Skip to main content
Agora Cariri
Agora Cariri
Search

UFPB suspende aulas no campus de Santa Rita, na Grande João Pessoa, devido às fortes chuvas

Segundo a universidade, a medida foi adotada em razão dos alagamentos registrados na cidade, que têm afetado a mobilidade urbana e dificultado o acesso à unidade. A instituição orientou que os docentes adotem atividades acadêmicas compatíveis com os componentes curriculares durante o período de suspensão.

Já para as atividades administrativas, a recomendação é de trabalho remoto. A UFPB informou ainda que novas orientações poderão ser divulgadas conforme a evolução do cenário climático. Vídeos em alta no g1 Alerta de chuvas na Paraíba O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta terça-feira (12), um alerta amarelo e um alerta laranja de chuvas intensas para quase todos municípios da Paraíba, entre eles João Pessoa e Santa Rita.

O alerta amarelo corresponde a perigo potencial de chuvas intensas, de acordo com a escala do órgão, e abrange 220 municípios. Já o alerta laranja, que é referente a perigo de chuvas intensas, vale para 222 cidades. Para os municípios que estão sob o alerta amarelo de perigo potencial de chuvas intensas, pode chover entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos entre 40 e 60 km/h.

Integrante de facção aponta ‘acordo’ entre ex-prefeito de Cabedelo e Fatoka para manutenção de esquema que desviou mais de R$ 270 milhões

Integrante de facção criminosa fala sobre 'acordo' entre ex-prefeito na PB e Fatoka Identificada como chefe do núcleo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho na Paraíba, Ariadna Thalia, presa em dezembro do ano passado, disse em depoimento que o ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo, atuou para manutenção do esquema que desviou mais de R$ 270 milhões, e que também afastou o prefeito interino Edvaldo Neto no mês passado.

Na prática, esses recursos destinados ao pagamento dos postos de trabalho terceirizados voltavam aos líderes da organização e aos agentes politicos na forma de propina. A Rede Paraíba teve acesso ao depoimento completo de Ariadna após a prisão dela. As informações foram prestadas por ela à polícia e ao Ministério Público da Paraíba (MPPB), e foram utilizadas como base pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), para autorizar o afastamento do então prefeito interino de Cabedelo, Edvaldo Neto (Avante), e também de vários mandados de busca e apreensão contra pessoas ligadas ao crime organizado e também da administração pública da cidade.

Ela relatou que em dezembro de 2024, uma operação da Polícia Federal, a "En Passant", interferiu no esquema e gerou demissões de funcionários da empresa Lemon, contratados de forma terceirizada após a indicação de chefes do Comando Vermelho, entre eles, Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka, um dos criminosos mais procurados do Brasil, pela lista do Ministério da Justiça.

Na época, Vitor Hugo era o prefeito e em janeiro de 2025, André Coutinho, assume a prefeitura. "Teve a operação, foi avisado que as pessoas iam ser demitidas. (Quem assinou foi) o atual prefeito, na época, já era o André (Coutinho). E era um acordo do Vitor Hugo, mas esse acordo foi firmado e permanecido com o André, até a data da operação.

Quando teve a operação, ele ficou com medo, acho, de chegarem até a ele também e o (André) rompeu o acordo. Aí ele rompeu o acordo e tirou todas as pessoas que eram ligadas à facção e às indicações de Fatoka", disse ela. Depois da quebra do acordo e as demissões, Ariadna disse para a Justiça que o chefe da facção criminosa, Fatoka, cobrou de Vitor Hugo para que o esquema fosse mantido.

Segundo ela, Vitor Hugo informou que "uma pessoa dele" assumiria a prefeitura para manter o esquema funcionando. André Coutinho foi afastado do cargo público em dezembro de 2025. Edvaldo Neto assumiu interinamente no mesmo mês e Vitor Hugo já não era mais prefeito naquela época. "Sim, ele se recusa (André).

Na verdade, ele não faz parte, nem ele, nem a vice (Camila Holanda), não concordaram com o esquema. Aí o Vitor já tinha avisado que ia ter esse rompimento e que a pessoa que iria assumir a prefeitura era uma pessoa dele. E tudo iria voltar. Mas não iria voltar tudo de uma vez. Iria voltar aos poucos, as contratações", disse.

Ariadna também diz que quando Edvaldo Neto assume interinamente, o esquema é, de fato, retomado parcialmente, com algumas contratações e que, em troca desse aparelhamento de pessoas na prefeitura, a facção criminosa garantia para o então prefeito interino que opositores políticos não fizessem campanha eleitoral para a Eleição Suplementar de Cabedelo, ocorrida em 12 de abril, nos territórios dominados por ela.

"(O esquema acontecia em troca) do domínio territorial. (A facção) dominava a cidade toda, tudo. (Fatoka) ele dita o político que vai entrar na comunidade, quem pode fazer campanha, quem não pode, os votos, o apoio das pessoas, principalmente das comunidades (…) Inclusive, o Wallber (Virgolino) não faz campanha", contou.

Ela também explicou que apenas a comunidade do bairro Renascer não é dominada territorialmente pelo Comando Vermelho, através do braço "Tropa do Amigão". Ricardo Vital tratou o depoimento de Ariadna como sendo importante para o desenrolar da decisão judicial. O que dizem os citados A Rede Paraíba entrou em contato com Vitor Hugo, André Coutinho e Edvaldo Neto, ex-prefeitos de Cabedelo, assim como a ex-vice-prefeita Camila Holanda, e também a empresa Lemon.

Em nota, a defesa de Vitor Hugo disse que repudia "de forma veemente, qualquer tentativa de vinculação do seu nome a organizações criminosas ou ao tráfico de drogas" e que "não sabe quem é Ariadna nem Fatoka, nunca tratou nenhum assunto pessoal nem administrativo com os referidos". Camila Holanda, também por meio de nota, informou que "causa supresa a tentativa absurda de envolver o meu nome em qualquer fato dessa natureza" e já encaminhou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) provas "as quais em nenhum momento apontaram para qualquer envolvimento dela" e com relação a última operação da PF "não é alvo de absolutamente nada e não tem conhecimento a respeito de qualquer documento".

Edvaldo Neto também respondeu, por meio de nota, que "o gestor interino jamais manteve qualquer acerto com organizações criminosas, tampouco houve, durante sua breve passagem pela Prefeitura Municipal, qualquer vínculo ou relação dessa natureza". A defesa do ex-prefeito interino também ressalta que "a única referência ao nome de Edvaldo Neto no depoimento divulgado decorre de questionamentos formulados pelo próprio interrogador, sem que haja narrativa espontânea da depoente atribuindo ao gestor interino participação pessoal em reuniões, ordens, pagamentos ou tratativas com facções criminosas" A empresa Lemon informou que Ariadna foi funcionária da Lemon por sete meses e que foi desligada "por não corresponder às expectativas" e disse "não ser razoável" a chefe de um núcleo da facção criminosa "se submeter ao emprego de auxiliar de serviços gerais, recebendo um salário-mínimo, tendo que registrar ponto de presença e tendo suas faltas descontadas".

A Lemon também disse que " já apresentou toda a documentação comprovando que paga os salários dos funcionários nas respectivas contas-salário, por meio de transferência digital, não em espécie", como afirmou Ariadna ao falar de "folha de pagamentos paralela". Sobre a alegação de que a empresa voltou a manter vínculo com o poder público no mandato interino de Edvaldo Neto, a Lemon disse a ex-colaboradora "estava presa (quando ele assumiu)" e "também afirmou que estava afastada da facção" e que no entendimento da empresa isso "compromete diretamente seu depoimento e seu suposto 'conhecimento direto da engrenagem ilícita'".

André Coutinho disse, em nota, "que não conhece" Ariadna e que "não assumiu qualquer compromisso não republicano com quem quer que seja durante todo o tempo em que militou politicamente em Cabedelo". Ele reafirmou que "nunca soube ou compactuou com qualquer acordo envolvendo o crime organizado na cidade".

Outros detalhes dados por Ariadna Anteriormente, o g1 já havia noticiado, após a prisão de Ariadna, parte do detalhamento do suposto esquema de contratação de empresas terceirizadas pela Prefeitura de Cabedelo , que acontecia em conjunto com a organização criminosa na qual a mulher fazia parte. Nos trechos do depoimento veiculados anteriormente, Ariadna descreveu que fazia parte da facção “Tropa do Amigão” desde a adolescência e tinha conhecimento interno do funcionamento do grupo.

A partir dessa posição, ela diz ter sido, inclusive, contratada pela empresa Lemon, dentro do esquema, após ter vencido uma licitação com a prefeitura. Segundo a investigação. a Lemon era utilizada para desvio de verbas e contratação de indicados da facção. "Sua contratação pela empresa Lemon decorreu de um acordo direto entre a facção e a gestão municipal, funcionando como uma ‘troca’ pelo domínio territorial em Cabedelo” , diz trecho de parte da representação do Ministério Público e Polícia Federal à Justiça.

Ela relata que “as lideranças da facção determinavam quais indivíduos deveriam ser contratados” e enviavam os nomes a um intermediário, que “articulava as nomeações diretamente com o então prefeito Vitor Hugo”, sendo que, após o aval, “os currículos eram entregues nas mãos de Nilda (Josenilda Batista, também alvo da operação) que realizava a contratação imediata” .

Ariadna é apontada como chefe do núcleo de lavagem de dinheiro da facção criminosa Polícia Civil LEIA TAMBÉM Veja quem é quem no esquema suspeito de desviar mais de R$ 200 milhões De acordo com a decisão de Ricardo Vital de Almeida, Josenilda, que é secretária de administração de Cabedelo e também foi afastada após a operação, foi apontada como sendo supostamente responsável por receber as indicações da facção, operacionalizar contratações por meio da empresa Lemon e atuar diretamente na condução de processos licitatórios, inclusive com desclassificação de concorrentes para favorecer o grupo.

Sobre o desenrolar do esquema ao longo do tempo, Ariadna disse que, após uma operação policial, houve mudança na forma de pagamento. Ela afirmou que "a recompensa passaria a ser feita por meio de dinheiro em espécie e através de uma 'folha paralela', operacionalizada pela própria empresa Lemon". Ainda de acordo com o relato, "as pessoas que permaneceram contratadas tiveram seus salários aumentados para compensar a facção, enquanto as demitidas recebiam valores por fora".

"A relação entre os fatos e o possível envolvimento dos suspeitos, que atuariam de forma organizada na prática dos ilícitos, ganhou contornos de clareza processual a partir de elementos indiciários consistentes, como o depoimento de Ariadna Thalia Cordeiro Barbosa", afirmou o desembargador; Além do depoimento de Ariadna, outros indícios são citados pelo desembargador na decisão, como relatórios financeiros, documentos de pregões eletrônicos, parecer da Controladoria Geral do Município, contratos e aditivos de licitações, informações da inteligência da Polícia Federal e do Ministério Público e até elementos visuais, como uma foto de uma reunião entre agentes do suposto esquema.

O esquema, segundo a Justiça Edvaldo Neto (Avante) Reprodução/TV Cabo Branco De acordo com as investigações, os recursos públicos destinados ao pagamento dos postos de trabalho terceirizados voltavam aos líderes da organização e aos agentes politicos na forma de propina. Até mesmo uma "folha de pagamento paralela" chegou a ser implantada.

Segundo o documento que o g1 teve acesso, o modelo operava da seguinte forma: A Prefeitura de Cabedelo realizava contratações de serviços terceirizados, como de limpeza em prédios e domicílios, por meio de licitações que são suspeitas de serem fraudadas, ou direcionadas, para garantir que determinadas empresas, como a Lemon, fossem sempre vencedoras.

Isso ocorria, por exemplo, com a desclassificação deliberada de empresas concorrentes nessas contratações, mesmo quando apresentavam propostas melhores, mediante decisões administrativas e pareceres jurídicos que davam aparência de legalidade ao processo licitatório. Uma vez que os contratos eram fechados, essas empresas terceirizadas funcionariam como um mecanismo de contratação de pessoas indicadas por uma facção criminosa, identificada como a “Tropa do Amigão”, um braço do Comando Vermelho, na Paraíba.

As indicações, segundo a investigação, partiam da liderança do grupo criminoso e eram operacionalizadas dentro da administração pública por intermediários e servidores, que recebiam currículos e efetivavam contratações dentro da estrutura das empresas terceirizadas. Na prática, isso teria criado a chamada "folha de pagamento paralela", na qual recursos públicos pagos às empresas terceirizadas eram desviados, total ou parcialmente, para financiar a organização criminosa e pagar propinas a agentes públicos.

O dinheiro circulava por meio de salários inflados desses funcionários terceirizados contratados, pagamentos em espécie e uso de contas de terceiros para dificultar o rastreamento dessas quantias, caracterizando indícios de lavagem de dinheiro, também conforme a decisão. Com isso, a estrutura formal da administração municipal, conforme palavras do desembargador, “teria sido convertida em um instrumento logístico e financeiro do crime organizado”.

A operação Dinheiro e outros objetos foram apreendidos durante operação da Polícia Federal em Cabedelo Divulgação/Polícia Federal Durante a operação, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão. Um dos endereços foi um apartamento do prefeito Edvaldo Neto, localizado em Intermares. A Polícia Federal ainda não detalhou material apreendido.

As diligências são executadas em regime de força-tarefa entre a Polícia Federal, o Ministério Público da Paraíba, por intermédio do Gaeco, e a Controladoria-Geral da União. A Justiça também proibiu o acesso às dependências da prefeitura das seguintes pessoas: Edvaldo Neto, Vitor Hugo Peixoto Castelliano, Rougger Xavier Guerra Junior, Diego Carvalho Martins, Cynthia Denize Silva Cordeiro, Tanison da Silva Santos e Cláudio Fernandes de Lima Monteiro.

Projeto ‘Paraíba Terra Verde’ promove ações de sustentabilidade em João Pessoa; saiba como participar

Na última edição, o Paraíba Terra Verde distribuiu cerca de 600 mudas Foto: Reprodução Rede Paraíba. O compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental ganha um novo capítulo com a quarta edição do Paraíba Terra Verde. A iniciativa acontece no sabado (16) , no Parque Parahyba 4, em João Pessoa, das 15h às 18h, com programação gratuita voltada para a população.

Esta edição também contará com a participação da Afink, associação que desenvolve trabalhos sociais, ambientais e educativos, além da Ascare, centro de reciclagem localizado em João Pessoa. Vídeos em alta no g1 Como participar? Rede Paraíba recebeu a Afink, associação parceira do evento Foto: Reprodução Rede Paraíba.

Para garantir uma muda de planta, o público deverá levar garrafas PETs para fazer a troca. As espécies distribuídas durante o evento serão de nativas da Paraíba, na busca por valorizar a vegetação local e incentivar a preservação ambiental. Durante o evento, também haverá conversas e ações educativas sobre o meio ambiente, sustentabilidade e cuidados com a natureza.

Como cuidar da minha planta? Quem participar do Paraíba Terra Verde também terá acesso a um guia com orientações sobre plantio e cuidados com as mudas distribuídas durante o evento. O material reúne dicas práticas para auxiliar no cultivo das espécies entregues ao público. Participe do Paraíba Terra Verde 📍 Local: Parque Parahyba 4 – Rua Dr.

MPF denuncia auditor por sonegação fiscal e posse irregular de medicamentos em João Pessoa

Sede do Ministério Público Federal na Paraíba (MPPB). Foto: Comunicação MPF. O Ministério Público Federal (MPF) denunciou, nesta terça-feira (12), um auditor por sonegação fiscal e posse irregular de medicamentos e munições em João Pessoa. O denunciado foi preso preventivamente a partir das operações Última Fase e Concorrência Simulada.

Apesar das tentativas, foram apreendidos eletrônicos com impostos irregulares como celulares, tablet, relógio inteligente, drone e caixas de som. Juntamente com os itens, também foram recolhidas 69 garrafas de vinho importado sem comprovação de recolhimento de tributos federais. De acordo com o MPF, também foram apreendidos medicamentos e substâncias farmacológicas sem registro nos órgãos de vigilância sanitária.

Ao todo, a operação recolheu remédios utilizados para emagrecimento e controle de diabetes, além de anabolizantes. Vídeos em alta no g1 Ainda de acordo com o Ministério, um dos medicamentos apreendidos apresentava indícios de entrada irregular no país, por estar armazenado em frascos. No Brasil, a comercialização desse tipo de substância é autorizada apenas na forma de caneta aplicadora.

Também foram recolhidas 20 munições para arma de fogo calibre 22 e uma pistola do mesmo calibre. Segundo o laudo pericial feito sobre os itens, a arma possuía falhas mecânicas e não estava em condições de realizar disparos. Após a operação, todos os itens apreendidos foram destruídos, com exceção dos eletrônicos, que foram doados para uso institucional da Polícia Federal.

De acordo com o MPF, o valor total das mercadorias apreendidas foi estimado em R$ 30,8 mil e os impostos não pagos somam R$ 8,1 mil. Em interrogatório, o suspeito confessou ter feito viagens ao Paraguai para adquirir as mercadorias irregulares. O auditor deve responder pelos crimes de descaminho, posse de medicamentos sem registro na Anvisa e posse irregular de munição de uso permitido.

Polícia prende homem suspeito de violência física e psicológica contra mulher no Brejo da PB

Violência contra a mulher, estupro, mão de socorro Nino Caré/Pexels Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso suspeito de violência doméstica e psicológica contra a companheira no Brejo da Paraíba. A prisão foi feita pela Polícia Civil de Solânea. A corporação não informou o grau de relacionamento entre o suspeito e a vítima.

Durante as diligências feitas pela equipe policial, a vítima foi localizada com lesões aparentes, supostamente provocadas pelas agressões. De acordo com as investigações, a mulher é natural de Santa Catarina e não possuía familiares na Paraíba, situação que, conforme a Polícia Civil, aumentava a vulnerabilidade dela.

Zona Azul: Justiça suspende cobrança de tarifa por excesso de tempo e falta de pagamento prévio, em João Pessoa

Justiça suspende cobrança de tarifa por falta de pagamento prévio e excesso de tempo TV Cabo Branco A juíza Andréa Gonçalves Lopes Lins, da 1ª Vara da Fazenda Pública de João Pessoa, suspendeu a cobrança de tarifa aplicada a motoristas que estacionam sem pagamento prévio ou ultrapassam o tempo permitido nas vagas da Zona Azul, sistema de estacionamento rotativo da capital paraibana.

A magistrada destacou que o principal questionamento envolve a Tarifa de Pós-Utilização (TPU), aplicada a motoristas que não realizam o pagamento prévio ou excedem o tempo permitido nas vagas. Segundo ela, a cobrança funciona como uma espécie de penalidade “intermediária” antes da eventual aplicação de multas.

A decisão também aponta que o mecanismo invade competência da União para legislar sobre trânsito, ao criar uma cobrança não prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Além disso, a juíza entende que a concessionária responsável pelo serviço estaria exercendo função típica de poder de polícia. Vídeos em alta no g1 Entre as medidas estabelecidas pela Justiça estão: suspensão integral da cobrança da denominada "Tarifa de Pós-Utilização" (TPU), ou de qualquer outro mecanismo com a mesma finalidade, independentemente da nomenclatura adotada, que condicione a não aplicação de multa de trânsito ao pagamento de valor ao concessionário; abstenção de emitir "avisos de irregularidade" ou notificações que imponham ao usuário a obrigação de pagamento ao concessionário como forma de evitar a autuação de trânsito; impedir que os agentes operadores do concessionário pratiquem atos que, materialmente, correspondam à fase sancionatória do poder de polícia, como o registro de "não regularização" para fins de autuação pela autoridade de trânsito; O valor da TPU cobrado até o momento era de R$ 30, em até um dia útil.

Até então, se isso não fosse feito, o motorista era multado com base no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e teria que pagar R$ 195.23, além de cinco pontos na carteira de habilitação e remoção do veículo. O g1 entrou em contato com a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP) e também com um representante da empresa que administra a Zona Azul.

Ministério Público arquiva denúncias contra a Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro

A Prefeitura Municipal de São Sebastião do Umbuzeiro obteve o arquivamento de mais duas denúncias junto ao Ministério Público Estadual e ao Ministério Público do Trabalho, após apresentação de esclarecimentos e documentos pela gestão municipal.

A primeira decisão foi proferida pela Promotoria de Justiça de Monteiro, que analisou denúncia sobre supostas irregularidades na cessão de uso de bens públicos para exploração comercial por particulares.

Na decisão, a representante do Ministério Público destacou que a administração municipal comprovou ter atuado na regularização das ocupações dos quiosques públicos, não sendo identificados elementos concretos de dolo, prejuízo ao erário ou irregularidades na cessão realizada pelo Município.

Já a segunda denúncia foi analisada pela Procuradoria do Trabalho no Município de Campina Grande e tratava de suposta prestação de serviços sem registro e ausência de fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) aos trabalhadores da coleta de lixo urbana.

Após análise das manifestações apresentadas pela Prefeitura, o Procurador do Trabalho concluiu que não foram encontrados elementos mínimos de irregularidade trabalhista ou laboroambiental que justificassem o prosseguimento das investigações. Segundo a decisão, o Município comprovou a regularidade dos serviços prestados e o fornecimento periódico dos EPIs aos trabalhadores.

Com os arquivamentos, os órgãos ministeriais reconheceram a ausência de elementos que sustentassem as denúncias apresentadas contra a administração municipal.

De Olho no Cariri

Ascom

O post Ministério Público arquiva denúncias contra a Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro apareceu primeiro em De Olho no Cariri.

Campanha de destinação do IR para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Sumé segue até 29 de maio

A Secretaria de Assistência Social segue mobilizada na Campanha de Arrecadação de Imposto de Renda para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Sumé.

Este mês, a Secretaria de Assistência Social, juntamente com contadores parceiros, tem feito mobilização para incentivar a doação. São parceiros dessa iniciativa junto à Prefeitura, os escritórios de NE Contabilidade e Condata.

O objetivo é ampliar o engajamento da população para que sejam aumentadas as doações para o Fundo. O prazo termina em 29 de maio.

Quem declara imposto de renda, pessoa física ou jurídica, pode destinar até 3% do imposto ao Fundo Municipal, sem custo adicional, e com isso apoiar projetos culturais do município com crianças e adolescentes.

A arrecadação é uma forma legal e segura de apoiar projetos sociais. O contribuinte pode destinar parte de sua doação fazendo diretamente na declaração/ECA, seguindo os passos:

– Indique o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Sumé – Paraíba – CNPJ: 21.025.594/0001-65;

– Responda o valor que deseja doar (no máximo 3%) – o programa calculará automaticamente;

– Imprima a DARF e pague até o dia 29 de maio de 2026.

Sua destinação ajuda a incentivar projetos sociais, é um ato de cidadania efetiva, amplia a proteção para crianças e adolescentes do município de Sumé.

De Olho no Cariri

Ascom

O post Campanha de destinação do IR para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Sumé segue até 29 de maio apareceu primeiro em De Olho no Cariri.

Três trechos de rodovias na Paraíba são reformados após fortes chuvas; saiba quais

Inmet renova alerta de chuvas intensas para toda a Paraíba Três trechos de rodoviais estaduais na Paraíba, que foram afetados por conta das fortes chuvas que atingiram o estado no início de maio, foram reformadas e já estão novamente com 100% do trafégo liberado, de acordo com Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB), em nota emitida nesta terça-feira (12).

Anteriormente, o DER-PB havia divulgado nove rodovias estaduais com trechos com problemas pelas chuvas. Com a reparação dessas três, ainda restam outros trechos a serem concluídos. O órgão divulgou o estágio atual de três desses trechos: PB-032 (Pedras de Fogo) – segue em obra na altura da Usina Giasa, com reconstrução de bueiro e corpo da estrada ainda pendente; PB-028 (Entrada PB-008) – recebeu intervenção emergencial, mas a drenagem ainda está em fase de conclusão; PB-004 (Santa Rita / Sapé)– possui trechos com desgaste e recuperação prevista para os próximos dias/semanas.

Não foram divulgados os estágios de reforma dos trechos afetados da PB-048, PB-036, PB-064 e PB-087. O g1 entrou em contato com o DER-PB para saber das reformas e reparos nas respectivas rodovias, mas até a última atualização desta reportagem não obteve retorno. Também em razão do grande volume de chuvas registrado na Paraíba, um trecho da BR-101, rodovia administrada pelo Governo Federal, foi danificado no km 76,5.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que “é preciso aguardar a estiagem das chuvas para fazer a recomposição do pavimento com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) e, assim, concluir o serviço”. O órgão, no entanto, não informou prazo para a finalização da obra.

Três trechos de rodovias na Paraíba são reformados após as fortes chuvas; saiba quais PRF Paraíba Chuvas na Paraíba Mais de 37,4 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas na Paraíba, segundo boletim que foi divulgado pelo Gabinete de Crise Interinstitucional, do governo do estado. O levantamento também registra 2.400 famílias desalojadas e 895 pessoas desabrigadas.

Procon autua supermercados em Sumé após fiscalização identificar produtos vencidos à venda

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) realizou, nessa segunda-feira (11/05), fiscalização em dois supermercados do município de Sumé, na região do Cariri do Estado, autuando os estabelecimentos por diversas irregularidades que violam normas de proteção e defesa do consumidor. A inspeção foi feita pela equipe da diretoria regional do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Campina Grande (MP-Procon).

No primeiro supermercado, foi constatado que produtos que exigem refrigeração adequada não estavam sendo corretamente expostos, sendo mantidos em um freezer grande totalmente aberto, o que compromete a manutenção da temperatura recomendada pelos fabricantes e coloca em risco a segurança do consumo. Além disso, foram encontradas 16 embalagens de produtos vencidos, sendo 13 de produtos naturais e três de derivados de leite, tornando-os impróprios para o consumo, conforme prescreve o artigo 18, parágrafo 6º do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

No segundo estabelecimento, a fiscalização identificou a ausência de exemplar do CDC, exigido por lei federal. Também não havia leitores ópticos de preços em todas as sessões de compras, conforme determina a legislação estadual, nem carrinhos adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de acordo com o que prevê leis estaduais consumeristas. Foram ainda encontrados 17 iogurtes com prazo de validade expirado, expostos à venda, colocando em risco a saúde e segurança dos consumidores. Todos os produtos vencidos ou impróprios ao consumo encontrados nos dois supermercados foram apreendidos e posteriormente descartados de forma segura.

“As autuações refletem a atuação do MP-Procon na defesa dos direitos dos consumidores e no cumprimento das normas de segurança alimentar, compromisso inarredável do órgão ministerial, tendo como pilar central de atuação a proteção e a garantia de direitos fundamentais, como é o direito à saúde e segurança”, disse o diretor regional, o promotor de Justiça Osvaldo Lopes Barbosa.

As empresas terão o prazo de 10 dias úteis para apresentação de defesa, na forma da Lei Complementar Estadual nº 126/2015.

De Olho no Cariri

O post Procon autua supermercados em Sumé após fiscalização identificar produtos vencidos à venda apareceu primeiro em De Olho no Cariri.