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Serra Branca SAF é autuado após alta no preço dos ingressos para jogo contra o Treze

O Procon-PB autuou o Serra Branca SAF após concluir que o clube não apresentou justificativas suficientes para o aumento no preço dos ingressos da partida contra o Treze, válida pela 7ª rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. O confronto acontece neste sábado (16), às 16h30, no Estádio Amigão, em Campina Grande.

Segundo o órgão de defesa do consumidor, a atuação foi iniciada após denúncias apontarem possível aumento abusivo nos valores cobrados para o jogo.De acordo com o Procon-PB, ingressos comercializados anteriormente por cerca de R$ 20 passaram a custar até R$ 220 para a partida deste fim de semana.

Após ser notificado, o Serra Branca apresentou defesa administrativa alegando aumento nos custos operacionais do evento, incluindo despesas com segurança privada, controle de acesso e estrutura da partida.

No entanto, conforme análise técnica do órgão, a documentação apresentada não comprovou de forma objetiva e proporcional a necessidade da elevação dos preços.

O Procon-PB informou que o clube não apresentou planilhas globais de custos, comparativos financeiros de partidas anteriores, borderôs ou comprovação detalhada das despesas alegadas.

Para o órgão, a situação pode configurar prática abusiva prevista no Código de Defesa do Consumidor, especialmente por possível aumento de preços sem justa causa e cobrança considerada excessiva.

Até o momento, o Serra Branca não se pronunciou publicamente após a autuação.

De Olho no Cariri

Com ClickPB

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Homem sofre choque elétrico em construção no centro de Monteiro e é socorrido pelo SAMU

Um homem ficou ferido após sofrer um choque elétrico enquanto trabalhava em uma construção civil na cidade de Monteiro, na tarde desta sexta-feira (15). O caso aconteceu em um prédio onde anteriormente funcionava a farmácia veterinária Amigo Bicho.

Segundo informações apuradas no local, a vítima realizava um serviço na parte superior da construção quando acabou sofrendo a descarga elétrica próximo à rede de energia. Após o choque, o homem ficou inconsciente por cerca de cinco minutos, gerando preocupação entre populares e trabalhadores que estavam na área. Minutos depois, ele voltou a apresentar sinais de consciência antes da chegada do atendimento médico.

O atendimento inicial contou com a ação rápida do sargento Fonseca, que passava pelo local mesmo estando de folga e prestou os primeiros socorros à vítima, com apoio do empresário Nem. Em seguida, equipes do SAMU realizaram o atendimento e encaminharam o homem para o Hospital Regional de Monteiro para avaliação médica e procedimentos necessários.

Populares acompanharam a ocorrência e destacaram a rapidez do socorro prestado no local. O estado de saúde da vítima não havia sido oficialmente atualizado até o fechamento desta matéria.

De Olho no Cariri

Com Cariri em Ação

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Prefeito Dr. Júnior anuncia pagamento antecipado e repasse de 50% do 13º aos servidores municipais em Ouro Velho

O prefeito de Ouro Velho, Dr. Júnior, anunciou na última quinta-feira (14) o pagamento antecipado da folha salarial do mês de maio, além do repasse de 50% do décimo terceiro salário dos servidores municipais.

Segundo o gestor, a medida reforça o compromisso da administração municipal com a valorização dos servidores públicos e o fortalecimento da economia local, garantindo que os recursos circulem no comércio do município.

“Seguimos trabalhando com compromisso, respeito e valorização de quem contribui diariamente para o desenvolvimento da nossa cidade”, destacou o prefeito.

A gestão municipal ressaltou ainda que o pagamento dentro do mês trabalhado e a antecipação de parte do décimo terceiro demonstram equilíbrio financeiro e responsabilidade administrativa.

De Olho no Cariri

Ascom

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Justiça vê ‘falhas estruturais’ e manda substituir elevadores de condomínio onde mulher ficou paraplégica, em João Pessoa

Justiça vê "falhas estruturais" e manda substituir elevadores de condomínio onde mulher ficou paraplégica, em João Pessoa TV Cabo Branco A juíza Shirley Abrantes, da 8ª Vara Cível de João Pessoa, mandou a construtora GGP substituir integralmente os elevadores do condomínio Reserve Altiplano I, após uma mulher ficar paraplégica e duas crianças ficarem feridas por uma queda do equipamento.

618 do Código Civil e do Art. 20 do CDC", diz trecho. O g1 entrou em contato com a construtora, mas até a última atualização desta reportagem não obteve retorno. Na decisão, a Justiça também observou que a substituição dos elevadores deva ser adotada com urgência. Após a construtora contratar uma perícia e realizar uma vistoria, a troca dos equipamentos deverá ser concluída em até 90 dias.

A empresa também terá de apresentar um cronograma das obras e poderá pagar multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento. Elevadores dos condomínios estão interditados A Defesa Civil de João Pessoa interditou 12 elevadores do residencial Reserve Altiplano 2, nesta sexta-feira (15). O empreendimento é da mesma construtora e vizinho ao condomínio onde um dos equipamentos desabou com três pessoas dentro da cabine e deixou uma mulher paraplégica , em João Pessoa.

Na quinta-feira (14), a Defesa Civil já tinha interditado os elevadores do condomínio onde o acidente aconteceu. De acordo com o coronel Kelson de Assis, coordenador da Defesa Civil Municipal, a interdição foi motivada por pedido do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (CREA-PB). Ao ser procurada pelo g1, a construtora responsável informou que a interdição fica por conta da administração do condomínio, que não foi localizada até o momento.

Mulher ficou paraplégica após acidente Elevador de prédio cai e deixa feridos no bairro do Altiplano, em João Pessoa Uma mulher de 36 anos, que estava no elevador no momento em que o equipamento despencou, ficou paraplégica porque teve uma lesão na coluna. Na quinta-feira (14), ela passou por uma cirurgia no Hospital Nossa Senhora das Neves e tem quadro clínico estável.

A mulher estava acompanhada dos filhos, duas crianças de 3 e 5 anos, respectivamente, mas que foram atendidas e tiveram alta do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Segundo o diretor do Trauma, para onde a mulher foi socorrida, o diagnóstico de paraplegia foi constatado pelo setor responsável do hospital e a família da paciente foi informada.

A construtora do condomínio informou, em nota, que "a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos" e que "permanece à disposição das autoridades competentes e da administração condominial para colaborar com as apurações em curso".

A administração do condomínio informou, em nota, que a prioridade, após o desabamento, foi o atendimento à mulher e às duas crianças feridas na queda do elevador e que prestou apoio imediato às famílias. O condomínio afirmou que problemas técnicos nos elevadores são registrados desde a entrega do empreendimento e que, diante da falta de solução definitiva, acionou a Justiça para pedir a substituição dos equipamentos.

Elevador interditado após um equipamento desabar com mulher dentro, em João Pessoa TV Cabo Branco Segundo Laécio Bragante, diretor do Trauma, a paciente é estrangeira e a família solicitou a transferência dela para um hospital particular em João Pessoa. “O diagnóstico de paraplégica foi confirmado e diagnosticado através de tomografia e outros exames feitos pelo setor de neurocirurgia.

Apesar da solicitação de transferência, já tem programação cirúrgica para estabilização da coluna da paciente. Quando há um trauma desse, é preciso fazer a estabilidade nas vértebras para não haver dano adicional à medula. Essa cirurgia é feita colocando placas laterais para a coluna ficar estável, alinhando pelo menos três vértebras”, afirmou o diretor.

Uma vizinha confirmou à TV Cabo Branco que a mulher é natural do Suriname, mas a família mora na Holanda. Ela trabalha em regime remoto e se mudou para João Pessoa com os dois filhos, de três e cinco anos, por gostar do clima da cidade. As crianças ficaram sob os cuidados de um morador do condomínio, amigo da mulher, e permanecem no apartamento dela.

Condomínio já havia processado construtora por falhas estruturais Antes da queda do elevador, o condomínio já havia acionado a construtora GGP na Justiça. O processo tramita na 7ª Vara Cível da Capital e aponta supostos problemas estruturais e falhas recorrentes nos elevadores. Um laudo ao qual a Rede Paraíba teve acesso indica a necessidade de substituição integral dos equipamentos.

Na ação, o condomínio relata travamentos, interrupções, falhas em sistemas de segurança e episódios anteriores envolvendo elevadores. Procurada, a construtora disse, em nota, que "a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos" e que "permanece à disposição das autoridades competentes e da administração condominial para colaborar com as apurações em curso".

Sobre as alegações do condomínio de falhas estruturais e sobre o processo na Justiça, a construtora não respondeu até a última atualização desta reportagem. No processo movido pelo condomínio, houve a denúncia de "vícios estruturais nos elevadores" mesmo após a entrega do empreendimento, ocorrida em setembro de 2023.

Entre os problemas relatados estão incêndio no fosso do elevador do Bloco B, queda abrupta de um elevador no Bloco D, travamentos, interrupções constantes e falhas em sistemas de segurança. Em janeiro de 2025, a Justiça determinou a troca dos elevadores, mas a construtora recorreu, e o processo segue em andamento.

Laudo de 2026 aponta falhas O documento, elaborado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, lista várias inconformidades no elevador do Bloco B, incluindo problemas considerados de alta prioridade e risco à segurança dos moradores. Neste bloco, inclusive, houve o desabamento do elevador, que feriu as três pessoas.

Entre os principais problemas encontrados estão a ausência de sinalização de segurança e de controle de acesso à casa de máquinas do elevador, falta de extintor de incêndio adequado, inexistência de iluminação de emergência e falhas no aterramento elétrico do sistema. O laudo também registrou ausência de ventilação adequada, problemas de organização da instalação elétrica e ausência de dispositivos de resgate emergencial.

O documento aponta ainda que a máquina de tração do elevador, “não atende à capacidade de peso de toda a estrutura e não atende às normas de segurança”. O laudo recomendou a substituição completa do equipamento. A pendência foi classificada com prioridade “alta”. O desabamento Um elevador despencou do terceiro andar de um prédio em um condomínio residencial no bairro do Altiplano, em João Pessoa, no fim da tarde desta quarta-feira (13).

Dentro da cabine estavam uma mulher e duas crianças. Após a queda, as vítimas ficaram presas no fosso do elevador. Moradores do condomínio conseguiram abrir a porta da cabine do elevador e iniciaram o resgate por conta própria, antes da chegada das equipes de socorro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a ocorrência.

Defesa Civil interdita elevadores de residencial ligado a condomínio onde elevador caiu e deixou mulher paraplégica

Elevadores de residencial vizinho ao condomínio de acidente que deixou mulher paraplégica são interditados em João Pessoa Flávio Fernandes/TV Cabo Branco A Defesa Civil de João Pessoa interditou 12 elevadores do residencial Reserve Altiplano 2, nesta sexta-feira (15). O empreendimento é da mesma construtora e vizinho ao condomínio onde um dos equipamentos desabou com três pessoas dentro da cabine e deixou uma mulher paraplégica , em João Pessoa.

Ao ser procurada pelo g1, a construtora responsável informou que a interdição fica por conta da administração do condomínio, que não foi localizada até o momento. Mulher ficou paraplégica após acidente Elevador de prédio cai e deixa feridos no bairro do Altiplano, em João Pessoa Uma mulher de 36 anos, que estava no elevador no momento em que o equipamento despencou, ficou paraplégica porque teve uma lesão na coluna.

Nesta quinta-feira (14), ela passou por uma cirurgia no Hospital Nossa Senhora das Neves e tem quadro clínico estável. A mulher estava acompanhada dos filhos, duas crianças de 3 e 5 anos, respectivamente, mas que foram atendidas e tiveram alta do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Segundo o diretor do Trauma, para onde a mulher foi socorrida, o diagnóstico de paraplegia foi constatado pelo setor responsável do hospital e a família da paciente foi informada.

A construtora do condomínio informou, em nota, que "a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos" e que "permanece à disposição das autoridades competentes e da administração condominial para colaborar com as apurações em curso".

A administração do condomínio informou, em nota, que a prioridade, após o desabamento, foi o atendimento à mulher e às duas crianças feridas na queda do elevador e que prestou apoio imediato às famílias. O condomínio afirmou que problemas técnicos nos elevadores são registrados desde a entrega do empreendimento e que, diante da falta de solução definitiva, acionou a Justiça para pedir a substituição dos equipamentos.

Elevador interditado após um equipamento desabar com mulher dentro, em João Pessoa TV Cabo Branco Segundo Laécio Bragante, diretor do Trauma, a paciente é estrangeira e a família solicitou a transferência dela para um hospital particular em João Pessoa. “O diagnóstico de paraplégica foi confirmado e diagnosticado através de tomografia e outros exames feitos pelo setor de neurocirurgia.

Apesar da solicitação de transferência, já tem programação cirúrgica para estabilização da coluna da paciente. Quando há um trauma desse, é preciso fazer a estabilidade nas vértebras para não haver dano adicional à medula. Essa cirurgia é feita colocando placas laterais para a coluna ficar estável, alinhando pelo menos três vértebras”, afirmou o diretor.

Uma vizinha confirmou à TV Cabo Branco que a mulher é natural do Suriname, mas a família mora na Holanda. Ela trabalha em regime remoto e se mudou para João Pessoa com os dois filhos, de três e cinco anos, por gostar do clima da cidade. As crianças ficaram sob os cuidados de um morador do condomínio, amigo da mulher, e permanecem no apartamento dela.

Condomínio já havia processado construtora por falhas estruturais Antes da queda do elevador, o condomínio já havia acionado a construtora GGP na Justiça. O processo tramita na 7ª Vara Cível da Capital e aponta supostos problemas estruturais e falhas recorrentes nos elevadores. Um laudo ao qual a Rede Paraíba teve acesso indica a necessidade de substituição integral dos equipamentos.

Na ação, o condomínio relata travamentos, interrupções, falhas em sistemas de segurança e episódios anteriores envolvendo elevadores. Procurada, a construtora disse, em nota, que "a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos" e que "permanece à disposição das autoridades competentes e da administração condominial para colaborar com as apurações em curso".

Sobre as alegações do condomínio de falhas estruturais e sobre o processo na Justiça, a construtora não respondeu até a última atualização desta reportagem. No processo movido pelo condomínio, houve a denúncia de "vícios estruturais nos elevadores" mesmo após a entrega do empreendimento, ocorrida em setembro de 2023.

Entre os problemas relatados estão incêndio no fosso do elevador do Bloco B, queda abrupta de um elevador no Bloco D, travamentos, interrupções constantes e falhas em sistemas de segurança. Em janeiro de 2025, a Justiça determinou a troca dos elevadores, mas a construtora recorreu, e o processo segue em andamento.

Laudo de 2026 aponta falhas O documento, elaborado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, lista várias inconformidades no elevador do Bloco B, incluindo problemas considerados de alta prioridade e risco à segurança dos moradores. Neste bloco, inclusive, houve o desabamento do elevador, que feriu as três pessoas.

Entre os principais problemas encontrados estão a ausência de sinalização de segurança e de controle de acesso à casa de máquinas do elevador, falta de extintor de incêndio adequado, inexistência de iluminação de emergência e falhas no aterramento elétrico do sistema. O laudo também registrou ausência de ventilação adequada, problemas de organização da instalação elétrica e ausência de dispositivos de resgate emergencial.

O documento aponta ainda que a máquina de tração do elevador, “não atende à capacidade de peso de toda a estrutura e não atende às normas de segurança”. O laudo recomendou a substituição completa do equipamento. A pendência foi classificada com prioridade “alta”. O desabamento Um elevador despencou do terceiro andar de um prédio em um condomínio residencial no bairro do Altiplano, em João Pessoa, no fim da tarde desta quarta-feira (13).

Dentro da cabine estavam uma mulher e duas crianças. Após a queda, as vítimas ficaram presas no fosso do elevador. Moradores do condomínio conseguiram abrir a porta da cabine do elevador e iniciaram o resgate por conta própria, antes da chegada das equipes de socorro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a ocorrência.

Cagepa: empresa espanhola vence leilão da companhia e vai administrar saneamento em modelo PPP na Paraíba

Cagepa: empresa espanhola vence leilão da companhia e vai administrar saneamento em modelo PPP na Paraíba BNDES O serviço de saneamento da Companhia de Água e Esgoto da Paraíba (Cagepa) foi leiloado, nesta sexta-feira (15), na sede da B3, bolsa de valores em São Paulo, e uma empresa espanhola arrematou a concessão da Parceria Público-Privada (PPP).

A empresa não enfrentou concorrência no leilão e realizou proposta única. A parceria prevê investimentos de aproximadamente R$ 3 bilhões no período estimado e tem como objetivo a ampliação da coleta e do tratamento de esgoto, modernização da infraestrutura existente e na promoção da sustentabilidade ambiental dos sistemas hídricos.

O impacto estimado é de que cerca de 1 milhão de habitantes passarão a contar com acesso ao sistema de esgotamento sanitário no estado após o PPP. Esse acordo também prevê a construção de 104 novas estações de tratamento de esgoto, implantação de mais de 2,8 mil quilômetros de redes coletoras e cerca de 566 mil novas ligações domiciliares.

Vídeos em alta no g1 Abastecimento de água segue sob responsabilidade da Cagepa Mesmo com o leilão e a concessão pelos próximos 25 anos do serviço de saneamento, a Cagepa vai seguir responsável pelos serviços de abastecimento de água e pela relação comercial com os usuários. Atualmente, a Cagepa atende 201 dos 223 municípios paraibanos, com cobertura de abastecimento de água superior a 92% da população urbana.

Mulher que ficou paraplégica após elevador despencar passa por cirurgia na coluna

Elevador de prédio cai e deixa feridos no bairro do Altiplano, em João Pessoa A mulher de 36 anos que teve diagnóstico de paraplegia após a queda do elevador de um prédio residencial no bairro do Altiplano, em João Pessoa, passou por uma cirurgia na coluna na noite desta quinta-feira (14). O procedimento foi realizado no Hospital Nossa Senhora das Neves.

Ainda não há informações sobre a reversão do quadro de paraplegia. Diagnóstico de paraplegia O diagnóstico de paraplegia foi realizado no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, para onde a mulher e os dois filhos, de três e cinco anos, foram socorridos após o acidente. A mulher sofreu uma lesão na coluna quando o equipamento despencou do terceiro andar do edifício.

Elevador despenca três andares em prédio residencial em João Pessoa; três pessoas ficam feridas TV Cabo Branco Ainda de acordo com Laécio Bragante, a paciente é estrangeira e a família solicitou a transferência dela para um hospital particular em João Pessoa. “O diagnóstico de paraplegia foi confirmado e diganosticado através de tomografia e outros exames feitos pelo setor de neurocirurgia.

Apesar da solicitação de transferência, já tem programação cirúrgica para estabilização da coluna da paciente. Quando há um trauma desse, é preciso fazer a estabilidade nas vértebras para não haver dano adicional à medula. Essa cirurgia é feita colocando placas laterais para a coluna ficar estável, alinhando pelo menos três vértebras”, afirmou o diretor.

Uma vizinha confirmou à TV Cabo Branco que a mulher é natural do Suriname, mas a família mora na Holanda. Ela trabalha em regime remoto e se mudou para João Pessoa com os dois filhos, de três e cinco anos, por gostar do clima da cidade. Após o acidente, os dois filhos da vítima, que também estavam no elevador, sofreram escoriações, foram levados ao Hospital de Trauma e receberam alta na manhã desta quinta-feira (14).

Elas ficaram sob os cuidados de um morador do condomínio, amigo da mulher, e permanecem no apartamento dela. Condomínio já havia processado construtora por falhas estruturais Antes da queda do elevador, o condomínio já havia acionado a construtora GGP na Justiça. O processo tramita na 7ª Vara Cível da Capital e aponta supostos problemas estruturais e falhas recorrentes nos elevadores.

Um laudo ao qual a Rede Paraíba teve acesso indica a necessidade de substituição integral dos equipamentos. Na ação, o condomínio relata travamentos, interrupções, falhas em sistemas de segurança e episódios anteriores envolvendo elevadores. Procurada, a construtora disse, em nota, que "a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos" e que "permanece à disposição das autoridades competentes e da administração condominial para colaborar com as apurações em curso".

Sobre as alegações do condomínio de falhas estruturais e sobre o processo na Justiça, a construtora não respondeu até a última atualização desta reportagem. No processo movido pelo condomínio, houve a denúncia de "vícios estruturais nos elevadores" mesmo após a entrega do empreendimento, ocorrida em setembro de 2023.

Entre os problemas relatados estão incêndio no fosso do elevador do Bloco B, queda abrupta de um elevador no Bloco D, travamentos, interrupções constantes e falhas em sistemas de segurança. Em janeiro de 2025, a Justiça determinou a troca dos elevadores, mas a construtora recorreu, e o processo segue em andamento.

Laudo de 2026 aponta falhas O documento, elaborado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, lista várias inconformidades no elevador do Bloco B, incluindo problemas considerados de alta prioridade e risco à segurança dos moradores. Neste bloco, inclusive, houve o desabamento do elevador, que feriu as três pessoas.

Entre os principais problemas encontrados estão a ausência de sinalização de segurança e de controle de acesso à casa de máquinas do elevador, falta de extintor de incêndio adequado, inexistência de iluminação de emergência e falhas no aterramento elétrico do sistema. O laudo também registrou ausência de ventilação adequada, problemas de organização da instalação elétrica e ausência de dispositivos de resgate emergencial.

O documento aponta ainda que a máquina de tração do elevador, “não atende à capacidade de peso de toda a estrutura e não atende às normas de segurança”. O laudo recomendou a substituição completa do equipamento. A pendência foi classificada com prioridade “alta”. O desabamento Um elevador despencou do terceiro andar de um prédio em um condomínio residencial no bairro do Altiplano, em João Pessoa, no fim da tarde desta quarta-feira (13).

Dentro da cabine estavam uma mulher e duas crianças. Após a queda, as vítimas ficaram presas no fosso do elevador. Moradores do condomínio conseguiram abrir a porta da cabine do elevador e iniciaram o resgate por conta própria, antes da chegada das equipes de socorro. Em nota, a administração do condomínio informou que a prioridade é a assistência à mulher e às duas crianças feridas na queda do elevador e que o suporte às famílias foi prestado desde o ocorrido.

O condomínio afirmou que registra problemas técnicos nos elevadores desde a entrega do empreendimento e que, diante da ausência de solução definitiva, recorreu à Justiça para pedir a substituição dos equipamentos, além de contestar a versão da construtora e defender a apuração das responsabilidades pelo caso.

Um ano após mutirão oftalmológico que deixou pacientes cegos em Campina Grande, vítimas aguardam explicações: ‘Queremos justiça’

Hospital de Clínicas de Campina Grande Artur Lira / TV Paraíba No dia 15 de maio, há exatamente um ano atrás, mais de 60 pacientes foram submetidos a procedimentos oftalmológicos em um mutirão oftalmológico realizado no Hospital de Clínicas em Campina Grande, Agreste da Paraíba. Depois daquele dia, quase metade dos pacientes sofreu complicações e alguns foram diagnosticados com cegueira irreversível, e aguardam até hoje por explicações.

A contratação para o mutirão foi feita por meio do programa Opera Paraíba, do Governo do Estado. A licitação foi vencida pela Fundação Rubens Dutra Segundo, que repassou a execução para a oftalmologista Naiara Cavalcante Furtado, responsável pelos procedimentos no Hospital de Clínicas. De acordo com o Ministério Público da Paraíba (MPPB), foi a médica quem fez os procedimentos.

Segundo Márcio, o pai contraiu uma bactéria que causou uma infecção gravíssima e, consequentemente, cegueira irreversível em um dos olhos. "Durante a aplicação ele contraiu uma bactéria e aí essa bactéria evoluiu para uma endoftalmite gravíssima (…) Depois, ele fez um tratamento em João Pessoa numa clínica, eles ficaram de tentar reverter a situação, reverter essa infecção, mas não foi possível que ele reparasse a visão.

Mesmo debelando a bactéria que estava dentro do olho, não foi possível fazer com que ele voltasse a enxergar e aí, infelizmente, ele recebeu o lado de cegueira do olho onde houve a aplicação", explicou Márcio. Marinildo Pereira, um dos pacientes atendidos no mutirão oftalmológico em Campina Grande Arquivo Pessoal/Márcio Ferreira Ainda de acordo com Márcio, o tratamento que o pai dele fez depois do mutirão em João Pessoa foi oferecido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Um ano depois, Marinildo Pereira enxerga com baixa visão apenas por um dos olhos, que já era comprometido. "Atualmente ele encontra-se apenas enxergando com um dos olhos e mesmo assim ele tem baixa visão porque esse olho que ficou, ele era comprometido já referente a esse tratamento que ele vinha fazendo", disse Márcio.

O programador relata, ainda, que o pai teve acesso ao auxílio doença do INSS porque não conseguia trabalhar, mas o benefício só foi concedido durante três meses. "Então, ele tem tentado voltar a trabalhar, mas fica bastante limitado dentro da situação que ele se encontra. Então, a gente espera a justiça.

A gente espera que as pessoas que causaram isso sejam devidamente condenadas e sejam culpadas por essa negligência", reiterou. Marinildo Pereira, de 60 anos, foi diagnosticado com cegueira após atendimento em mutirão oftalmológico Arquivo Pessoal/Márcio Ferreira A professora Errta Riany também foi atendida no mutirão oftalmológico.

O diagnostico atual dela é de visão monocular, ou seja, perda da visão de um dos olhos. "Ainda sentimos dor. Não é diariamente, mas de vez em quando sinto. E o sentimento maior é de abandono. Estamos sem sem notícias, sem acompanhamento psicológico, sem acolhimento… Sensação de abandono", disse Errta.

Errta disse ainda que precisaria ter retornado para a equipe médica disponibilizada pela SES até o mês de novembro para concluir um procedimento feito após o mutirão, mas até hoje, ela e outros pacientes na mesma situação não foram comunicados sobre o retorno. "Não fomos comunicados para fazer o retorno para a retirada do óleo de silicone, que foi aplicado ano passado no Hospital Metropolitano, em Santa Rita e era pra ter sido retirado em novembro.

O médico disse que era urgente, mas até agora, nada", relatou a professora. Errta Riany, professora, diz que um dia depois das aplicações, ela acordou com fortes dores nos olhos, sem enxergar, e que no dia do procedimento não apresentou problemas. TV Paraíba A paciente disse ainda que concluiu a perícia médica junto ao Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC), e que segue passando por outros procedimentos oftalmológicos junto à Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande para tratar um glaucoma.

Parte dos pacientes ingressou com ações judiciais contra a Secretaria de Saúde e a Fundação Rubens Dutra Segundo. O que dizem os envolvidos Procurada pelo g1, Robson Dutra, dono da Fundação Rubens Dutra, reafirmou em nota que todos os procedimentos de sua responsabilidade foram executados em estrita observância às normas técnicas e sanitárias exigidas pelo Ministério da Saúde.

A nota disse ainda que os elementos técnicos apontam que a origem das infecções decorreu da presença de bactérias aéreas existentes nas dependências do Hospital das Clínicas, e que os representantes da fundação seguem tranquilos quanto à lisura da atuação, confiando plenamente no esclarecimento técnico e jurídico da questão pelas autoridades competentes.

A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB) informou em nota que os pacientes seguem em acompanhamento por meio da rede oftalmológica credenciada, com avaliações e tratamentos realizados conforme a necessidade de cada caso. Ainda de acordo com a secretaria, o período inicial de acompanhamento é de um ano, podendo ser ampliado de acordo com a evolução clínica de cada paciente.

Filhote de peixe-boi-marinho é resgatado após encalhar em praia do Litoral Norte da Paraíba

Filhote de peixe-boi-marinho é resgatado após encalhar no Litoral Norte da Paraíba Uma fêmea de filhote de peixe-boi-marinho (Trichechus manatus) foi resgatada na manhã da última segunda-feira (11), na Prainha, em Baía da Traição, Litoral Norte da Paraíba. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (15) pelas equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Projeto Viva o Peixe-Boi-Marinho (PVPBM), responsáveis pelo resgate.

Antes da chegada dos técnicos, o morador recebeu orientações remotas para manter o animal em condições adequadas até o início do atendimento. Após o atendimento inicial, o filhote foi levado para o Centro de Reabilitação do Centro Mamíferos Aquáticos (CMA), do ICMBio, localizado na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco.

De acordo com o veterinário do projeto, Órion Pedro da Silva, o animal está em estado de saúde estável, com perspectiva positiva para a reabilitação e futura soltura no ambiente natural. Em nota, o Projeto Viva o Peixe-Boi-Marinho informou que o peixe-boi-marinho é uma espécie classificada como “Em Perigo” de extinção.

O projeto destacou que, em casos de encalhe de mamíferos aquáticos na Paraíba, é fundamental acionar imediatamente as equipes especializadas. O PVPBM orienta que, ao encontrar um filhote de peixe-boi-marinho, boto, baleia ou outro mamífero marinho encalhado, vivo ou morto, na Paraíba, a população deve acionar imediatamente o Projeto Viva o Peixe-Boi-Marinho, da Fundação Mamíferos Aquáticos, pelo telefone (83) 99961-1352.

Prefeito Jurema, de Barra de Santana, recebe reconhecimento do Tribunal de Contas por ações voltadas à Primeira Infância

O prefeito Jurema, da cidade de Barra de Santana, recebeu, nesta sexta-feira (15), um Certificado de Reconhecimento concedido pelo Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB), durante o seminário do Pacto pela Primeira Infância, realizado em João Pessoa. A homenagem destaca os investimentos e ações desenvolvidas pela gestão municipal em benefício das crianças nos primeiros anos de vida.

O reconhecimento foi entregue durante o evento que reuniu prefeitos, gestores, técnicos e representantes de instituições públicas de diversos municípios paraibanos, com o objetivo de discutir estratégias e fortalecer políticas públicas voltadas à Primeira Infância.

De acordo com o TCE-PB, a certificação valoriza os municípios que têm investido em iniciativas nas áreas de saúde, educação, assistência social e proteção infantil, consideradas fundamentais para garantir o desenvolvimento saudável das crianças e melhores oportunidades para o futuro.

Ao receber o certificado, o prefeito destacou a importância de seguir ampliando os cuidados e investimentos destinados às famílias e às crianças do município.

“O cuidado com a Primeira Infância é um compromisso da nossa gestão. Seguiremos trabalhando para garantir mais qualidade de vida e oportunidades para nossas crianças”, afirmou.

A participação de Barra de Santana no seminário reforça o compromisso da administração municipal com políticas públicas voltadas ao desenvolvimento humano e social desde os primeiros anos de vida.

De Olho Cariri

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