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Enterrado corpo de idosa encontrada morta após desaparecer na Grande João Pessoa

Enterro ocorreu no cemitério de Bayeux Ewerton Correia/TV Cabo Branco Foi enterrada nesta quinta-feira (30) Milce Daniel Pessoa, encontrada morta após desaparecer na Grande João Pessoa. O enterro foi realizado no cemitério de Bayeux. O corpo da idosa de 72 anos foi encontrado no final da manhã desta quarta-feira (29), em um local de buscas pela idosa desaparecida, em Bayeux, na Grande João Pessoa, e reconhecido por familiares.

Corpo encontrado Corpo de idosa desaparecida é encontrado em área de mata em Bayeux (PB) O genro da idosa fez o reconhecimento do corpo e informou à TV Cabo Branco que, apesar do estado avançado de decomposição, características do cadáver batem com a mulher desaparecida, como a roupa, cor das unhas e maçãs do rosto.

O delegado Douglas Garcia responsável pelo caso informou que o corpo ainda vai passar por exames para a confirmação. "Existem procedimentos primários e secundários para identificação do cadáver. Até o momento foi identificada a cor das unhas, confirmada pelo genro, o vestido verde, uma pulseira que ela usa".

Buscas foram realizadas em uma região de mata e contaram também com apoio do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e também de cães farejadores. Amigo conduzido à delegacia Amigo de idosa desaparecida é levado à delegacia após localização de corpo Willis Cosmo, o amigo da idosa desaparecida em Bayeux, na Grande João Pessoa, foi conduzido à delegacia após o corpo ser encontrado em um local de buscas, nesta quarta-feira (24).

A informação da condução foi confirmada pela TV Cabo Branco. O delegado Douglas Garcia informou que o homem foi conduzido à delegacia para a continuidade das investigações. "Novas perguntas surgem e essas perguntas, obviamente, têm que ser respondidas. E a gente precisa do auxílio de seu Willis porque ele é a pessoa que teve o último contato com ela".

De acordo com o delegado Douglas García, o homem foi liberado e não é considerado suspeito no caso, sendo ouvido porque foi a última pessoa conhecida que viu a idosa antes do desaparecimento. Ele também ressaltou que exames periciais ainda vão ser feitos e que aguarda o resultado deles para poder falar sobre os próximos passos do inquérito.

O desaparecimento Idosa desaparece após acompanhar amigo em consulta médica, em João Pessoa Reprodução Uma idosa identificada como Milce Daniel Pessoa, de 72 anos, desapareceu após acompanhar um amigo e vizinho em uma consulta médica no Hospital Metropolitano, entre as cidades de Santa Rita e Bayeux, na Grande João Pessoa.

O desaparecimento aconteceu na quarta-feira (22) pela manhã. A filha contou que o homem disse que ambos foram para aquela região para pegar manga, pois a idosa teria argumentado que estava com fome e queria comer a fruta. Porém, ao se abaixar no processo de retirada da manga da árvore, o homem não visualizou mais a idosa.

Um boletim de ocorrência foi realizado na Polícia Civil, que investiga o caso desde então. O Corpo de Bombeiros chegou a realizar uma busca na área em que a idosa desapareceu, nesta sexta-feira (24), mas não a encontrou. O que diz o amigo da idosa Caso de idosa desaparecida avança com perícia em Bayeux (PB) O amigo da idosa, Willis Cosmo, falou oficialmente no inquérito da Polícia Civil, em depoimento colhido na segunda-feira (27), na delegacia de Bayeux, na Grande João Pessoa.

Em entrevista para a TV Cabo Branco, o homem disse que a mulher sumiu “num piscar de olhos”, enquanto os dois apanhavam mangas. “Num piscar de olhos, como se fosse um descuido com uma criança. Aí eu procurei ela, depois que juntei as 26 mangas, mais ou menos. Aí a mulher desapareceu”, afirmou Willis.

A aposentada havia acompanhado o amigo e vizinho em um exame no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires. Segundo ele, na volta, os dois desceram do carro para pegar mangas em uma área próxima ao bairro onde residem, em Bayeux. Após perceber o desaparecimento da amiga, Willis foi até a residência dela, onde a idosa morava com uma das filhas, para informar a família.

Em seguida, a Polícia Civil foi acionada. O amigo de Milce afirmou que parou para apanhar mangas para atender a um desejo dela, com quem mantém amizade há pelo menos 40 anos. “A justiça tem que saber que eu fui fazer o gosto dela, que ela é louca por manga, todo mundo sabe que ela é louca por manga”, relatou.

As investigações da polícia Polícia realiza perícia em casa e no carro de amigo de idosa desaparecida na Grande João Pessoa Diogo Pinheiro/TV Cabo Branco Foram encontrados durante a perícia, dentro do carro do homem, fios de cabelo e também o que aparenta ser um pedaço de tecido na mesma cor do vestido que a idosa usava quando desapareceu, durante as perícias realizadas pelo Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB).

Esse material foi recolhido para análise. Ainda não se sabe de quem era esse material. "A perícia aqui faz um levantamento de microvestígios, ela examina qualquer objeto dentro do veículo que pode estar sendo ao fato relacionado e investigado, procura manchas semelhantes a sangue, pelos, que podem ser examinados como relacionados ao pelo humano, ou outros vestígios do tipo", explicou Elaine Soares, perita do IPC Sobre os fios de cabelo encontrados, a perita explicou que o material vai para análise laboratorial e "serem relacionados ou não" com o caso.

Rua é interditada após deslizamento e queda de muro em Campina Grande

Parte de rua é interditada após asfalto ceder em Campina Grande Reprodução/TV Paraíba A Rua Santo Antônio, em Campina Grande, Agreste da Paraíba, foi parcialmente interditada após um deslizamento em virtude das chuvas. Segundo a Superintendência de Trânsito e Transportes Público (STTP), a interdição aconteceu na quarta-feira (29) e não há previsão para normalização do trânsito na via.

O asfalto também foi danificado. A Rua Santo Antônio cruza o próprio bairro do Santo Antônio e o bairro da Glória, e é uma das vias que liga Campina Grande à cidade de Massaranduba. Veículos de passeio e algumas linhas de ônibus do transporte público, como a linha 303, seguem passando podendo passar pela via, desde que respeitem o desvio sinalizado.

Advogada é presa suspeita de falsificar certificado da OAB e atuar para organizações criminosas no ES

Justiça manda prender falsa advogada no ES Uma mulher de 55 anos, suspeita de uso de documento falso e exercício irregular da advocacia, além de atuar com diversas organizações criminosas no Espírito Santo, foi presa nesta quarta-feira (29), em Itapemirim, no Sul do estado, durante a Operação Falsária 2.

Segundo a polícia, ela também colaborava e intermediava recados entre detentos e também pessoas fora das unidades prisionais. inclusive, atendia a presos ligados a facções criminosas. Em dezembro de 2025, Tatiana já tinha sido alvo da polícia durante primeira fase da operação. Na ocasião, ela prestou depoimento e foi liberada, e os policiais apreenderam a carteira falsa da OAB, bilhetes de detentos e documentos na casa da suspeita.

O mandado de prisão preventiva contra Tatiana foi expedido na terça (28). Na mesma decisão, a Justiça recebeu a denúncia do Ministério Público do Espírito Santo e determinou a suspensão do exercício da advocacia pela investigada. Tatiana Barbosa do Nascimento foi presa suspeita de falsificar certificado da OAB e atuar para organizações criminosas no Espírito Santo Divulgação/PCES LEIA TAMBÉM: EM VITÓRIA: Ex-PM foi executado por grupo de agiotagem de ex-policiais VÍDEO: Mãe é intubada após filho colocar fogo na própria moto durante fiscalização da PM JUSTIÇA: funcionária sofre gordofobia e assédio em empresa e será indenizada em R$ 160 mil A investigada foi indiciada por 12 casos de uso de documento falso no CDP aqui de Marataízes, região onde a investigação se concentrou.

O inquérito também foi encaminhado a outros municípios do Espírito Santo e à Paraíba, onde há indícios de novos crimes. O g1 não conseguiu localizar a defesa da investigada. Procurada, a OAB/ES informou que aplicou suspensão preventiva de 90 dias (12/12/2025 a 11/03/2026) à advogada e justificou que "a cautelar fundamentou-se em graves ocorrências ético-disciplinares verificadas no sistema prisional".

A seccional comunicou os fatos à OAB da Paraíba para apuração de mérito e da regularidade da inscrição da profissional. Por fim, a OAB-ES informou que novas providências administrativas estão sendo adotadas em razão dos desdobramentos do caso. Delegacia de Polícia (DP) de Marataízes, no Sul do Espírito Santo Reprodução/PCES Certificado falso Segundo as investigações, a mulher falsificou um certificado de aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com data de 1992, 23 anos antes de concluir o curso de Direito, o que só ocorreu em 2015.

Com o documento falso, a suspeita solicitou por e-mail, uma segunda via do certificado à OAB da Paraíba, em outubro de 2017. Assim, conseguiu obter a inscrição e a carteira de advogada sem que a documentação fosse devidamente verificada. A polícia consultou a Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela elaboração organização e aplicação do Exame de Ordem Unificado da OAB, que não localizou qualquer aprovação da investigada entre 2015 e 2017.

Depois disso, a OAB-PB também consultada e a fraude confirmada. "Aprofundamos mais a solicitação e pedimos à OAB da Paraíba para comprovar, qual foi a aprovação dela no no concurso da Ordem. E eles nos enviaram um de um certificado de que ela teria sido aprovada em 1992, anos antes da sua conclusão do curso de Direito, em 2015.

Ela não esteve teve na na Paraíba, foi enviado tudo por e-mail", apontou o titular da Delegacia de Polícia (DP) de Marataízes, delegado Thiago Viana. Investigada realizou mais de 200 atendimentos As investigações apontaram que a mulher realizou 218 atendimentos a internos do sistema penitenciário capixaba, a maioria em unidades de segurança máxima.

Entre os presos atendidos estariam integrantes e lideranças de facções criminosas como Comando Vermelho (CV), Primeiro Comando da Capital (PCC), Primeiro Comando de Vitória (PCV) e Associação Família Capixaba (AFC). De acordo com as investigações, durante esses atendimentos, ela colaborava e intermediava recados entre detentos e também pessoas fora das unidades prisionais.

Cleuton Gomes Pereira, o "Frajola", estaria emitindo ordens de dentro da penitenciária de segurança máxima em que está preso, no Espírito Santo. Reprodução Há ainda um registro de uma visita ao traficante Cleuton Gomes Pereira, o Frajola, apontado como liderança da facção criminosa Primeiro Comando de Vitória (PCV).

Considerado de alta periculosidade, ele foi transferido para o Sistema Penitenciário Federal em 13 de abril de 2026. Segundo o delegado Viana, a mulher chegou a se casar com um dos presos que visitava, o que corroborou com a suspeite de que ela atuava como 'pombo-correio' do tráfico. "Ela veio a se a casar com esse preso, sendo que ela tem um companheiro que vive com ela.

Com essas informações solicitamos dados sobre as visitas e visualizamos que poderia se tratar de uma pessoa trabalhando como pombeiro de facções criminosas.Fizemos solicitamos a busca na casa dela, que aconteceu na primeira fase, em dezembro. Na busca nós recolhemos diversos documentos, entre eles os documentos que ela enviou para a OAB-PB", disse.

Quando foi ouvida pela polícia em dezembro, Tatiana confessou ter fraudado o documento, mas negou participação em organizações criminosas. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo A Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

Comunidade ribeirinha tem casas inundadas após fortes chuvas, na Grande João Pessoa

Comunidade ribeirinha de Bayeux tem casas invadidas pela água após aumento do nível do Rio Paraíba Reprodução / TV Cabo Branco Moradores da comunidade ribeirinha Casa Branca, em Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa, tiveram as casas invadidas pela água após o aumento do nível do Rio Paraíba, provocado pelas fortes chuvas que ocorreram nesta semana.

O presidente da colônia de pescadores, Edvaldo Juvenal, explicou que os moradores ficaram sem alternativa de deslocamento e que acionaram a Defesa Civil. Equipes foram até a comunidade, mas, segundo eles, não houve retorno com medidas ou orientações posteriores. O g1 solicitou nota à Defesa Civil, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

"Eles sao pescadores, não tem prara onde ir. As atividades pesqueiras deles são aqui e nao tem assistência para levá-los para um lugar melhor”, afirmou Edvaldo Juvenal. Uma das moradoras, Verônica, relatou que a água tomou conta da casa dela e que, mesmo assim, a família permanece no local. “Eu me acordei e já estava com a água dentro da minha casa levando tudo.

Comerciantes interditam rua em frente ao Mercado Central durante protesto, em João Pessoa

e Reprodução / TV Cabo Branco Comerciantes do Mercado Central realizaram um protesto na manhã desta quinta-feira (30), no Centro de João Pessoa, contra a retirada dos pontos comerciais onde trabalham. Durante o ato, o grupo montou barricadas e ateou fogo em pneus e madeiras para bloquear o trafêgo de veículos na região.

O trânsito ficou completamente bloqueado nessas vias. A Polícia Militar e a Guarda Municipal foram acionadas para acompanhar a ocorrência. A retirada dos comerciantes está relacionada à reforma do Mercado Central. Em dezembro de 2025, o prefeito Cícero Lucena assinou a ordem de serviço para a requalificação e ampliação do espaço.

O projeto prevê investimento de R$ 31,9 milhões e conclusão até o fim de 2027. Segundo os comerciantes, eles ocupavam a área onde será construída uma garagem como parte das obras no Mercado. O grupo afirma que foi informado de que teria 72 horas para desocupar o espaço, sem indicação de um novo local para continuar trabalhando.

Uma das comerciantes, Elisabeth Araújo, dona de um bar no local, disse que os fiscais comunicaram o prazo, mas não apresentaram alternativa. “Os fiscais chegaram aqui dando 72 horas para a gente sair do Mercado Central, mas não disseram que tem um local pra gente trabalhar. Não tem lugar pra gente. Eu pago aluguel.

Nabor solta indireta sobre disputa por apoio do PT: ‘Não precisa forçar barra’

O ex-prefeito de Patos e pré-candidato ao Senado, Nabor Wanderley (Republicanos), afirmou, nesta quarta-feira (29), que respeita a autonomia do Partido dos Trabalhadores (PT) nas decisões sobre alianças e mandou indireta ao dizer que “não adianta forçar a barra” pelo apoio da legenda.

“Estamos aguardando que cada partido tome as suas decisões internas, não vamos interferir nas posições de nenhum partido. Acho que a independência dos partidos é fundamental para que a gente possa manter a democracia e manter a nossa unidade”, afirmou Nabor ao ser questionado a imprensa se estava confiante do apoio da legenda.

O pré-candidato ao Senado também ressaltou que não precisa tentar acelerar ou impor decisões que cabem exclusivamente às direções partidárias. “Não adianta a gente estar aí tentando forçar uma barra quando as diretrizes partidárias têm que ser resolvidas internamente. Vamos aguardar”, completou Nabor.

O PT decidiu oficialmente apoiar a reeleição do governador Lucas Ribeiro (PP). O apoio da legenda e de Lula é disputado pelos candidatos ao Senado, João Azevedo (PSB), Nabor Wanderley (Republicanos) e Veneziano Vital (MDB).

Mais PB

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Última rejeição do Senado a um ministro ocorreu há 132 anos; entenda

O Senado rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), retomando episódio raro na história da República.

O Senado rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), após sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Segundo levantamento da Agência Senado, a última vez que a Casa rejeitou a indicação de um ministro ocorreu há 132 anos. Em 1894, durante o governo do marechal Floriano Peixoto, segundo presidente do Brasil, cinco nomes foram barrados:

Barata Ribeiro,

Innocêncio Galvão de Queiroz,

Ewerton Quadros,

Antônio Sève Navarro,

Demosthenes da Silveira Lobo.

Isso aconteceu porque o processo de escolha para o Supremo no começo da República no Brasil ainda era marcado por forte instabilidade institucional. A maior parte dos designados não tinham formação jurídica e, em vários casos, tinham perfil mais político ou militar, o que gerou resistência no Senado.

Com o passar do tempo, critérios básicos para os Ministros foram sendo consolidados, entre eles a exigência de notório saber jurídico.

Um exemplo é o caso do médico Barata Ribeiro: ele foi o primeiro nomeado e chegou a atuar como ministro do STF por quase um ano, até que sua indicação foi rejeitada pelo Senado. Esse episódio é relatado em vídeo publicado em 2015 pelo Senado Federal, na seção “Arquivo S”.

O atual advogado-geral da União, Jorge Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) após Luís Roberto Barroso anunciar sua aposentadoria da Corte.

O que acontece agora?

Segundo a Constituição de 1988, se um nome for rejeitado pelo Senado para o STF, o presidente da República deve indicar outro nome para ocupar a mesma vaga, submetendo‑o novamente à aprovação pela maioria absoluta do Senado.

Como funciona a indicação ao Senado hoje?

A Constituição Federal estabelece que a indicação é de livre escolha do presidente da República, mas estabelece alguns critérios básicos a serem respeitados:

o candidato deve ser maior de 35 anos e ter menos de 75 anos;

ter conhecimento jurídico reconhecido, o chamado notável saber jurídico;

ter reputação ilibada, ou seja, ser pessoa idônea e íntegra.

Após a indicação pelo presidente da República, o escolhido é sabatinado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ), composta por 27 senadores. As etapas são as seguintes:

Sabatina – A sabatina consiste em questionar o indicado sobre suas posições em temas relevantes e muitas vezes polêmicos, como drogas, aborto, entre outros. Os senadores também podem perguntar sobre opiniões políticas e pontos do currículo, por exemplo.

Parecer da CCJ – O parecer da CCJ precisa ser aprovado por maioria simples dos membros, em votação secreta. Caso seja aprovado, é encaminhado para aprovação em plenário.

Aprovação no plenário – A indicação do presidente deve ser aprovada pela maioria absoluta do Senado, ou seja, ao menos 41 dos 81 senadores. Somente depois disso o indicado pode ser nomeado pelo presidente.

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Efraim celebra rejeição de Messias ao STF e diz que Senado ‘deu recado’ ao país

O senador Efraim Filho (PL) comemorou a decisão do Senado Federal de rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal. A votação aconteceu nesta quarta-feira (29) com 42 votos contrários e 34 favoráveis – para ser aprovado, Messias precisa ter ao menos 41 votos entre os 81 senadores.

Em vídeo divulgado ao lado do deputado federal Cabo Gilberto Silva, líder da oposição na Câmara, Efraim classificou o resultado como “marcante” e afirmou que a decisão tem impacto no presente e no futuro do país. “Olha, uma posição do Senado marcante. Isso impacta no presente do Brasil, no futuro do Brasil. O Supremo não é lugar para ideologias, é lugar para equilíbrio”, declarou.

“A gente precisava desse resultado para que o Senado assumisse a posição de defesa daquilo que mais importa no Brasil, da nossa família, da nossa liberdade, da nossa vida”, completou Efraim.

A rejeição de uma indicação ao STF não ocorria há mais de 130 anos. Antes disso, apenas cinco nomes haviam sido barrados pelo Senado, todos em 1894, durante o governo de Floriano Peixoto.

MaisPB

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Em derrota para o governo, Senado rejeita Messias para vaga ao STF

O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quarta-feira (29). O ex-advogado-geral da União passou pelo crivo do Congresso depois de cinco meses de impasse envolvendo a indicação feita pelo Planalto.

Para a aprovação no plenário, eram necessários ao menos 41 votos. O governo calculava ter o apoio de 45 senadores, enquanto integrantes da oposição afirmavam ter ao menos 30 votos contrários. A votação é secreta, o que implicou incerteza nas estimativas.

A votação no plenário da Casa Alta foi realizada depois de oito horas de sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). No colegiado, o placar foi de 16 votos a 11.

Desde a sua indicação, em novembro do ano passado, a escolha por Messias tensionou a relação entre o Congresso e o governo. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendia o nome de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a vaga.

Por receio da rejeição, a indicação foi formalizada somente em abril, depois de o Planalto segurar o envio em busca de ganhar tempo para vencer resistências. Messias se dedicou a busca por apoio, mas, Alcolumbre só o recebeu dias antes da sabatina.

Desde 1894, o Senado não rejeitava um nome indicado ao Supremo. Em 132 anos, a Casa rejeitou cinco indicações ao STF, que já teve 172 ministros. As rejeições aconteceram durante o governo de Floriano Peixoto (1891-1894).

Messias foi o terceiro indicado de Lula neste mandato. Antes dele, o Planalto enviou ao Senado os nomes de Cristiano Zanin e Flávio Dino, que foram aprovados. Com a rejeição, cabe ao chefe do Executivo fazer uma nova escolha.

Sabatina na CCJ

Em sua sabatina, Messias apostou em fazer acenos e reforçou seu perfil evangélico. O ministro chefe da AGU declarou ser “totalmente” contra o aborto, enalteceu a Constituição como seu “primeiro código de ética” e defendeu a separação de poderes.

Apesar de fazer elogios ao Supremo, o indicado também defendeu o “aperfeiçoamento” da Corte e elogiou a proposta de emenda à Constituição que limita decisões monocráticas. Em tom crítico, afirmou que processos devem ter “começo, meio e fim” ao falar sobre o inquérito das fakes news, em andamento desde 2019.

Com G1

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