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Advogada é presa suspeita de falsificar certificado da OAB e atuar para organizações criminosas no ES

Justiça manda prender falsa advogada no ES Uma mulher de 55 anos, suspeita de uso de documento falso e exercício irregular da advocacia, além de atuar com diversas organizações criminosas no Espírito Santo, foi presa nesta quarta-feira (29), em Itapemirim, no Sul do estado, durante a Operação Falsária 2.

Segundo a polícia, ela também colaborava e intermediava recados entre detentos e também pessoas fora das unidades prisionais. inclusive, atendia a presos ligados a facções criminosas. Em dezembro de 2025, Tatiana já tinha sido alvo da polícia durante primeira fase da operação. Na ocasião, ela prestou depoimento e foi liberada, e os policiais apreenderam a carteira falsa da OAB, bilhetes de detentos e documentos na casa da suspeita.

O mandado de prisão preventiva contra Tatiana foi expedido na terça (28). Na mesma decisão, a Justiça recebeu a denúncia do Ministério Público do Espírito Santo e determinou a suspensão do exercício da advocacia pela investigada. Tatiana Barbosa do Nascimento foi presa suspeita de falsificar certificado da OAB e atuar para organizações criminosas no Espírito Santo Divulgação/PCES LEIA TAMBÉM: EM VITÓRIA: Ex-PM foi executado por grupo de agiotagem de ex-policiais VÍDEO: Mãe é intubada após filho colocar fogo na própria moto durante fiscalização da PM JUSTIÇA: funcionária sofre gordofobia e assédio em empresa e será indenizada em R$ 160 mil A investigada foi indiciada por 12 casos de uso de documento falso no CDP aqui de Marataízes, região onde a investigação se concentrou.

O inquérito também foi encaminhado a outros municípios do Espírito Santo e à Paraíba, onde há indícios de novos crimes. O g1 não conseguiu localizar a defesa da investigada. Procurada, a OAB/ES informou que aplicou suspensão preventiva de 90 dias (12/12/2025 a 11/03/2026) à advogada e justificou que "a cautelar fundamentou-se em graves ocorrências ético-disciplinares verificadas no sistema prisional".

A seccional comunicou os fatos à OAB da Paraíba para apuração de mérito e da regularidade da inscrição da profissional. Por fim, a OAB-ES informou que novas providências administrativas estão sendo adotadas em razão dos desdobramentos do caso. Delegacia de Polícia (DP) de Marataízes, no Sul do Espírito Santo Reprodução/PCES Certificado falso Segundo as investigações, a mulher falsificou um certificado de aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com data de 1992, 23 anos antes de concluir o curso de Direito, o que só ocorreu em 2015.

Com o documento falso, a suspeita solicitou por e-mail, uma segunda via do certificado à OAB da Paraíba, em outubro de 2017. Assim, conseguiu obter a inscrição e a carteira de advogada sem que a documentação fosse devidamente verificada. A polícia consultou a Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela elaboração organização e aplicação do Exame de Ordem Unificado da OAB, que não localizou qualquer aprovação da investigada entre 2015 e 2017.

Depois disso, a OAB-PB também consultada e a fraude confirmada. "Aprofundamos mais a solicitação e pedimos à OAB da Paraíba para comprovar, qual foi a aprovação dela no no concurso da Ordem. E eles nos enviaram um de um certificado de que ela teria sido aprovada em 1992, anos antes da sua conclusão do curso de Direito, em 2015.

Ela não esteve teve na na Paraíba, foi enviado tudo por e-mail", apontou o titular da Delegacia de Polícia (DP) de Marataízes, delegado Thiago Viana. Investigada realizou mais de 200 atendimentos As investigações apontaram que a mulher realizou 218 atendimentos a internos do sistema penitenciário capixaba, a maioria em unidades de segurança máxima.

Entre os presos atendidos estariam integrantes e lideranças de facções criminosas como Comando Vermelho (CV), Primeiro Comando da Capital (PCC), Primeiro Comando de Vitória (PCV) e Associação Família Capixaba (AFC). De acordo com as investigações, durante esses atendimentos, ela colaborava e intermediava recados entre detentos e também pessoas fora das unidades prisionais.

Cleuton Gomes Pereira, o "Frajola", estaria emitindo ordens de dentro da penitenciária de segurança máxima em que está preso, no Espírito Santo. Reprodução Há ainda um registro de uma visita ao traficante Cleuton Gomes Pereira, o Frajola, apontado como liderança da facção criminosa Primeiro Comando de Vitória (PCV).

Considerado de alta periculosidade, ele foi transferido para o Sistema Penitenciário Federal em 13 de abril de 2026. Segundo o delegado Viana, a mulher chegou a se casar com um dos presos que visitava, o que corroborou com a suspeite de que ela atuava como 'pombo-correio' do tráfico. "Ela veio a se a casar com esse preso, sendo que ela tem um companheiro que vive com ela.

Com essas informações solicitamos dados sobre as visitas e visualizamos que poderia se tratar de uma pessoa trabalhando como pombeiro de facções criminosas.Fizemos solicitamos a busca na casa dela, que aconteceu na primeira fase, em dezembro. Na busca nós recolhemos diversos documentos, entre eles os documentos que ela enviou para a OAB-PB", disse.

Quando foi ouvida pela polícia em dezembro, Tatiana confessou ter fraudado o documento, mas negou participação em organizações criminosas. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo A Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

Comunidade ribeirinha tem casas inundadas após fortes chuvas, na Grande João Pessoa

Comunidade ribeirinha de Bayeux tem casas invadidas pela água após aumento do nível do Rio Paraíba Reprodução / TV Cabo Branco Moradores da comunidade ribeirinha Casa Branca, em Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa, tiveram as casas invadidas pela água após o aumento do nível do Rio Paraíba, provocado pelas fortes chuvas que ocorreram nesta semana.

O presidente da colônia de pescadores, Edvaldo Juvenal, explicou que os moradores ficaram sem alternativa de deslocamento e que acionaram a Defesa Civil. Equipes foram até a comunidade, mas, segundo eles, não houve retorno com medidas ou orientações posteriores. O g1 solicitou nota à Defesa Civil, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

"Eles sao pescadores, não tem prara onde ir. As atividades pesqueiras deles são aqui e nao tem assistência para levá-los para um lugar melhor”, afirmou Edvaldo Juvenal. Uma das moradoras, Verônica, relatou que a água tomou conta da casa dela e que, mesmo assim, a família permanece no local. “Eu me acordei e já estava com a água dentro da minha casa levando tudo.

Comerciantes interditam rua em frente ao Mercado Central durante protesto, em João Pessoa

e Reprodução / TV Cabo Branco Comerciantes do Mercado Central realizaram um protesto na manhã desta quinta-feira (30), no Centro de João Pessoa, contra a retirada dos pontos comerciais onde trabalham. Durante o ato, o grupo montou barricadas e ateou fogo em pneus e madeiras para bloquear o trafêgo de veículos na região.

O trânsito ficou completamente bloqueado nessas vias. A Polícia Militar e a Guarda Municipal foram acionadas para acompanhar a ocorrência. A retirada dos comerciantes está relacionada à reforma do Mercado Central. Em dezembro de 2025, o prefeito Cícero Lucena assinou a ordem de serviço para a requalificação e ampliação do espaço.

O projeto prevê investimento de R$ 31,9 milhões e conclusão até o fim de 2027. Segundo os comerciantes, eles ocupavam a área onde será construída uma garagem como parte das obras no Mercado. O grupo afirma que foi informado de que teria 72 horas para desocupar o espaço, sem indicação de um novo local para continuar trabalhando.

Uma das comerciantes, Elisabeth Araújo, dona de um bar no local, disse que os fiscais comunicaram o prazo, mas não apresentaram alternativa. “Os fiscais chegaram aqui dando 72 horas para a gente sair do Mercado Central, mas não disseram que tem um local pra gente trabalhar. Não tem lugar pra gente. Eu pago aluguel.

Nabor solta indireta sobre disputa por apoio do PT: ‘Não precisa forçar barra’

O ex-prefeito de Patos e pré-candidato ao Senado, Nabor Wanderley (Republicanos), afirmou, nesta quarta-feira (29), que respeita a autonomia do Partido dos Trabalhadores (PT) nas decisões sobre alianças e mandou indireta ao dizer que “não adianta forçar a barra” pelo apoio da legenda.

“Estamos aguardando que cada partido tome as suas decisões internas, não vamos interferir nas posições de nenhum partido. Acho que a independência dos partidos é fundamental para que a gente possa manter a democracia e manter a nossa unidade”, afirmou Nabor ao ser questionado a imprensa se estava confiante do apoio da legenda.

O pré-candidato ao Senado também ressaltou que não precisa tentar acelerar ou impor decisões que cabem exclusivamente às direções partidárias. “Não adianta a gente estar aí tentando forçar uma barra quando as diretrizes partidárias têm que ser resolvidas internamente. Vamos aguardar”, completou Nabor.

O PT decidiu oficialmente apoiar a reeleição do governador Lucas Ribeiro (PP). O apoio da legenda e de Lula é disputado pelos candidatos ao Senado, João Azevedo (PSB), Nabor Wanderley (Republicanos) e Veneziano Vital (MDB).

Mais PB

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Última rejeição do Senado a um ministro ocorreu há 132 anos; entenda

O Senado rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), retomando episódio raro na história da República.

O Senado rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), após sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Segundo levantamento da Agência Senado, a última vez que a Casa rejeitou a indicação de um ministro ocorreu há 132 anos. Em 1894, durante o governo do marechal Floriano Peixoto, segundo presidente do Brasil, cinco nomes foram barrados:

Barata Ribeiro,

Innocêncio Galvão de Queiroz,

Ewerton Quadros,

Antônio Sève Navarro,

Demosthenes da Silveira Lobo.

Isso aconteceu porque o processo de escolha para o Supremo no começo da República no Brasil ainda era marcado por forte instabilidade institucional. A maior parte dos designados não tinham formação jurídica e, em vários casos, tinham perfil mais político ou militar, o que gerou resistência no Senado.

Com o passar do tempo, critérios básicos para os Ministros foram sendo consolidados, entre eles a exigência de notório saber jurídico.

Um exemplo é o caso do médico Barata Ribeiro: ele foi o primeiro nomeado e chegou a atuar como ministro do STF por quase um ano, até que sua indicação foi rejeitada pelo Senado. Esse episódio é relatado em vídeo publicado em 2015 pelo Senado Federal, na seção “Arquivo S”.

O atual advogado-geral da União, Jorge Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) após Luís Roberto Barroso anunciar sua aposentadoria da Corte.

O que acontece agora?

Segundo a Constituição de 1988, se um nome for rejeitado pelo Senado para o STF, o presidente da República deve indicar outro nome para ocupar a mesma vaga, submetendo‑o novamente à aprovação pela maioria absoluta do Senado.

Como funciona a indicação ao Senado hoje?

A Constituição Federal estabelece que a indicação é de livre escolha do presidente da República, mas estabelece alguns critérios básicos a serem respeitados:

o candidato deve ser maior de 35 anos e ter menos de 75 anos;

ter conhecimento jurídico reconhecido, o chamado notável saber jurídico;

ter reputação ilibada, ou seja, ser pessoa idônea e íntegra.

Após a indicação pelo presidente da República, o escolhido é sabatinado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ), composta por 27 senadores. As etapas são as seguintes:

Sabatina – A sabatina consiste em questionar o indicado sobre suas posições em temas relevantes e muitas vezes polêmicos, como drogas, aborto, entre outros. Os senadores também podem perguntar sobre opiniões políticas e pontos do currículo, por exemplo.

Parecer da CCJ – O parecer da CCJ precisa ser aprovado por maioria simples dos membros, em votação secreta. Caso seja aprovado, é encaminhado para aprovação em plenário.

Aprovação no plenário – A indicação do presidente deve ser aprovada pela maioria absoluta do Senado, ou seja, ao menos 41 dos 81 senadores. Somente depois disso o indicado pode ser nomeado pelo presidente.

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Efraim celebra rejeição de Messias ao STF e diz que Senado ‘deu recado’ ao país

O senador Efraim Filho (PL) comemorou a decisão do Senado Federal de rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal. A votação aconteceu nesta quarta-feira (29) com 42 votos contrários e 34 favoráveis – para ser aprovado, Messias precisa ter ao menos 41 votos entre os 81 senadores.

Em vídeo divulgado ao lado do deputado federal Cabo Gilberto Silva, líder da oposição na Câmara, Efraim classificou o resultado como “marcante” e afirmou que a decisão tem impacto no presente e no futuro do país. “Olha, uma posição do Senado marcante. Isso impacta no presente do Brasil, no futuro do Brasil. O Supremo não é lugar para ideologias, é lugar para equilíbrio”, declarou.

“A gente precisava desse resultado para que o Senado assumisse a posição de defesa daquilo que mais importa no Brasil, da nossa família, da nossa liberdade, da nossa vida”, completou Efraim.

A rejeição de uma indicação ao STF não ocorria há mais de 130 anos. Antes disso, apenas cinco nomes haviam sido barrados pelo Senado, todos em 1894, durante o governo de Floriano Peixoto.

MaisPB

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Em derrota para o governo, Senado rejeita Messias para vaga ao STF

O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quarta-feira (29). O ex-advogado-geral da União passou pelo crivo do Congresso depois de cinco meses de impasse envolvendo a indicação feita pelo Planalto.

Para a aprovação no plenário, eram necessários ao menos 41 votos. O governo calculava ter o apoio de 45 senadores, enquanto integrantes da oposição afirmavam ter ao menos 30 votos contrários. A votação é secreta, o que implicou incerteza nas estimativas.

A votação no plenário da Casa Alta foi realizada depois de oito horas de sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). No colegiado, o placar foi de 16 votos a 11.

Desde a sua indicação, em novembro do ano passado, a escolha por Messias tensionou a relação entre o Congresso e o governo. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendia o nome de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a vaga.

Por receio da rejeição, a indicação foi formalizada somente em abril, depois de o Planalto segurar o envio em busca de ganhar tempo para vencer resistências. Messias se dedicou a busca por apoio, mas, Alcolumbre só o recebeu dias antes da sabatina.

Desde 1894, o Senado não rejeitava um nome indicado ao Supremo. Em 132 anos, a Casa rejeitou cinco indicações ao STF, que já teve 172 ministros. As rejeições aconteceram durante o governo de Floriano Peixoto (1891-1894).

Messias foi o terceiro indicado de Lula neste mandato. Antes dele, o Planalto enviou ao Senado os nomes de Cristiano Zanin e Flávio Dino, que foram aprovados. Com a rejeição, cabe ao chefe do Executivo fazer uma nova escolha.

Sabatina na CCJ

Em sua sabatina, Messias apostou em fazer acenos e reforçou seu perfil evangélico. O ministro chefe da AGU declarou ser “totalmente” contra o aborto, enalteceu a Constituição como seu “primeiro código de ética” e defendeu a separação de poderes.

Apesar de fazer elogios ao Supremo, o indicado também defendeu o “aperfeiçoamento” da Corte e elogiou a proposta de emenda à Constituição que limita decisões monocráticas. Em tom crítico, afirmou que processos devem ter “começo, meio e fim” ao falar sobre o inquérito das fakes news, em andamento desde 2019.

Com G1

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Prefeitura amplia frota municipal com entrega de novos veículos na programação matinal do aniversário de Boa Vista

A Prefeitura de Boa Vista realizou, na manhã de hoje (29), dia que marca oficialmente o aniversário de Boa Vista, a entrega de novos veículos que passam a integrar a frota municipal, reforçando os serviços públicos e garantindo mais agilidade no atendimento à população. A ação aconteceu dentro da programação comemorativa pelos 32 anos de emancipação política do município, marcada por entregas de obras e ações, celebrando avanços sociais no município.

Os automóveis, dois carros modelo Polo, da marca Volkswagen, e um modelo Fastback, da Fiat, serão destinados ao fortalecimento de áreas essenciais da gestão, com destaque para a saúde e a educação. Na saúde, um dos Polo será utilizado para demandas das unidades do Programa Saúde da Família (PSF). O veículo foi adquirido por meio de uma emenda impositiva do deputado federal Luiz Couto. O Fastback, adquirido com recursos próprios da Prefeitura, também foi disponibilizado para a saúde e ficará à disposição de pacientes que precisam de tratamento em cidades mais distantes e até em outros estados. O outro veículo Polo também adquirido com recursos municipais, foi destinado à educação para auxiliar a equipe técnica nas atividades operacionais e no acompanhamento de ações.

A aquisição representa mais um investimento da gestão municipal na modernização da estrutura pública e na melhoria contínua dos serviços oferecidos à população. Para o prefeito Fernando Aires, a entrega simboliza o cuidado da gestão com as necessidades reais do município. “Cada novo veículo entregue significa mais eficiência no serviço público, melhores condições de trabalho para nossas equipes e mais qualidade no atendimento à população. Seguimos investindo com responsabilidade para que Boa Vista continue avançando”, destacou.

Mesmo após a data oficial do aniversário da cidade, a programação festiva segue com novas ações, entregas e eventos preparados para a população até a próxima sexta-feira (1º de maio).

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Operação contra o tráfico de drogas cumpre dois mandados de prisão em Monteiro

Uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (Ficco-PB) foi deflagrada nesta quarta-feira (29) e cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão na Paraíba e em mais três estados contra o tráfico e cultivo ilícito de drogas.

Na Paraíba, a ação ocorreu nas cidades de Campina Grande e Monteiro, no Cariri paraibano. Segundo a Polícia Federal, três suspeitos foram presos, sendo dois em Monteiro e um em Campina Grande.

A operação, denominada de “Corte Profundo” também é realizada nos estados de Pernambuco, Maranhão e Bahia. Ao todo, estão sendo cumpridos 19 mandados de prisão e 30 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça.

De acordo com a polícia, a ação tem como alvo suspeitos apontados como integrantes de um grupo com atuação organizada no tráfico de drogas, desde o plantio da maconha até a distribuição e comercialização. Durante a operação, os agentes buscam apreender drogas, armas, valores e outros bens ligados às investigações.

Participam da operação a Polícia Federal nos quatro estados, além das Polícias Militar e Civil da Paraíba e de Pernambuco, e da Polícia Penal de Pernambuco. A FICCO/PB reúne ainda representantes da Secretaria Nacional de Políticas Penais e das secretarias estaduais de Segurança Pública e de Administração Penitenciária da Paraíba.

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