselho de Segurança, mas o Conselho da Paz não a reflete”, disse ela. A ausência de palestinos dos conselhos executivos é outro motivo de controvérsia.

“Parece que é basicamente um conselho americano, com alguns elementos internacionais”, disse o político palestino Mustafa Barghouti à BBC em entrevista recente, acrescentando que os palestinos esperavam “uma representação muito mais ampla”. Segundo Barghouti, o fato de o papel do grupo administrativo palestino aprovado durante negociações de paz no Cairo “não estar claro” seria “problemático”. Enquanto isso, o Conselho Executivo de Gaza inclui dois membros israelenses: o bilionário do setor imobiliário Yakir Gabay, atualmente radicado no Chipre; e o capitalista de risco americano Michael Eisenberg.

A inclusão de políticos de alto escalão do Catar e da Turquia — países críticos à atuação de Israel em Gaza — também provocou críticas entre políticos israelenses. Israel, por sua vez, afirmou em janeiro que a composição dos conselhos executivos “não foi coordenada com Israel e contraria sua política”, informou o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O líder da oposição israelense, Yair Lapid, classificou a composição como um “fracasso diplomático para Israel”, enquanto o ministro da Segurança Nacional, da direita radical, Itamar Ben-Gvir, escreveu no X que a Faixa de Gaza não precisava de nenhum “comitê administrativo” mas deveria ser “limpa de terroristas do Hamas”.

Contribuíram para essa reportagem Paula Adamo Idoeta, Sanne Peck e Andrew Webb, da BBC World Service

Fonte: G1 Nacional

Prefeito Bira anuncia que servidores de Camalaú receberão salários de julho

O salário referente ao mês de julho já se encontra disponível para os servidores públicos municipais.

A confirmação foi feita pelo próprio prefeito Bira Mariano, por meio das redes sociais.

Isso vai além de cumprir um compromisso; trata‑se de valorizar quem trabalha diariamente para que Camalaú se desenvolva.

“Nosso agradecimento a cada servidor e servidora pelo empenho, pela dedicação e pelo compromisso com o nosso município”, frisou o gestor.

BLOG DO FABIO BRITO

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Fonte: Opipoco

Prefeito de Alcantil confirma apoio à pré-candidatura de Tovar Correia Lima

O prefeito de Alcantil, Cícero do Carmo, formalizou o respaldo de seu partido à candidatura de Tovar Correia Lima como pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026.

Cícero, que havia sido apontado como possível pré-candidato a deputado estadual, optou por não concorrer ao cargo e, até o momento, ainda não havia definido quem receberia o apoio de seu grupo político na cidade.

A escolha foi resultado de uma articulação conduzida pelo deputado federal Romero Rodrigues, que consolidou Tovar Correia Lima como o candidato a deputado estadual do grupo político de Alcantil.

Além de Cícero do Carmo, o vice‑prefeito Noval e as principais lideranças municipais também se posicionarão ao lado de Tovar na corrida por uma cadeira na Assembleia Legislativa da Paraíba.

O comunicado reforça a pré-candidatura de Tovar Correia Lima na região do Cariri paraibano e ampla sua rede de apoio para as eleições de 2026.

Fonte: Bruno Lira
Créditos: Polêmica Paraíba

O post Prefeito de Alcantil declara apoio à candidatura de Tovar apareceu primeiro em Polêmica Paraíba.

Fonte: PolemicaPB

PT convoca encontro e evidencia divisão de apoio a Lula na Paraíba

A convenção do Partido dos Trabalhadores na Paraíba, realizada ontem, confirmou a existência de um “script” que demonstra a fragmentação dos palanques que apoiam a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um mesmo local, estavam presentes o governador Lucas Ribeiro (PP), oficialmente respaldado pelos petistas, o ex‑governador João Azevêdo (PSB), o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que apoia a pré‑candidatura do ex‑prefeito Cícero Lucena, bem como o ex‑governador Ricardo Coutinho, que não vota em Lucas nem em João e talvez não se alinhe a Cícero. Também esteve o segundo pré‑candidato oficial do PT à Senate, o ex‑prefeito de Patos Nabor Wanderley (Republicanos), que declarou ser “lulista de carteirinha”.

O constrangimento de Veneziano e de Ricardo ficou evidente, pois ambos se abstiveram de falar para não estragar o evento, que era desolidariedade a Lula. Esse desfecho era amplamente esperado pelos analistas políticos e pela opinião pública que acompanha o processo pré-eleitoral, diante da predominância de rivalidades regionais na política.

Lula, em algum momento, sonhou em reaproximar Ricardo Coutinho e Veneziano de João Azevêdo, mas reconheceu que o afastamento entre antigos aliados era tão grande que não poderia avançar nessa tentativa.

É importante lembrar que João Azevêdo foi o candidato escolhido por Ricardo Coutinho para governador em 2018, decisão que prejudicou os interesses de outros postulantes que estavam na mesma base aliada, e que Veneziano chegou a integrar o primeiro ano do governo de João, rompendo sob a desculpa de descumprimento de demandas.

A presidente estadual Cida Ramos, atuando como “algodão entre cristais” para antecipar a reação que surgiria, evitou declarar posicionamento pessoal sobre o presidente Lula, deixando essa manifestação ao responsável pelos direitos autorais. Contudo, era urgente que houvesse uma deliberação específica sobre o quadro sucessório na Paraíba, já que o PT decidiu não lançar candidatura própria, ainda que simbólica, e que a aliança de Veneziano com Cícero envolveu também os Cunha Lima, percebidos como bolsonaristas em encontros de esquerda na Paraíba. Esse xeque‑mate impossibilita a presença de competidores e foi a deliberação petista, divulgada nas fotografias da convenção de ontem.

Durante o evento, Ricardo optou por não falar para manter coerência com a postura de não apoiar Lucas, mesmo incorrendo en desobediência partidária, enquanto Veneziano Vital do Rêgo esforçou‑se para preservar a urbanidade política, posando para foto com a líder petista Cida Ramos e agradecendo ao presidente Lula e a todos os membros da legenda na Paraíba pela confiança e reconhecimento ao seu trabalho parlamentar. Ele escreveu nas redes: “Seguimos unidos, com diálogo, compromisso ededicação, trabalhando por uma Paraíba cada vez mais forte e por um Brasil mais justopara todos”.

Nabor Wanderley exaltou Lula, enquanto Lucas o descreveu como “o maior presidente da história”. Ficou pairando uma questão sobre a pretensão do PT paraibano de ocupar a vaga de vice‑governador na chapa liderada por Lucas, cargo também desejado pelo Republicanos, que apostou no deputado estadual Adriano Galdino, presidente da Assembleia Legislativa. Ao comentar o resumo da convenção de ontem, um interlocutor qualificado do PT paraibano explicou que o partido age dentro de suas atribuições e competências, sem incumbir‑se de administrar rivalidades pessoais entre líderes locais, seja por incompatibilidades eventuais ou definitivamente inconciliáveis.

No âmago, o objetivo do partido era construir um palanque amplo em defesa da reeleição de Lula, ainda mais crítico diante da ameaça iminente de interferência do governo dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Esse compromisso foi assumido por Lucas, João, Nabor, Veneziano e Ricardo Coutinho.

O post “Convenção do PT reflete divisão dos palanques de apoio a Lula – Por Nonato Guedes” foi veiculado primeiramente.

Fonte: PolemicaPB

Festas de inverno e cultura: programação ‘Qual a Boa?’ para 31 de julho, 1º e 2 de agosto

Lily Sanfoneira destaca-se entre as atrações do final de semana em João Pessoa, de acordo com a Secom-PB. A programação cultural do “Qual a Boa?” reúne festas, shows e outros eventos na Paraíba neste fim de semana: sexta‑feira (31), sábado (1º) e domingo (2). Entre os destaques estão a Festa das Neves e o Celebra João Pesso, em João Pessoa, e a Rota Cultural Caminhos do Frio em Serraria.

✅ Confira os vídeos em alta no g1
Programação “Qual a Boa?” em João Pessoa
Sexta‑feira (31)
Lily Sanfoneira apresenta Marisa
Local: Theatro Santa Roza
Horário: 20h
Valor: a partir de R$25
Caronas do Opala na Festa das Neves
Local: Parque Solón de Lucena
Horário: 19h
Valor: gratuito
Festival Sertão Amplificado
Local: Vila da Porto
Horário: 19h
Valor: R$10
Sábado (1º)
Celebra João Pessoa
Local: Busto de Tamandaré
Horário: 18h
Valor: gratuito
Jão, a festa
Local: Centrô Bar
Horário: 22h
Valor: gratuito
MC Luanna
Local: Caravela Cultural
Horário: 18h
Valor: a partir de R$80
Todas as Versões Dentro de Mim – Stand Up Comedy
Local: Teatro Ednaldo do Egito
Horário: 20h
Valor: a partir de R$30
O Céu da Língua
Local: Teatro Pedra do Reino
Horário: 19h
Valor: a partir de R$50
Academia da Berinda + Ivyson
Local: Usina Cultural Energisa
Horário: 19h
Valor: a partir de R$70
Domingo (2)
Show de lançamento “Quedó”
Local: Cantinho do Interior – Castelo Branco
Horário: 16h
Valor: gratuito
Festa das Neves
Local: Parque Sólon de Lucena
Horário: 19h
Valor: gratuito
Programação “Qual a Boa?” em Campina Grande
Sexta‑feira (31), sábado (1º) e domingo (2)
5º Muído Festival de Cinema de Campina Grande
Local: Teatro Municipal Severino Cabral
Horário: 9h e 21h
Valor: R$ 15
10º Liberta em Cristo
Local: Matriz Jesus Libertador
Horário: horários variados
Valor: gratuito
Sexta‑feira (31)
Jornada de Saberes Interculturais
Local: UFCG
Horário: 8h
Valor: gratuito
Exposição Breno Jah
Local: Teatro Municipal Severino Cabral
Horário: horário variado
Valor: gratuito
Aulão Inaugural Dança Retrô
Local: Power Club
Horário: 19h
Valor: valor não informado
Jorge e Gabriel
Local: Boteco Seu Luiz
Horário: 21h
Valor: valor não informado
Sábado (1º)
Teodoro Filho e Banda 28 Graus
Local: Vila Carioca
Horário: 20h
Valor: R$ 20
Diogo Almeida em ‘Professores no Limite’
Local: Teatro Facisa
Horário: 18h
Valor: a partir de R$ 70
Domingo (2)
Gregório Duvivier – “O Céu da Língua”
Local: Teatro Facisa
Horário: 16h e 18h30
Valor: a partir de R$ 70
Sábado (1º) e domingo (2)
Circuito Alavantu – Expressão Junina e Filhos de Campina
Local: Bairro das Cidades e Jardim Continental
Horário: 18h
Valor: gratuito
Programação “Qual a Boa?” em Serraria
Sexta (24), sábado (25) e domingo (26)
Caminhos do Frio
Local: Praça Pública
Horário: 21h
Valor: gratuito
Programação “Qual a Boa?” em Sousa
Sábado (1º)
Mombojó no Festival Rock Cordel
Local: Calçadão Mundinho Teodoro
Horário: 19h
Valor: entrada gratuita
Programação “Qual a Boa?” em Cuité
Festival de Inverno das Serras
Sábado (1º) e domingo (2)
Local: Cuité
Horário: 21h
Valor: gratuito
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Fonte: G1 PB