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Empresário é morto a tiros em concessionária de carros, na Grande João Pessoa

Empresário é morto a tiros em concessionária de carros, na Grande João Pessoa Hebert Araújo/TV Cabo Branco Um empresário do ramo de venda de carros, identificado como Altamir da Nóbrega, de 68 anos, foi morto a tiros dentro de uma concessionária de carros na cidade de Bayeux, na Grande João Pessoa, no início da noite desta quinta-feira (9).

Após o crime, os suspeitos fugiram e, até a última atualização desta reportagem, não haviam sido identificados nem presos. Altamir da Nóbrega era aposentado da Controladoria-Geral da União (CGU), onde atuou na Corregedoria-Geral, e também exercia a advocacia. Na concessionária, ele era sócio do estabelecimento.

Dívida de drogas de uma das vítimas pode ter motivado morte de trabalhadores baianos, diz polícia

Trabalhadores estavam desaparecidos Reprodução/TV Cabo Branco A Polícia Civil da Paraíba apontou que a principal linha de investigação sobre os quatro trabalhadores baianos encontrados mortos em Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa, envolve uma suposta dívida de drogas relacionada a um dos trabalhadores.

A informação foi divulgada durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (9). De acordo com a polícia, cinco suspeitos já foram identificados como envolvidos na execução dos trabalhadores e na ocultação dos corpos. Todos estão foragidos e têm mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário.

Ele foi localizado em uma casa no bairro Comercial Norte, após seis dias de diligências. Com o suspeito, os agentes encontraram o celular de uma das vítimas. Segundo a Polícia Civil, o homem preso integra uma organização criminosa com atuação em Bayeux e já havia sido detido anteriormente por tráfico de drogas.

A polícia informou, no entanto, que ele não era o fornecedor de drogas do trabalhador, conforme as apurações e que as diligências seguem para identificar o real fornecedor. Durante a mesma operação, uma mulher que estava no imóvel também foi presa por tráfico de drogas. Segundo a investigação, ela não aparece nas imagens relacionadas ao crime.

Relembre o caso Quatro corpos são encontrados em área de mata em João Pessoa; polícia investiga se vítimas são desaparecidos da Bahia Reprodução/TV Cabo Branco Quatro corpos foram encontrados em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa, na madrugada de sexta-feira (3). A perícia inicial indica que as vítimas foram mortas há cerca de dois dias, por disparos de arma de fogo.

Três delas estavam com as mãos amarradas para trás. Ainda de acordo com a polícia, o carro teria sido roubado no município de Santa Rita, na Grande João Pessoa. Devido ao avançado estado de decomposição, não foi possível identificar visualmente as vítimas nem a quantidade de perfurações. Exames cadavéricos foram necessários para confirmar as identidades.

Polícia Federal mira suspeitos por guardar imagens de abuso de crianças na PB

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (9), as operações Guardião Digital IV e Operação Rescue 21 para reprimir o crime de armazenamento de imagens e de vídeos com conteúdo de abuso sexual de crianças e adolescentes na Paraíba. Uma pessoa foi presa.

Em João Pessoa, durante a ação ‘Guardião Digital IV’, a PF cumpriu um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça da Paraíba. Também foi cumprida a determinação judicial de quebra do sigilo do celular do investigado.

No interior do estado, na operação Rescue 21, a polícia cumpriu três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça, no âmbito de investigação destinada à repressão de crimes relacionados ao armazenamento e à disponibilização de material de abuso sexual infantojuvenil pela internet.

As medidas judiciais foram cumpridas nos municípios de Areia de Baraúnas, Cajazeiras e Brejo do Cruz, tendo como alvos três investigados distintos.

Na cidade de Brejo do Cruz, uma pessoa foi presa em flagrante pelo crime de armazenamento de material de exploração sexual infantojuvenil.

Alerta

A PF fez um alertou aos pais e aos responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar dos filhos no mundo virtual e físico. “Conversar abertamente sobre os perigos do mundo virtual, explicar como utilizar redes sociais, jogos e aplicativos de forma segura e acompanhar de perto as atividades online dos jovens são medidas essenciais de proteção”.

“Estar atento a mudanças de comportamento, como isolamento repentino ou segredo em relação ao uso do celular e do computador, pode ajudar a identificar situações de risco. É igualmente importante ensinar às crianças e adolescentes como agir diante de contatos inadequados em ambientes virtuais, reforçando que podem e devem procurar ajuda”, disse a Polícia em nota.

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Acusado de série de crimes é preso após roubo com faca em Monteiro

Na manhã desta quarta-feira (08), por volta das 9h, a equipe de investigação da 14ª Delegacia Seccional de Monteiro, no Cariri paraibano, efetuou a prisão em flagrante de um homem de 39 anos, identificado pelas iniciais J.A.S., conhecido como “W”, suspeito de praticar um roubo na cidade.

De acordo com a Polícia Civil, o crime foi cometido nas proximidades da Rua Sizenando Rafael. Armado com uma faca, o suspeito abordou um idoso e subtraiu uma quantia em dinheiro, cujo valor não foi informado.

Ainda segundo as autoridades, o homem já é bastante conhecido na região por envolvimento em diversos furtos, incluindo crimes praticados contra veículos do tipo “Toyota”, comuns no município.

Após a ação policial, o suspeito foi conduzido à delegacia, onde permanece detido na carceragem aguardando a audiência de custódia. Ele está à disposição da Justiça.

A Polícia Civil também destacou a importância da colaboração da população no combate à criminalidade. Informações, denúncias e até imagens podem ajudar nas investigações, mas, para a prisão imediata, é necessário o flagrante delito ou o cumprimento de mandado judicial.

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Suspeito de envolvimento na morte de trabalhadores baianos é preso, na Grande João Pessoa

Trabalhadores estavam desaparecidos Reprodução/TV Cabo Branco Um homem suspeito de envolvimento na morte de quatro trabalhadores baianos foi preso na noite da última quarta-feira (8), durante uma operação conjunta da Delegacia de Homicídios e da Guarda Civil Metropolitana (GCM), em Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa.

Segundo a investigação, ela não aparece nas imagens relacionadas ao crime e foi detida por tráfico de drogas, após a polícia encontrar material ilícito no imóvel. LEIA TAMBÉM: Trabalhadores baianos mortos na PB: o que se sabe sobre o caso Corpos de trabalhadores baianos mortos em João Pessoa são liberados pelo IPC e levados para a Bahia As investigações apontam que outros suspeitos já foram identificados e inseridos no sistema.

Equipes seguem nas ruas para localizar os demais envolvidos. A motivação do crime ainda não foi esclarecida. A Polícia Civil informou que deve apresentar novos detalhes sobre o andamento da investigação nesta quinta-feira (9). Relembre o caso Quatro corpos são encontrados em área de mata em João Pessoa; polícia investiga se vítimas são desaparecidos da Bahia Reprodução/TV Cabo Branco Quatro corpos foram encontrados em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa, na madrugada de sexta-feira (3).

A perícia inicial indica que as vítimas foram mortas há cerca de dois dias, por disparos de arma de fogo. Três delas estavam com as mãos amarradas para trás. Ainda de acordo com a polícia, o carro teria sido roubado no município de Santa Rita, na Grande João Pessoa. Devido ao avançado estado de decomposição, não foi possível identificar visualmente as vítimas nem a quantidade de perfurações.

Prefeito de Parari se reúne com Polícia Militar para reforçar segurança do BREGARI

O prefeito de Parari, Genival Queiroz, realizou uma reunião com o comando da 3ª Companhia de Polícia Militar de Serra Branca, que integra o 11º Batalhão de Polícia Militar, com o objetivo de discutir o planejamento da segurança para o BREGARI – Festival de Brega de Parari.

Durante o encontro, foram debatidas estratégias para garantir a tranquilidade do evento, que acontecerá no próximo dia 29 de abril e deve atrair grande público ao município. A iniciativa reforça a preocupação da gestão municipal em manter a organização e o bem-estar dos participantes.

Segundo o prefeito, apesar de as festividades em Parari serem tradicionalmente marcadas pela tranquilidade, é fundamental intensificar as ações preventivas e o planejamento de segurança. “Nosso objetivo é reforçar cada vez mais a segurança e proporcionar um evento ainda melhor para os pararienses e todos os visitantes”, destacou.

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Polícia investiga suspeita de tentantiva de envenenamento de três crianças pela própria mãe em Campina Grande

Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande Governo da Paraíba/Divulgação Uma mulher de 27 anos é suspeita de tentar envenenar três filhos, em Campina Grande. As crianças, de cinco anos e duas bebês gêmeas de três meses, deram entrada na manhã desta quarta-feira (8) no Hospital de Trauma da cidade e seguem em observação.

A Polícia Civil investiga o caso. De acordo com informações da TV Paraíba, em depoimento o pai das crianças disse que a mulher já tentou envenear os filhos outras vezes. Segundo o médico Matheus Matos, os pacientes deram entrada com suspeita de intoxicação exógena. "Todos encontram-se conscientes, orientados, sem rebaixamento do nível de consciência, com estado geral regular", disse.

PF cumpre mandados de prisão e busca em operação contra tráfico de drogas, em Campina Grande

PF deflagra operação contra tráfico de drogas em Campina Grande Divulgação /Polícia Federal A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (8), uma operação para apurar e reprimir o tráfico de drogas em Campina Grande. A ação cumpriu dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão, expedidos pela Justiça.

Um deles já estava preso por outros crimes, que não foram informados. Segundo a corporação, os indícios reunidos apontam para atuação conjunta no tráfico. Em nota, a PF afirmou que, comprovadas autoria e materialidade, os investigados podem responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Polícia Civil pede prorrogação de prazo para concluir inquérito sobre mutirão oftalmológico em Campina Grande

Hospital de Clínicas de Campina Grande Artur Lira / TV Paraíba A Polícia Civil solicitou à Justiça a prorrogação do prazo para concluir o inquérito que apura o mutirão oftalmológico realizado no Hospital de Clínicas de Campina Grande, em maio de 2025. O pedido, protocolado em 25 de março na Vara de Garantias de Campina Grande, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), solicita mais 60 dias para a finalização das investigações.

Segundo o delegado Renato Leite, a Polícia Civil já reuniu diligências finalizadas, mas ainda há etapas pendentes. O conteúdo dessas diligências não foi detalhado porque o procedimento tramita sob sigilo. O delegado informou ainda que o pedido aguarda análise do Judiciário e que só irá se pronunciar após a conclusão de todas as análises e laudos.

O g1 tentou contato com o TJPB para saber sobre o andamento do pedido, mas, até a última atualização desta reportagem, não recebeu resposta. Relembre o caso Pacientes relatam infecções nos olhos após mutirão no Hospital de Clínicas em CG O mutirão ocorreu no dia 15 de maio de 2025, no Hospital de Clínicas, e atendeu 64 pacientes.

Após os procedimentos, foram relatadas complicações oculares, o que levou à abertura da investigação para apurar as circunstâncias do atendimento e eventuais responsabilidades. A ação integrou o programa Opera Paraíba. A licitação foi vencida pela Fundação Rubens Dutra Segundo, responsável pela execução do serviço, com atuação da oftalmologista Naiara Cavalcante Furtado.

O Ministério Público da Paraíba acompanha o caso. LEIA TAMBÉM: Pacientes sem enxergar e uso de medicamentos vencidos: o que se sabe sobre mutirão oftalmológico em Campina Grande De acordo com as denúncias, que começaram a ser veiculadas em 19 de maio, já no fim de semana seguinte ao mutirão, diversos pacientes procuraram atendimento em outras unidades de saúde relatando dores intensas e sinais de infecção ocular.

Meses após os procedimentos, pacientes ainda relataram sequelas e, alguns, dizem não conseguir mais enxergar após o mutirão. Parte dos medicamentos usados no mutirão estava vencida, segundo a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES). De acordo com a pasta, ao menos 6 dos 30 frascos utilizados estavam vencidos e abertos, e há indícios de que tenham sido usados nos procedimentos feitos no dia 15, após pacientes relatarem infecções e perda de visão.

A SES informou que rompeu o contrato com a empresa responsável e afirmou que os profissionais e os materiais utilizados eram de responsabilidade exclusiva da contratada. À TV Paraíba, a Fundação Rubens Dutra Segundo confirmou que os medicamentos e os profissionais envolvidos têm vínculo com a instituição e disse que acompanha as investigações.