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Ex-presidiário é executado por vários tiros dentro de sua própria casa em cidade do Cariri

Um homem identificado como João Paulo, ex-presidiário, foi assassinado com vários disparos de pistola na madrugada desta quinta-feira (21), no distrito de Barreiras de Caraúbas, na região do Cariri.

De acordo com as informações, o crime aconteceu por volta das 2h da manhã. A vítima estava em casa quando homens armados invadiram a residência e efetuaram diversos disparos de pistola calibre 9mm, atingindo principalmente o rosto de João Paulo, que morreu no local.

Até o momento, não há informações sobre a autoria e motivação do homicídio.

Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Numol e IPC foram acionadas para atender a ocorrência e realizar os procedimentos de investigação e remoção do corpo.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

De Olho no Cariri

Jornalismo 95FM

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Polícia Civil abre inquérito para investigar tentativa de soltura de presos com alvarás falsos no PB1

Inspeção de penitenciária identificou alvarás de soltura falsos para liberar integrantes de facções criminosas, na Paraíba Walter Paparazzo/G1 A Polícia Civil da Paraíba instaurou um inquérito, na quarta-feira (20), para apurar a tentativa de soltura irregular de sete detentos da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1 e PB2, em João Pessoa, por meio de alvarás de soltura falsos.

Durante a tentativa de fraude, alguns presos chegaram a ser chamados para assinar a suposta soltura. O g1 teve acesso aos documentos na última terça-feira (19). A penitenciária chegou a consultar a juíza Andreia Arco Verde e o juíz Carlos Neves, ambos da Vara de Execuções Penais, que tinham os nomes nos documentos de soltura, mas confirmaram que se tratava de uma fraude.

Os alvarás falsos teriam sido recebidos, segundo investigação inicial, por meio de Malote Digital do Conselho Nacional de Justiça. Presos que seriam beneficiados com alvarás de soltura falsos na PB Veja abaixo as fotos dos presos que seriam beneficiados e também o que cada um fazia dentro das respectivas organizaçãoes criminosas que fazem parte.

Nenhum deles foi solto e seguem presos no presídio. Clodoberto da Silva, o "Betinho" Clodoberto da Silva, o "Betinho", teve alvarás de soltura falsos em seu nome na Paraíba Reprodução Integrante da alta cúpula do Comando Vermelho na Paraíba e braço direito de Diego dos Santos, o “Baiola” e tem, segundo dados do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), uma condenação somada em 27 anos, 05 meses e 28 dias de reclusão.

Diego Alexandro dos Santos, o "Baiola" Diego Alexandro dos Santos, o "Baiola", é um dos chefes do Comando Vermelho que seriam beneficiados na Paraíba Reprodução De acordo com informações do sistema penal, ele é membro do "conselho da facção Comando Vermelho" no estado e homem de guerra. É responsável também por intensificar conflitos em busca da hegemonia da facção em Bayeux e Santa Rita.

Foi condenado a condenação somada em 19 anos de reclusão. João Batista da Silva, o "Junior Pitoco" João Batista da Silva, o "Junior Pitoco", também apontado como beneficiário da fraude na Paraíba Reprodução Os investigadores dizem que ele é integrante da alta cúpula da Nova Okaida e principal conselheiro da facção Comando Vermelho.Teve condenação somada em 8 anos de reclusão.

Célio Luis Marinho, o "Celio Guará" Célio Luis Marinho, o "Celio Guará", seria beneficiário de fraude com alvarás de soltura falsos na PB Reprodução Segundo dados do sistema prisional é braço direito de Samuel Mariano, o “Samuca”, e número dois da facção Bonde do Cangaço. Foi condenado a 19 anos de prisão.

Vinícius Barbosa de Lima, o "Vini" Ele também é integrande de facção criminosa e suspeito de ser beneficiado com fraude na Paraíba Reprodução Segundo a polícia, Vini também é integrante do Comando Vermelho, mas do braço no Rio Grande do Norte, na cidade de Nísia Floresta. Veio à Paraíba para receber suporte da facção, que se encontra enfraquecida em Nísia Floresta e localidades vizinhas em razão da disputa travada contra o Sindicato do Crime, também do Rio Grande do Norte.

Foi condenado a 12 anos, 9 meses e 12 dias de reclusão. Francinaldo Barbosa, o "Vaqueirinho" Francinaldo Barbosa, o "Vaqueirinho", também seria beneficiado como alvará de soltura falso na PB Reprodução Considerado pelas autoridades, o atual número um da facção Nova Okaida, segundo dados do sistema prisional, conhecido como "presidente da facção".

Tem condenação somada em 27 anos, 5 meses e 28 dias de reclusão. Samuel Mariano da Silva, o "Samuca" "Samuca" também seria beneficiário da fraude em documentos na PB Reprodução Considerado pelas autoridades como chefe e fundador da facção Bonde do Cangaço, que atua principalmente na região do Conde, Alhandra, Mata Redonda, Pedras de Fogo, Pitimbu e Itambé, esta última cidade já em Pernambuco.

Formou aliança com o Comando Vermelho para disputa contra a Nova Okaida e o PCC nos estados. Ele tem condenação somada em 36 anos e 6 meses de reclusão. O g1 não conseguiu contato com as defesas dos citados até a última atualização desta matéria. Sistema prisional da PB registrou 13 tentativas de fuga por fraudes O sistema prisional da Paraíba registrou pelo menos 13 tentativas de fuga por fraude em documentos e uso de Inteligência Artificial desde dezembro do ano passado, de acordo com o secretário de administração penitenciária do estado, Tércio Chaves, em entrevista para a TV Cabo Branco, na terça-feira (19).

"De dezembro para cá, foram 13 tentativas dessa natureza, e impressiona o nível de sofisticação que vem sendo utilizado e chega ao ponto de verificar pela similitude com documentos originais que até ferramentas de IA devem estar sendo usada nesse momento nessa tentativa de presos de alta periculosidade venham às ruas, mas com protocolos temos conseguido impedir", disse o secretário.

Secretaria apura tentativa de beneficiar presos A secretaria também confirmou que abriu um procedimento interno de apuração para verefidar a responsabilidade dos presos que seriam beneficiários com os alvarás falsos. Caso exista algum tipo de comprovação de responsabilidade, isso pode repercutir, segundo a pasta, na seara disciplinar e na relação com o cumprimento da pena dos suspeitos.

Em paralelo, a Seap-PB informou que encaminhou documentos à Polícia Civil, para que seja apurada a origem dos documentos ilícitos, identificação de autoria e atribuição das responsabilidades de natureza criminal. O g1 entrou em contato com a Polícia Civil sobre o caso, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

Vídeos em alta no g1 Os documentos falsos De acordo com os documentos que o g1 teve acesso, os alvarás apresentavam assinaturas falsas de magistrados da Vara de Execuções Penais. Ao serem consultados, a juíza Andrea Arcoverde Cavalcanti Vaz e o juiz Carlos Neves confirmaram que não haviam expedido nenhum documento autorizando a soltura.

A investigação inicial aponta que os alvarás falsos teriam sido enviados por meio do Malote Digital do Conselho Nacional de Justiça, um sistema utilizado para o envio de correspondências oficiais, fato que levantou a suspeita de uso indevido de credenciais de servidores federais. Pelo menos dois dos presos citados têm penas superiores a 27 anos de prisão.

Outro foi condenado a 19 anos, por diferentes crimes. Após a confirmação da fraude, a juíza Andrea Arcoverde determinou a adoção de medidas imediatas. Nas decisões, afirmou que se trata de um “documento falso, elaborado com a finalidade de fraudar a Justiça e de acarretar a soltura indevida do sentenciado”.

O Conselho Nacional de Justiça ainda não se pronunciou sobre o caso. O que diz o Tribunal de Justiça da Paraíba O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) confirmou que houve tentativas de uso de alvarás falsos para a liberação dos presos. Em nota, informou que nenhuma soltura foi realizada. “Foram integralmente bloqueadas pela eficiência dos sistemas técnicos e pela atuação humana do Tribunal, não havendo qualquer liberação indevida.

Diante dos fatos, a Justiça determinou a expedição de ofício ao Exmo. Sr. Secretário de Segurança Pública, solicitando a instauração de inquérito policial e a designação de Delegado Especial para a apuração rigorosa dos fatos em toda a sua extensão”, informou o TJ. Segundo o tribunal, também foram comunicadas à Presidência do TJPB, às Comissões Permanentes de Segurança Institucional e de Segurança da Informação, além da Corregedoria-Geral de Justiça.

A Justiça aguarda a conclusão da sindicância já instaurada pela direção da penitenciária, e o Ministério Público foi informado. O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública da Paraíba, que disse que Seap-PB e Polícia Civil apuram os casos nas respectivas esferas de atuação das instituições.

Justiça ouve testemunhas no caso de idosos mortos em Sapé, na PB, e término de audiência é remarcado

Ailton Nascimento Foto: TV Cabo Branco Testemunhas foram ouvidas durante a primeira audiência de instrução de Ailton Nascimento, apontado pela Polícia Civil como mandante da morte do casal de idosos Nelson e Célia Honorato e da tentativa de assassinato do filho deles na cidade de Sapé, e de outros três réus indicados como participantes dos homicídios.

A expecatativa é de que outras 11 testemunhas sejam ouvidas antes da sentença ser proferida. Enquanto aguarda a segunda sessão da audiência, Ailton Nascimento e os outros três réus foram encaminhados de volta para o presídio onde já estavam presos, também localizado na cidade de Sapé. Relembre o crime Ailton é acusado de se apresentar como corretor de imóveis e ganhar a confiança do casal, que tentava vender a casa em Sapé para se mudar para João Pessoa.

Segundo a Polícia Civil, a motivação do crime seria ficar com o imóvel. A Polícia Civil já prendeu outros cinco suspeitos por envolvimento no crime. O mais recente foi um homem de 50 anos, preso em outubro de 2025, no bairro Oitizeiro, em João Pessoa. Segundo a polícia, ele teria participado da execução de Célia Honorato.

Vídeos em alta no g1 De acordo com as investigações, no dia do crime, Ailton chegou à residência acompanhado de Nicolas Jefferson, de 19 anos, , suspeito de executar a morte dos idosos e apresentado como interessado em alugar uma casa nos fundos do terreno. Durante a visita, Nelson Honorato foi atingido com golpes de martelo e morreu no local.

Célia Honorato foi morta depois, porque não estava em casa no momento do assassinato do marido. Segundo a polícia, ela foi chamada aos fundos da residência e atacada pelos envolvidos. O filho do casal, um jovem autista de 27 anos, ficou trancado em um quarto e sofreu uma tentativa de homicídio dias depois, mas sobreviveu.

Em 29 de setembro de 2025, o Instituto de Polícia Científica (IPC) confirmou que dois corpos encontrados em uma área de mata, em Sapé, são dos idosos desaparecidos. O desaparecimento do casal de idosos Casal foi morto na cidade de Sapé TV Cabo Branco De acordo com a Polícia Civil, Célia e Nelson Honorato desapareceram em 18 de agosto.

O delegado Márcio Pereira informou que nesse dia ocorreu o assassinato de ambos. Após a morte do casal, Ailton e Nicolas levaram os corpos para uma área de mata, onde foram enterrados, estando enrolados por cobertores. O casal de idosos estava tentando vender a casa deles e se mudar para João Pessoa.

Durante o processo de venda da casa, Ailton se apresentava como corretor de imóveis e conquistou a confiança dos idosos, alegando que estava procurando compradores para o imóvel. A motivação do crime, segundo a Polícia Civil, seria ficar com a casa. No dia 18 de agosto, Ailton chegou com Nicolas Jefferson, de 19 anos, suspeito de executar a morte dos idosos, e o identificou como alguém que estava interessado em alugar uma casa nos fundos do imóvel das vítimas para poder entrar na casa.

Ao receber a visita de Ailton e de Nicolas, Nelson Honorato levou ambos para vistoriar o imóvel. Nesse momento, Nicolas desferiu um golpe com um martelo na cabeça do idoso, mas não conseguiu concluir. Então, Ailton Emanuel teria terminado a execução, atingindo o idoso com pelo menos 10 golpes de martelo.

Posteriormente, Célia, que não estava em casa durante a morte do marido, pois realizava uma consulta de saúde, foi também assassinada. De acordo com a polícia, Ailton disse que o marido dela estava com um potencial inquilino e pediu para que ela fosse aos fundos da casa. Ao chegar lá, Nicolas também desferiu marteladas na cabeça da idosa, que morreu.

Durante a execução do crime, o filho das vítimas foi trancado no quarto pelos suspeitos. Após a morte do casal, Ailton e Nicolas levaram os corpos para uma área de mata, onde foram enterrados, estando enrolados por cobertores. Ao ser preso, no dia 17 de setembro, Nicolas confessou o crime e apontou Ailton, que tinha sido detido antes, como mandante.

Filho do casal de idosos sofreu tentativa de assassinato Durante o assassinato dos pais, o filho de 27 anos ficou preso em um dos quartos do imóvel que Ailton tentava vender. No dia 22 de agosto, o jovem, que também é autista, disse que foi informado pelo falso corretor, que seria levado até o hospital para visitar os pais, que estariam doentes.

No entanto, foi deixado em uma área de mata onde foi agredido com marteladas e chegou a fingir que estava desacordado para que o agressor parasse de golpeá-lo. Enquanto a Polícia Militar realizava uma ronda pela região, o jovem foi encontrado ensanguentado. Um outro homem, de 25 anos, que também está preso, confessou ter sido o autor da tentativa de homicídio do jovem e disse que foi contratado pelo suposto corretor de imóveis para matar o filho do casal desaparecido.

Falso corretor fugiu após o crime e foi preso na Bahia No dia 26 de agosto, Ailton Nascimento, o falso corretor apontado como mandante da morte dos idosos e da tentativa de assassinato do filho deles, foi preso dentro de um ônibus em Jaguaquara, no interior da Bahia, na BR-116, com destino para Vitória da Conquista.

A PRF encaminhou o suspeito para a delegacia da Polícia Civil na cidade de Jaguaquara, onde o homem passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida. Dias depois ele foi transferido para a Paraíba, onde está preso. Uma equipe de policiais de Sapé foram os responsáveis pela transferência do suspeito para a cidade.

O homem também é alvo do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da Paraíba (Creci-PB) pela suspeita de exercer irregularmente a profissão de corretor de imóveis. Em nota, o Creci-PB afirmou uma equipe de fiscalização foi enviada ao município e, após consulta aos sistemas internos do Conselho, foi confirmado que o investigado não possui registro profissional.

Ainda segundo o Creci, as medidas legais cabíveis serão adotadas junto às autoridades competentes, com o objetivo de resguardar a sociedade e proteger a profissão. Casa dos idosos chegou a ser vendida Depois da morte dos idosos, Ailton Emanuel chegou a vender a casa. O homem fez com que os idosos assinassem uma procuração lhe autorizando a negociar o imóvel.

Polícia Militar prende indivíduo por tráfico de drogas em Monteiro

Na última terça-feira (19), policiais militares do 11º Batalhão prenderam um indivíduo por tráfico de drogas na cidade de Monteiro, durante ações de policiamento ostensivo.

Durante a abordagem, os policiais localizaram 30 pedras de crack prontas para comercialização, além da quantia de R$ 292,15 em espécie e 02 aparelhos celulares.

Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com todo o material apreendido, para a adoção das medidas cabíveis.

A ação reforça o trabalho contínuo desenvolvido pela Polícia Militar no combate ao tráfico de drogas em Monteiro e em toda a região do Cariri paraibano. As operações e abordagens preventivas têm sido intensificadas com o objetivo de retirar entorpecentes de circulação e garantir mais segurança à população.

O 11º Batalhão da Polícia Militar vem atuando de forma estratégica por meio do policiamento ostensivo, realizando rondas e fiscalizações em áreas consideradas sensíveis.

Ações semelhantes devem continuar acontecendo com frequência, fortalecendo o enfrentamento à criminalidade e contribuindo para a manutenção da ordem pública no município e na região.

DE OLHO NO CARIRI

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Morte de recém-nascido abandonado é investigada como infanticídio, diz delegado

Bebê recém-nascido é resgatado em vão entre paredes no Litoral Sul da Paraíba A morte do recém-nascido encontrado abandonado entre duas residências, no Litoral Sul da Paraíba, passou a ser investigada como infanticídio. A informação foi confirmada pela Polícia Civil, após o falecimento do bebê, na noite da terça-feira (19), que havia sido resgatado com vida e estava internado no Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa.

“Inicialmente ela negou os fatos, mas na presença da mãe, ela confessou ter sido a autora do ato infracional. Comunicamos o fato ao Judiciário, que era tratado como infanticídio na modalidade tentada, porém, com o falecimento do bebê, o fato é encarado como infanticídio consumado”, afirmou o delegado.

Segundo a polícia, a mãe do recém-nascido permanece internada em uma unidade de saúde e, assim que receber alta médica, será encaminhada para a carceragem da Central de Polícia Civil, onde ficará à disposição do Ministério Público e do Poder Judiciário. Central de Polícia de João Pessoa Polícia Civil da Paraíba/Divulgação A jovem mora na residência vizinha à casa onde o bebê foi encontrado, no município de Caaporã.

Em depoimento, ela relatou que escondeu a gravidez da família e do namorado por medo da reação dos pais. Ainda segundo a Polícia Civil, a adolescente vinha ingerindo chás na tentativa de interromper a gestação. Na madrugada da terça-feira (19), ela sentiu fortes dores e teve um parto prematuro sozinha, no banheiro da residência.

Em seguida, enrolou o recém-nascido e o deixou no local onde ele foi encontrado horas depois por moradores da região. Resgate do recém-nascido Bebê é retirado de parede após ser abandonado no Litoral da Paraíba Reprodução O recém-nascido encontrado abandonado entre duas residências no distrito de Cupissura, em Caaporã, no Litoral Sul da Paraíba, morreu às 23h da terça-feira (19).

A informação foi confirmada pelo Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa, onde o bebê estava internado. Segundo o coordenador do Samu de Caaporã, Janyo Carvalho, o recém-nascido foi resgatado com vida e ainda estava com a placenta. Durante o atendimento inicial, a equipe constatou que o bebê era prematuro e apresentava hipotermia, arranhões pelo corpo e trauma no tórax.

Diante do quadro, o recém-nascido foi encaminhado ao Hospital Municipal de Alhandra para procedimentos emergenciais. Após o atendimento, ele foi transferido de helicóptero para o Hospital de Trauma de João Pessoa e, posteriormente, levado para o Hospital Edson Ramalho. Conforme o hospital, o bebê apresentava um ferimento corto-contuso na região frontal da cabeça.

Durante a tentativa de recuperação, foi realizada sutura no local, mas ele já havia perdido grande quantidade de sangue. O diretor-geral do Hospital Edson Ramalho, Aluízio Lopes, informou que o recém-nascido apresentou nove paradas cardiorrespiratórias ao longo do atendimento. “Paciente gravíssimo desde a hora que chegou.

Quando se conseguiu controlar minimamente e observar mais o bebê, foi constatado que se tratava de um recém-nascido compatível com 30 semanas de nascido. Só por isso, já se tratava de um paciente grave e que já estava em risco de morte, além de que já estava politraumatizado. Houve nove paradas cardíacas.

Tudo que era possível na medicina foi feito para salvar a vida desse paciente, mas, por todo esse contexto, infelizmente o bebê veio a óbito”, disse. O bebê havia sido localizado na manhã da terça-feira (19) por moradores da região, que ouviram barulhos vindos da parede de uma residência. A suspeita inicial era de que se tratava de um animal.

Polícias Civil e Militar apreendem adolescentes envolvidos nas mortes de ex-vereador e do pai no Cariri

As Polícias Civil e Militar da Paraíba apreenderam dois adolescentes suspeitos de participação no duplo latrocínio que vitimou o ex-vereador José Samuel Barbosa Campos e seu pai, Luciano de Aguiar Campos, no último dia 16 de maio, no Sítio Barriguda, zona rural do município de Barra de Santana, no Cariri paraibano.

A ação foi realizada pela Polícia Civil, através da 11ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (11ª DSPC) e do Grupo Tático Especial (GTE) de Queimadas, em operação integrada com a Polícia Militar da Paraíba.

De acordo com as investigações, as vítimas foram atingidas por disparos de arma de fogo dentro da residência da família. O ex-vereador José Samuel morreu ainda no local. Já Luciano de Aguiar Campos chegou a ser socorrido para o Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte.

Após intensas diligências e trabalhos de inteligência, os dois adolescentes foram localizados em uma área de mata no município de Aroeiras.

Durante a operação, as forças de segurança apreenderam um revólver calibre .38, apontado como a arma utilizada no crime, além da motocicleta roubada das vítimas e outros objetos considerados importantes para a investigação.

A operação também contou com apoio da UNINTELPOL de Campina Grande, responsável por auxiliar nos levantamentos de inteligência que contribuíram para a localização dos suspeitos.

Segundo a Polícia Civil, a rápida resposta das forças de segurança demonstra o comprometimento das instituições no combate à criminalidade violenta e na elucidação de crimes registrados na região do Cariri.

As investigações seguem em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso e identificar possíveis outros envolvidos no crime.

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Suspeitos disfarçados de policiais assaltam condomínio em Campina Grande

Suspeitos se disfarçam de policiais em assalto a condomínio em Campina Grande Um grupo de suspeitos disfarçados de policiais assaltou, nesta terça-feira (19), um condomínio no bairro das Malvinas, em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. A ocorrência foi registrada durante a madrugada, após cinco suspeitos chegarem ao residencial com um carro equipado com um giroflex da polícia.

Frame do circuito de segurança do condomínio em Campina Grande Foto: Reprodução TV Cabo Branco. De acordo com o delegado da Polícia Civil, Paulo Ênio, os suspeitos estavam à procura de uma pessoa específica que morava no residencial. Ao chegar no local, os cinco homens seguiram até a residência da possível vítima, que não estava no momento.

Durante a ocorrência, apenas duas mulheres estavam na residência. Ainda de acordo com a polícia, após a tentativa frustrada, os suspeitos levaram a chave do carro de uma das mulheres rendidas, os revólveres dos vigilantes e o equipamento responsável pelas gravações do circuito de segurança do condomínio.

Polícia Civil prende suspeito de estupro contra próprio neto, na Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Polícia Civil (DPC) de Pedras de Fogo, deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem investigado pela prática do crime de estupro de vulnerável, no município de Itambé. A ação policial contou com o apoio das equipes do 2º BPM/PMPE, Grupo Tático de Itambé e da Polícia Civil de Pernambuco.

De acordo com as informações apuradas durante a investigação, o Conselho Tutelar de Pedras de Fogo recebeu, em 30 de outubro de 2018, denúncias indicando que o investigado estaria praticando abusos sexuais contra o próprio neto, à época menor de idade. Conforme levantado nas investigações, os abusos teriam ocorrido de forma contínua desde que a vítima possuía cerca de 10 anos.

Segundo os autos, o suspeito se aproveitava da condição de avô paterno da vítima para cometer os crimes, utilizando dinheiro e presentes como forma de manipulação e manutenção do silêncio do menor.

Diante da gravidade dos fatos, e visando garantir a ordem pública, a conveniência da instrução criminal e a aplicação da lei penal, a Autoridade Policial representou pela prisão preventiva do investigado, sendo o pedido deferido pelo Poder Judiciário. Após diligências realizadas pelas equipes envolvidas na operação, o mandado de prisão foi devidamente cumprido. O investigado permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil da Paraíba reforça seu compromisso no enfrentamento aos crimes contra crianças e adolescentes e destaca a importância da colaboração da população por meio de denúncias anônimas, que podem ser realizadas através do Disque 197, com garantia de absoluto sigilo.

De Olho no Cariri

Com MaisPB

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Homem é condenado a 21 anos de prisão por matar namorada em Cabedelo, na Paraíba

Homem é condenado a 21 anos de prisão por matar namorada em Cabedelo, na Paraíba Reprodução David Oliveira de Araújo foi condenado a 21 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato da então namorada, Thayane da Silva Rodrigues, na Praia de Formosa, em Cabedelo, em 2024. O julgamento do réu aconteceu nesta terça-feira (19), na 2ª Vara do Tribunal do Júri, de João Pessoa.

No entanto, de acordo com o assistente de acusação, o advogado Diego Cazé, há a possibilidade de uma transferência para Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, conhecida como PB1, por suposto envolvimento em facções criminosas. Vídeos em alta no g1 Relembre o caso De acordo com o Núcleo de Homicídios de Cabedelo, à época do crime, a jovem tinha medidas protetivas contra o suspeito, por conta de agressões anteriores ao episódio da morte, ou seja, ele não poderia se aproximar dela.

A Polícia Militar informou à TV Cabo Branco, também à época, que familiares da vítima disseram que o suspeito, cerca de 15 dias antes do assassinato, teria cortado o cabelo dela com uma faca. A jovem prestou queixa, mas retirou a denúncia. Também relataram que brigas eram constantes entre o casal. Ainda de acordo com a Polícia Militar à época, o suspeito tinha passagem pela polícia por porte ilegal de arma.