Skip to main content
Agora Cariri
Agora Cariri
Search

URGENTE: incêndio em residência deixa uma pessoa morta em cidade do Cariri

Uma tragédia foi registrada nesta quarta-feira em Boqueirão, no Cariri paraibano. Um incêndio de grandes proporções atingiu uma residência localizada na Rua Hildebrando das Chagas, no Bairro Novo, e terminou com uma vítima fatal.

As chamas se espalharam rapidamente pelo imóvel, causando desespero entre moradores da vizinhança, que tentaram ajudar até a chegada das equipes responsáveis pela ocorrência.

Segundo informações preliminares, a casa ficou bastante destruída pelo fogo. Até o momento, as autoridades ainda não divulgaram oficialmente o que teria provocado o incêndio.

Equipes de atendimento foram acionadas para controlar a situação e realizar os procedimentos no local. A identidade da vítima não havia sido confirmada oficialmente até o fechamento desta matéria.

O caso gerou forte comoção entre os moradores da região, que acompanharam com tristeza a movimentação durante a ocorrência. As circunstâncias do incêndio deverão ser investigadas pelos órgãos competentes.

De Olho no Cariri

Com Blog do Bruno Lira

O post URGENTE: incêndio em residência deixa uma pessoa morta em cidade do Cariri apareceu primeiro em De Olho no Cariri.

Furto de gado é registrado na zona rural de Gurjão e proprietário busca informações sobre paradeiro dos animais

EXCLUSIVO: um caso de furto de animais foi registrado na zona rural do município de Gurjão, no Cariri paraibano. Duas vacas foram levadas durante a madrugada desta quarta-feira (06), no sítio Caatinga, causando prejuízo ao produtor rural e mobilizando a comunidade local em busca de informações.

Em publicação nas redes sociais, o proprietário dos animais, identificado como Vandeilton Lucena, afirma que os animais furtados são uma vaca de pelagem totalmente preta e outra malhada nas cores preto e branco, conforme imagens divulgadas. Segundo informações apuradas pela reportagem do portal De Olho no Cariri, o caso já foi formalizado por meio de boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia Civil de São João do Cariri.

De acordo com o proprietário, existe a suspeita de que uma caminhonete Mercedes da cor branca tenha sido utilizada na ação criminosa. Ele também disponibilizou o contato telefônico (11) 9 6878-4166, para quem tiver qualquer informação que possa ajudar na localização dos animais, repasse os detalhes com promessa de recompensa.

Casos de furto de gado têm sido registrados com frequência na Paraíba, inclusive com ações policiais que já identificaram grupos especializados nesse tipo de crime. A pecuária é uma das principais atividades econômicas da região, o que aumenta o impacto desse tipo de ocorrência para os produtores rurais.

A população pode colaborar com as investigações repassando informações verídicas de forma anônima às autoridades ou diretamente ao proprietário.

DE OLHO NO CARIRI

O post Furto de gado é registrado na zona rural de Gurjão e proprietário busca informações sobre paradeiro dos animais apareceu primeiro em De Olho no Cariri.

Padrasto suspeito de estuprar enteado de 7 anos na PB é preso

Central de Polícia Civil de Campina Grande Divulgação/Polícia Civil Foi preso nesta quarta-feira (6) o homem de 26 anos suspeito de estuprar o próprio enteado, uma criança autista de 7 anos, em Campina Grande, Agreste da Paraíba. Segundo a Polícia Civil, a prisão aconteceu na zona rural da cidade de Soledade.

O homem estava foragido desde a última quinta-feira (30), quando a mãe da criança denunciou o caso à polícia. A mulher relatou em depoimento que mantinha um relacionamento com o suspeito há cerca de três anos, e que há menos de um mês conseguiu um novo emprego e passou a deixar o filho com o companheiro.

Lauana Prado cancela participação no São João 2026 de Campina Grande

Lauana Prado cancela participação no São João 2026 de Campina Grande Reprodução A cantora sertaneja Lauana Prado cancelou a participação no São João 2026 de Campina Grande. A informação foi confirmada pela própria artista, nesta quarta-feira (6), através das redes sociais oficiais do evento. De acordo com a própria Lauana, o cancelamento da participação no São João de Campina Grande segue uma recomendação médica.

Lauana Prado estava entre os estreantes no São João de Campina Grande, junto com nomes como Roberto Carlos e Marisa Monte. A empresa organizadora da festa não divulgou quem vai substituir a artista na programação. São João de Campina Grande em 2025 tem recorde de público Prefeitura de Campina Grande São João 2026 de Campina Grande O São João 2026 de Campina Grande vai acontecer de 3 de junho a 5 de julho, com um total de 33 dias de duração, no Parque do Povo.

A dupla Henrique e Juliano, Solange Almeida, o projeto 'Dominguinho', assim como Roberto Carlos, Dorgival Dantas, Wesley Safadão, Matuê, Simone Mendes e outros artistas foram confirmados no evento (confira a programação completa). A empresa Arte Produções de Eventos Artísticos e Locações Ltda, do Ceará, vai continuar responsável pela gestão da festa junto com a prefeitura da cidade.

Câmara dos Deputados debaterá fim da escala 6×1 em sessão na Paraíba

A Câmara dos Deputados realiza, na próxima quinta-feira (7), uma reunião na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), em João Pessoa, às 11h, para discutir as propostas de redução da jornada de trabalho.

A iniciativa faz parte do programa Câmara pelo Brasil e integra o cronograma de audiências públicas da Comissão Especial sobre o Fim da Escala 6×1 (PEC 221/19). O objetivo é ouvir propostas de autoridades estaduais, da sociedade civil e do setor produtivo.

Participam da reunião o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; o presidente da comissão especial, Alencar Santana; o relator da proposta, deputado Leo Prates; o coordenador do programa Câmara pelo Brasil, deputado Da Vitoria; o presidente da ALPB, Adriano Galdino, e representantes de empresários e trabalhadores.

Após a reunião na Paraíba, o Câmara pelo Brasil levará o debate sobre a redução da jornada de trabalho para as assembleias legislativas de Minas Gerais (ALMG), no dia 14 de maio, e de São Paulo (Alesp), no dia 21.

Propostas em análise

As propostas de mudanças na jornada do trabalhador brasileiro estão sendo analisadas por uma comissão especial na Câmara. A PEC 221/19 reduz a jornada semanal de 44 para 36 horas, com transição ao longo de dez anos.

Já a PEC 8/2025, que tramita em conjunto com a PEC 221/19, prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, também com limite de 36 horas.

As duas propostas estão sendo analisadas pelo relator, que poderá acatar uma das propostas ou apresentar um texto alternativo. A previsão é que a matéria seja votada na Câmara até o fim de maio.

De Olho no Cariri

O post Câmara dos Deputados debaterá fim da escala 6×1 em sessão na Paraíba apareceu primeiro em De Olho no Cariri.

Pacientes relatam falta de hemodiálise em hospital de Campina Grande

Pacientes que fazem hemodiálise pelo SUS no Hospital Antônio Targino, em Campina Grande, denunciaram nesta quarta-feira (6) atrasos nas sessões. O procedimento é fundamental para pessoas que estão com o funcionamento dos rins comprometido e deve ser feito três vezes na semana.

Um dos mais de 80 pacientes que fazem a hemodiálise no Hospital Antônio Targino é o filho de Dona Juraci, que conversou com a TV Paraíba. A última sessão que ele fez foi no sábado (2).

“Passando mal, sem conseguir dormir à noite, com falta de ar. Falaram que a gente viesse hoje para fazer, aí chegamos e não tem. Aí vai para onde? Vai levar para casa para morrer? É triste, porque você depende de uma máquina para sobreviver”, desabafou.

O hospital é privado, mas as hemodiálises são realizadas por meio de um convênio com o SUS. A unidade de saúde alega que o motivo da suspensão nos atendimentos é a falta de insumos por parte da Secretaria Municipal de Saúde. A SMS de Campina Grande foi procurada pela TV Paraíba, mas não respondeu até o momento.

Lourdes Gomes, outra paciente que procurou o serviço e não encontrou, expressou preocupação com as vidas daqueles que necessitam fazer a hemodiálise. “Sem esse tratamento, a tendência é a morte se a gente passar nem que seja duas sessões sem fazer hemodiálise. A gente está falando aqui porque está arriscando a nossa vida”.

De Olho no Cariri

Com Jornal da Paraíba

O post Pacientes relatam falta de hemodiálise em hospital de Campina Grande apareceu primeiro em De Olho no Cariri.

Anvisa e Polícia Federal vão combater venda ilegal de medicamentos emagrecedores no Brasil

A Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Federal (PF) pretendem assinar um acordo de cooperação para combater, conjuntamente, o mercado ilegal das chamadas canetas emagrecedoras – medicamentos injetáveis que utilizam substâncias como a tirzepatida e semaglutida no tratamento da obesidade.

Segundo o diretor da Anvisa, Daniel Pereira, a parceria vai permitir a intensificação do enfrentamento a crimes e riscos sanitários envolvendo a produção, importação e venda irregular de medicamentos. O objetivo é frear a comercialização ilícita de produtos sem registro e comprovação de origem e qualidade, inclusive por meio de plataformas digitais.

“Esta articulação ganha ainda mais relevância diante do aumento expressivo de eventos adversos associados ao uso destes medicamentos, muitas vezes sem prescrição médica ou com produtos sem qualquer garantia de qualidade, pureza ou segurança”, disse Pereira ao abrir, nesta quarta-feira (6), a 7ª Reunião Pública da diretoria da agência.

De acordo com Pereira, a cooperação consolida um modelo já testado em operações conjuntas pontuais, como a Heavy Pen, que, no mês passado cumpriu 45 mandados judiciais de busca e apreensão e 24 ações de fiscalização no Espírito Santo, em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, no Pará, Paraná, em Roraima, no Rio Grande do Norte, em São Paulo, Sergipe e Santa Catarina.

Diretor da Anvisa, Daniel Pereira, disse que a parceria com a PF vai permitir a intensificação do combate ao comércio ilegal de medicamentos. “Trata-se, portanto, de uma cooperação que vai além da resposta pontual. Ela consolida um modelo de atuação integrada, preventiva e baseada em evidências”, comentou Pereira.

Ele frisou que as ações anteriores evidenciaram “a gravidade do problema, com apreensão em larga escala, interdições de estabelecimentos e a identificação de substâncias sem registro”.

Na prática, os medicamentos apreendidos em futuras operações conjuntas, frutos da parceria, serão analisados de forma integrada, com perícia da PF e suporte técnico da Anvisa, permitindo avaliar a composição dos produtos ilícitos.

“Para a autoridade sanitária, isto é essencial à avaliação do risco concreto à saúde da população. Já para o Estado, os resultados [da análise conjunta] fortalecem os inquéritos criminais, contribuindo para interromper cadeias ilícitas altamente organizadas, muitas, interestaduais e apoiadas em plataformas digitais”, acrescentou Pereira.

Ao defender a atuação regulatória, o diretor destacou que a proteção à saúde exige uma resposta coordenada entre diferentes esferas do governo e a superação do impasse entre o necessário rigor técnico e a importância da disponibilidade de medicamentos. “A saúde pública do século 21 exige instituições fortes, técnicas, éticas e comprometidas com o bem coletivo”, afirmou.

De acordo com Pereira, “para ser efetiva, a atuação regulatória precisa dialogar, de forma estruturada, com as ações de fiscalização, investigação e repressão criminal”, concluiu o diretor da Anvisa.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil

O post Anvisa e Polícia Federal vão combater venda ilegal de medicamentos emagrecedores no Brasil apareceu primeiro em De Olho no Cariri.

Presidente Lula sanciona projeto do Senador Efraim Filho que endurece penas; aumento para roubo qualificado é vetado

O presidente Lula (PT) sancionou, nesta segunda-feira (04), com um veto, a lei que endurece as penas para os crimes de furto, roubo, estelionato, receptação de produtos e roubo seguido de morte.O texto, aprovado na forma do substitutivo do senador Efraim Filho (PL-PB), também trata de crimes virtuais, como golpe pela internet, fraude bancária, furto de celular e de animal doméstico.

Apesar de sancionar a maior parte do texto, o presidente vetou o aumento da pena de roubo de 7 a 18 anos para de 16 a 24 anos para o crime, com violência, que resulte em lesão grave. Na justificativa, disse que o trecho torna a pena mínima do roubo qualificado superior à pena mínima prevista para o homicídio qualificado.

O aumento da pena foi uma alteração feita pelos deputados federais no texto de Efraim. O Congresso ainda vai analisar se derruba ou não o veto do presidente, mas ao Jornal da Paraíba parlamentares disseram que o veto foi “correto” e que a Câmara errou ao alterar o texto original.

O que muda com a nova lei

De acordo com a lei, a pena geral de furto passa de reclusão de um a quatro anos para de um a seis anos. Se o crime for praticado no período noturno, a pena é aumentada pela metade.

Em caso de furto de um bem que comprometa o funcionamento de órgão público ou de estabelecimento público ou particular de prestação de serviço essencial, como distribuição de água, a pena será de reclusão de dois a oito anos.

A mesma pena será aplicada nos casos de furto de fios, cabos ou equipamentos utilizados para fornecimento de energia ou transferência de dados, bem como equipamentos ou materiais ferroviários ou metroviários.

Já o furto por meio de fraude com o uso de dispositivo eletrônico (golpe virtual) tem a pena aumentada de reclusão de quatro a oito anos para de quatro a dez anos.

A norma também aumenta as penas de reclusão para de quatro a dez anos em outros furtos específicos já tipificados: veículo transportado a outro estado ou para o exterior; gado e outros animais de produção; aparelho de telefonia celular, de computador, notebook ou tablet, ou de qualquer dispositivo eletrônico ou de informática semelhante; arma de fogo; substância explosiva ou acessório que possibilitem sua fabricação.

O texto também cria o agravante para o furto de animais domésticos, com pena de quatro a dez anos de reclusão.

Roubo

Para o crime de roubo, a pena geral de quatro a dez anos passa para de seis a dez anos, com aumento de um terço à metade para duas novas situações semelhantes às de furto: celulares, computadores, notebooks, tablets e arma de fogo.

No caso do latrocínio (roubo seguido de morte da vítima), o condenado poderá ser punido com pena de 24 a 30 anos de prisão. Antes a pena era de 20 a 30 anos.

Receptação

O crime de receptação de material obtido por meio de um crime, quando alguém compra algo roubado, por exemplo, passa de um a quatro anos para de dois a seis anos.

Quando a receptação for de animal de produção ou de carne, a pena passa de dois a cinco anos de reclusão para de três a oito anos. A mesma pena é atribuída à condenação por receptação de animal doméstico.

Fios de telefoneA pena por interromper serviço telefônico, telegráfico ou radiotelegráfico, atualmente de detenção de um a três anos, será de reclusão de dois a quatro anos.

A pena será aplicada em dobro se o crime for cometido durante período de calamidade pública ou roubo ou destruição de equipamento instalado em torres de telecomunicação.

Estelionato

No crime de estelionato, com pena de um a cinco anos de reclusão, a nova lei cria a tipificação específica de “cessão de conta laranja”, definida como empréstimo gratuito ou com pagamento de conta bancária para a movimentação de recursos destinados à atividade criminosa.

A norma ainda cria a tipificação de estelionato qualificado por fraude eletrônica para golpes aplicados por meio da clonagem de dispositivo eletrônico, como celular ou computador. O condenado pode ser punido com prisão de quatro a oito anos.

A lei ainda autoriza o Ministério Público a fazer a representação para o início da ação penal, sem a necessidade de delegação da vítima, em caso de estelionato.

Senadores e deputados deverão analisar, em sessão conjunta do Congresso Nacional, se mantêm ou não o veto presidencial.

De Olho no Cariri

Com Jornal da Paraíba e Agência Senado

O post Presidente Lula sanciona projeto do Senador Efraim Filho que endurece penas; aumento para roubo qualificado é vetado apareceu primeiro em De Olho no Cariri.

Moradores de comunidade quilombola ficam ilhados com as chuvas na PB e relatam prejuízos: ‘Houve perda de anos de trabalho’

Quilombo de Mituaçu se recupera após isolamento e levanta debate sobre racismo ambiental Moradores da comunidade quilombola Mituaçu, localizada no município do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, ficaram ilhados e relataram perdas por conta das fortes chuvas e enchetes enfrentadas desde a sexta-feira (1º) no estado.

"Fazendo uma limpeza para tirar o que não presta mesmo, aproveitar alguma coisa, se dá ou não pra gente aproveitar, porque houve muita perda, não de vida, mas de objetos, de anos de trabalho", ressaltou. A dona de casa disse que entre os objetos que tenta de alguma forma salvar após a água invadir a casa até a metade da construção, estão geladeiras, camas e outros pertences.

Ela mora próximo ao Rio Gramame, que transbordou com o volume de chuvas. "Como a gente mora em beira de rio, todo ano é essa situação, mas nunca chegou a esse extremo, foi muito pior. Não estou sabendo nem responder, eu já chorei muito depois que cheguei aqui", disse. Para além das perdas materiais e das marcas psicológicas deixadas pela chuva, moradores do quilombo também relataram que ficaram impossibilitados de fazer algumas tarefas importantes, entre elas, ir para consultas médicas e comprar os mantimentos para a família.

Moradores de quilombo na Paraíba relatam ter perdido vários objetos por conta das chuvas e que haviam levado anos para conseguir TV Cabo Branco No local, há três opções de acessos por meio de três estradas. Todas as três, que são de barro e não são calçadas ou asfaltadas, ficaram alagadas, impedindo a saída dos moradores, que inclusive trabalham em outras cidades, como João Pessoa.

"Eu perdi consulta no médico, porque não pude sair, e também fazer as compras com os meninos e a gente não pôde fazer, não tinha acesso, ficamos todos isolados mesmo", disse Ivana Sena, que trabalha como pescadora. Houve também a perda de plantações da comunidade, como foi o caso do agricultor Carlos Allan, que relatou também ter perdido três hectares na região, com mandioca, macaxeira, milho e feijão verde.

Racismo ambiental Pesquisadores afirmam que os impactos de problemas naturais não são os mesmos para todas as pessoas e esse caso pode ser enquadrado como racismo ambiental. Mikaele Farias, porta-voz pelo clima das Organizações das Nações Unidas para o Brasil (Onu-BR) ressalta que quilombolas, indígenas e outras pessoas são mais afetadas.

"É quando populações negras, quilombolas, indígenas, perífericas são mais afetadas por problemas ambientais, como enchentes, deslizamentos, poluição e a própria falta de saneamento básico. Isso não acontece por acaso, é um resultado histórico de um processo de exclusão que empurrou essas populações para áreas mais vulneráveis", explicou.

Com os prejuízos do quilombo, que se enquadraram em uma área de risco por estarem próximos a um rio, os moradores do local afirmam que o problema das enchetes acontece devido ao processo de assoreamento do Rio Gramame. A velocidade e a força da água foram mais rápidas e mais fortes, também conforme os moradores.

"Além do nosso rio estar muito assoreado, as águas correm muito rápido para a margem e dessa vez foi muito rápido que pessoas quando viram que a água estavam chegando não deu tempo nem tirar os troços de casa. A gente percebe o rio é muito prejudicado pelo ser humano, vemos que as imobiliárias estão chegando nas margens e vê que as pessoas não estão nem aí", relatou.

Os moradores cobram políticas públicas focadas para a desigualdade com o processo de problemas naturais, para que anualmente não seja necessário reconstruir o que foi oriundo de anos de trabalho. O quilombo segue parcialmente isolado até a última atualização desta reportagem. Chuvas na Paraíba Mais de 37,4 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas na Paraíba, segundo boletim divulgado na segunda-feira (4) pelo Gabinete de Crise Interinstitucional, do governo do estado.

População do Cariri segue prejudicada há dois meses com delegacias fechadas à noite e fins de semana

Já se passam dois meses desde o início da recusa dos policiais civis da Paraíba em assumir plantões extraordinários e os impactos continuam sendo sentidos diretamente pela população. Enquanto na há um acordo entre categoria e governo as Delegacias seguem fechadas no período noturno e aos finais de semana, reduzindo a proteção e dificultando o acesso a serviços essenciais de segurança pública.

No Cariri paraibano, a situação preocupa e chama atenção pelo silêncio das autoridades diante do problema. Cidades como Serra Branca, São João do Cariri e Sumé permanecem sem funcionamento regular das delegacias nesses períodos, obrigando as guarnições e populares a buscar atendimento na Delegacia Seccional de Monteiro.

Com isso, além da sobrecarga na unidade regional, os municípios ficam desguarnecidos da atuação da Polícia Civil durante noites e fins de semana, justamente nos momentos em que muitas ocorrências exigem resposta rápida.

População enfrenta dificuldades

Na prática, quem precisa registrar ocorrências ou buscar atendimento fora do horário comercial precisa se deslocar por dezenas de quilômetros até Monteiro, o que representa não apenas transtorno, mas também risco e demora em situações urgentes.

Mesmo após dois meses de impasse, não há definições nas negociações nem anúncio de medidas concretas para normalizar o funcionamento das delegacias. Enquanto isso, a população do Cariri segue enfrentando insegurança e limitações no acesso aos serviços da Polícia Civil.

A ausência de posicionamentos firmes por parte das autoridades locais e estaduais também é alvo de cobrança da população.

De Olho no Cariri

Com Paraíba Mix

O post População do Cariri segue prejudicada há dois meses com delegacias fechadas à noite e fins de semana apareceu primeiro em De Olho no Cariri.