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Serra Branca cumpre mais uma etapa do Selo UNICEF e fortalece rede de proteção às crianças e adolescente

O município de Serra Branca segue avançando no compromisso com a garantia dos direitos das crianças e adolescentes. A gestão municipal está entre os 384 municípios dos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas que cumpriram, dentro do prazo estabelecido, a entrega e garantia do funcionamento do Comitê de Gestão Colegiada da Lei 13.431/2017, uma das exigências da edição 2025-2028 do UNICEF.

A ação integra o Resultado Sistêmico 3 – Proteção Contra as Violências, que teve prazo finalizado no último dia 30 de abril. A iniciativa é considerada fundamental para o fortalecimento da rede de proteção, assegurando que os municípios possuam um comitê instituído e em pleno funcionamento, garantindo a escuta qualificada e protegida de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.

O Comitê de Gestão Colegiada reúne representantes das áreas de Saúde, Educação, Assistência Social, Conselho Tutelar, Segurança Pública e Sistema de Justiça, promovendo uma atuação integrada no enfrentamento às violências e na proteção da infância e juventude.

A secretária municipal de Assistência Social, Iandra Pinto, destacou a importância do trabalho coletivo para mais esse avanço do município dentro do selo.

“Recebemos essa confirmação com muita alegria e gratidão. Esse resultado é fruto do empenho, dedicação e compromisso de toda a equipe que trabalha diariamente para fortalecer as políticas públicas voltadas às nossas crianças e adolescentes. Parabenizo cada profissional envolvido nesse processo e agradeço pelo esforço em manter Serra Branca avançando e cumprindo todas as etapas do Selo UNICEF”, destacou a secretária.

De Olho no Cariri

Assessoria

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Saúde de Sumé realiza Dia D de Multivacinação e reforça Campanha contra a Influenza

A Secretaria Municipal de Saúde realizou uma reunião com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para alinhamento das ações da Campanha de Vacinação contra a Influenza 2026, que vai até 29 de maio e para o Dia D de Multivacinação que acontece neste sábado, dia 16.

Durante o encontro, foi reforçada a importância do trabalho dos ACS na mobilização da população e na busca ativa dos grupos prioritários para a Influenza: idosos, gestantes e crianças, contribuindo diretamente para o aumento da cobertura vacinal e o alcance das metas da campanha.

Junto com os ACS, a Secretaria pretende mobilizar uma grande parte do público prioritário nesta reta final da campanha. informar às pessoas sobre os benefícios do imunizante é uma ação contínua dos profissionais. Estudos indicam que a vacina diminui significativamente o risco da gripe evoluir para quadros críticos, como Pneumonia e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e mesmo que a pessoa vacinada contraia o vírus, a vacina costuma reduzir a intensidade dos sintomas e o tempo de recuperação.

No dia D, além da vacinação contra a Influenza, a Secretaria também estará ofertando as vacinas de rotina para todos os públicos. Estarão abertas das 7h às 12h, as Unidades de Saúde dos bairros do: Alto Alegre, Frei Damião, Centro, Renascer, Várzea Redonda e Conjunto Sebastião Vitorino.

Não deixe para depois. Procure uma unidade de saúde, leve o cartão de vacinação, cartão do SUS e CPF.

De Olho no Cariri

Ascom

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Casario histórico de Monteiro perde espaço para reformas sem preservação da memória urbana

O avanço de reformas sem critérios de preservação tem provocado preocupação em Monteiro, no Cariri paraibano. O alerta foi feito pelo advogado, escritor e professor Inácio José Feitosa Neto, que publicou uma reflexão sobre a descaracterização do casario histórico da cidade e os impactos da perda da identidade urbana.

Segundo ele, imóveis antigos estão sendo modificados sem preocupação com a preservação arquitetônica, substituindo elementos tradicionais por estruturas modernas e padronizadas. Entre os exemplos citados estão o uso crescente de porcelanato e ACM, material industrial bastante utilizado em fachadas contemporâneas.

Para Inácio, o problema não está apenas nos materiais, mas no que representam para a memória da cidade. “Não estamos apenas reformando imóveis; estamos apagando histórias”, destacou.

O advogado lembra que Monteiro possui 154 anos de história e que grande parte do valor cultural do município está justamente no conjunto urbano construído ao longo das décadas. Ele afirma que o processo de descaracterização ocorre de forma silenciosa, mas contínua, comprometendo a identidade visual e histórica da cidade.

No texto, o professor também chama atenção para a ausência de políticas públicas voltadas à preservação patrimonial. Segundo ele, faltam regras claras, incentivo aos proprietários e ações efetivas de proteção das áreas históricas.

Além disso, Inácio aponta que há uma falha cultural na valorização do patrimônio histórico e um equívoco econômico ao acreditar que preservar seria um obstáculo ao desenvolvimento. “Preservar não é impedir o progresso. É impedir que o progresso apague a história”, afirmou.

O escritor defende que o município possa criar áreas de preservação, estabelecer normas urbanísticas específicas e incentivar iniciativas de recuperação do patrimônio arquitetônico local.

Ao final, ele faz um apelo para que Monteiro não perca suas raízes diante do avanço das transformações urbanas. “O casario histórico de Monteiro pede socorro e pede que a cidade não esqueça quem é”, concluiu.

De Olho no Cariri

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Backup do iCloud mostra ações de Fatoka: De morro no Rio, criminoso ordenou execuções, venda de drogas e esquema na Paraíba

Polícia Federal revela estrutura de facção após quebra de sigilo de Fatoka Uma reportagem do Fantástico, exibida no último domingo (10), mostrou como o chefe da facção criminosa "Tropa do Amigão", um braço do Comando Vermelho na Paraíba, identificado como Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka, comandava ações criminosas em Cabedelo e se infiltrava na administração pública da cidade.

O esquema que o criminoso comandava supostamente envolvia ex-prefeitos de Cabedelo, inclusive Edvaldo Neto, afastado do cargo de interino no mês de abril, e consistia em contratar empresas terceirizadas para o poder público, com intuito de empregar pessoas ligadas à facção criminosa e colocá-las dentro da administração para desviar recursos.

Na prática, esses recursos destinados ao pagamento dos postos de trabalho terceirizados voltavam aos líderes da organização e aos agentes politicos na forma de propina. Os dados na "nuvem" de Fatoka e ordens para execuções de rivais Backup do iCloud mostra ações de Fatoka: De morro no Rio, criminoso ordenou execuções, venda de drogas e esquema na Paraíba TV Globo Segundo a Polícia Federal, as informações sobre Fatoka foram obtidas após autorização judicial para quebra de sigilo telemático da conta iCloud, migueljose168@icloud.com, no âmbito da Operação "Leonard".

Em conversas atribuídas a Fatoka e a outro integrande da facção, identificado como “França”, a PF identificou tratativas sobre a chegada de até 100 quilos de maconha para comercialização em Cabedelo, além da organização logística para embalar, pesar e distribuir os entorpecentes. Veja abaixo. Fatoka (Salmo 91): "Pronto, vamos ver que o cara já separou 100 quilos para nós, nós espalhamos 50 quilos vamos ver se espalha o restante e mandar meter nos grupos de progresso, maconha, fazer jogo." França: "100 quilos é 100 quilos, meu amigo.

50 eu vou meter a mola daquele modelo. E pra guardar material é peso, meu irmão. Essa daí… Aí dá luz, hein? vai pegar de duas remessas né? E pegar de duas remessas." No que diz respeito às ordens de execução, a PF descreve diálogos em que Fatoka discute com “Mago David”, outro integrante da facção, sobre um terceiro participante ter solicitado autorização para matar um homem apontado como ligado à facção rival Nova Okaida, na Paraíba.

O motivo: estaria vendendo drogas para a facção rival no bairro do Bessa, em João Pessoa. Veja abaixo. Mago David: "Rapaceiro, o boy passou a visão pra mim aqui, esse bicho aí é lá do Bessa, tá ligado? Aquelas bandas ali vão paraíso (Val Paraíso), ele tá lá no Louvina agora, ele mete mola pros caras (vende drogas para rivais)" Mago David: "É um tal de Samuel, mano" Fatoka (Salmo 91): "Não, mano, mas quem foi que trouxe essa ideia, mano?

O cara que trouxe vai matar nos peitos, se chegar uma linha? Você vai matar nos peitos? Porque eu não sei quem é o cara, mano. Você matar nos peitos, demorou. Pode quebrar. Se você tiver certeza que vende droga, que vende droga lá e fecha contra nós, demorou. Pode quebrar, parceiro" Mago David: "Esse cara, ele é menino de um tal de mano.

Esse mano é menino do Galego Fernando (apontado como chefe da facção rival), entendeu?" Fatoka (Salmo 91): "Ah, põe aço nele, mano. Você não conhece o cara? É isso que eu queria, um cara que conhecesse. Você conhece. Então, aço nele. Demorou" Segundo a PF, Fatoka autorizou a ação e recomendou cautela posteriormente.

O documento afirma ainda que os investigados discutiam estratégias para localizar rivais e obter informações sobre seus deslocamentos. Veja quem é quem no esquema suspeito de desviar mais de R$ 200 milhões Chefe do núcleo financeiro da facção detalhou esquema de contratação de empresas Integrante de facção criminosa fala sobre 'acordo' entre ex-prefeito na PB e Fatoka Identificada como chefe do núcleo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho na Paraíba, Ariadna Thalia, presa em dezembro do ano passado, disse em depoimento que o ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo, atuou para manutenção do esquema de contratação de uma empresa terceirizada, que desviou mais de R$ 270 milhões.

Veja o vídeo acima. Ela relatou que em dezembro de 2024, uma operação da Polícia Federal, a "En Passant", interferiu no esquema e gerou demissões de funcionários da empresa Lemon, contratados de forma terceirizada após a indicação de chefes do Comando Vermelho, entre eles, Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka, um dos criminosos mais procurados do Brasil, pela lista do Ministério da Justiça.

Na época, Vitor Hugo era o prefeito e em janeiro de 2025, André Coutinho, assume a prefeitura. "Teve a operação, foi avisado que as pessoas iam ser demitidas. (Quem assinou foi) o atual prefeito, na época, já era o André (Coutinho). E era um acordo do Vitor Hugo, mas esse acordo foi firmado e permanecido com o André, até a data da operação.

Quando teve a operação, ele ficou com medo, acho, de chegarem até a ele também e o (André) rompeu o acordo. Aí ele rompeu o acordo e tirou todas as pessoas que eram ligadas à facção e às indicações de Fatoka", disse ela. Depois da quebra do acordo e as demissões, Ariadna disse para a Justiça que o chefe da facção criminosa, Fatoka, cobrou de Vitor Hugo para que o esquema fosse mantido.

Segundo ela, Vitor Hugo informou que "uma pessoa dele" assumiria a prefeitura para manter o esquema funcionando. André Coutinho foi afastado do cargo público em dezembro de 2025. Edvaldo Neto assumiu interinamente no mesmo mês e Vitor Hugo já não era mais prefeito naquela época. "Sim, ele se recusa (André).

Na verdade, ele não faz parte, nem ele, nem a vice (Camila Holanda), não concordaram com o esquema. Aí o Vitor já tinha avisado que ia ter esse rompimento e que a pessoa que iria assumir a prefeitura era uma pessoa dele. E tudo iria voltar. Mas não iria voltar tudo de uma vez. Iria voltar aos poucos, as contratações", disse.

Ariadna também diz que quando Edvaldo Neto assume interinamente, o esquema é, de fato, retomado parcialmente, com algumas contratações e que, em troca desse aparelhamento de pessoas na prefeitura, a facção criminosa garantia para o então prefeito interino que opositores políticos não fizessem campanha eleitoral para a Eleição Suplementar de Cabedelo, ocorrida em 12 de abril, nos territórios dominados por ela.

"(O esquema acontecia em troca) do domínio territorial. (A facção) dominava a cidade toda, tudo. (Fatoka) ele dita o político que vai entrar na comunidade, quem pode fazer campanha, quem não pode, os votos, o apoio das pessoas, principalmente das comunidades (…) Inclusive, o Wallber (Virgolino) não faz campanha", contou.

Ela também explicou que apenas a comunidade do bairro Renascer não é dominada territorialmente pelo Comando Vermelho, através do braço "Tropa do Amigão". O que dizem os citados A Rede Paraíba entrou em contato com Vitor Hugo, André Coutinho e Edvaldo Neto, ex-prefeitos de Cabedelo, assim como a ex-vice-prefeita Camila Holanda, e também a empresa Lemon.

Em nota, a defesa de Vitor Hugo disse que repudia "de forma veemente, qualquer tentativa de vinculação do seu nome a organizações criminosas ou ao tráfico de drogas" e que "não sabe quem é Ariadna nem Fatoka, nunca tratou nenhum assunto pessoal nem administrativo com os referidos". Camila Holanda, também por meio de nota, informou que "causa supresa a tentativa absurda de envolver o meu nome em qualquer fato dessa natureza" e já encaminhou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) provas "as quais em nenhum momento apontaram para qualquer envolvimento dela" e com relação a última operação da PF "não é alvo de absolutamente nada e não tem conhecimento a respeito de qualquer documento".

Edvaldo Neto também respondeu, por meio de nota, que "o gestor interino jamais manteve qualquer acerto com organizações criminosas, tampouco houve, durante sua breve passagem pela Prefeitura Municipal, qualquer vínculo ou relação dessa natureza". A defesa do ex-prefeito interino também ressalta que "a única referência ao nome de Edvaldo Neto no depoimento divulgado decorre de questionamentos formulados pelo próprio interrogador, sem que haja narrativa espontânea da depoente atribuindo ao gestor interino participação pessoal em reuniões, ordens, pagamentos ou tratativas com facções criminosas" A empresa Lemon informou que Ariadna foi funcionária da Lemon por sete meses e que foi desligada "por não corresponder às expectativas" e disse "não ser razoável" a chefe de um núcleo da facção criminosa "se submeter ao emprego de auxiliar de serviços gerais, recebendo um salário-mínimo, tendo que registrar ponto de presença e tendo suas faltas descontadas".

A Lemon também disse que " já apresentou toda a documentação comprovando que paga os salários dos funcionários nas respectivas contas-salário, por meio de transferência digital, não em espécie", como afirmou Ariadna ao falar de "folha de pagamentos paralela". Sobre a alegação de que a empresa voltou a manter vínculo com o poder público no mandato interino de Edvaldo Neto, a Lemon disse a ex-colaboradora "estava presa (quando ele assumiu)" e "também afirmou que estava afastada da facção" e que no entendimento da empresa isso "compromete diretamente seu depoimento e seu suposto 'conhecimento direto da engrenagem ilícita'".

André Coutinho disse, em nota, "que não conhece" Ariadna e que "não assumiu qualquer compromisso não republicano com quem quer que seja durante todo o tempo em que militou politicamente em Cabedelo". Ele reafirmou que "nunca soube ou compactuou com qualquer acordo envolvendo o crime organizado na cidade".

O esquema, segundo a Justiça Edvaldo Neto (Avante) Reprodução/TV Cabo Branco De acordo com as investigações, os recursos públicos destinados ao pagamento dos postos de trabalho terceirizados voltavam aos líderes da organização e aos agentes politicos na forma de propina. Até mesmo uma "folha de pagamento paralela" chegou a ser implantada.

Segundo o documento que o g1 teve acesso, o modelo operava da seguinte forma: A Prefeitura de Cabedelo realizava contratações de serviços terceirizados, como de limpeza em prédios e domicílios, por meio de licitações que são suspeitas de serem fraudadas, ou direcionadas, para garantir que determinadas empresas, como a Lemon, fossem sempre vencedoras.

Isso ocorria, por exemplo, com a desclassificação deliberada de empresas concorrentes nessas contratações, mesmo quando apresentavam propostas melhores, mediante decisões administrativas e pareceres jurídicos que davam aparência de legalidade ao processo licitatório. Uma vez que os contratos eram fechados, essas empresas terceirizadas funcionariam como um mecanismo de contratação de pessoas indicadas por uma facção criminosa, identificada como a “Tropa do Amigão”, um braço do Comando Vermelho, na Paraíba.

As indicações, segundo a investigação, partiam da liderança do grupo criminoso e eram operacionalizadas dentro da administração pública por intermediários e servidores, que recebiam currículos e efetivavam contratações dentro da estrutura das empresas terceirizadas. Na prática, isso teria criado a chamada "folha de pagamento paralela", na qual recursos públicos pagos às empresas terceirizadas eram desviados, total ou parcialmente, para financiar a organização criminosa e pagar propinas a agentes públicos.

O dinheiro circulava por meio de salários inflados desses funcionários terceirizados contratados, pagamentos em espécie e uso de contas de terceiros para dificultar o rastreamento dessas quantias, caracterizando indícios de lavagem de dinheiro, também conforme a decisão. Com isso, a estrutura formal da administração municipal, conforme palavras do desembargador, “teria sido convertida em um instrumento logístico e financeiro do crime organizado”.

A operação Dinheiro e outros objetos foram apreendidos durante operação da Polícia Federal em Cabedelo Divulgação/Polícia Federal Durante a operação, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão. Um dos endereços foi um apartamento do prefeito Edvaldo Neto, localizado em Intermares. A Polícia Federal ainda não detalhou material apreendido.

As diligências são executadas em regime de força-tarefa entre a Polícia Federal, o Ministério Público da Paraíba, por intermédio do Gaeco, e a Controladoria-Geral da União. A Justiça também proibiu o acesso às dependências da prefeitura das seguintes pessoas: Edvaldo Neto, Vitor Hugo Peixoto Castelliano, Rougger Xavier Guerra Junior, Diego Carvalho Martins, Cynthia Denize Silva Cordeiro, Tanison da Silva Santos e Cláudio Fernandes de Lima Monteiro.

Incêndio atinge apartamento no Jardim Oceania em João Pessoa e suspeita é de curto-circuito em ventilador

Incêndio atingiu apartamento no bairro Jardim Oceania, em João Pessoa Reprodução/TV Cabo Branco Um incêndio atingiu um apartamento no bairro Jardim Oceania, em João Pessoa, na manhã desta quarta-feira (13). Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo começou em um dos quartos. Um morador relatou aos bombeiros que esqueceu um ventilador ligado, e a principal suspeita é que um curto-circuito no aparelho tenha dado início às chamas.

Vendedores ambulantes protestam em João Pessoa após serem retirados da orla

Manifestantes interditaram a Avenida Epitácio Pessoa Pedro Hugo/TV Cabo Branco Um protesto foi realizado por vendedores ambulantes na Avenida Epitácio Pessoa, próximo à orla, na manhã desta quarta-feira (13), em João Pessoa. O motivo da manifestação foi um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado com a Prefeitura, que retirou os vendedores da região.

O vice-presidente da associação dos ambulantes explicou que o novo modelo de trabalho proposto pela prefeitura não contemplou a maioria dos trabalhadores tradicionais. Segundo ele, o cadastro para circular vendendo produtos atraiu pessoas que não atuavam na área, enquanto os vendedores de pontos fixos foram excluídos.

Vídeos em alta no g1 Ele estima que cerca de 80% dos trabalhadores que atuavam diariamente na orla não foram contemplados nesse novo modelo, que consideram inviável para quem já tinha um ponto fixo. Vìdeos mais assistidos do g1 Paraíba

Prefeitura de Rio Tinto emite alerta para moradores deixarem áreas ribeirinhas após chuvas

Chuvas em Rio Tinto levam prefeitura a emitir alerta Reprodução A Prefeitura de Rio Tinto, município da Região Metropolitana de João Pessoa, emitiu um alerta para que moradores de áreas ribeirinhas deixem as casas de forma preventiva por causa das chuvas registradas nesta quarta-feira (13). Segundo a gestão municipal, o nível da água do rio Mamanguape subiu ao longo do dia e deixou algumas comunidades ilhadas.

Prefeitura de Rio Tinto emite alerta para moradores deixarem áreas ribeirinhas após chuvas Reprodução / Prefeitura de Rio Tinto Além disso, como medida adicional, a prefeitura cancelou a festa da padroeira Santa Rita de Cássia, prevista para os dias 21 e 22 de maio, em razão da situação de emergência decretada após as chuvas.

Rio Tinto registrou 77 milímetros de chuva nas últimas 24 horas, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). A previsão é de tempestades espasas na região, até o próximo domingo (17). A prefeitura informou que já está com locais de alojamento preparados para receber famílias que, por ventura, precisem ser deslocadas das áreas de risco.

Dom Edilson Nobre é nomeado bispo da Diocese de Guarabira pelo Papa Leão XIV

"Que todos que buscam Jesus possam encontrar em Cristo uma luz", disse o bispo Dom Edilson Nobre Lucas Marreiros/ G1 PI O bispo Dom Edilson Nobre foi nomeado, nesta quarta-feira (13), bispo da Diocese de Guarabira pelo Papa Leão XIV. A informação foi confirmada pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Ingressou no Seminário de São Pedro, em Natal, em 1984, onde cursou Filosofia e Teologia. Ele também é bacharel em Comunicação Social pela Universidade Pontifícia Salesiana, em Roma. Vídeos em alta no g1 Foi ordenado presbítero em 6 de abril de 1991, na catedral metropolitana de Natal. Ao longo de sua trajetória, atuou como pároco e administrador em diversas paróquias do Rio Grande do Norte.

Governo Federal libera R$ 6,1 milhões para ações emergenciais de Defesa Civil na Paraíba

Cratera que se abriu na PB-032 aumenta após fortes chuvas e faixa da via é totalmente interditada Flávio Fernandes/TV Cabo Branco O Governo Federal autorizou a transferência de R$ 6.188.756,00 para ações emergenciais de Defesa Civil na Paraíba. A liberação foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (13) e prevê uso dos recursos em resposta imediata e recuperação de infraestrutura afetada por desastres.

O Governo Federal reconheceu a situação de emergência em 30 municípios da Paraíba atingidos pelas chuvas. Desses, 28 municípios tiveram o reconhecimento publicado em decreto no Diário Oficial da União na quarta-feira (6). Outras duas cidades tiveram a situação reconhecida no domingo (3) e na segunda-feira (4).

Chuvas causaram danos em diferentes regiões da Paraíba Após chuvas: rios transbordam, casa desaba e outros transtornos são registrados na PB As chuvas registradas no início de maio de 2026 provocaram danos em diferentes regiões do estado. Em Ingá, no Agreste, o rio que corta o município transbordou e causou a destruição parcial de uma ponte, que precisou ser interditada.

Com isso, parte da cidade ficou isolada, incluindo o trecho onde está localizada a UPA, referência para atendimento de saúde na região. Na PB-032, principal acesso ao município de Pedras de Fogo, uma das faixas foi totalmente interditada após o avanço de uma cratera aberta na via com as chuvas. A rodovia já operava com restrições desde o fim de abril, segundo o Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB).