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Imagem de Nossa Senhora das Graças é instalada em mirante na cidade de Ouro Velho

O município de Ouro Velho viveu um momento marcado pela fé e emoção com a instalação da imagem de Nossa Senhora das Graças no novo mirante da cidade. A cerimônia reuniu moradores, famílias, lideranças políticas e religiosas em um momento considerado histórico para a população.

O evento contou com a participação de dezenas de pessoas, que acompanharam a celebração em clima de união, esperança e devoção. A instalação da imagem representa mais um importante marco para o município, fortalecendo não apenas a fé da população, mas também o turismo religioso e o potencial turístico da cidade.

Durante a solenidade, foram destacados os agradecimentos ao deputado federal Wilson Santiago e ao deputado estadual Wilson Filho pela destinação das emendas parlamentares que contribuíram para a concretização do projeto. Também foi reconhecida a atuação da vereadora Stela Nunes Raphael, autora da indicação, além dos demais vereadores que aprovaram a iniciativa.

O prefeito Dr. Júnior ressaltou a importância do momento para a história de Ouro Velho e reafirmou o compromisso da gestão municipal com ações voltadas ao fortalecimento da fé, do turismo e do desenvolvimento do município.

De Olho no Cariri

Com Blog do Bruno Lira

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Aplicativo do Bolsa Família tem novas funcionalidades a partir desta segunda-feira

A partir desta segunda-feira (18), o aplicativo do Bolsa Família contará com novas funcionalidades e serviços que tornarão a utilização mais intuitiva e simples. Com a atualização da ferramenta o usuário terá mais informações, acessibilidade em uma plataforma modernizada.

A versão atualizada estará disponível para download em dispositivos Android, por meio da loja Google Play para as mais de 19 milhões de famílias beneficiárias.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), que desenvolveu as melhorias do aplicativo em parceria com a Caixa Econômica Federal, a reformulação foi feita com foco na experiência do usuário e na inclusão digital. A modernização promoverá mais acessibilidade, transparência e autonomia aos beneficiários.

“As novas funções do aplicativo do Bolsa Família vão na linha do que faz o governo, ao facilitar o serviço para o usuário. No dia a dia, as famílias poderão acessar informações importantes e saber, por exemplo, o motivo do bloqueio do benefício. Elas também poderão identificar medidas que precisam ser adotadas para regularizar a situação”, disse o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias.

A nova versão do aplicativo permitirá que o responsável familiar consulte informações detalhadas sobre a situação do benefício, a composição dos pagamentos e eventuais ocorrências relacionadas ao cadastro, identificando possíveis pendências que precisam ser regularizadas para garantir a continuidade do recebimento. O resultado deve ser a agilidade no atendimento nos centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em outros serviços públicos.

Entre os aprimoramentos de acessibilidade estão a compatibilidade com leitores de tela, como o TalkBack, além da otimização de funcionalidades como o extrato de pagamento, as mensagens do programa e o calendário de repasses. O cidadão também poderá conhecer outros programas do governo, com acesso direcionado às páginas de cada iniciativa.

As principais funções do aplicativo são a consulta dos tipos de benefício; verificação de situações e pendências que possam interromper o pagamento; acompanhamento das parcelas mensais do benefício; consulta de datas de pagamento; acesso às informações atualizadas do programa; conhecer outros programas do governo; navegação em interface mais simples e intuitiva; obtenção de informações sobre o programa; e um canal direto com a Caixa Econômica Federal.

A apresentação das atualizações do funcionamento das ferramentas disponíveis no aplicativo será feita no próximo dia 27, em Brasília. No mesmo dia será lançado um site exclusivo do Bolsa Família. O portal terá conteúdos como calendário de pagamentos, acesso ao benefício, regras do programa, canais de atendimento, perguntas frequentes e orientações às famílias atendidas.

Agência Brasil

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Mães atípicas relatam desafios, sobrecarga e transformação na rotina após diagnóstico dos filhos na Paraíba: ‘É a minha maior luta’, diz mãe

Série especial mostra rotina e desafios de mães atípicas A maternidade é marcada por uma rotina de cuidados, responsabilidades e dedicação constante. Para mães atípicas, que são mulheres que cuidam de filhos com deficiência, transtornos ou condições que demandam acompanhamento contínuo, essa realidade costuma ser ainda mais intensa, com jornadas que envolvem terapias, consultas médicas, adaptação da rotina familiar e atenção permanente às necessidades das crianças.

Entre desafios diários, mudanças na vida profissional e a busca por rede de apoio, mães atípicas enfrentam uma rotina que m arcada pela sobrecarga física e emocional. Em Campina Grande e Lagoa Seca, no Agreste da Paraíba, as mães Edivânia, Mônica e Andressa compartilham à Rede Paraíba experiências sobre os desafios e aprendizados vividos no cuidado com os filhos.

O momento, marcado pelas incertezas da doença e pelo isolamento social, também foi acompanhado pelo medo diante do desconhecido. “Eu recebi o laudo em fevereiro de 2020. Em março, tudo fecha. E reviver, inclusive, aquele dia é bem doloroso para mim, porque era algo tão desconhecido, e a gente tem tanto medo do desconhecido, né?

E era algo desconhecido e sem nenhuma perspectiva. Então eu acho que esse talvez seja o pior dos sentimentos que eu encontrei em todo o tempo", contou em entrevista à TV Paraíba. Edivânia e o filho Davi Foto: Reprodução TV Cabo Branco Além da adaptação à nova rotina, a mãe passou a enfrentar desafios ligados ao tratamento do filho, ao preconceito em situações do cotidiano e à sobrecarga emocional causada pelo cuidado constante.

Segundo ela, o desgaste psicológico chegou a afetar diretamente a própria saúde mental. “Fui para o trabalho e, chegando no escritório, eu entrei no escritório, todo mundo falou, eu resolvi o que tinha pra resolver e eu disse: 'eu vou aqui e já volto'. Eu estava com minha cabeça que parecia que ia estourar.

E ali eu desço, venho para casa, chego em casa, não tem ninguém. Coloco dois algodões no meu ouvido, vou para debaixo de um edredom. Naquele dia, eu tive certeza que eu estava já entrando numa depressão . Eu lembro do dia que eu fiz isso sentada no chão da minha casa, dizendo: 'eu preciso de ajuda', detalhou.

A partir da busca por apoio, Edivânia afirma que passou a enxergar a maternidade atípica de outra forma. Para a filha dela e irmã de Davi, Maria Eduarda Queiroz, a mudança de comportamento da mãe foi resultado da rede de apoio construída ao longo dos anos. “A maior diferença que eu vi foi ela, de fato, estar incluída e disponível para entrar nesse mundo, ainda que muito incerto, e ver o quanto ela se esforçou para que o meu irmão tivesse evoluído hoje, seja em terapia, seja buscando ajuda, livros, pessoas, ou ter passado por situações que talvez seja inimaginável uma mãe querer passar”, afirmou.

Família de Davi Foto: Reprodução TV Cabo Branco Atualmente, além de mãe atípica, Edivânia também atua como ativista e produtora de conteúdo sobre o transtorno do espectro autista. Segundo ela, a principal meta continua sendo garantir mais autonomia para o filho. “Eu acho que meu maior sonho hoje é tornar Davi independente.

Essa é a minha maior luta. E atrás dessa ativista tem essa, a mãe que quer torná-lo independente”, concluiu. A experiência de Andreza, mãe de Antony Mães Atípicas: mãe dedica a vida aos cuidados do filho com microcefalia Andreza recebeu o diagnóstico do filho Antony ainda durante a gestação, em 2015, após ser infectada pelo vírus da zika.

Com dois meses de gravidez, ela foi informada de que o bebê tinha microcefalia, condição que marcou o início de uma rotina de incertezas e adaptações para a família. “Quando a doutora Adriana Melo disse assim: ‘ele tem microcefalia e a gente não sabe como é que vai ser daqui pra frente’, eu lembro que, dentro do banheiro, eu estava com minha mãe, nesse dia que meu marido não pôde ir.

Dentro do banheiro do consultório eu caí de joelho. Eu chorava, eu gritava, mas não pela patologia. Era a não compatibilidade com a vida”, relatou. Andressa e Maurício Foto: Reprodução TV Cabo Branco. Antes da gravidez, Andreza cursava nutrição em uma universidade de Campina Grande. Após o nascimento do filho e a primeira internação hospitalar, ela decidiu interromper a graduação para se dedicar integralmente aos cuidados com a criança.

Desde então, a rotina da família passou a ser organizada em função do tratamento de Antony, que não anda nem fala. Há mais de dez anos, Andreza e o marido, Maurício, percorrem cerca de nove quilômetros entre Lagoa Seca e Campina Grande para que o filho participe das terapias de reabilitação no Instituto Assistencial Professor Joaquim Amorim Neto (Ipesq).

Andressa e Anthony Foto: Reprodução TV Cabo Branco No mês passado, Antony completou 10 anos. Apesar das dificuldades enfrentadas ao longo da última década, Andreza afirma que o maior desejo da família continua sendo celebrar a vida do filho. “Meu filho nunca foi um peso na minha vida, nunca. E nunca vai ser”, afirmou.

A vivência de Mônica com o filho Davi Mães Atípicas: policial concilia trabalho e cuidados com filho com paralisia cerebral Mônica sempre sonhou em construir uma família grande. Após enfrentar dois abortos espontâneos e o nascimento prematuro do filho Davi, a maternidade passou a ser acompanhada por desafios emocionais e mudanças profundas na rotina da família.

Davi nasceu com 32 semanas de gestação, sofreu hipóxia cerebral e permaneceu entubado por 27 dias. O diagnóstico de paralisia cerebral espástica veio posteriormente, durante sessões de fisioterapia realizadas na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). “Durante essa intubação, ninguém sabe se houve hipóxia lá também.

Então foi essa hipóxia que causou a paralisia cerebral espástica. Só que o diagnóstico eu recebi quando eu tava fazendo fisioterapia com ele na Universidade Estadual da Paraíba. E, por acaso, as alunas estavam fazendo uma pesquisa sobre mães de PCs, e elas me pediram pra participar”, contou. 🔎 A paralisia cerebral espástica é uma condição neurológica que afeta os movimentos e a coordenação do corpo, causando rigidez muscular e dificuldade para andar ou realizar atividades motoras.

É o tipo mais comum de paralisia cerebral e pode surgir após lesões no cérebro durante a gestação, no parto ou nos primeiros anos de vida. Mônica e o filho Davi Foto: Reprodução TV Cabo Branco. Após o período de internação, Davi também recebeu diagnósticos de déficit cognitivo e autismo. Desde então, ele depende de cuidados constantes da mãe, que organiza a rotina em função das necessidades do filho.

Além da maternidade atípica, Mônica atua como tenente-coronel da Polícia Militar da Paraíba. Segundo ela, a necessidade de conciliar a carreira profissional com os cuidados do filho trouxe sentimentos de culpa e sobrecarga ao longo dos anos. “Durante muito tempo, ao longo desses 11 anos que Davi tem na minha vida, eu vivi essa loucura de ficar me achando uma péssima mãe, porque estava num momento de ascensão profissional e não podia abrir mão daquilo naquele momento.

E depois, eu tinha que me dedicar a ele”, desabafou. Apesar das dificuldades enfrentadas pela família, o vínculo entre mãe e filho é marcado pelo afeto e pela admiração mútua. Davi afirma reconhecer o esforço diário da mãe. “Minha mãe tem bastante cuidado por mim. O meu sonho é cuidar dela. Quando eu preciso dela, ela me ajuda por tudo.

Sou feliz, muito feliz por ela. Eu tenho minha família no fundo do peito”, disse. Para Mônica, as experiências compartilhadas por mães atípicas criam uma identificação coletiva entre mulheres que enfrentam desafios semelhantes. “A gente se vê representada nas histórias umas das outras. O que eu quero pra Davi é viver o mundo lá fora”, concluiu.

Mães reunidas Foto: Reprodução TV Cabo Branco. Maternidade atípica A realidade enfrentada por mães atípicas vai além das histórias de Edivânia, Andreza e Mônica. Desde o momento do diagnóstico dos filhos, muitas mulheres passam a lidar com uma sobrecarga emocional, física e financeira marcada por incertezas e mudanças na rotina.

Segundo a psiquiatra Isabella Florentino, o processo de receber um diagnóstico costuma ser acompanhado por sentimentos semelhantes aos vividos em um luto. “Como mãe, ela fica impactada. Passa por fases de um luto, receber um diagnóstico desse tipo. A negação, a raiva, e é preciso que passe mesmo por esses processos até chegar na aceitação.

Então vai ser muito importante que ela tenha um apoio psicológico nesse período para poder ajudá-la a atravessar essa fase”, afirmou. Mesmo após a fase inicial do diagnóstico, especialistas apontam que mães atípicas, principalmente aquelas sem rede de apoio ou independência financeira, estão mais suscetíveis ao desgaste emocional.

Para a neuropsicóloga Débora Paz, fatores como preconceito, falta de informação e ausência de suporte adequado contribuem para esse cenário. “Quando ela vai sair com essa criança, ela em casa com essa criança, ela tem um nível de atenção muito maior, porque a criança pode se machucar, ela pode se autolesionar, a depender do tipo, do nível de suporte de autismo que ela tenha.

É uma mãe que socialmente ela pode se isolar. Ela prefere ficar com essa criança por constrangimento ou porque a sociedade não entende muitas vezes. Então, é uma mãe que tem um risco muito maior de ter ansiedade, depressão, burnout materno”, explicou. Além da sobrecarga emocional e da rotina intensa de cuidados, o impacto financeiro também faz parte da realidade de muitas famílias.

Segundo a especialista, os custos com terapias, tratamentos e acompanhamento especializado podem aumentar ainda mais a pressão sobre as mães. “Fora a questão financeira, que muitas vezes o SUS não vai dar todo o tratamento que essa criança precisa, e aí ela vai ter que ter esse recurso, e aí problemas financeiros.

Bolsa Família: Pagamento antecipado para atingidos por chuvas começa nesta segunda-feira (18), na Paraíba

Ministro Wellington Dias fala sobre antecipação do pagamento do Bolsa Família O pagamento antecipado do Bolsa Família para pessoas que foram atingidas pelas fortes chuvas na Paraíba começa nesta segunda-feira (18), de acordo com o Governo Federal. Vão poder receber o dinheiro beneficiários das 31 cidades em situação de emergências no estado.

No total, a Paraíba tem 626 mil famílias atendidas pelo programa. Neste mês, as famílias recebem mais de R$ 421,56 milhões no número geral do benefício. O calendário regular do Bolsa Família, para cidades não afetas, segue até o dia 29 de maio, data de pagamento para os beneficiários com o NIS final zero.

Após as fortes chuvas, o Ministério do Desenvolvimento Social iniciou a distribuição de 20 mil cestas de alimentos, atendendo à solicitação da Defesa Civil da Paraíba. Deste total, mais de três mil cestas já foram enviadas. Programa Bolsa Família Divulgação/MDS Desalojados e desabrigados na Paraíba Governo da Paraíba anuncia R$ 6 milhões para recuperar estradas destruídas pelas chuvas no estado TV Cabo Branco As fortes chuvas que atingiram a Paraíba deixaram 2.774 pessoas desalojadas e 241 desabrigadas, segundo um relatório situacional divulgado pelo Governo da Paraíba.

Mais de 37,4 mil pessoas foram afetadas no geral. O Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba informou que já realizou 478 atendimentos acumulados, com 349 pessoas resgatadas diretamente de áreas de risco. A operação de socorro mobilizou 1.489 bombeiros, 386 viaturas, 102 embarcações, uma aeronave e cinco drones.

Fiscalização aponta aumento de 55% de motociclistas sem CNH nas rodovias federais da Grande João Pessoa

Fiscalização aponta aumento de 55% de motociclistas sem CNH nas rodovias federais da Grande Jão Pessoa Divulgação/PRF O total de condutores de moto sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) flagrados nas rodovias federais da Grande João Pessoa aumentou 55% em um ano. A informação consta em dados recentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), coletados durante uma operação feita entre o fim de 2025 e o começo de 2026, e integra uma apuração do Núcleo de Dados da Rede Paraíba.

No levantamento anterior, feito entre 2024 e 2025, esse percentual era menor. À época, 23% dos condutores abordados pela Polícia Rodoviária Federal não tinham CNH, somando 285 pessoas. A comparação indica um aumento de 55% em relação ao período anterior. Vídeos em alta no g1 Acidentes de moto também crescem na Paraíba O avanço no número de condutores de moto sem CNH ocorre em paralelo ao aumento de acidentes nas rodovias federais do estado.

Em 2025, a PRF registrou 1.211 acidentes envolvendo motocicletas nas BRs paraibanas, um crescimento de 8,6% em relação a 2024. Esses acidentes deixaram 1.471 pessoas feridas e provocaram 77 mortes. Na comparação com o ano anterior, o número de feridos subiu 7,5%, enquanto o de mortes aumentou 6,9%. Em 2026, até o mês de março, mais de 300 acidentes com motos já haviam sido contabilizados nas rodovias da Paraíba.

Os registros resultaram em 400 feridos e 16 mortes, o que representa uma média de cerca de três ocorrências por dia. Os reflexos dos acidentes de moto também aparecem nos serviços de saúde. No Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa foram registrados 9.786 atendimentos por acidentes de moto em 2024.

Em 2025, o número permaneceu praticamente no mesmo patamar. Já em 2026, apenas nos três primeiros meses do ano, mais de 2,3 mil atendimentos foram realizados na unidade. Considerando todos os períodos analisados, a média é de 27 pessoas atendidas por dia. Em Campina Grande, os atendimentos por acidentes de moto cresceram de forma mais acentuada.

Ex-marido que matou mulher a facadas após invadir casa é preso, no Agreste da Paraíba

Mulher é morta a facadas por ex-marido após invasão de casa, no Agreste da Paraíba Polícia Civil/Divulgação Um homem foi preso em flagrante após matar a ex-esposa a facadas ao invadir a casa dela, na cidade de Lagoa Seca, no começo da tarde deste domingo (17). Ele estava foragido desde o crime, que aconteceu na madrugada.

Após a prisão, ele foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa de Campina Grandeonde vai ser ouvido e vai ficar à disposição da Justiça para passar por audiência de custódia. O crime Uma mulher foi morta com golpes de faca na própria casa pelo ex-marido na cidade de Lagoa Seca, no Agreste da Paraíba.

De acordo com a Polícia Civil, o ex-marido da mulher invadiu a casa dela e, utilizando uma faca, a matou. Ela estava sozinha em casa no momento do crime e foi encontrada por um dos filhos nas primeiras horas da manhã deste domingo. Segundo as investigações preliminares, a motivação do crime seria por o suspeito não aceitar o fim do relacionamento.

Carro capota em curva e deixa um morto e um ferido em rodovia, no Sertão da Paraíba

Carro capota em curva e deixa um morto e um ferido em rodovia, no Sertão da Paraíba Polícia Militar da Paraíba Um carro capotou na rodovia PB-382, entre as cidades de Serra Grande e São José de Piranhas, no Sertão da Paraíba, deixando uma pessoa morta e um ferido, na manhã deste domingo (17). As informações foram confirmadas pela Polícia Militar.

A Polícia Militar informou que após o capotamento, o jovem que morreu foi arremessado para fora do veículo. Uma busca inicial foi feita em conjunto com o Corpo de Bombeiros para localizar o corpo. O Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC) foi notificado para ir ao local e realizar a remoção do corpo, assim como uma perícia no local para entender as causas do capotamento.

Nova CNH: Emissão de carteira na Paraíba cresce 34% até abril de 2026, aponta levantamento

CNH do Brasil: Número de carteiras emitidas até abril de 2026 na Paraíba é 34% maior que em 2025 Divulgação / Serpro O número de carteiras nacionais de habilitação (CNHs) emitidas na Paraíba entre janeiro e abril de 2026 cresceu 34,38% em comparação com o mesmo período de 2025. Os dados foram enviados ao g1 pelo Ministério dos Transportes.

De acordo com o ministério, também houve aumento no número de solicitações para emissão da nova CNH do Brasil. O crescimento foi de 489,8% na comparação entre os quatro primeiros meses de 2025 e o mesmo período de 2026. Nos quatro primeiros meses de 2025, foram registrados cerca de 16.066 pedidos para emissão da CNH na Paraíba.

Já no mesmo período de 2026, o número saltou para 94.756 solicitações. Ainda segundo o levantamento, 155.415 certificados de cursos teóricos de formação de condutores foram emitidos no primeiro quadrimestre de 2026. Desse total, 74.822 correspondem a cursos realizados pela plataforma gratuita disponibilizada pelo governo, enquanto 80.593 foram concluídos em autoescolas credenciadas ao Detran-PB.

Vídeos em alta no g1 Taxa de aprovação em exames práticos e teóricos Na Paraíba, a taxa de aprovação dos candidatos aumentou tanto na prova teórica quanto na prática no quadrimestre do ano atual, em comparação com o mesmo período de 2025, quando as novas regras ainda não estavam em vigor. Nos exames teóricos, foram aplicadas 24.480 provas em 2026, contra 13.605 em 2025, um aumento de 79,93% no número de exames realizados.

O total de aprovados passou de 13.141 para 24.094 candidatos. Com isso, a taxa de aprovação subiu de 96,59% para 98,42%, uma diferença de 1,83%. Já nos exames práticos, o número de provas realizadas aumentou de 24.750 para 37.951, crescimento de 53,34%. O total de candidatos aprovados passou de 22.908 em 2025 para 36.135 em 2026, considerando apenas os quatro primeiros meses.

A taxa de aprovação saiu de 92,56% para 95,21%, avanço de 2,65 pontos percentuais. Novos instrutores na Paraíba No estado, também houve um aumento no número de novos instrutores cadastrados nos primeiros quatro meses do ano em comparação com o mesmo intervalo de 2025. Segundo os dados, o total de novos instrutores passou de 34 em 2025 para 567 em 2026, o que representa um acréscimo de 533 cadastros.

Vídeo mostra ação da PM em comunidade onde jovem foi baleado e morto em João Pessoa

Vídeo mostra momento em que jovem é atingido em ação da PM em JP Um vídeo de circuito de segurança em uma comunidade do bairro Cristo Redentor, em João Pessoa, mostra o momento em que um grupo de moradores encontra os policiais militares em ação dentro da comunidade na noite de sexta-feira (15). A ação resultou na morte de Carlos Eduardo.

Frame de circuito de segurança Foto: Reprodução TV Cabo Branco. Um desses homens é Carlos Eduardo, que é o que chega mais próximo da câmera de segurança ao qual a PM obteve as imagens. Ao notar a presença dos policiais, os três homens recuam. Cerca de 20 metros adiante, Carlos Eduardo parece ser atingido por disparos e cai.

Logo em seguida, aparecem dois policiais militares. O espaço de tempo entre a correria dos homens pela rua da comunidade e a aparição dos policiais militares após Carlos Eduardo cair no chão é de cerca de 20 segundos. Carlos Eduardo, vítima em ação da PM Foto: Reprodução TV Cabo Branco. Morte de Carlos Eduardo foi motivo de protesto Moradores protestam e bloqueiam ruas em João Pessoa após morte de jovem em ação da PM Moradores do bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa, fizeram um protesto na manhã deste sábado (16) na Rua Elias Cavalcante de Albuquerque, em reação a uma ação da Polícia Militar ocorrida na noite de sexta-feira (15) numa comunidade do bairro.

Veja momentos do protesto no vídeo acima. De acordo com os manifestantes, um jovem, identificado como Carlos Eduardo, morreu após ser atingido por um disparo de arma de fogo durante a ocorrência policial. Os moradores afirmam que ele não teria envolvimento com atividades criminosas. Durante o protesto, os moradores fecharam a via e chegaram a interromper o tráfego na região.

Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e estiveram no local para tentar liberar a passagem. Moradores protestam e bloqueiam ruas em João Pessoa após morte de jovem em ação da PM Divulgação/PRF-PB A Polícia Militar confirmou à TV Cabo Branco que realizou uma ação no bairro na noite de sexta-feira e informou que policiais teriam sido recebidos a tiros durante a ocorrência.

Segundo a corporação, duas armas de fogo foram apreendidas. Após a atuação das equipes, o protesto foi contido na Rua Elias Cavalcante de Albuquerque e, em seguida, os manifestantes migraram para o km 27 da BR-230, no sentido Bayeux-João Pessoa, na região da comunidade Boa Esperança, onde o ato continuou durante a tarde deste sábado (16).

Durante os protestos na BR-230, a repórter Silvia Torres e o cinegrafista Magno Oliveira, da TV Cabo Branco, entrevistavam o tenente-coronel Bruno, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, quando o oficial foi alertado sobre uma situação de risco. Em seguida, policiais militares dispararam balas de borracha contra manifestantes que estavam em uma área de morro às margens da rodovia.

Ninguém ficou ferido. Os profissionais da TV Cabo Branco também não se machucaram, apesar do susto. Ação da PM Foto: Reprodução TV Cabo Branco. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o protesto na BR-230 teve início por volta das 12h54, quando cerca de 20 populares interditaram a pista utilizando pneus queimados.

Uma equipe do Batalhão de Policiamento de Choque da Polícia Militar iniciou a desmobilização dos manifestantes. Em seguida, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba (CBMPB), foi realizada a limpeza da pista e a extinção das chamas. A situação foi totalmente controlada e o tráfego de veículos foi liberado por completo às 13h50.