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Aguinaldo Ribeiro afirma que a chapa de Lucas já abrange a geografia da PB e defende vice que una os aliados

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) afirmou, na manhã desta sexta‑feira (31), que a chapa liderada por Lucas Ribeiro (PP) já cobre geograficamente todo o estado da Paraíba, o que pode influenciar na escolha do vice‑governador.

“Hoje já temos uma chapa com João Azevêdo (PSB) que representa João Pessoa, Lucas Ribeiro (PP), que representa Campina Grande e Nabor Wanderley (Republicanos) que representa o Sertão. Acho que isso será avaliado também dentro dessa discussão”, destacou o parlamentar em entrevista ao repórter André Firmino, antes de se reunir com lideranças políticas do PP que irão disputar mandatos na Assembleia Legislativa da Paraíba.

Para a definição do nome do vice do governador Lucas Ribeiro, Aguinaldo Ribeiro sustentou que o essencial é escolher um perfil capaz de agregar e gerar consenso entre os partidos aliados.

“Tem excelentes nomes postos e vamos intensificar toda essa discussão ao longo desse período para que a gente possa escolher o melhor nome”, acrescentou.

Com MaisPB

O post Aguinaldo Ribeiro diz que chapa de Lucas já contempla geografia da PB e prega vice ‘agregador’ foi divulgado primeiramente no site De Olho no Cariri.

Fonte: De olho no Cariri

Aguinaldo Ribeiro afirma que a chapa de Lucas cobre toda a Paraíba e sugere que o vice deve ser unificador

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) declarou, na manhã desta sexta‑feira (31), que a chapa liderada por Lucas Ribeiro (PP) já demonstra boa cobertura geográfica da Paraíba, o que pode influenciar a decisão sobre o candidato a vice‑governador.

“Hoje contamos com João Azevêdo (PSB) que representa João Pessoa, Lucas Ribeiro (PP) que representa Campina Grande e Nabor Wanderley (Republicanos) que representa o Sertão. Acho que isso também será considerado nessa conversa”, afirmou o parlamentar em entrevista ao repórter André Firmino, antes de se encontrar com as lideranças do PP que vão concorrer a cargos na Assembleia Legislativa da Paraíba.

Para a escolha do nome para a vice de Lucas Ribeiro, Aguinaldo ressaltou que o essencial é ter um perfil que una e reflita o consenso e a convergência de todos os partidos aliados.

“Existem ótimos nomes disponíveis e vamos aprofundar a discussão ao longo desse período para que possamos selecionar o melhor candidato”, completou.

Com MaisPB

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Fonte: De olho no Cariri

Corpo de mulher de 20 a 30 anos é encontrado com sinais de violência nas margens da BR-230 em Santa Rita

Um corpo de uma mulher entre 20 e 30 anos foi localizado com indícios de morte violenta na tarde de quinta‑feira, às margens da rodovia BR-230, na região de Várzea Nova, no município de Santa Rita, na Grande João Pessoa. A identidade da vítima ainda não foi confirmada.

De acordo com relatos, a mulher foi descoberta por trabalhadores que estavam realizando o capinamento da área.

O delegado Rafael Muniz afirmou que a vítima apresentava pele parda, idade entre 20 e 30 anos, e vestia uma bermuda e uma blusa curta.

Nenhum familiar compareceu ao local para reconhecer o corpo.

O corpo foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC‑PB), onde passará por necropsia e demais exames que podem ajudar na identificação e no esclarecimento das circunstâncias da morte.

A Polícia Civil informou que a mulher permanece sem identificação.

Com MaisPB

Fonte: De olho no Cariri

Morte violenta: corpo de mulher de 20 a 30 anos é encontrado às margens da BR-230 na Paraíba

Na tarde de quinta‑feira, o corpo de uma mulher com idade entre 20 e 30 anos, apresentando sinais de morte violenta, foi localizado às margens da rodovia BR‑230, na região de Várzea Nova, no município de Santa Rita, na Grande João Pessoa. Ainda não se conhece a identificação da vítima.

Segundo o relato, a descoberta ocorreu quando trabalhadores que estavam realizando a capina no local a encontraram.

O delegado Rafael Muniz descreveu a vítima como uma mulher de pele parda, com idade entre 20 e 30 anos, vestindo uma bermuda e uma blusa de manga curta.

Nenhum familiar compareceu ao local para reconhecer o corpo.

O corpo foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC‑PB), onde passará por necropcia e demais exames que podem contribuir para a identificação da vítima e para o esclarecimento das circunstâncias da morte.

A Polícia Civil informou que a mulher ainda permanece sem identificação.

Com MaisPB

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Fonte: De olho no Cariri

SBIm lança campanha Todos contra o VSR para conscientizar sobre a vacinação contra o vírus que causa bronquiolite

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) iniciou a campanha Todos contra o VSR – Proteção desde o Início, voltada para ampliar o entendimento de gestantes e da população acerca da necessidade da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), bem como para reforçar o conhecimento dos profissionais de saúde sobre o assunto.

Segundo a entidade, o VSR é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e até 60% das pneumonias em menores de dois anos.

De acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados este ano 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 resultaram em mortes. A faixa etária de menores de dois anos é a mais afetada: 17.081 casos e 109 mortes.

De acordo com a coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, a imunização contra o VSR é essencial para resguardar os bebês nos primeiros meses de vida, quando o risco é maior.

Nesse sentido, há dois recursos à disposição. O primeiro é a vacinação da gestante, que transferirá os anticorpos produzidos para o feto e o protegerá já na primeira semana de vida.

“A partir do nascimento, crianças menores de dois anos podem se beneficiar dos anticorpos monoclonais, em especial prematuros e outros grupos de risco”, a médica.

Com Agência Brasil

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Fonte: De olho no Cariri

Campanha Todos contra o VSR alerta para proteção contra o vírus que provoca bronquiolite

A SBIm apresentou a iniciativa Todos contra o VSR – Proteção desde o Início, que visa instruir gestantes e a sociedade sobre a relevância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR) e capacitar os profissionais de saúde.

Segundo a entidade, o VSR corresponde a 80% dos casos de bronquiolite e a até 60% das pneumonias em menores de dois anos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados este ano 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 resultaram em mortes. A faixa etária de menores de dois anos é a mais afetada: 17.081 casos e 109 mortes.

A coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, afirma que a vacinação contra o VSR é fundamental para proteger os bebês nos primeiros meses de vida, período de maior vulnerabilidade.

Nesse sentido, duas estratégias estão disponíveis. A primeira consiste na vacinação da gestante, que transmite os anticorpos ao feto, garantindo proteção já na primeira semana de vida.

“A partir do nascimento, crianças menores de dois anos podem se beneficiar dos anticorpos monoclonais, em especial prematuros e outros grupos de risco”, a médica.

Divulgação de conteúdo

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Fonte: De olho no Cariri

Rogério Marinho repudia decisão de Moraes que impede Flávio de visitar Jair Bolsonaro

O coordenador da pré‑campanha de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho (PL‑RN), manifestou, nesta segunda‑feira (13), sua oposição à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que impede Flávio de visitar o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Em comunicado, Marinho rotulou a medida como “autoritária” e “desproporcional” e declarou que tenta tornar Jair Bolsonaro “incomunicável”. Para ele, a restrição equivale a uma “interferência no jogo político” e reforça a ideia de perseguição ao ex‑presidente e à oposição.

Marinho fez paralelo à situação de Lula, que ficou encarcerado entre 2018 e 2019, e lembrou que, nesse intervalo, Lula recebeu visitas, manteve comunicação política com aliados, publicou cartas públicas e concedeu entrevistas. Ele afirmou que não pretende “privilégios”, mas “igualdade perante a lei”.

Segundo o senador, impedir o contato entre pai e filho depois que uma carta de Bolsonaro foi veiculada nas redes sociais constitui uma tentativa de silenciamento e revela uma prática “própria de regimes autoritários”. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio ao pai, que cumpre prisão domiciliar. Moraes argumentou que a leitura da carta de Jair durante transmissão em rede social no sábado (11) violou a decisão que proíbe o ex‑presidente de usar redes sociais “diretamente ou por intermédio de terceiros” e que a publicação do vídeo representou desvio de finalidade do direito de visita.

Com a medida, Flávio e Jair ficarão separados até meados de outubro, após o primeiro turno das eleições 2026, previsto para o dia 4. A restrição permanecerá em vigor até 11 de outubro, consoante a data da decisão. Além disso, Moraes concedeu à defesa de Bolsonaro 48 horas para confirmar se ele sabia que a carta seria postada nas redes sociais.

Fonte: G1 Nacional

PT pede revogação da prisão domiciliar de Bolsonaro após carta divulgada por Flávio

FOTO REPRODUÇAO

BRASIL 247 – O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, protocolou neste sábado (11) uma petição dirigida ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual pede a revogação da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa foi motivada pela divulgação, em uma transmissão ao vivo realizada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de uma carta manuscrita atribuída ao ex-presidente, atualmente em cumprimento de pena de 27 anos e três meses de reclusão.

Segundo a petição, a carta foi escrita pelo próprio Bolsonaro na manhã de sábado, durante uma visita familiar autorizada, e retirada da residência para ser lida integralmente por Flávio Bolsonaro em seu canal no YouTube poucas horas depois. Lindbergh afirma que o conteúdo possui caráter político-eleitoral, ao designar o senador como “porta-voz”, declarar apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República e convocar apoiadores a se unirem em torno desse projeto político.

Petição aponta violação direta às determinações do STF

Na peça encaminhada ao Supremo, Lindbergh sustenta que a divulgação da carta afronta diretamente as condições impostas por Alexandre de Moraes para a manutenção da prisão domiciliar. O documento lembra que, na decisão que prorrogou o benefício em 3 de julho de 2026, o ministro proibiu Bolsonaro de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, bem como de gravar vídeos ou divulgar imagens e manifestações por intermédio de terceiros.

A petição cita ainda decisão anterior de Moraes segundo a qual a proibição de uso de redes sociais “diretamente ou por intermédio de terceiros” abrange transmissões, retransmissões e divulgação de áudios, vídeos ou transcrições em plataformas digitais, advertindo que o investigado não pode utilizar terceiros para contornar a medida, sob pena de revogação imediata e decretação da prisão.

Para Lindbergh, a leitura pública da carta representa exatamente a hipótese vedada pelo STF. Segundo o parlamentar, o episódio demonstra uma tentativa deliberada de estabelecer um canal permanente de comunicação política do ex-presidente com seus apoiadores por meio de terceiros, transformando a prisão domiciliar em instrumento de atuação político-eleitoral.

Pedido de regressão ao regime fechado

Com base na Lei de Execução Penal, a petição argumenta que o descumprimento das condições impostas ao condenado configura falta grave, passível de regressão de regime. Lindbergh sustenta que, por se tratar de uma prisão domiciliar concedida em caráter excepcional por razões de saúde, a eventual violação das restrições deve resultar na revogação do benefício e no retorno de Bolsonaro ao regime fechado, com recolhimento ao Complexo Penitenciário da Papuda, ressalvada avaliação médica sobre as condições de custódia compatíveis com seu estado de saúde.

O documento afirma que o descumprimento seria “objetivo, deliberado e confessado”, destacando que a própria transmissão realizada por Flávio Bolsonaro descreve a origem da carta, sua autoria e a finalidade de sua divulgação pública.

Multa contra Flávio Bolsonaro

Além das medidas relativas ao ex-presidente, Lindbergh pede que o STF aplique ao senador Flávio Bolsonaro multa de R$ 100 mil por ato atentatório à dignidade da Justiça. Segundo a petição, o parlamentar tinha pleno conhecimento das restrições impostas pelo Supremo e, ainda assim, teria atuado conscientemente para viabilizar a divulgação da manifestação de Jair Bolsonaro nas redes sociais.

O deputado também requer que o caso seja encaminhado à Procuradoria-Geral da República para eventual apuração de responsabilidade penal do senador pelo suposto concurso no descumprimento das decisões judiciais. Entre os pedidos formulados estão ainda a preservação da íntegra da transmissão realizada no YouTube, a manifestação da defesa de Jair Bolsonaro e da PGR e, ao final, o reconhecimento formal da prática de falta grave com a consequente revogação da prisão domiciliar.

PARAÍBA DA GENTE

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Fonte: Opipoco

Aluguel comercial em Curitiba impulsiona ativos de renda

Durante muito tempo, investir em imóveis comerciais significava apostar em estabilidade. Lojas de rua, salas corporativas e conjuntos comerciais eram vistos como ativos capazes de gerar renda recorrente por meio de contratos longos e inquilinos consolidados. Nos últimos anos, porém, esse cenário passou por mudanças importantes.

A pandemia acelerou o trabalho remoto, impulsionou o comércio eletrônico e levantou dúvidas sobre o futuro dos espaços físicos. Muitos investidores passaram a questionar se os imóveis comerciais continuariam desempenhando um papel relevante nas estratégias patrimoniais. Os dados mais recentes mostram que a resposta parece ser positiva.

Segundo o Índice FipeZAP Comercial, os preços dos aluguéis comerciais registraram alta de 10,60% nos últimos 12 meses. Apenas em maio, a valorização foi de 1,48%, o maior crescimento mensal desde abril de 2012, quando o índice registrou 2,07%. Mais do que um aumento pontual nos preços, esses números indicam uma recuperação consistente da demanda por espaços físicos e reforçam uma mudança importante no mercado: o imóvel comercial voltou a ser visto como um ativo estratégico para geração de renda.

O que explica o crescimento dos aluguéis comerciais? A valorização dos aluguéis não acontece por acaso. Ela é resultado de um conjunto de fatores econômicos, urbanos e comportamentais que vêm transformando o mercado imobiliário brasileiro.

Entre eles, destaca-se a retomada das atividades presenciais. Setores como varejo, saúde, educação, alimentação e serviços dependem diretamente do contato com o público e continuam precisando de espaços físicos para funcionar. Mesmo com o avanço das soluções digitais, clínicas médicas, escolas, escritórios especializados, restaurantes e lojas permanecem essenciais para a dinâmica das cidades.

Isso faz com que a procura por imóveis comerciais continue elevada, especialmente em regiões estratégicas. Quando existe demanda consistente e a oferta permanece equilibrada, a consequência natural é a valorização dos aluguéis. Os números divulgados pelo Índice FipeZAP Comercial não representam apenas um aumento no valor das locações.

Eles funcionam como um indicador da confiança do mercado. Quando os aluguéis crescem de forma consistente, normalmente significa que:
existe procura por novos espaços;
empresas estão expandindo suas operações;
investidores enxergam potencial de retorno;
o mercado consegue absorver a oferta disponível. Esses fatores tornam o segmento comercial mais previsível tanto para investidores quanto para incorporadoras.

Em vez de depender exclusivamente da valorização patrimonial, o imóvel comercial volta a oferecer uma combinação interessante entre geração de renda e potencial de valorização no longo prazo. Coworkingspace Replus (Pexels). Divulgação.

O imóvel comercial voltou a ser um ativo de renda
Durante décadas, muitos investidores enxergaram os imóveis comerciais como uma alternativa para construir patrimônio e gerar receita mensal. Depois da pandemia, parte desse interesse migrou para outros segmentos, como imóveis residenciais destinados à locação por temporada e apartamentos compactos. No entanto, o cenário começa a mudar novamente.

Hoje, o mercado percebe que determinados tipos de imóveis comerciais oferecem características difíceis de encontrar em outros ativos. Entre elas estão:
contratos de locação mais longos;
menor rotatividade de inquilinos;
previsibilidade de receita;
possibilidade de reajustes contratuais;
potencial de valorização em regiões consolidadas. Para investidores que buscam renda recorrente, esses fatores voltam a ganhar relevância.

A recuperação do varejo impulsiona o mercado
Grande parte da valorização dos aluguéis está ligada à recuperação do comércio presencial. Embora o comércio eletrônico continue crescendo, a experiência física permanece indispensável para diversos segmentos. Lojas, cafeterias, restaurantes, academias e clínicas dependem da circulação de pessoas para operar.

Além disso, consumidores voltaram a valorizar experiências presenciais, o que fortalece ruas comerciais, galerias e centros urbanos. Esse movimento beneficia diretamente os imóveis localizados em regiões com grande fluxo de pedestres e boa infraestrutura urbana. O setor de serviços também sustenta essa demanda
Outro protagonista dessa retomada é o setor de serviços.

Consultórios médicos, escritórios de advocacia, clínicas odontológicas, empresas de tecnologia, coworkings e espaços de atendimento ao público continuam ampliando sua presença em diversas cidades. Ao contrário do que muitos imaginavam, o trabalho híbrido não eliminou a necessidade de espaços corporativos. Na prática, muitas empresas passaram a buscar escritórios menores, mais eficientes e melhor localizados.

Isso favorece imóveis comerciais modernos, com boa infraestrutura e fácil acesso. Educação e saúde continuam impulsionando a ocupação
Além do comércio e dos serviços, segmentos como educação e saúde ajudam a explicar o crescimento das locações comerciais. Escolas de idiomas, cursos profissionalizantes, clínicas especializadas, laboratórios e centros médicos dependem de imóveis preparados para receber alunos e pacientes.

São atividades que normalmente trabalham com contratos de longo prazo e apresentam baixa rotatividade. Essa característica reduz a vacância e aumenta a estabilidade para proprietários e investidores. Curitiba acompanha essa transformação
Em Curitiba, o cenário é particularmente favorável.

A capital paranaense possui uma economia diversificada, forte setor de serviços e um mercado imobiliário reconhecido pelo equilíbrio entre oferta e demanda. Além disso, a cidade vem passando por importantes transformações urbanas que fortalecem determinadas regiões comerciais. Projetos de revitalização, expansão de polos empresariais e melhoria da infraestrutura ajudam a impulsionar a procura por espaços comerciais.

Esse movimento conversa diretamente com outro fenômeno observado recentemente: o fortalecimento das centralidades urbanas. O Centro pode ser um dos grandes beneficiados
A valorização do aluguel comercial também reforça um debate importante sobre o futuro do Centro de Curitiba. Historicamente, regiões centrais concentram grande parte da infraestrutura urbana, do transporte público e dos serviços.

Quando recebem investimentos em revitalização, costumam atrair novos negócios antes mesmo do mercado residencial. Foi exatamente isso que aconteceu em diversas cidades ao redor do mundo. Primeiro chegam empresas, cafés, restaurantes, clínicas e escritórios.

Depois, investidores começam a enxergar oportunidades em retrofit, empreendimentos de uso misto e moradias voltadas para um público que busca viver próximo do trabalho e da vida cultural. O mercado comercial influencia o mercado residencial
Pouca gente percebe, mas existe uma relação muito próxima entre os dois segmentos. Quando uma região passa a concentrar empresas, serviços e atividades econômicas, ela também se torna mais atrativa para quem deseja morar perto do trabalho.

Isso aumenta a demanda por imóveis residenciais e impulsiona a valorização do entorno. Por isso, acompanhar o desempenho do mercado comercial também ajuda a entender as tendências do mercado residencial. O comportamento do investidor mudou
Hoje, investidores analisam muito mais do que o preço do imóvel.

Antes de decidir onde aplicar seus recursos, observam indicadores como:
vacância;
liquidez;
potencial de valorização;
fluxo de pessoas;
perfil econômico da região;
facilidade de locação;
renda recorrente. Esse olhar mais estratégico fortalece ativos localizados em regiões consolidadas e reduz o interesse por empreendimentos sem demanda consistente. Localização continua sendo o principal diferencial
Independentemente do segmento, a localização permanece como um dos fatores mais importantes na valorização de um imóvel.

No mercado comercial, isso se torna ainda mais evidente. Empresas procuram regiões que ofereçam:
boa mobilidade;
visibilidade;
segurança;
infraestrutura;
proximidade de clientes;
facilidade de acesso. Esses atributos tornam determinados bairros mais resilientes mesmo em cenários econômicos desafiadores.

O mercado imobiliário está mais profissional
Outra mudança importante é a profissionalização da gestão dos imóveis. Investidores passaram a analisar indicadores de desempenho, taxa de ocupação e retorno financeiro com muito mais profundidade. Ao mesmo tempo, incorporadoras vêm desenvolvendo empreendimentos cada vez mais preparados para atender às necessidades específicas de cada tipo de operação.

Essa tendência também aparece em modelos que integram moradia, serviços e hospitalidade. Imóveis preparados para operar geram mais valor
Hoje, o sucesso de um empreendimento não depende apenas da arquitetura ou da localização. Cada vez mais, o mercado valoriza imóveis que oferecem:
gestão profissional;
tecnologia;
flexibilidade;
serviços agregados;
facilidade de operação.

Essa lógica vale tanto para empreendimentos residenciais quanto comerciais. O imóvel deixa de ser apenas um espaço físico e passa a funcionar como um ativo preparado para gerar valor continuamente. J8 Imóveis.

Divulgação. O futuro dos imóveis comerciais
As tendências apontam para um mercado cada vez mais conectado às transformações urbanas. Empreendimentos de uso misto, bairros caminháveis, integração entre moradia, trabalho e lazer e edifícios mais flexíveis devem ganhar espaço nos próximos anos.

Ao mesmo tempo, investidores continuarão priorizando ativos que apresentem fundamentos sólidos, baixa vacância e potencial consistente de geração de renda. Nesse contexto, imóveis comerciais bem localizados tendem a manter sua relevância. O aluguel comercial reforça a maturidade do mercado imobiliário
O crescimento de 10,60% nos aluguéis comerciais mostra que o mercado brasileiro passa por uma fase de maior equilíbrio.

Mais do que uma valorização de preços, o indicador revela confiança, retomada da atividade econômica e fortalecimento de setores que dependem da presença física. Para Curitiba, esse movimento representa mais um sinal de amadurecimento do mercado imobiliário. A cidade reúne infraestrutura, dinamismo econômico e um ambiente favorável para empreendimentos comerciais que atendam às novas demandas de empresas, investidores e consumidores.

Em um cenário em que o mercado busca ativos cada vez mais eficientes e resilientes, o imóvel comercial reafirma seu papel como uma importante ferramenta de geração de renda, diversificação patrimonial e valorização de longo prazo. Quer acompanhar as principais tendências do mercado imobiliário de Curitiba e descobrir oportunidades para morar ou investir? Explore os conteúdos da J8 Imóveis e conheça empreendimentos que acompanham a evolução do mercado e das cidades.

Fonte: G1 Nacional

Prefeita Ana Paula e vice‑prefeito Cajó se reúnem com o pároco de Monteiro para discutir a festa da Padroeira

Na segunda‑feira, a prefeita Ana Paula e o vice‑prefeito Cajó Menezes encontraram‑se com o pároco de Monteiro, Padre Aldevan, no gabinete da Prefeitura Municipal.

O encontro teve o objetivo de iniciar o alinhamento das informações sobre a próxima festa da Padroeira de Monteiro, dedicada a Nossa Senhora das Dores.

A administração municipal disponibilizou‑se para colaborar e oferecer todo o apoio à realização do evento mais tradicional da comunidade católica.

A tradicional festa da Padroeira de Monteiro inclui momentos marcantes como o Pavilhão, as celebrações, a missa do Vaqueiro e outros episódios que promovem a comunhão e a integração da comunidade católica local.

BLOG DO FABIO BRITO

O post Prefeita Ana Paula e vice Cajó recebem Pároco de Monteiro, para tratar da festa da Padroeira deste ano

Fonte: Opipoco