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Círio de Sant’Ana reúne multidão em Óbidos e inicia celebrações pelos 172 anos de devoção à padroeira

Círio de Sant’Ana reúne multidão em Óbidos – Ascom/Divulgação

A cidade de Óbidos, situada no oeste do Pará, viveu um fim de semana marcado por intensa fé e devoção com a realização do Círio de Sant’Ana 2026, um dos pontos alto da programação em homenagem à padroeira municipal. Este ano, a festa ressalta os 172 anos de tradição religiosa, sob o tema “Sant’Ana, ensina-nos a ser solo fértil de amor e semente de paz”.

A programação teve início no sábado (11), quando a imagem de Sant’Ana foi trasladada até a Comunidade São José, pertencente à Paróquia São Francisco e Santa Clara.

Ao longo de aproximadamente 90 quilômetros, a imagem percorreu diversas comunidades rurais, onde moradores prepararam altares e homenagens para recebê‑la.

No domingo (12), o tradicional Círio Fluvial assumiu as águas do Rio Amazonas; centenas de embarcações acompanharam a balsa que transportava a imagem de Sant’Ana até o porto de Óbidos, marcando um dos momentos mais simbólicos da festividade.

Após a chegada, milhares de fiéis caminharam em procissão pelas ruas da cidade até a Praça do Arquitetônico, onde se celebrou uma missa campal.

A missa foi presidida pelo bispo da Diocese de Óbidos, Dom Bernardo Johannes, com a presença de padres da diocese e de uma comitiva internacional, dentre eles Dom Wilfried Bernhard. Durante a celebração, o bispo agradeceu aos voluntários e à coordenação da festividade, representada pelo casal Beto Bentes e Betânia, pelos esforços na organização do evento.

Em sua mensagem, Dom Bernardo destacou a relevância histórica do Círio para a cidade, informando que a tradição foiprimeiro registrada em 1854 e, desde então, consolidou‑se como um dos maiores símbolos da fé do povo obidense. O Círio Fluvial, realizado há 88 anos, foi citado como uma das mais belas manifestações religiosas da Amazônia.

Círio de Sant’Ana – Ascom/Divulgação

A programação da Festividade de Sant’Ana segue até o dia 26 de julho, data dedicada à padroeira. Além das atividades religiosas, estão previstas eventos culturais e sociais. As missas são realizadas diariamente, às 19h30, na Catedral de Sant’Ana, reunindo fiéis de Óbidos e visitantes de várias regiões do Pará.

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Fonte: G1 Nacional

A floresta de pé se transforma em fonte de receita para produtores rurais de Rondônia

Uma das propriedades de um cooperado da RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado), situada no distrito de Nova Califórnia, em Porto Velho (RO), é reproduzida nas redes sociais.

Será que a floresta em pé tem valor superior à área desmatada? Em Rondônia, a RECA, em parceria com a cooperativa, desenvolve programa que paga produtores rurais pela conservação ambiental.

A ação se desenrola num período em que o Estado registrou queda de 86,2% no desmatamento entre 2021 e 2025, segundo o governo estadual. Os agricultores da cooperativa passaram a obter renda de duas frentes: comercializando cupuaçu e castanha e preservando a floresta, sendo remunerados por créditos de carbono obtidos da Natura, parceira da RECA há mais de 25 anos.

Confira os vídeos em alta no g1: Como funciona o mercado de carbono. Para compreender a iniciativa, é preciso entender o mercado de carbono, onde cada crédito equivale a uma tonelada de CO₂ que deixou de ser emitida ou foi removida da atmosfera, e que empresas podem adquirir para compensar suas emissões.

Na RECA, a Natura paga os produtores pela manutenção da floresta. A diretora de Sustentabilidade, Angela Pinhati, explica que o cálculo parte da quantidade de carbono que deixaria de ser armazenado se a área fosse desmatada; a diferença entre esse cenário e a conservação gera os créditos, que a própria empresa adquire para compensar suas emissões.

“Na prática, pagamos os produtores pelo carbono que não foi emitido, ou seja, pelo desmatamento que evitamos. Avaliamos as emissões que seriam liberadas se essas áreas continuassem a seguir a tendência de desmatamento da região, situada em uma zona crítica de degradação ambiental”, afirma a especialista. Segundo ela, a ação evitou o desmatamento de aproximadamente 1,5 mil hectares e a emissão de cerca de 392 mil toneladas de CO₂ equivalente.

Até 2030, a companhia espera que 50% dos créditos de carbono adquiridos provenham de cadeias de sociobiodiversidade da Amazônia. Uma das propriedades de um cooperado da RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado), localizada no distrito de Nova Califórnia, em Porto Velho (RO), é reproduzida nas redes sociais.

Além da renda: novas oportunidades para as famílias

O aumento da renda possibilitou investimentos na propriedade, ampliou o acesso à educação e elevou a qualidade de vida dos cooperados. Um estudo conduzido pelo CEBRAP, em parceria com a Natura, revelou que os participantes do programa de créditos de carbono possuem renda média 37% maior que os produtores que não fazem parte da iniciativa. O levantamento, desenvolvido em seis meses e finalizado em 2025, também constatou que 25% dos filhos das famílias envolvidas cursam o ensino superior, contra 4% no grupo de comparação.

Além disso, as famílias mostraram maior capacidade de poupança e maior acesso a lazer. Na prática, os números revelam a realidade vivida pelos cooperados. Em entrevista ao g1, Giancarlo Souza de Lima, produtor e diretor comercial da RECA, declara que o pagamento pelos créditos de carbono trouxe benefícios econômicos, sociais e ambientais às famílias.

“É uma valorização enorme, pois o produtor preserva a floresta, recebe assistência técnica e é remunerado por isso. O sentimento é de que o esforço de manter a floresta em pé foi reconhecido”, comenta o produtor. Segundo Giancarlo, o recurso não serve apenas para ampliar a produção, mas também para melhorar a qualidade de vida da família e investir no futuro dos filhos.

“Sempre dizemos que os produtores da Amazônia desejam ter uma casa adequada, um veículo para se deslocar e garantir a educação dos filhos. Atualmente, o produtor conta com parte da propriedade preservada, que gera renda por meio de créditos de carbono, além da área de Sistemas Agroflorestais (SAF), que produz alimentos e matéria-prima. Toda a propriedade passa a gerar renda para a família, incentivando a permanência no campo e a conservação da floresta”, relata Giancarlo.

Herança de preservação: cupuaçu cultivado em uma das propriedades de um cooperado da RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado), situada no distrito de Nova Califórnia, em Porto Velho (RO), é reproduzida nas redes sociais.

Para os produtores da RECA, o pagamento pelos créditos de carbono vai além de uma nova fonte de renda; o projeto reforça que manter a floresta em pé também pode ser rentável, proporcionando condições para que as próximas gerações permaneçam no campo sem abrir mão da preservação ambiental.

Para Giancarlo, esse é um dos principais legados da iniciativa. Hoje, os cooperados reconhecem que conservar a floresta pode gerar benefícios econômicos superiores aos obtidos ao substituí‑la por atividades de baixo retorno, e que o cumprimento da legislação ambiental também fortalece a comercialização dos produtos. “Hoje, sabemos que manter a floresta em pé gera mais renda do que a floresta derrubada.”

Se o produtor não observar as normas ambientais, terá dificuldade para comercializar tanto a produção agropecuária quanto os produtos da floresta. Com o projeto de carbono, ele gera renda e mantém a conformidade com a legislação”, explica. A sucessão familiar também integra a estratégia da cooperativa.

A RECA é composta por nove grupos de famílias produtoras, cada qual conta com um coordenador, uma liderança feminina e uma liderança jovem. Muitos desses cargos são ocupados pelos filhos dos cooperados, preparando a próxima geração para administrar a produção e a própria cooperativa. “O RECA tem mais de 37 anos de história e sabemos que precisamos preparar a sucessão, tanto nas propriedades quanto na gestão da cooperativa.”

“Queremos formar profissionais cada vez mais qualificados para que esse trabalho continue por muitos anos”, revela o produtor. Em uma região historicamente marcada pelo avanço do desmatamento, a experiência da RECA demonstra que a floresta pode deixar de ser vista apenas como patrimônio ambiental. Para as famílias da cooperativa, ela também se tornou fonte de renda, oportunidades e herança para as próximas gerações.

Fonte: G1 Nacional

Inmet renova alerta de baixa umidade do ar em mais de 80 cidades da PB

Inmet renova alerta para baixa umidade do ar em mais de 80 cidades da PB
Reprodução / Inmet
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou, nesta segunda-feira (13), um alerta amarelo de baixa umidade do ar para 82 cidades da Paraíba. O aviso é válido a partir das 12h e vai até as 18h do mesmo dia. ✅
Durante o alerta, que indica perigo potencial na escala do órgão, os municípios terão umidade relativa do ar variando entre 30% e 20%.

Segundo o Inmet, o risco de incêndios florestais e à saúde é considerado baixo. No último domigo, o órgão já havia emitido o primeiro alerta para 86 cidades, válido até as 18h do mesmo dia. Agora no g1
Recomendações do Inmet
O órgão recomenda que a população se mantenha hidratada e evite atividades que causem desgaste físico durante o alerta.

Além disso, o Inmet orienta que a população se proteja do sol nas horas mais quentes do dia. Em caso de problemas, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Municípios sob alerta amarelo de baixa umidade
Água Branca
Aguiar
Amparo
Aparecida
Bernardino Batista
Boa Ventura
Bom Jesus
Bom Sucesso
Bonito de Santa Fé
Cachoeira dos Índios
Cacimba de Areia
Cacimbas
Cajazeiras
Cajazeirinhas
Carrapateira
Catingueira
Conceição
Condado
Coremas
Curral Velho
Desterro
Diamante
Emas
Ibiara
Igaracy
Imaculada
Itaporanga
Joca Claudino
Juru
Lagoa
Lastro
Livramento
Mãe d’Água
Malta
Manaíra
Marizópolis
Maturéia
Monte Horebe
Monteiro
Nazarezinho
Nova Olinda
Olho d’Água
Ouro Velho
Patos
Paulista
Pedra Branca
Piancó
Poço Dantas
Poço de José de Moura
Pombal
Prata
Princesa Isabel
Quixaba
Santa Cruz
Santa Helena
Santa Inês
Santana de Mangueira
Santana dos Garrotes
Santa Teresinha
São Bentinho
São Domingos
São Francisco
São João do Rio do Peixe
São José da Lagoa Tapada
São José de Caiana
São José de Espinharas
São José de Piranhas
São José de Princesa
São José do Bonfim
São José dos Cordeiros
São Mamede
São Sebastião do Umbuzeiro
Serra Grande
Sousa
Sumé
Tavares
Teixeira
Triunfo
Uiraúna
Vieirópolis
Vista Serrana
Zabelê
Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Fonte: G1 PB

Munique Marinho intensifica ligações no Sertão e consolida apoio político em Sousa visando as eleições

A candidata a deputada federal Munique Marinho tem reforçado a atuação política em todo o interior da Paraíba e expandido sua atuação no Sertão por meio de visitas a várias cidades da região. Essa ação integra a preparação de sua candidatura para as eleições, visando firmar uma rede de apoio em distintas localidades paraibanas.

Nos últimos dias, Munique esteve em Sousa, participando de encontros com lideranças políticas, representantes da comunidade e membros de diferentes setores da sociedade. Esses encontros geraram a criação de um grupo de apoio destinado a reforçar sua pré-candidatura em todo o Sertão.

De acordo com seus aliados, o plano consiste em elaborar um projeto político centrado no diálogo com a população e na defesa de medidas que fomentem o desenvolvimento dos municípios interioranos, visando ampliar a representação da região no Congresso Nacional.

Na agenda em Sousa, Munique ressaltou a necessidade de escutar as demandas da população e de consolidar parcerias com lideranças locais.

“Cada encontro fortalece a nossa convicção de que a Paraíba precisa de uma representação comprometida com as necessidades do povo. Estamos construindo esse caminho ao lado de lideranças que conhecem a realidade de cada município e desejam contribuir com um futuro melhor para o nosso Estado”, afirmou.

A agenda da pré-candidata continuará nas próximas semanas com visitas a outros municípios do Sertão e de diferentes áreas da Paraíba. O objetivo é ampliar as articulações políticas, fortalecer alianças e captar novas adesões ao projeto eleitoral.

O post Munique Marinho amplia articulações no Sertão e fortalece grupo político em Sousa de olho nas eleições foi divulgado em https://www.polemicaparaiba.com.br.

Fonte: PolemicaPB

Interrupção do abastecimento de água em bairro de Santa Rita está marcada para a terça‑feira (14)

O fornecimento de água será suspenso temporariamente no bairro Heitel Santiago, em Santa Rita, na terça‑feira (14).

A ANE, responsável pelo abastecimento de água da cidade, informou que a interrupção começará às 8h e tem previsão de término às 17h30 do mesmo dia.

A parada visa obras de melhoria no sistema de abastecimento municipal. Durante o período, serão executadas as interligações das adutoras de alimentação e de distribuição do Reservatório Elevado R7.

Segundo a concessionária, as interligações são imprescindíveis para a adequação e a ativação do sistema temporário de bombeamento.

Após a conclusão dos serviços, o abastecimento de água em Santa Rita será reinstituído gradualmente. A empresa destaca que a normalização dependerá da pressurização da rede e do consumo de água na região.

Informação cedida pela concessionária

O post Abastecimento de água será interrompido em bairro de Santa Rita nesta terça‑feira (14) foi divulgado.

Fonte: PolemicaPB

Larúcia Sá reúne prefeitos e vereadores para consolidar pré-campanha no Vale do Rio do Peixe

Na última domingo (12), a pré-candidata a deputada estadual Larúcia Sá realizou uma reunião estratégica com lideranças políticas dos municípios de São João do Rio do Peixe, Triunfo e Poço de José de Moura, reforçando a organização da sua pré-campanha na região.

Participaram do encontro os prefeitos Luiz Claudino, de São João do Rio do Peixe; Espedito Filho, de Triunfo; e Laís Raquel, de Poço de José de Moura, além de vereadores dos dois últimos municípios.

Na ocasião, foram debatidas medidas para coordenar a pré-campanha nos três municípios, promover o diálogo entre as lideranças e destacar a necessidade de o Vale do Rio do Peixe escolher uma representante para a Assembleia Legislativa da Paraíba.

O encontro evidencia o progresso da articulação política de Larúcia Sá e o alinhamento das lideranças regionais em torno do projeto que pretende ampliar a representatividade do Vale do Rio do Peixe no Legislativo estadual.

Fonte: PolemicaPB

Inmet atualiza aviso de baixa umidade para 82 municípios da Paraíba

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou, nesta segunda‑feira (13), um alerta amarelo de baixa umidade do ar para 82 municípios da Paraíba. O aviso tem início às 12h e término às 18h do mesmo dia. Durante o período, a umidade relativa do ar deve ficar entre 20% e 30%, cenário classificado como risco potencial.

Segundo o Inmet, apesar da redução da umidade, o risco de incêndios florestais e de impactos à saúde é considerado baixo durante a vigência do alerta.

No último domingo (12), o órgão já havia emitido o primeiro alerta para 86 municípios, válido até as 18h do dia.

Recomendações durante o alerta

O instituto orienta que a população adote medidas para minimizar os efeitos da baixa umidade. Entre as sugestões estão:

  • Manter a hidratação ao longo do dia;
  • Evitar atividades físicas intensas durante o período do alerta;
  • Proteger-se da exposição ao sol, principalmente nos horários mais quentes.

Em caso de emergência, a população pode contatar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193.

Cidades em alerta

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Amparo
  4. Aparecida
  5. Bernardino Batista
  6. Boa Ventura
  7. Bom Jesus
  8. Bom Sucesso
  9. Bonito de Santa Fé
  10. Cachoeira dos Índios
  11. Cacimba de Areia
  12. Cacimbas
  13. Cajazeiras
  14. Cajazeirinhas
  15. Carrapateira
  16. Catingueira
  17. Conceição
  18. Condado
  19. Coremas
  20. Curral Velho
  21. Desterro
  22. Diamante
  23. Emas
  24. Ibiara
  25. Igaracy
  26. Imaculada
  27. Itaporanga
  28. Joca Claudino
  29. Juru
  30. Lagoa
  31. Lastro
  32. Livramento
  33. Mãe d’Água
  34. Malta
  35. Manaíra
  36. Marizópolis
  37. Maturéia
  38. Monte Horebe
  39. Monteiro
  40. Nazarezinho
  41. Nova Olinda
  42. Olho d’Água
  43. Ouro Velho
  44. Patos
  45. Paulista
  46. Pedra Branca
  47. Piancó
  48. Poço Dantas
  49. Poço de José de Moura
  50. Pombal
  51. Prata
  52. Princesa Isabel
  53. Quixaba
  54. Santa Cruz
  55. Santa Helena
  56. Santa Inês
  57. Santana de Mangueira
  58. Santana dos Garrotes
  59. Santa Teresinha
  60. São Bentinho
  61. São Domingos
  62. São Francisco
  63. São João do Rio do Peixe
  64. São José da Lagoa Tapada
  65. São José de Caiana
  66. São José de Espinharas
  67. São José de Piranhas
  68. São José de Princesa
  69. São José do Bonfim
  70. São José dos Cordeiros
  71. São Mamede
  72. São Sebastião do Umbuzeiro
  73. Serra Grande
  74. Sousa
  75. Sumé
  76. Tavares
  77. Teixeira
  78. Triunfo
  79. Uiraúna
  80. Vieirópolis
  81. Vista Serrana
  82. Zabelê

A notícia foi divulgada pelo Inmet.

Fonte: PolemicaPB

Destaque nacional: “Virada no Sertão: como a educação financeira transformou uma pequena cidade da Paraíba”

Monte Horebe, localizada no Sertão da Paraíba, recebeu destaque nacional nesta sexta‑feira (10) quando foi abordada em uma reportagem. O título da matéria, “Virada no Sertão: como a educação financeira transformou uma pequena cidade da Paraíba”, evidencia como investimentos em educação e na gestão pública remodelaram a realidade do município.

De acordo com a matéria, Monte Horebe lidava, até 2017, com problemas de corrupção e com a precarização dos serviços públicos. O giro de situação descrito na reportagem teve início quando a educação passou a ser considerada o pilar da administração municipal e quando a comunidade ganhou mais voz nas definições do orçamento.

A reportagem ressalta a parceria entre a prefeitura e o Instituto Brasil Solidário (IBS), que iniciou ações de educação financeira nas escolas. Com o tempo, o programa se expandiu para outros setores da cidade, aumentando a compreensão da população sobre finanças, cidadania e gestão pública.

Segundo o ex‑prefeito Marcos Eron, a repercussão nacional da reportagem foi inesperada e reconheceu o trabalho desenvolvido ao longo de oito anos na educação de Monte Horebe. Ele espera que a publicação não só divulgue a experiência local, mas também inspire outras cidades. “Monte Horebe tem o menor orçamento da Paraíba e conseguiu transformar vidas por meio de boas práticas de gestão, investimentos em projetos e programas educacionais.” Ele ainda ressaltou que a cidade alcançou 93,4% de alfabetização infantil na idade certa e que a ação educacional ultrapassou as escolas, transformando praças e outros espaços públicos em ambientes de aprendizagem. “Tem bibliotecas, anfiteatros, parques infantis e espaços pedagógicos. Tudo dentro do conceito de Cidade Educadora”, afirmou.

“Outros municípios também podem fazer isso”, destacou. Marcos Eron ressaltou que deixou a cidade com índice de 93,4% das crianças alfabetizadas na idade certa e que a política educacional foi além das escolas, alcançando espaços públicos transformados en ambientes de aprendizagem. “Nossas praças não têm bares.” “Tem bibliotecas, anfiteatros, parques infantis e espaços pedagógicos. Tudo dentro do conceito de Cidade Educadora”, afirmou.

O reconhecimento dos resultados ocorreu por meio de dois Selos Unicef, concedidos a municípios que demonstram melhorias nos indicadores de infância e adolescência, sobretudo nas áreas de educação, saúde e assistência social.

Ao ser entrevistado, Marcos Eron explicou que a cidade era cercada por desafios e que sua gestão deu prioridade a investimentos em obras, programas e políticas públicas destinadas a elevar a qualidade de vida da população.

“Encontramos uma cidade com muitos desafios, mas trabalhamos para transformar essa realidade com investimentos em áreas estratégicas. É motivo de orgulho ver Monte Horebe sendo reconhecida nacionalmente pelos avanços conquistados”, afirmou Marcos Eron, que atualmente se apresenta como pré‑candidato a deputado estadual.

A reportagem também incluiu a coordenadora‑geral da Secretaria de Educação, Márcia Nogueira, e a prefeita atual, Milena Nogueira, que reforçaram a continuidade das iniciativas no município e os resultados obtidos na educação.

Depois da publicação, Marcos Eron compartilhou a reportagem em suas redes sociais, ressaltando o reconhecimento nacional da experiência de Monte Horebe e o impacto das políticas públicas adotadas no município.

O post Folha de S.Paulo destaca transformação de Monte Horebe e coloca educação como exemplo de desenvolvimento no Sertão apareceu primeiro em Polêmica Paraíba.

Fonte: PolemicaPB